[Bancariosdebase] materia encontro mnb

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Quinta Julho 12 22:55:56 UTC 2012


segue material;
 
 
 
 
 





zação, direção e estruturação do MNOB (ponto 4);
13h30min:    Debate sobre organização e estruturação do MNOB;
16h00min:    Votação das resoluções das moções e dos pontos 3 e 4;
17h00min:    Encerramento do Encontro.
 De: Cristovao Steck Brunelli 
Enviada em: quarta-feira, 11 de julho de 2012 13:44
Assunto: Encontro Nacional do MNOB em São Paulo
 
 
Pessoas,
neste fim de semana teremos o Encontro Nacional da Oposição Bancária-MNOB
em São Paulo/SP. Serão bem-vindos todos os que lutam por uma campanha
salarial de verdade, que rompa com o imobilismo/governismo da Contraf/CUT.
Saudações com lutas,
Cristóvão Steck Brunelli
Conselho Deliberativo da APCEF/SP pela Oposição/CSP-Conlutas
CIPA – Edifício Brás
 



 

 
Boletim Nacional da Campanha Salarial Alternativa
Julho de 2012 
Especial BB e CEF
 
Reposição das perdas, 6 horas pra todos e isonomia já!
Por uma campanha salarial de verdade!
Os bancários desejam mudar os rumos da campanha salarial. Os acordos
de final de greve secundarizam as principais reivindicações da categoria e, a
exemplo do ano passado, após três semanas de mobilização, recebemos apenas
1,5% além da proposta inicial. Nenhum bancário aguenta mais essa situação. A
greve vira um filme com começo, meio e fim já conhecidos por todos. Mas a
categoria pode mudar essa situação. Para isso, é necessário um sindicato
independente, classista e de luta.
Na Caixa, o maior anseio dos bancários é a conquista da isonomia. O
MNOB pressionou o Conecef (Congresso Nacional dos Empregados da CEF)
e conseguiu aprovar um encontro aberto em São Paulo para discutir e fortalecer
a luta pela isonomia. Porém, para haver mudanças reais nos rumos da campanha,
precisamos que ele seja discutido na base. O MNOB organizará uma campanha
na base e construirá um calendário com paralisações nas principais
concentrações da Caixa no país, reafirmando à direção do banco, ao governo
Dilma e à Contraf/CUT que a categoria não está disposta a acabar com essa
campanha salarial sem resolver a questão da isonomia.
Já no BB, com o apoio do MNOB, os colegas das Centrais de Atendimento
estão demonstrando como se faz uma campanha salarial de verdade. No dia 12
de junho, tiraram do ar por duas horas o atendimento telefônico do BB. Eles
exigem comissão de 55% para os atendentes e, ainda, a unificação das comissões
de atendente B e A. Até a greve, todo quinto dia útil vai ter paralisação. É
preciso garantir uma campanha nacional pela jornada de 6 horas. Não dá mais
para aceitar que esse problema seja jogado para a mesa de enrolação. Em
Curitiba, bancários da base criaram um abaixo-assinado exigindo que o banco
cumpra a jornada legal. O MNOB vai encaminhá-lo a todo o país. Os sindicatos
ligados ao MNOB já entraram com ação coletiva para resolver essa pendência.
É uma vergonha que a Contraf/CUT não faça o mesmo em seus sindicatos.
Por fim, é preciso retomar a reivindicação das perdas salariais dos
bancários, esquecida completamente pela Contraf/CUT, que segue enganando
a categoria com o discurso do "aumento real" e da Mesa Única da Fenaban,
que na prática tem servido para blindar o governo e evitar as negociações
diretas com os bancos públicos. Só a mobilização da categoria mudará esta
campanha salarial, derrotando o governo Dilma – que planeja apenas “repor a
inflação” no salário pago pelas estatais – e as direções governistas que estão
à frente da maioria dos sindicatos. O MNOB acredita que, com os gigantescos
lucros acumulados, é obrigação atender às reivindicações da categoria.
 
Não à pauta rebaixada da Contraf/CUT!
Uma mudança real na campanha passa por não abrir mão das
reivindicações da categoria e pela democracia no movimento. Temos que inverter
a lógica da Contraf/CUT, que esconde as perdas salariais da categoria e
controla integralmente o processo de negociação. Uma demonstração muito
clara disso é que a Contraf/CUT aprova uma pauta rebaixada nos congressos
e conferências, mas não a remete para avaliação da categoria, em assembleias
de base. Não aceitamos isso e, por essa razão, estamos ao lado dos sindicatos
de Bauru, Rio Grande do Norte e Maranhão, que também não aceitam a pauta
rebaixada da Contraf/CUT e continuarão apresentando uma pauta alternativa,
que contemple verdadeiramente os anseios da categoria e que seja discutida
e votada pela base. Não vamos colocar para baixo do tapete as principais
reivindicações dos bancários, que passam pela reposição das perdas, pela
volta do antigo PCS do Banco do Brasil, isonomia, estabilidade no emprego
para os bancários do setor privado, etc.
 
