[Bancariosdebase] PROPOSTA PARA O JORNAL DA FRENTE
Daniel
tzitzimitl em terra.com.br
Quarta Abril 13 20:24:10 UTC 2011
Olá comp em s [1] do Bancários de Base
Como tínhamos caracterizado, o PSTU quer impedir a concretização
das deliberações do Encontro, no caso aqui, a publicação de um
jornal nacional de oposição que materialize o acúmulo das diversas
organizações que construíram o Encontro e formaram a Frente
Nacional de Oposição.
Segue uma parte dos e-mails que foram trocados entre os
representantes dos diversos coletivos da Frente.
Daniel
"A sociedade que aboliu a aventura tornou a abolição dessa
sociedade a única aventura possível”
anônimo, pichado nos muros de Paris no maio de 1968
On Qua 13/04/11 17:16 , Daniel tzitzimitl em terra.com.br sent:
Olá Martha e demais comp em s
No meu entendimento, o problema que temos não é de composição de
textos. É um problema político, pois pela manifestação da Vânia,
há companheiros do MNOB que acham que o jornal não pode mencionar a
existência da Frente.
Pela manifestação do Márcio, nós do Bancários de Base - SP
achamos que o jornal deve sim mencionar a existência da Frente, que
é a principal conquista do Encontro de Natal.
A Frente não está completa, perfeita, acabada (aliás, na luta de
classes, nada está), mas ela existe, tem um acúmulo, tem bandeiras
de luta, tem uma proposta de antecipar a preparação da campanha
salarial, de discutir um outro projeto de sindicalismo nas eleições
sindicais e no plebiscito do MA. Isso pode parecer pouco como
programa, mas é muito em vista da dispersão antes reinante. O fato
de que esse Encontro tenha acontecido e tenha chegado a esses
consensos deve sim ser a matéria de capa do jornal.
Outra coisa que é preciso reafirmar é que o Encontro não discutiu
a vinculação da Frente a nenhuma central sindical, portanto, o
logotipo da Conlutas não deveria fazer parte da capa.
A capa deve conter o nome dos grupos que fazem parte da Frente,
entre eles o MNOB-CSP-Conlutas
No meu entendimento, a existência da Frente não significa
extinção do MNOB, pois ele continua existindo como parte da Frente.
Qual a política que o MNOB vai defender na Frente é algo que deve
ser discutido internamente entre os que fazem parte do MNOB.
Aqui estamos discutindo deliberações do Encontro sobre o jornal da
Frente, que inclui outros coletivos e organizações que construíram
o Encontro de Natal e construirão o de Recife.
O Encontro de Natal existiu e tirou deliberações legítimas. Não
se pode passar por cima do que foi discutido num fórum do movimento.
Isso seria metodologicamente nefasto. Não podemos encaminhar ou não
um jornal porque discordamos do resultado do Encontro, pois esse tipo
de prática desrespeita a democracia operária.
Reafirmamos aqui que nós do Bancários de Base - SP vamos trabalhar
com o jornal da Frente na base de São Paulo e vamos trabalhar para
construir a Frente na nossa base.
Daniel
Bancários de Base - SP
Frente Nacional de Oposição
"A sociedade que aboliu a aventura tornou a abolição dessa
sociedade a única aventura possível”
anônimo, pichado nos muros de Paris no maio de 1968
On Qua 13/04/11 13:11 , marta turra martaturra em hotmail.com sent:
Companheiros,
Temos um jornal para rodar. O RN ficou com a responsabilidade de
fazer uma proposta e encaminhar a Comissão: RN, BU, MA, UCS, ES e
oposições RJ, SP e CE. Mandamos a proposta. Após vários debates e
até ironias desnecessárias, já alteramos a capa do jornal,
reescrevemos o texto, colocamos as resoluções tiradas no Encontro
em Natal. A impressão que dá é que as outras 3 páginas do jornal
não tem importância.
Márcio, seu texto "A campanha salarial já começou" tem que ser
reduzido pela metade, para que possamos incluir outro. O texto de
Saraiva Luta pelas 6 horas também deve ser resumido porque senão
não vai caber o artigo de assédio moral de Vânia, nem o do Basa.
Todo o jornal está sendo refeito. Isso ñão dá pouco trabalho!
Vamos fazer bonequinhas até quando? Já já mandaremos outra e outra
e outra...
Marta Turra
Saudações com lutas!
