[Bancariosdebase] Texto

INESQUECIVEL ines_quecivel em terra.com.br
Sábado Maio 1 01:13:09 UTC 2010


Olá Galera,

amanha estarei na Sé a partir das 10h.

Um abraço

Inês
  ----- Original Message ----- 
  From: Utopia 
  To: BancariosDeBase Activix 
  Sent: Friday, April 30, 2010 9:06 PM
  Subject: Re: [Bancariosdebase] Texto


        Olá Kamaradas !

        Estaremos na reunião proposta  pela Intersindical amanhã, às 13 hrs.  Antes porém, é necessário saber se isto é consenso entre nós, e isto requer a manifestação  dos demais companheir em s.  Se há consenso, seria importante a manifetação e participação de tod em s.  Conversei com o Daniel e parece-me que os cºs de Espaço Socialista estarão presentes.  Penso que a participação do Tavares é indispensável, assim como a dos demais.  Esforcemo-nos todos para que desta vez a coisa ande e superemos as dificuldades de trabalharmos juntos (unidade na ação, superando alguns entraves).  Atenção no processo eleitoral para delegados sindicais, pois a patronal novamente tenta introduzir candidaturas pelegas bancadas/articuladas pelos gestores e buscando votos a qq preço entre os vacilões  e/ou colegas novos e desinformados.  Importante frisar que pelo menos aqui na região, em algumas situações o próprio sindicato é conivente e/ou impulsionador de tais manobras.  Quanto ao texto da  Inêz, achei de qualidade e a abordagem é feita de forma direta e firme.  Quanto à sugestão do Hugo, tenho acordo, porém em cada período de supremacia pelega (ou neo-pelega) como a que vivemos, traz inflexões com o mesmo teor, mas com processos formalmente diferenciados.  Penso que talvez seja legal nos atermos  apenas ao último período de trairagem (pós CUT).  Por último Inês, não é querer centralizar (não sacaneie pô).  Por outro lado, a experiência nos ensina que quando exageramos no álcool, a discussão fica muito mais complicada.  Amanhã é sábado, ato do 1º de maio.  Se a galera turbinar, não avançaremos e temos pouco tempo. É só isso. 

        Valeu galera. Até mais.



        --- Em sex, 30/4/10, hugoscabello em riseup.net <hugoscabello em riseup.net> escreveu:


          De: hugoscabello em riseup.net <hugoscabello em riseup.net>
          Assunto: Re: [Bancariosdebase] Texto
          Para: "BancariosDeBase Activix" <bancariosdebase em lists.aktivix.org>
          Data: Sexta-feira, 30 de Abril de 2010, 17:27


          Oi Ines, eu gostei bastante. Minha única sugetão é a de tentar falar um
          pouco sobre o ponto de inflexão que transformou os sindicatos; antes
          autonomos e combativos, hoje estatizados e domesticados.

          Hugo

          > Olá Comp em s,
          >
          > Segue esboço de texto sobre o resgate do sindicato. Como sempre:
          > sugestões, correções etc., são bem vindos/as!
          >
          > Com relação à reunião do dia 08/05. Em virtude do andar da carruagem: 1º
          > de maio, eleição de delegados sindicais na CEF, assembléia para tirar
          > delegados para o Encontro estadual, Encontro Estadual BB e CEF, talvez
          > tenhamos que adiar o "momento de lazer" que combinamos para a próxima
          > reunião: que seria ver o filme do Michel Moore. Manifestem-se sobre o 1º
          > de maio e sobre tudo mais.
          >
          > Um abraço a todas/os
          >
          > Inês
          >
          > Resgatar a essência do Sindicato
          >
          >    No começo do século XX quando a 1ª guerra mundial assolava a Europa o
          > Brasil foi o destino escolhido por centenas de milhares de
          > trabalhadores em busca do "novo mundo" e de melhores condições de vida.
          > Ao chegar aqui encontraram condições de trabalho praticamente escravas,
          > o Brasil importava trabalhadores/as assalariados para substituir a mão
          > de obra escrava que fora obrigado a abolir. Esses/as trabalhadores/as,
          > diante das péssimas condições de trabalho, começaram a organizar-se
          > para conquistar direitos e ajudar-se mutuamente. Com a bagagem cultural
          > e ideológica que trouxeram de seus países de origem, juntamente com os
          > trabalhares locais, fundaram sindicatos, associações de ajuda mútua
          > para os que ficassem desempregados, doentes ou se aposentassem. As
          > decisões eram sempre tiradas em assembléias e sempre de todo o grupo.
          > Esse foi o início dos sindicatos no Brasil: com "S" maiúsculo. O
          > sindicato onde quem decide são os trabalhadores: eles se organizam para
          > reivindicar direitos, para buscar garantir avanço na relação
          > capital-trabalho, e para garantir melhoria nas condições de trabalho e
          > de vida.
          >
          >     O tempo passou e aquilo que hoje temos como sindicato já não é nem a
          > sombra daquele do início. Hoje estamos diante de uma superestrutura
          > burocratizada e atrelada ao Estado e que dentro do sistema de produção
          > não coloca nem as discussões básicas, como, por exemplo, a reposição
          > das perdas salariais. Sindicatos que "cantam" vitória mesmo quando
          > assinam acordos rebaixados, ou como no caso dos professores de São
          > Paulo, quando saem de uma greve de um mês, com zero de reajuste. Isso
          > tudo sem falar na precariedade das condições de trabalho. As
          > "vitórias" são de quem? A classe trabalhadora está a cada dia mais
          > abandonada por suas "representações" partidarizadas, que buscam
          > somente a conciliação e não o avanço nas lutas. Sindicatos que
          > encerram greves mesmo quando os trabalhadores estão dispostos a
          > continuar na batalha. Sindicatos que só sabem atuar em "mesas" e que
          > esqueceram que as vitórias se constroem a partir dos locais de
          > trabalho; que comemoram o dia do trabalhador com Showmícios
          > patrocinados pelas próprias empresas exploradoras do trabalho de seus
          > associados. Seus dirigentes tornaram-se "executivos" sindicais que já
          > nem sabem o que é ser trabalhador, o que aumenta, a cada dia, a
          > descrença por parte dos trabalhadores na entidade.
          >
          >    Está na hora de buscar romper com essa situação. Está na hora de
          > resgatar a essência dos primórdios do sindicalismo: a que colocava
          > os/as trabalhadores/as como centro do movimento. Resgatar a
          > solidariedade entre as várias categorias e buscar romper com essa
          > espiral de encenações sindicais que nos impuseram. Temos que
          > transformar as assembléias em verdadeiros fóruns da vontade dos/as
          > trabalhadores/as e não em espaços de manipulação ou meramente
          > informativos. Sabemos que o mundo do trabalho mudou, mas mudaram também
          > os sindicatos e os sindicalistas. Sejamos conscientes e atentos, vamos
          > retomar as rédeas desse processo. Vamos começar desde já! Vamos lotar
          > as assembléias e reivindicar nossos direitos, inclusive e
          > principalmente o de ser protagonistas de nosso próprio destino.
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