 
Todos ao Encontro do MNOB/CSP-Conlutas!
O Movimento Nacional de Oposição Bancária (MNOB) se formou na
greve de 2004. Naquele ano, os bancários pegaram a campanha nas mãos,
passando por cima da direção. Os sindicatos cutistas já tinham fechado um
acordo com o governo e com os banqueiros, mas nas assembleias em todo o
país os bancários rejeitaram as propostas e iniciaram uma greve que durou
30 dias. Após a greve, uma conclusão fundamental foi a necessidade de
mudar a direção do setor bancário. No país inteiro se organizaram oposições
aos atuais sindicatos cutistas.
Em todas as campanhas desde 2006 o MNOB apresenta uma pauta
alternativa que se contrapõe à pauta rebaixada da Contraf/CUT. Os sindicatos
ligados ao MNOB são vanguarda na luta pelos direitos da categoria e
defendem independência dos banqueiros e do governo. As oposições estão
na linha de frente da organização e das mobilizações da categoria, sendo
maioria na base das principais concentrações de bancos públicos do país.
Nos dias 14 e 15 de julho vamos realizar o encontro do MNOB na
cidade de São Paulo. No encontro vamos debater iniciativas para romper
com a paralisia que a Contraf/CUT impõe à categoria. Vamos discutir o
sistema financeiro do país, a política para a campanha salarial e estratégias
para avançar na organização do MNOB, essa ferramenta que foi construída
para dar respostas nacionais à luta dos bancários, em função da política de
colaboração com os banqueiros e a subserviência ao governo que é assumida
pela maioria das direções sindicais.
Queremos fazer um convite a todos os insatisfeitos com a política da
Contraf/CUT, que, mesmo não sendo orgânicos ao MNOB/CSP-Conlutas,
estejam presentes no encontro. Todos os lutadores que querem uma campanha
salarial de verdade serão muito bem-vindos!
 
Congressos da CEF e do BB
Entre os dias 15 e 17 de junho ocorreram em Guarulhos (SP) o Congresso
Nacional dos Empregados da CEF e o Congresso dos Funcionários do BB. É
onde, todos os anos, são discutidas e aprovadas as reivindicações específicas
dos trabalhadores. Essas reivindicações farão parte das negociações da
Campanha Salarial 2012. Infelizmente, os congressos nacionais por bancos já
não possuem mais o mesmo caráter de combatividade e disposição para a luta
como no passado, devido à condução antidemocrática da Contraf/CUT e sua
direção majoritária: a Articulação Bancária.
O MNOB (Movimento Nacional de Oposição Bancária) esteve presente
nesses congressos, representado pelas oposições de SP, RJ, MG, BA, RS, SC e
CE, além do Sindicato do Maranhão. A participação do MNOB foi importante
por dois motivos: por politizar os debates, que há muito foram abandonados
pelos cutistas e governistas que organizam os congressos, bem como para
disputar, junto aos demais setores descontentes que seguem participando dos
congressos, a retomada das pautas da categoria e condução da campanha
salarial.
 
 
28o Conecef
A falta de compromisso da Contraf/CUT ficou clara ao longo de todo
o congresso. Sabemos que a Contraf/CUT não vem divulgando nem jogando
peso na participação dos bancários no Conecef. Isso facilita o controle da
definição da pauta de reivindicações, que hoje estão mais de acordo com os
interesses da empresa que dos funcionários do banco. Nas plenárias e nos
grupos temáticos havia uma intenção clara de prejudicar o tempo dos debates
sem informar aos presentes o que estava ocorrendo. Foi na plenária final
(onde foram votadas as propostas que entrarão na minuta do acordo
coletivo) que ocorreram as principais polêmicas.
Junto de outras correntes, o MNOB defendeu pontos como: reposição
das perdas salariais do período FHC, isonomia, 6 horas de trabalho para
todos, fim da CCV, fim do fator previdenciário e contra o fator 85/95, maior
participação dos delegados sindicais e bancários da base. Os cutistas
posicionaram-se contra as principais bandeiras de luta históricas da
categoria. Felizmente, conseguimos aprovar um encontro aberto para discutir
a isonomia antes de setembro.
 