-------------------------
Date: Wed, 13 Apr 2011 05:30:49 -0700
From: vaniagobetti em yahoo.com.br
Subject: Res: Res: Res: Res: Res: PROPOSTA PARA O JORNAL DA FRENTE
To: marciocarsi em yahoo.com.br
CC: eloy_natan em yahoo.com.br; martaturra em hotmail.com;
saraivamais em yahoo.com.br; beto.castilho em hotmail.com;
ucs.pernambuco em gmail.com; ucspernambuco em gmail.com;
drea.amaral em gmail.com; juva em digi.com.br; liceucarvalho em yahoo.com.br;
evertonebb em yahoo.com.br; tzitzimitl em terra.com.br;
david em bancariosma.org.br; enock.silva em caixa.gov.br;
chicao em afbnb.com.br; franciscoribeirol em bnb.gov.br;
bentojosepstu em hotmail.com; bancariosdebase em lists.aktivix.org
Márcio e Saraiva
Em primeiro lugar, faço um apelo para que retomemos o nível do
debate.
Com provocações não chegaremos a lugar nenhum.
Podemos aqui ficar perdendo tempo e paciência .
Enquanto isto, temos que trabalhar dentro do Banco ( aliás, já
estou atrasada ), disputar plebiscito, organizar chapa de oposição,
fazer trabalho de base...
Coloquei um debate franco, sem qualqer tipo de provocação. Sem
pontuar um milhão de balanços atravessados.
Já conheço de cor as suas desconfianças com relação ao PSTU.
Mas as opiniões que expressei no meu email não partem do CC do
PSTU. São as minhas opiniões, Márcio. De alguém que está, a duras
penas, se enfrentando com governos, patrões e burocratas .
É evidente que o PSTU ou a Oposição do Rio não irá impedir que
qualquer jornal seja publicado, que qualquer nova organização seja
criada.
Os companheiros poderão seguir, cada um com suas forças, aplicando
a política que julgam ser mais correta.
A reflexão que proponho é : se queremos construir uma frente, para
ampliar forças, as coisas precisam ser discutidas, digeridas, e não
impostas.
E reafirmo - não é dentro do PSTU, mas dentro do MNOB, não há
qualquer amadurecimento para discutir a necessidade de uma nova forma
de organização.
Construir uma frente sim, mas não uma nova "entidade" que
substituiria o "falido" MNOB.
Saudações
Vânia
-------------------------
DE: Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva
PARA: vania gobetti ; Eloy Natan ; marta turra ;
saraivamais em yahoo.com.br; beto.castilho em hotmail.com;
ucs.pernambuco em gmail.com; ucspernambuco em gmail.com;
drea.amaral em gmail.com; Juvêncio ; "liceucarvalho em yahoo.com.br"
*; evertonebb em yahoo.com.br; tzitzimitl em terra.com.br;
david em bancariosma.org.br; enock.silva em caixa.gov.br;
chicao em afbnb.com.br; franciscoribeirol em bnb.gov.br; Bento BB/SP ;
bancariosdebase em lists.aktivix.org
CC: Rafael Duarte
ENVIADAS: Terça-feira, 12 de Abril de 2011 23:13:53
ASSUNTO: Res: Res: Res: Res: PROPOSTA PARA O JORNAL DA FRENTE
Prezados companheiros, manos e minas.
Querida Vânia
Com todo respeito... a Frente foi criada como uma necessidade de
reorganização das frações dispersas nacionalmente e o principal
sinal disso foi a completa desorganização e desarticulação das
oposições em nível nacional, em que não foram capazes de coordenar
uma ação sequer na campanha do ano passado. Isso, e apenas isso,
seria o suficiente para nos organizarmos de outra forma.
