[Bancariosdebase] Enc: [oposicao_bancaria] Um mês depois, jovem que ofendeu nordestinos vive escondida

Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva marciocarsi em yahoo.com.br
Quinta Dezembro 9 15:13:47 UTC 2010


Quem fala o que quer, ouve o que não quer.

Bem-feito.

Abraços.

Márcio


----- Mensagem encaminhada ----
De: Marcelo Ricardo Carmo Casado de Lima <marcelo_ricardoccl em yahoo.com.br>
Para: oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br
Enviadas: Quinta-feira, 9 de Dezembro de 2010 0:44:16
Assunto: [oposicao_bancaria] Um mês depois, jovem que ofendeu nordestinos vive 
escondida

  
Pessoal 
Aqui se faz, aqui se paga. Que sirva de exemplo pra outros saudosistas de idéias 
mofadas, fascistas, mentirosas e criminosas à la Adolf Hitler. 

Mas que ela não seja a única punida: basta entrar em Facebook, Twitter, Orkut e 
certos sites e blogs pra ver seres humanóides (recuso-me a crer que alguns deles 
como humanos) com discurso e intenções infinitamente piores ao dessa tola. Que o 
peso da Lei recaia sobre todos aqueles que semeiam a mentira, a discórdia, o 
preconceito e o ódio por questões de somenos importância como o local de 
nascimento, sexo, orientação sexual ou cor da pele ou do olho... 

Abraços. 
  
http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/um+mes+depois+jovem+que+ofendeu+nordestinos+vive+escondida/n1237847432007.html
 
Um mês depois, jovem que ofendeu nordestinos vive escondida 
Segundo parentes, Mayara Petruso evita lugares públicos e deixou a faculdade; 
Ministério Público decretou sigilo da investigação 

Rodrigo Rodrigues, iG São Paulo| 03/12/2010 11:00 
  
Um mês após postar mensagens de ofensa contra nordestinos na internet, a 
estudante Mayara Petruso ainda evita aparecer em público. Ela deixou de sair de 
casa sozinha, largou o curso de Direito na FMU e, segundo a família, foi 
obrigada a se refugiar longe da casa da mãe, em virtude de ameaças que ainda 
sofre. 

  
Depois de perder o emprego, Mayara diminuiu também a frequência de encontro com 
o grupo habitual de amigos e ganhou fama de “a menina que não gosta de 
nordestinos” na cidade onde morava com a família, em Bragança Paulista, interior 
de São Paulo.
 
A família também ficou reclusa. Alegando terem recebido ameaças por e-mail e 
telefone, a mãe e a avó da garota se dizem assustadas ao verem pessoas estranhas 
rodeando seu pequeno comércio, na periferia de Bragança. Orientada pelo advogado 
que defende Mayara, a família optou por limitar o contato com a imprensa.
 
“A Mayara é ameaçada todo dia. Tudo que vocês falam só a prejudica. Ninguém sabe 
o que aconteceu de fato e peço para que parem de nos procurar”, afirmou a avó da 
estudante, Magda Penteado, ao ser procurada pela reportagem do iG. “Tanta coisa 
para se preocupar no mundo e vocês ficam perturbando a minha neta?!”, indagou 
nervosa.
 
Depois de muita insistência, a mãe da garota, Luciana Penteado, resolveu trocar 
poucas palavras com a reportagem. “A vida da Mayara está em perigo. As pessoas 
não sabem o que ocorreu de fato e fazem julgamentos antecipados”, disse a mãe. 
“A gente só quer um pouco de sossego para continuar a vida”, desabafou.
 
Luciana Penteado se disse cansada do assédio da imprensa e de pessoas estranhas 
que, segundo ela, passaram a rondar sua casa em Bragança. Ela lamentou que a 
privacidade da família tenha sido exposta na internet. “Nossos dados pessoais e 
endereço foram expostos na internet como se fossemos criminosos”, contou.
 
De acordo com a mãe, a família foi obrigada a trocar a linha de telefone em 
virtude das ameaças e da quantidade de ligações procurando Mayara após o 
episódio das eleições. Pelo fato de seu endereço ter sido divulgado na internet, 
a jovem de 21 anos decidiu não voltar para a casa da mãe e está abrigada longe 
da família. “Ela só quer esquecer o episódio, provar sua inocência e continuar a 
vida”, disse a mãe, que respondia as perguntas com brevidade e receio.
 
Questionada sobre o que aconteceu de fato na noite de 31 de outubro, Luciana 
encerrou de vez o assunto e afirmou que dali em diante o advogado da garota 
responderia a eventuais questionamentos. O pai de Mayara, o empresário Antonino 
Petruso, dono de uma rede de supermercados de Bragança também preferiu não se 
pronunciar. Na época em que o caso veio à tona, ele afirmou ao iG que estava  
“surpreso, decepcionado e  envergonhado” com atitude da filha. Ele deixou de 
atender ao telefone e se recusou a receber a reportagem em uma de suas lojas, no 
centro de Bragança.
  
Relembrando o caso: 
http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-2/artigo/declaracao-de-estudante-de-direito-paulista-contra-nordestinos-causa-polemica-em-redes-sociais/
 
  
http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoes/pai+da+estudante+processada+por+discriminacao+se+diz+envergonhado/n1237820606679.html
 
    
 
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