[Bancariosdebase] Frente Bancária de Oposição CE rompe com LBI.
Daniel
tzitzimitl em terra.com.br
Sábado Dezembro 10 04:04:47 UTC 2011
Olá comp em s [1] do BdB
Segue a mensagem que enviei para alguns dos grupos que estão
construindo o Encontro Nacional, informando sobre a nossa
contribuição ao debate, que será fechada neste sábado e
disponibilizada aos demais grupos.
Daniel
_________________________________________
“So, understand! You waste your time always searching for those
wasted years!
Face up! Make your stand! And realize your living in the golden
years!”
“Então, entenda! Você perde seu tempo sempre buscando por aqueles
anos perdidos!
Encare! Tome uma posição! E perceba que você está vivendo nos
anos dourados!”
Iron Maiden, “Wasted Years”
_________________________________________
On Sáb 10/12/11 02:00 , Daniel tzitzimitl em terra.com.br sent:
Olá comp em s da Frente Nacional de Oposição Bancária
Concordo com o espírito da mensagem do Evandro no sentido de que a
construção da Frente como instrumento para a categoria bancária
deve ser colocada como prioridade acima dos interesses, projetos,
propostas, idéias, concepções de qualquer um dos grupos que a
compõem. Somos pequenos ainda e por isso nossa unidade é ainda mais
fundamental.
Alguns dos companheiros com os quais pude conversar ao longo dessa
semana consideram importante que todos aqueles que tem acordo com a
construção da Frente se apresentem com posições minimamente
unificadas em torno do projeto e das tarefas que devem ser aprovadas
no Encontro. É preciso sinalizar para aqueles que tem dúvidas ou
resistência quanto à construção da Frente a importância e a
viabilidade desse projeto, o que torna ainda mais importante a unidade
entre nós.
O ideal seria que estivéssemos fazendo essa discussão preparatória
já há algum tempo, mas por uma série de razões isso não foi
possível. Com maior antecedência teríamos podido preparar um
conjunto de propostas de resoluções minimamente unitárias que
representasse melhor uma possível síntese das posições dos vários
agrupamentos.
Apesar do pouco tempo, nós do Coletivo Bancários de Base de São
Paulo estaremos discutindo na nossa reunião deste sábado dia 10 um
texto de contribuição ao Encontro. Assim que for fechado, o texto
será disponibilizado para este grupo, como uma contribuição inicial
ao debate.
Teremos que trabalhar bastante entre todos os grupos durante esta
última semana para superar as divergências em torno das questões
secundárias e de forma nas propostas de cada agrupamento e para
resguardar o que existe o conteúdo comum ao projeto, que é o mais
importante.
Precisamos viabilizar um grande e vitorioso Encontro e impulsionar a
construção da Frente.
Saudações
Daniel
Bancários de Base - São Paulo
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“So, understand! You waste your time always searching for those
wasted years!
Face up! Make your stand! And realize your living in the golden
years!”
“Então, entenda! Você perde seu tempo sempre buscando por aqueles
anos perdidos!
Encare! Tome uma posição! E perceba que você está vivendo nos
anos dourados!”
Iron Maiden, “Wasted Years”
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On Qua 07/12/11 17:32 , Evandro Agnoletto
evandroagnoletto em yahoo.com.br sent:
Prezadas amigas e prezados amigos, peço licença para
manifestar-me pela primeira vez neste grupo e, também já requeiro
que todos sejam generosos com o que eu escreverei, uma vez que não
acompanho as discussões e, por conseguinte, não as conheço como
todos os demais. Penso que todo e qualquer projeto de união, frente
ou como queiram chamar, que se propõe como tarefa fundamental
combater a atual condução sindical exercida pela contrafcut,
condução que se caracteriza pela tentaiva de amortecer os conflitos
e retirada de direitos de nossos colegas bancários, deveria
estabelecer princípios necessários que todos concordariam,
princípios que nos são tão caros que mesmo as correntes
ideológicas mais diversas entre si mesmas abraçariam, e sei que
podemos contruí-los utilizando de bom senso e boa vontade, e,
também, por mais que estejamos convictos que nossa forma de ver e
conceber o mundo é a correta, e por mais que estejamos absolutamente
convencidos de que a política e a forma de luta que julgamos ser as
mais indicadas, penso que agora, neste momento, elas devem ser