A companheira apresenta as coisas como se a realidade fosse
resultado da vontade do CC de vosso partido, senão vejamos:
1-O que se aprovou foi a criação de uma Frente Nacional de
Oposição Bancária e não extinção do MNOB, pois somente aqueles
que reivindicam o MNOB tem o direito formal de fazê-lo. O BdB não se
dissolveu e continua existindo autonomamente como sempre atuou. A
criação da Frente não significa que as organizações que existiam
antes estão formalmente extintos;
2-O PSTU, por meio da companheira, não quer que a Frente seja
formada. Por quê? " porque não houve discussão nos fóruns do MNOB"
. Desde quando a luta de classes espera , ou pede permissão, para o
PSTU? É exatamente este tipo de raciocínio que estoura militante e
afasta a base da luta, pois se o CC do PSTU não discutiu e/ou
deliberou, a luta de classes não acontece!!!!! Detalhe: os nossos
inimigos, os banqueiros e os governos, não pedem licença e nem
consultam organização a, b, ou c para nos atacar. É assim que
queremos ser "alternativa de direção"? O máximo que conseguiremos
ser é "uma vanguarda agindo como retarguarda";
3-Quanto a"fragmentação ser o pior cenário" ela existia até a
formação da Frente. É exatamente por isso que preferimos
reorganizar nacionalmente, para fazer frente ao gigantismo da CUT , do
governo e dos banqueiros; que estão sempre unidos e não esperam
saber o que o CC do PSTU vai deliberar. Dizer que a formação da
Frente, neste momento por falta de debates do MNOB (leia-se PSTU), é
o mesmo que dizer "se formar esta Frente em que o PSTU seja minoria,
_nós racharemos o fórum de Recife"_..., Ou não é assim, colocado
de forma ultimatista.? Para bom entendedor, quem lê as palavras da
companheira, conclui-se assim. Isso não constrói, companheiros. Só
fortalece nossos inimigos e ficamos fragilizados por disputas
mesquinhas dentro do movimento. A criação da Frente foi uma
necessidade da luta de classes e não de um complô contra o PSTU.
4 - O MNOB vacilou, sim, pois fez alianças com rebaixamento
programático com forças governistas, como a CTB, nas eleições da
CASSI. Há de se lembrar que nessa época o ES ainda fazia parte do
MNOB e tivemos que engolir a seco esta composição, pois "o que é
bom para o PSTU, é bom para a categoria". Para nós do ES foi a gota
d'agua. Lembramos que foi os companheiros do PSTU que foram contra o
adiantamento da campanha salarial no ano passado por conta de um
calendário conturbado e o resultado é o que todos sabemos: foi mais
um passeio da pelegada patronal e governista . Ou será que os
companheiros esqueceram, ou apagaram de vossas memórias isso? A
desgraça da política do PSTU é que quem se ferra não são apenas
os militantes do PSTU, mas toda a categoria bancária.
5- Portanto, camaradas, TEMOS O DEVER de explicar para a base que
há sim uma reorganização da esquerda, e de que essa unidade é
resultado das necessidades concretas dos bancários. Portanto sou pela
manutenção da capa de apresentação da frente, com a exclusão do
logo da CONLUTAS (ou CSP CONLUTAS para aqueles que tem tesão por
siglas), pois isso sim não foi discutido nos debates de Natal. Nossa
unidade deve passar por um programa antibanqueiro, antiarticulação e
seus aliados, e antigoverno. Qualquer coisa fora disso é estranho
para os interesses dos trabalhadores bancários.
Se os companheiros do PSTU entenderem que não devem ir ao Encontro
de Recife, é uma decisão que cabem exclusivamente aos militantes do
partido; mas por favor, não sabotem a execução de um projeto de
reorganização para a categoria.
Por enquanto, é isso.
Um forte abraço.
Márcio Frente Nacional de Oposição Bancária Bancários de Base
- São Paulo
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DE: vania gobetti
PARA: Eloy Natan ; marta turra ; marciocarsi em yahoo.com.br;
saraivamais em yahoo.com.br; beto.castilho em hotmail.com;
ucs.pernambuco em gmail.com; ucspernambuco em gmail.com;
drea.amaral em gmail.com; Juvêncio ; "liceucarvalho em yahoo.com.br"
*; evertonebb em yahoo.com.br; tzitzimitl em terra.com.br;
david em bancariosma.org.br; enock.silva em caixa.gov.br;
chicao em afbnb.com.br; franciscoribeirol em bnb.gov.br; Bento BB/SP
CC: Rafael Duarte
ENVIADAS: Terça-feira, 12 de Abril de 2011 21:17:57
ASSUNTO: Res: Res: Res: PROPOSTA PARA O JORNAL DA FRENTE
Aos camaradas que compõem a equipe responsável pelo jornal :
Somente hoje consegui abrir o arquivo enviado pela Marta. Creio que
temos uma séria diferença com a matéria de capa. Durante o
Encontro ficou explícito que não houve qualquer debate prévio,
dentro do MNOB. A proposta de realizaçáo do encontro foi uma
iniciativa dos companheiros da UCS que, corretamente, percebem a
necessidade de se articular nacionalmente. Ao definirmos, aqui na
Oposição do Rio, que eu participaria do Encontro , fizemos o debate
e entendíamos o espaço como um momento em que trocaríamos
experiëncias e buscaríamos avancar em uma relação. Tivemos
acesso às propostas que seriam apresentadas somente no próprio
encontro e não as debatemos previamente aqui no Rio de Janeiro .
