[Bancariosdebase] Enc: Enc: [analistabb] O fim da greve em Brasília

Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva marciocarsi em yahoo.com.br
Quinta Outubro 14 18:02:42 UTC 2010





Mais informes nacionais. Agora de Brasília.

Um forte abraço.

Márcio



Enviadas: Quarta-feira, 13 de Outubro de 2010 23:17:33
Assunto: [analistabb] O fim da greve em Brasília

  
Colegas,

A votação foi difícil. Apesar da veemente defesa dos dirigentes 
contraficantistas de Brasília, a massa gritava por greve e dizia não estar 
contente com o acordo. (Esses mesmos dirigentes tinham se comprometido com o 
Conselho de Delegados a não sair da greve sem propostas específicas).

A base de Brasília chamou à proposta de PCC/PCS apresentada de "PCR-Placebo", 
pois em nada muda a vida dos bancários e não representa custo para a empresa. 
Aproveitei a ideia e preenchi um cartaz com essa frase e circulei pela 
assembleia; os colegas repetiam, é placebo mesmo.

Esse "Plano de Carreira e Remuneração - PCR" não resgata os interstícios do 
antigo PCC além de não servir, senão para quem for descomissionado com menos de 
10 anos, pois após 10 anos a Lei Trabalhista e Súmula do TST garantem a 
IRREDUTIBILIDADE dos salários, fazendo que o trabalhador receba o salário de 
comissionado mesmo que volte a ser posto efetivo (Súmula 372 do TST). Mesmo 
assim para quem seja descomissionado com menos de 10 anos o incremento é mínimo 
(R$ 200 a R$ 400). Enquanto estiver comissionado a verba nada significa pois que 
é anulada pelo VRF (verba elástica que mantém o salário total igual).

________________________________
SÚMULA TST Nº 372 GRATIFICAÇÃO DE FUNÇÃO. SUPRESSÃO OU REDUÇÃO. LIMITES. 
(conversão das Orientações Jurisprudenciais nºs 45 e 303 da SBDI-1) - Res. 
129/2005 - DJ 20.04.2005
I - Percebida a gratificação de função por dez ou mais anos pelo empregado, se o 
empregador, sem justo motivo, revertê-lo a seu cargo efetivo, não poderá 
retirar-lhe a gratificação tendo em vista o princípio da estabilidade 
financeira. (ex-OJ nº 45 - Inserida em 25.11.1996)
II - Mantido o empregado no exercício da função comissionada, não pode o 
empregador reduzir o valor da gratificação. (ex-OJ nº 303 - DJ 11.08.2003) 

________________________________

No final os engravatados fura-greves dos Sede I e III desceram para votar contra 
a continuidade da greve. Mesmo com essa manobra não deu para saber na votação 
quem ganhou, foi preciso contar os votos.  Muitos dos que participavam da greve 
não foram à assembleia.

Na contagem o fim da greve venceu.

Abraços,

Augusto



----- Mensagem encaminhada ----
De: Bancário.net <bancario.net em bancariosdf.com.br>
Para: filhodetupam em yahoo.com.br
Enviadas: Quarta-feira, 13 de Outubro de 2010 22:11:31
Assunto: Bancários aceitam proposta da Fenaban, do BB e da Caixa e encerram 
greve


 
Bancários aceitam proposta da Fenaban, 
do BB e da Caixa e encerram greve 
Reunidos em assembleias específicas no início da noite desta quarta-feira (13), 
15º dia da paralisação nacional, a maior das últimas duas décadas, os bancários 
aprovaram as propostas de acordo da Fenaban, do Banco do Brasil e da Caixa 
Econômica Federal, pondo fim à greve da categoria em todos os bancos. 


O acordo da Fenaban inclui reajuste de 16,33% nos pisos, com aumento real de 
11,54%, reajuste de 7,5% (aumento real de 3,08%) para quem ganha até R$ 5.250 (o 
que engloba 85% da categoria) e em todas as verbas salariais, incremento na PLR 
e inclusão na Convenção Coletiva, pela primeira vez, de cláusula sobre assédio 
moral e segurança. 

A proposta específica aprovada pelos funcionários do Banco do Brasil garante o 
índice de reajuste de 7,5% para todos, sem o limitador da Fenaban, que será 
aplicado ainda às demais verbas como cesta-alimentação, vale-refeição e os VRs 
(valor de referência) dos comissionados. O piso salarial será elevado para R$ 
1.600 (aumento real de 8,71%) e o BB irá implantar Carreira de Mérito como parte 
de um Plano de Carreiras e Remuneração (PCR) com efeitos retroativos ao ano de 
2006. 

Já na Caixa, o acordo específico também garante, entre outros pontos, reajuste 
linear de 7,5%, também sem o teto da Fenaban, além da elevação do piso de 
ingresso para R$ 1.600 indo para R$ 1.637 após 90 dias e a criação da PLR 
social.

Da Redação do Seeb Brasília  
 
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