colocadas em um segundo plano e devemos nos concentrar em construir o
básico, as fundações de uma alternativa sólida, respeitável e
viável para os bancários e trabalhadores em geral. Creio que se nos
aprofundarmos em questões ideológicas e políticas na atual
conjuntura e no presente estágio da Fnob, correremos o sério risco
de sermos extraordinários defensores e teóricos de noossas
concepções, porém poderemos ter que manifestá-las em um deserto e
para um público bastante restrito. Isto quer dizer então que devemos
esquecer nossos princípios e convicções que nos são tão caras,
que fazem parte de nossa própria identidade enquanto indivíduos e
sujeitos políticos? Não, não quer dizer isto, só quer sugerir que
para podermos discutir convicções e idéia progressistas precisamos
de duas coisas necessárias: 1 - Ter uma categoria de classe que
acredita em nossos esforços e, portanto, está preparada e disposta a
nos ouvir; 2 - Não esquecermos das necessidades e apuros reais do
quotidiano desta categoria. Para avançarmos na discussão política
ou elevarmos a consciência política de nossa categoria (não gosto
de considerar os meus colegas como inconscientes, mas vá lá),
primeiro, antes de tudo temos que atacar as coisas mais urgentes e
depois precisaremos de tempo para fazer esta discussão com muita
calma e tolerância para com aqueles que pensam de forma diversa,
afinal, dogmas caem muito bem em religiões e nunca em uma discussão
dialética ou dialógica, como queiram. Precisamos de tempo e muito
trabalho, coerência, transparência e uma grande dose de boa vontade
e tolerância ao diverso, enfim, precisamos reaprender a aprender e
para isto, precisamos ouvir mais do que fazemos hoje. A anberr
começou com sete celerados, hoje tem cerca de 25% dos reg e replan
não saldados, sócios de todas as ideologias possíveis e
imaginárias, e como a anberr consegue implementar as suas atividades?
Consegue porque tudo é decidido pelos próprios sócios,
exaustivamente discutido e votado, com respeito e tolerância. Foi
assim a decisão de participar na Fnob, uma discussão de três meses,
um debate acirrado, e na votação a proposta de paticipar venceu com
cerca de 92%. E o que os outros 8% que não queriam fizeram? Nada,
acataram a decisão e hoje trabalham como se tivessem votado pela
participação, e por quê? Porque tiveram todas as oportunidades de
se manifestarem e por todas as vezes que quiseram. Foram contrariados,
contraditados, mas com respeito e com argumentos. O que pretendo dizer
é que se não tivéssemos feito este processo, se não tivéssemos
esperado ou respeitado o tempo que as pessoas precisavam, se não
tivésemos feitos discussões importantes e tão necessárias antes de
propor uma participação na Fnob, certamente a participação seria
amplamente rejeitada, e ao sê-la, não poderíamos ter avançado
tanto na elucidação do que hoje representa a contrafcut e seus
sindicatos no movimento dos bancários. Tempo, paciência e ouvir,
considerar a divergência, quando honesta e sincera, legítima e digna
de ser avaliada e debatida, por fim, contrargumentar com respeito e
claramente.
Depois que conseguirmos isto, depois que entendermos que política
não é religião, e que portanto ultrapassa o terreno do sagrado e da
crença meramente sensitiva, poderemos pensar em construir algo que
resista as mais acirradas discussões e discordâncias. Não se
constrói nada sozinho ou querendo impor um pensamento hegemônico
através da força, coação ou retaliação.O vice-presidente da
anberr, Jorge Nascimento, estará presente no encontro da Fnob com uma
sugestão clara e sincera para todos: façamos esta união em nome de
uma classe de trabalhadores, afinal, esta é a verdadeira razão de
qualquer entidade existir. O resto veremos depois, com muito respeito,
honestidade e tolerância.
Abraço para todos evandro
DE: "rgilmar em uol.com.br"
PARA: MATHEUS DA SILVA CRESPO
CC: marcostinoco em oi.com.br; peduardox em bol.com.br; juva em digi.com.br;
beatrizpoliveira em yahoo.com.br; liceucarvalho em yahoo.com.br;
gilfm em uol.com.br; ediarasil em ig.com.br; ucs.pernambuco em gmail.com;
primozemaria em yahoo.com.br; marciocarsi em yahoo.com.br;
tzitzimitl em terra.com.br; evandroagnoletto em yahoo.com.br;
kannerb em ig.com.br; martaturra em hotmail.com
ENVIADAS: Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2011 2:04
ASSUNTO: Re: Frente Bancária de Oposição CE rompe com LBI.