Sabemos que vários companheiros da diretoria de RN têm uma visão da
falência do MNOB. Mas esta não é a nossa concepção, aqui no Rio
de Janeiro e , creio, da maior parte aonde o MNOB existe. A
posição dos camaradas é legítima mas, discordo dela totalmente.
Este debate precisa ser feito dentro dos fóruns do MNOB. Haverá,
para isto, um Encontro Nacional do MNOB possivelmente ainda neste
primeiro semestre e cada um terá seu espaço para expressar balanço
e propostas de organização. Aliás, precisamos urgente,
viabilizar uma reunião da Coordenação do MNOB, para definir estas
questões. Avaliamos , em que pese todas as nossas dificuldades e
limitações, que o MNOB tem sido o único movimento nacional que,
presente na maior parte do país, se coloca com enfrentamento
coerente, sem vacilaçòes, contra o governo e bancos, como
alternativa a Contraf CUT, tanto na campanha salarial, como nos
processos eleitorais. Avaliamos também que entre nós e os
camaradas da UCS há grandes afinidades para uma atuação sindical
comum, em um nivel superior de relação. Mas temos consciência do
quanto nosso peso ainda é insuficiente para fazer frente ao
gigantismo da CUT. Por isto, concordamos e nos esforçamos por
aglutinar, com todos os setores que se dispõe a travar vários ou
apenas uma luta comum contra a Contraf. Mas também temos a
dimensão que , para fazer frente aos desafios que temos, é
necessário construir pontos em comum com muitos outros setores que
não estiveram em Natal. E que este é um desafio que está colocado
para o próximo período. Temos que tensionar, e muito, os Sindicatos
dirigidos pela Intersindical, minorias de diretorias, ativistas
honestos...Precisamos continuar tensionando outras organizações
centristas da nossa categoria pois, nesta conjuntura, sem ampliação,
não conseguiremos impor uma outra pauta, um outro calendário ,
romper com o script da campanha salarial. Por isto, em nossas
intervenções, insistimos tanto em que não podemos ser inflexíveis
em táticas, mantendo nosso perfil classista e antigovernista. Por
isto, polemizamos tanto nos debates sobre táticas sindicais ou
participação em fóruns, que precisam se adequar a dinâmicas de
conjuntura e regionais distintas. Mas mantemos firme nossa estratégia
- a necessidade de se construir uma direção alternativa para a
categoria, contra os governistas do movimento sindical. Portanto,
camaradas, uma coisa é ter um jornal que, entre outras matérias,
relate a realização de um encontro nacional que buscou articular
setores para uma intervenção conjunta na próxima campanha salarial,
uma Frente Nacional de Oposições e que faça um chamado a que estes
outros setores também se proponham a cumprir este papel.
Outro, completamente diferente, é informar que A FRENTE é a
ALTERNATIVA criada PARA O MOVIMENTO SINDICAL, como se já não
houvesse o MNOB. Pelo menos, foi assim que apresentamos o MNOB
nestes 7 anos de existência - uma alternativa. Exceto os companheiros
da UCS e um militante do Unidos para Lutar, que nunca fizeram parte do
MNOB, todos os demais setores presentes no encontro, são do MNOB ou
saíram dele recentemente ( como os 2 compas do Espaço Socialista, no
encontro do ano passado ). O conteúdo que está dado, pela boneca
do jornal, é que se forma uma nova organização, se cria uma "nova
entidade". O texto do jornal, para quem é bom entendedor, significa
enterrar o MNOB, sem qualquer debate prévio. Se não é assim, por
que não se rodou o jornal do MNOB discutido em reunião da
Coordenação e paralisado desde Fevereiro deste ano ? Talvez
tenhamos uma concepção diferente de frente. Neste momento,aqui no
Rio, participamos de diversas frentes. Só para citar, aqui no Rio,
participamos de uma frente contra a criminalização dos movimentos
sociais ( que fez um ato e lançou um manifesto em ato na faculdade de
direito ), duas outras frentes sobre a reforma política, uma terceira
contra a anunciada reforma da previdência. Em todas elas discute-se
iniciativas, jornais,atos etc. Mas discordo da avaliação e
divulgação que se construiu uma nova entidade. O MNOB foi criado
após diversas encontros nacionais, debate sobre vinculação a
central sindical ( foram 2 anos de debate interno, por exemplo, se o
MNOB seria vinculado a Conlutas ), com distribuição de
documentos,veiculação das polêmicas, etc. Portanto, entendo
que a matéria de capa não está em acordo com o acúmulo de debate
entre nós e nem mesmo o conteúdo da preparação do encontro. É
legítimo que vários companheiros opinem que a Frente de Oposições
é sua nova entidade. Mas não é possível impor isto aos demais.
