[Bancariosdebase] SOU PRESIDENTE DO STJ E VOCE ESTA DEMITIDO!

Daniel tzitzimitl em terra.com.br
Sexta Janeiro 7 22:51:37 UTC 2011


 Quando um juiz de alto escalão trata dessa forma um trabalhador num
momento banal do cotidiano, isso explica porque o judiciáro
brasileiro trata como criminosos trabalhadores que exercem direitos
elementares como fazer greve, manifestações de rua, lutar pela
função constitucional da terra, etc....
 Daniel
 On Sex 07/01/11 16:42 , Adriana Brito adri_britosilva em yahoo.com.br
sent:
 ----- Mensagem encaminhada ----
 DE: Marcos Rezende Honorio 
 ENVIADAS: Quinta-feira, 6 de Janeiro de 2011 6:55:00
 ASSUNTO: SOU PRESIDENTE DO STJ E VOCE ESTA DEMITIDO!
   Para: "VC" que acredita no poder judiciário, com homens ilibados,
qu não costumam ABUSAR DO PODER. . .                 
 R e p a s s a n d o  . . . . . .
     SOU PRESIDENTE DO STJ E VOCE ESTA DEMITIDO! 
   Leia até o final, depois recolha o queixo do chão e comece a
chorar. É nas mãos de pessoas assim que está o tribunal guardião
das Leis Federais no país. 
\\'Sou Ari Pargendler, Presidente Do STJ. Você Está Demitido\\' [1]
  A frase acima revela parte da humilhação vivida por um
estagiário do Superior Tribunal de Justiça (STJ) após um momento de
fúria do presidente da Corte, Ari Pargendler (na foto). O episódio
foi registrado na 5a delegacia da Polícia Civil do Distrito Federal
às 21h05 de ontem, quinta-feira (20). O boletim de ocorrência (BO)
que tem como motivo “injúria real”, recebeu o número 5019/10.
Ele é assinado pelo delegado Laércio Rossetto. O blog procurou o
presidente do STJ, mas foi informado pela assessoria do Tribunal que
ele estava no Rio Grande do Sul e que não seria possível
entrevistá-lo por telefone. O autor do BO e alvo da demissão: Marco
Paulo dos Santos, 24 anos, até então estagiário do curso de
administração na Coordenadoria de Pagamento do STJ. O motivo da
demissão? Marco estava imediatamente atrás do presidente do Tribunal
no momento em que o ministro usava um caixa rápido, localizado no
interior da Corte. A explosão do presidente do STJ ocorreu na tarde
da última terça-feira (19) quando fazia uma transação em uma das
máquinas do Banco do Brasil. No mesmo momento, Marco se encaminhou a
outro caixa - próximo de Pargendler - para depositar um cheque de uma
colega de trabalho. Ao ver uma mensagem de erro na tela da máquina, o
estagiário foi informado por um funcionário da agência, que o
único caixa disponível para depósito era exatamente o que o
ministro estava usando. Segundo Marco, ele deslocou-se até a linha
marcada no chão, atrás do ministro, local indicado para o próximo
cliente. Incomodado com a proximidade de Marco, Pargendler teria
disparado: “Você quer sair daqui porque estou fazendo uma
transação pessoal." Marco: “Mas estou atrás da linha de
espera”. O ministro: “Sai daqui. Vai fazer o que você tem quer
fazer em outro lugar”. Marco tentou explicar ao ministro que o
único caixa para depósito disponível era aquele e que por isso
aguardaria no local. Diante da resposta, Pargendler perdeu a calma e
disse: “Sou Ari Pargendler, presidente do STJ, e você está
demitido, está fora daqui”. Até o anúncio do ministro, Marco diz
que não sabia quem ele era. Fabiane Cadete, estudante do nono
semestre de Direito do Instituto de Educação Superior de Brasília,
uma das testemunhas citadas no boletim de ocorrência, confirmou ao
blog o que Marco disse ter ouvido do ministro. “Ele [Ari Pargendler]
ficou olhando para o lado e para o outro e começou a gritar com o
rapaz.
 Avançou sobre ele e puxou várias vezes o crachá que ele carregava
no pescoço. E disse: "Você já era! Você já era! Você já
era!”, conta Fabiane. “Fiquei horrorizada. Foi uma violência
gratuita”, acrescentou. Segundo Fabiane, no momento em que o
ministro partiu para cima de Marco disposto a arrancar seu crachá,
ele não reagiu. “O menino ficou parado, não teve reação
nenhuma”. De acordo com colegas de trabalho de Marco, apenas uma
hora depois do episódio, a carta de dispensa estava em cima da mesa
do chefe do setor onde ele trabalhava. Demitido, Marco ainda foi
informado por funcionários da Seção de Movimentação de Pessoas do
Tribunal, responsável pela contratação de estagiários, para ficar
tranqüilo porque “nada constaria a respeito do ocorrido nos
registros funcionais”. O delegado Laercio Rossetto disse ao blog que
o caso será encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) porque a
Polícia Civil não tem “competência legal” para investigar
ocorrências que envolvam ministros sujeitos a foro privilegiado."
Pargendler é presidente do STJ desde o último dia três de agosto.
Tem 63 anos, é gaúcho de Passo Fundo e integra o tribunal desde
1995. Foi também ministro do Tribunal Superior Eleitoral.  - - - Viu
só? Agora você quer saber QUEM é o estagiário demitido?  Ok, isso
também saiu no blog do Noblat.  

Quem é Marco, O Estagiário Demitido Pelo Presidente Do STJ [2]
  Alvo de momento de fúria do presidente do Superior Tribunal de
Justiça (STJ), Ari Pargendler [3], o estudante Marco Paulo dos
Santos, 24 anos, nasceu na Grécia, filho de mãe brasileira e pai
africano (Cabo Verde). Aos dois anos de idade, após a separação dos
pais, Marco veio para o Brasil com a mãe e o irmão mais velho. Antes
de começar a estagiar no Tribunal fazia bicos dando aulas de violão.
Segundo ele, a oportunidade de estagiar no Tribunal surgiu no início
deste ano. O estágio foi seu primeiro emprego. “Não sei bem se foi
em fevereiro ou março. Mas passei entre os 10 primeiros colocados e
fui convocado para a entrevista final. O meu ex-chefe foi quem me
entrevistou”, relembra. Marco passou a receber uma bolsa mensal de
R$ 600 e mais auxílio transporte de R$ 8 por dia. “Trabalhava das
13h às 19h. Tinha função administrativa. Trabalhava com processos,
com arquivos, com informações da área de pagamentos”, explica. No
período da manhã, ele freqüenta a Escola de Choro Raphael Rabello,
onde aprende violão desde 2008. À noite, atravessa de ônibus os
32km que separam a cidade de Valparaíso de Goías, onde mora, da
faculdade, em Brasília, onde cursa o quinto semestre de
Administração. Sobre sua demissão do STJ, parece atônito: “Ainda
estou meio sem saber o que fazer. Tudo aconteceu muito rápido. Mas
já tinha planos de montar uma escola de música na minha região onde
moro".Se você ficou indignado, repasse...
         _._,___
 -- 
 “NóS DEVEMOS SER A MUDANçA QUE QUEREMOS VER NO MUNDO.”   
  GANDHI
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