Camaradas, Concordo com Mateus a respeito da conjuntura
internacional e brasileira. O velho continente enfrenta graves crises
e o império americano se treme nas bases. Penso que em 2012 a luta
será árdua. Já se percebe que neste final de ano os
bancários estão sendo obrigados a tirar leite de pedra e
explorar até a alma dos correntistas. Os superintendentes estão
tratando seus gerentes como fantoches, obrigando-os a cumprirem metas
inatingÃveis e ainda mandam cartas de cobranças para os
demais bancários, tendo ao final um ditado árabe que diz "quando
se quer fazer alguma coisa se faz, quando não se quer, inventa uma
desculpa". O terror tende a ser maior no ano que vem.  O cenário
é preocupante. Os trabalhadores precisam discutir alternativas para
se defender dos descomissionamentos, redução de quadro e
demissões. Diante desse quadro, pergunta-se: _ Quem poderá nos
salvar? Claro que não será Chapolin Colorado, o personágem do
humor infantil de Chaves.  Mas, nós mesmos, que teremos que
enfrentar os leões, combater os ursos para não sermos engolhidos
por eles. Para isso, somente a união dos camaradas, mesmo com as
suas divergências polÃticas. A FNOB aponta para o caminho
do fortalecimento da categoria bancária. O Encontro no Maranhão
pode servir de laboratório para se produzir o antÃdoto contra
o veneno que o capital injeta na veia do trabalhador. Ã? preciso
somais mais do que dividir com expulsões porque o outro discordou
de algo que não é relevante. Eu não estarei fisicamente
nesse encontro. Preferi dar oportunidade para os mais jovenes. Eles
já são maioria no meio bancário e precisam se envolver nessa
luta. Espiritualmente estarei criando expecitativas de que será um
grande centro de debates e preparação para as ações que
farão a categoria amadurecer e se fortalecer mais. Gilmar
Em 06/12/2011 18:39, MATHEUS DA SILVA CRESPO < M.CRESPO em IG.COM.BR >
escreveu:
Camaradas, Devo confessar a vocês que muitas outras coisas me
preocupam muitÃssimo mais nestes dias do que esta polêmica do
Ceará e as escaramuças entre PSTU e LBI. A revolução
popular que segue sendo travada nas ruas do Egito, LÃbia,
Iêmen e LÃbia, com divisões internas entre os
revolucionários deste paÃs e setores inteiros repudiando a
saÃda democrático-burguesa do governo que assumiu no lugar do
Kadafi;Â a crise polÃtca do governo Dilma e seu 7o ministro
demitido; mas PRINCIPALMENTE A EUROPA QUEBRADA, com Itália, Espanha
e Portugal (todos muito maiores que a Grécia) completamente
falidos, colocam a luta de classes num patamar nunca visto nas
últimas décadas! Vai vir porrada, arrocho, recessão e o
diabo no Brasil! O 3o trimestre já foi de PIB zero! Vem
demissão, recessão, mais aumento da inadimplência por
aÃ... E a luta contra a burocracia vai ficar ainda mais
encarniçada. A FNOB nunca foi tão necessária e nosso encontro
tem a responsabilidade de responder a isso. Como se não bastasse,
a greve do BASA, os ataques no BB e CEF, etc. Muitas coisas e muito
mais graves que a disputa interna ao MOB do CE... Mas, mesmo assim,
não poderia deixar passar em branco este relato do que se passa
lá. Por parecer que "não é conosco" ou por todos acharmos um
pouco que "com a LBI não dá para lidar mesmo", o assunto tende a
passar batido, mas ele é, sim, grave e abre um precedente perigoso.
O PSTU (vamos ser claros! Não é MNOB CE, MAIS, independentes ou
quem seja; é o PSTU quem organizou e definiu a expulsão)
ACABA DE EXPULSAR UM GRUPO DE UMA FRENTE ÚNICA QUE ELE DIRIGIAÂ
POR ESTE GRUPO EXPRESSAR DIFERENçAS POLÃ&SHY;TICAS! A LBI é
ultraesquerdista, é sem método, etc., etc.: tudo isso. Tanto
é assim que o PSTU e qualquer outro tem todo o direito de não
querer compor Frente Única nenhuma com eles ou com quem mais
entederem não ser adequado. Mas que digam dessa forma e que
cheguem a esta conclusão: "a LBI é ultra, não aguentamos
mais suas crÃticas e não queremos mais atuar num mesmo
organismo com eles". Beleza. Cada um faz outro grupo independente, ou
até que se digladiem para ver quem herda o espólio do nome, etc.