Do contrário, sairemos fragmentados deste processo. E este É O
PIOR CENÁRIO que poderemos construir. Por isto, se há
diferenças, é necessário que se discuta em cada uma das
organizações que estavam presentes, sindicatos e oposições, se
têm acordo com essa concepção que está tentando se dar ao
Encontro. Nós realizaremos uma reunião da coordenação da
Oposição do Rio amanhã. Encaminharei a boneca de jornal. Mas, desde
já, expresso minha opinião. Saudações Vânia - Oposição Rio
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Como disse a Marta, acho que a proposta precisa melhorar. Acho que
a chamada central do jornal deve está calcada nas questões concretas
da categoria: os salarios arroxados, o ritmo de trabalho, etc e
apresentar a necessidade de uma campanha salarial diferente
denunciando a condução das campanhas pela Contraf-Cut.
Acho que os longos debates no encontro em natal mostraram que apesar
dos muitos consensos dentro da frente temos diferenças importantes e
o texto sobre a criação da frente, inclusive colocando como uma nova
entidade, passa por cima das divergencias colocadas em natal. Acho que
foi importante construir algo que busque unificar as oposições pelo
pais, mas que isto foi apenas o começo de uma caminhada bastante
longa. Nao que nao se deva exaltar a iniciativa, mas deixar claro para
a categoria o que é a frente realmente sem auto proclamação.
Enviei na epoca uma materia sobre o BASA para o entao jornal do
MNOB, posso manda-la novamente para entrar no jornal. Inclusive temos
que atualizar as materias pois escrevemos elas para um mês atrás
mais ou menos.
Eloy
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DE: marta turra
PARA: marciocarsi em yahoo.com.br; vaniagobetti em yahoo.com.br;
saraivamais em yahoo.com.br; eloy_natan em yahoo.com.br;
beto.castilho em hotmail.com; matheus crespo ; ucs.pernambuco em gmail.com;
ucspernambuco em gmail.com; drea.amaral em gmail.com; Juvêncio ;
sergiokei em uol.com.br; "liceucarvalho em yahoo.com.br"
*; Jo�o Bezerra de Castro ; beatriz paiva de oliveira ;
evertonebb em yahoo.com.br; marcostinoco ; "peduardox em bol.com.br"
; pbunito em yahoo.com.br; tzitzimitl em terra.com.br;
david em bancariosma.org.br; enock.silva em caixa.gov.br;
chicao em afbnb.com.br; franciscoribeirol em bnb.gov.br
CC: Rafael Duarte
ENVIADAS: Segunda-feira, 11 de Abril de 2011 20:17:48
ASSUNTO: RE: Res: PROPOSTA PARA O JORNAL DA FRENTE
Camaradas,
Tinoco observou a ausência acerca da mesma questão apontada por
Márcio no item 2 e também sobre o acordo fajuto do assédio moral
que, aliás, os comp de Bauru, publicaram na Trincheira.
Falta mais ênfase nas questões dos privados. Vamos agir logo e
garantir um belíssimo jornal.
Ah, os contatos serão os emails e telefones dos 3 Sindicatos do
MNOB. Precisa algo mais? O que mais poderíamos ver?
Vamos estabelecer o dia 15 de abril para terminar as correções e
ajustes para nosso jornal?
Depois temos as outras etapas e há uma demanda de mais alguns dias
para impressão e postagem do material. Tem feriado no meio e o tempo
vai passando rápido.
Se todos estiverem com o material para distribuir em fins de abril,
inicio de maio creio que teremos feito um bom trabalho. Quantos
jornais conseguiremos distribuir? 60 mil? 80 mil? "Respondendo a
todos" o Rafa vai fazendo os ajustes, ok?