Tudo se poderia aceitar. Mas o PSTU, ao invés de fazer isso,
coloca as polêmicas polÃticas no terreno moral, sendo eles
mesmo contra a moral proletária por isso, despolitizando o debate e
tratando todo mundo por caluniador, quando faz crÃticas
polÃticas. No episódio da ocupação e desocupação
da reitorioa da USP, a LER, o PCO e grupos estudantis variados de SP
foram chamados de caluniadores e acusados de atentar contra a moral
operária, etc. pelo PSTU. Antes disso, foram, acho que nesta ordem,
os companheiros do MR, GAS e Espaço Socialista a sofrer a mesma
desqualificação. A Anberr também já passou pelo mesmo. Ou
seja, ninguém tem moral para o PSTU. Só eles. Porque tratam
como "calúnias" as crÃticas de que eles capitularam numa
greve, entregaram uma luta, se aliaram a um pelego, estão adaptados
à democracia burguesa, etc. Mas eles podem chamar a própria LBI
de ultraesquerdista, o PSOL de reformista, nós todos de
divisionistas, porque isso não é calúnia; é a verdade!
Um absurdo! Minhas crÃticas polÃticas e adjetivações
podem, porque são corretas; as dos outros não, porque são
mentira... Que método e que moral são esses? Pode-se não
concordar com nenhuma das crÃticas da LBI, e quem me conhece
minimamente, ou ao MR, sabe que nós divergimos deles em quase tudo,
mas dizer que eles não podem fazer crÃticas ou polêmicas
pois isto é caluniar é uma vergonha, um método stalinista!
Nós mesmo poderÃamos nos sentir "caluniados" pela LBI, DUAS
VEZES! 1o porque, na crÃtica à condução da greve, quando
eles criticam o MNOB e os 3 sindicatos da oposição, por
ignorância desconhecendo a FNOB, as crÃticas também servem
para nós e certamente estamos incluÃdos naquele balanço
dos que "capitularam". Em 2o lugar, porque, segundo eles, também
estamos entre os que são contrarrevolucionários e militaram
junto com a OTAN na LÃbia, já que nossa posição é
quase 100% a mesma do PSTU. Mas o que isso tem a ver com calúnia
moral? Calúnia moral é o que fez o PSTU ao dizer que os
dirigentes do RN estavam saindo do partido deles para manter
privilégios e a liberação sindical (os "degenerados"!).
Calúnia moral é chamar aos que foram expulsos e construiram o
Movimento Revolucionário de "entristas a serviço de outra
organização", sem provas, sem cabimento e sem dignidade alguma,
inventando uma fábula ridÃcula para assustar seus militantes.
Por outro lado, calúnia moral contra o PSTU seria dizer que há
caixa 2 em algum sindicato deles, em congressos da Conlutas, etc. Isso
sim justificaria esse termo e seria algo que realmente exigiria
provas ou um repúdio completo. A única coisa de todos os textos
da LBI que chega a 1% disso é a passagem que cita "corrupção
polÃtica e material", em um único dos materias e timidamente,
sendo 99% as crÃticas polÃtcas (desvairadas ou não).
Mas longe dos ataques e campanhas difamatórias e stalinistas q ue
tanto já vimos partir do próprio PSTU. Por isso, a não ser
que se demonstrem outros elementos, a expulsão da LBI com este
argumento moral é vergonhosa! Dividir o MOB para mim é
compreensÃvel. Não tem nada demais chegar à conclusão
que uma Frente não pode mais continuar. Mas travestir isso de uma
disputa entre os portadores da moral revolucionária e os hereges
é uma barbaridade. Daqui para a frente, quem serão os
próximos "caluniadores" merecedores de expulsão? Todos os que
rompem politicamente com um partido, o fazem por diferenças que, se
forem expressas, por este critério do PSTU,  serão
consideradas calúnias. O mesmo para qualquer organização que
lhes aponte traições (reais ou não, mas que expressam a
OPINIÃO POL�TICA de um grupo ou pessoa). esse método de
considerar quem discorda como inimigo de classes é o que partidos
stalinistas fazem, inclusive "punindo" quem rompe consigo. Por este
critério, nenhuma organização ou grupo que compõe a FNOB
escapa, pois dentro do MNOB as polêmicas que fazÃamos eram
desse estilo, hoje denunciadas como "calúnias" pelos promotores e
juÃzes, ao mesmo tempo, da moral revolucionária, do PSTU.
Algo, sem dúvida, muito complicado! Ainda mais quando estamos
discutindo justamente a necessidade de atuar em comum ,mas sabendo
respeitar as diferenças, sem hegemonismos, tratoramentos e
imposições ou coações. Fica para pensarmos... Abraço a
todos, e tomei a liberdade de, concordando com o aspecto da
segurança e não publicização desta discussão - como
sugeriu a Marta -, acrescentar o Márcio, o Daniel, o
SÃlvio e o Evandro, camaradas da FNOB e que, mais cedo ou mais
tarde, também vão se deparar com estas discussões.
Matheus Crespo P.S.: O encontro vai ser produtivo, independente disso.
Temos uma polÃtca acertadas até agora e estamos apostando na
base e não nas cúpulas para ter uma alternativa. A guerra de
correntes não vai nos contaminar se mantivermos isso bem claro. Em
2 de dezembro de 2011 16:49, marta turra escreveu:
Puta que o pariu! Problemas! Queremos construir e tem estes
entraves. Muita calma nesta hora! Não podemos transformar este
encontro numa guerra. Ajudem please! Este email está limitado a
poucas pessoas. Avaliem muito bem. Até o MA
MARTA TURRA
SAUDAçõES COM LUTAS!
Companheiros, estamos enviando anexo e colado abaixo, a ata
redigida após a Reunião da Frente Bancária de Oposição
realizada em 26.11.2011 em Fortaleza que resolveu excluir da Frente
Bancária de Oposição a TRS/LBI/MOB em consequencia das notas
divulgadas e caracterizadas como desrespeitosas e prejudiciais a boa
convivência do agrupamento de Oposição.
A Frente Bancária de Oposição segue em frente em sua
composição na qual participam o MNOB CE, o MAIS (Movimento de
Autonomia e Independência Sindical) e vários bancários de
atuação independentes que levam um combate contra a
direção do Sindicato dos Bancários do Ceará e a
Contraf/CUT e pretendem formar uma chapa de Oposição para
disputar a eleição do sindicato no próximo ano. Fernando
Saraiva
obs. Seguem também anexas as duas notas da LBI que provocaram o
rompimento. ATA REUNIãO DA FRENTE BANCáRIA DE OPOSIçãO
– 26.11.2011
Presentes 13 membros: Ailton, Fernando Saraiva, Daniel Welton,
Adroaldo, Carlos Alberto e Afonso do Banco do Brasil; Assis, Henrique,
Idelfo, Dorisval do Banco do Nordeste; Januario e Augusto Cezar da
Caixa EconÃ?mica; Hyrlanda do Bradesco.
InÃcio: 10hs
Mesa: Henrique BNB
Pauta da reunião: 1. Informes 2. Balanço da Frente Bancária
de Oposição OBS.: Carlos Alberto prop�s incluir o ponto
Balanço da Greve. Houve manifestação contrária do Ailton.
Após defesa das propostas, foi encaminhada votação. Foi
aprovada a pauta acima sem o balanço da greve por 6 x 3 com 1
abstenção. 1. Informes Henrique: Campanha 10% do PIB para a
educação Pública Já
Hyrlanda: Encontro da Frente Nacional de Oposição Bancária
- FNOB no SEEB - Maranhão nos dias 17 e 18 de dezembro de 2011. 2.
Balanço da Frente Bancária de Oposição Em função do
teto de 11h30, a mesa encaminhou 13 intervenções de 4 minutos.
Ailton solicitou questão de ordem propondo a leitura das notas
“Balanço do MOB – Greve dos Bancários� e
“Traição! PSTU na LÃbia se une a OTAN e aqui se
junta a Cid Gomes e aos pelegos da APEOC para acabar com a nossa
greve!� de autoria da LBI/MOB. A Mesa prop�s a leitura das
notas com cópias distribuÃdas na reunião e foi indicado
que a leitura fosse realizada pela Hyrlanda representante da LBI,
responsável pelas notas que se negou a fazê-lo, sendo
encaminhada em seguida a leitura da primeira nota pelo Fernando
Saraiva do MNOB CE e a segunda pelo Ailton do MAIS bancário.
Após a leitura, foi encaminhada 13 intervenções de 4 minutos
sobre a questão em pauta. Ailton e Hyrlanda solicitaram direito de
resposta à mesa após as falas por terem se sentidos ofendidos nas
intervenções. A mesa concedeu 2 minutos para ambos.
Encaminhamentos: A) Proposta 1 – Henrique/Ailton: Continuidade
da Frente Bancária de Oposição sem a LBI/MOB em virtude das
calúnias apresentadas nas notas acima descritas. Proposta 2
– Irlanda/Augusto Cezar: Nova reunião para aprofundar a
discussão.
Com a plenária esclarecida das propostas, foi encaminhada a
votação. A proposta 1 vence de 8 votos a 4 com 1
abstenção. B) Reunião da Frente Bancária de
Oposição para iniciar a discussão de programa no dia 03 de
dezembro (sábado), as 9hs, no Sintsef.
-------------- Próxima Parte ----------
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