No dia 18/04 estarei em Sampa para contribuir com a eleição
p/Apcef. Volto dia 27.
Dia 29/04 vou a Brasília me encontrar com os comp da ANBERR (que
foi observadora no encontro). Esta entidade tem representação em
muitos estados brasileiros e eles não estão nada satisfeitos com o
comando contraf/cutista. Serão nossos aliados nesta luta.
Na sequência temos as eleições no RS, plebiscito no MA... todos
estes apoios são resoluções do E. N. O. B.
Bem, são zilhões de tarefas, mas com a construção coletiva, a
boa vontade a gente avança.
A diretoria do SEEB/RN está motivada e empenhada a levar adiante
esta tarefa, juntamente com os bravos comp de BU e MA. E com a
contribuição das oposições por este Brasil afora! Como diria meu
querido amigo Liceu: "isso não é qualquer coisa!".
Marta Turra
Saudações com lutas!
Prezados companheiros, manos e minas.
Faço coro às observações da Marta e digo mais: 1- a matéria
da luta concreta pelo respeito à jornada de 6 horas num contexto
geral da categoria, isto é, que a luta travada no BB deve se estender
à todos os bancos e só não o é por conta do governismo dos
contraficantes; 2-neste momento, é necessário ter uma que fale do
novo PCR com mais detalhes e sobre o projeto BB 2.0 que fecha
complexos inteiros e deslocam os bancários para longe de suas
famílias. 3-deve ter uma matéria direcionado para os bancos
privados, pois eles são maioria nas grandes cidades, podemos falar do
desmonte dos setores de compensação que estão sendo transferidos
para agências (no BB todas as agências tem um "scanner" para
digitalizar documentos e no Bradesco, os funcionários da
compensação estão treinando os pessoal das agências para depois
serem espirrados 4-temos de falara da falta de estabilidade dos
bancários do setor privado e da falta de delegados sindicais que
impossibilitam qualquer mobilização deste setor e como é criminoso
a ausência desta reivindicação EM TODAS AS CAMPANHAS SALARIAIS.
5-Sobre o logo da CONLUTAS (ou CSP CONLUTAS para aqueles que tem
tesão por siglas) no jornal. Será que todos os integrantes da Frente
a reivindicam? E as novas forças de oposição para ingressar na
Frente devem aceitar a central como condição "sine qua non" ou um
programa antigoverno, antibanqueiro e antiarticulação?
Um forte abraço.
Márcio
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DE: marta turra
PARA: vaniagobetti em yahoo.com.br; saraivamais em yahoo.com.br;
eloy_natan em yahoo.com.br; beto.castilho em hotmail.com;
marciocarsi em yahoo.com.br; matheus crespo ; ucs.pernambuco em gmail.com;
ucspernambuco em gmail.com; drea.amaral em gmail.com; Juvêncio ;
sergiokei em uol.com.br; "liceucarvalho em yahoo.com.br"
*; Jo�o Bezerra de Castro ; beatriz paiva de oliveira ;
evertonebb em yahoo.com.br
ENVIADAS: Segunda-feira, 11 de Abril de 2011 12:39:28
ASSUNTO: PROPOSTA PARA O JORNAL DA FRENTE
Companheiros
Esta proposta precisa ser melhorada em muito. Foi baseada nos textos
que recebemos de Eloy, Saraiva, Vania, Márcio e um comp do Banrisul.
Tem um material específico do Basa? A comp Andrea Cristiane deixou
uma página escrita, que deveria entrar no jornal; o Serginho sugeriu
assunto acerca dos bancos incorporados e um gráfico demonstrando
evolução na carreira, enfim, dados estatísticos.
Está faltando matéria de privados. Precisa ser mais enxuto, com
textos mais curtos. Falta também as questões práticas que falam do
dia-a-dia do bancário. A matéria da Caixa foi feita por um bancário
de base e Rafa ajudou na redação.
Também observei que faltam os contatos. Já falei com o jornalista
(Rafa).
Agora é mãos a obra.
Marta Turra
Saudações com lutas!
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From: rafaelduart em hotmail.com
To: martaturra em hotmail.com; rafaelduart em hotmail.com
Subject: Jornal da Frente
Date: Mon, 11 Apr 2011 17:23:22 +0300
segue o jornal concluído (ou quase). depende agora de vocês. Abs
Rafael
-------------- Próxima Parte ----------
Um anexo em HTML foi limpo...
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