23o Congresso do BB
O tema do Congresso do Banco do Brasil foi "BB: Banco público de
verdade". Mas, já nos debates em grupos, ficou claro que esse slogan era
somente para propaganda. No plenário final, a rejeição da proposta de que o
banco deveria voltar a ser 100% estatal deixou claro que não existe nenhum
interesse da Contraf/CUT em mudar os rumos do BB. Na verdade, o que se
viu foi uma defesa envergonhada do governo Dilma (PT) e da sua política
tímida de redução das taxas de juros. A resolução sobre a estatização do
sistema financeiro é somente para os dias de festa. Prova disso é que nem o
site da Contraf/CUT, nem o do Sindicato de São Paulo/CUT publicaram essa
resolução entre as principais do congresso. O Congresso do BB, mais uma
vez, frustrou os funcionários que esperavam algum avanço. O ápice foi a derrota
da proposta de assembleias em todo o país para garantir uma campanha nacional
pelas seis horas. Também foram rejeitadas a reposição de perdas, a luta pelo
antigo PCS e, pasmem!, até a construção de creches nas concentrações do
banco. Os bancários incorporados pelo BB também saíram do congresso sem
nenhuma garantia de que seus direitos serão defendidos.
 
 
Assédio aos atendentes
O congresso do BB não aprovou que nomes de assediadores
fossem publicados nos jornais dos sindicatos. Mas aqui, ao contrário
dos governistas da CUT, nós publicamos, pois não temos rabo
preso, acordo ou compromisso com o banco e seus gestores.
Antes de uma mobilização em que o MNOB esteve na linha de
frente, o senhor Claudio Rocha, gerente geral da Central de
Atendimento, violou o direito dos bancários se organizarem e lutarem
por suas reivindicações. Ele ameaçou descontar as horas paradas
na mobilização. Depois, fez uma anotação na GDP (avaliação semestral) dos
funcionários, acusando-os de fraudar o ponto eletrônico. Chefete!
Essa prática tem o nosso total repúdio, e os funcionários da CABB
não vão se intimidar. No próximo quinto dia útil, os colegas da CABB
farão uma nova paralisação.
 
Quem não tem rabo preso dá nome aos bois:

 
 
Em que mundo vivem os cutistas?
Mais uma vez os cutistas estão se escondendo atrás de uma
consulta fajuta para poderem justificar suas pautas rebaixadas.
Reflexo disso é que, nos congressos dos bancos públicos, eles alegaram
que todas as últimas campanhas salariais "têm sido vitoriosas" e que
o governo petista está "melhorando a vida dos bancários". Para eles,
"não existem perdas salariais" e o PCR (Plano de Carreira e
Remuneração) do BB "é uma grande conquista da categoria".
Como essa campanha mais uma vez será levada à mesa única de
negociação, essas mentiras fatalmente serão levadas à
conferência nacional. Em que mundo esse povo vive? Será que
sobrevivem com um salário de Técnico Bancário ou Escriturário?
Claro que não!

 
 
Dirigente sindical não deve ganhar mais que o funcionário da ativa
Vergonhosamente, os cutistas defenderam que os sindicalistas devem
ser comissionados automaticamente, com o falso argumento de que são
perseguidos pelo banco. Isso é um desrespeito aos funcionários que todos
os dias são assediados para cumprir metas ou são perseguidos por lutar
pelos direitos da categoria.
Defendemos que o salário do sindicalista deve ser obrigatoriamente o
mesmo de antes da liberação e que seu mandato seja controlado pelos
bancários. Não podemos transformar o sindicalismo em meio de ascensão
social e, por isso, o MNOB/CSP-Conlutas votou, em ambos os congressos,
pela resolução que não permite qualquer alteração da remuneração dos
sindicalistas e contra a resolução aprovada que dá poderes às federações e
sindicatos para fazerem acordos em separado sobre esse tema.
 



 
Todos ao Encontro Nacional do MNOB
 
O Sindicato dos Bancários de Bauru e Região/Conlutas e o Sindicato de Bancarios do Maranhão/SEEB-MA 
convidam todas os bancários e entidades bancárias do Brasil, comprometidas com a luta de verdade, para participarem, 
nos dias 14 e 15 de julho, em São Paulo , do Encontro Nacional do Movimento Nacional de Oposição Bancária (MNOB).
 
Neste importante evento serão debatidas iniciativas para romper com a paralisia imposta à categoria pela governista Contraf/CUT. 
Serão discutidos temas como o sistema financeiro, a política e estratégia para a campanha salarial 2012 e plano de ações 
para avançar na organização do MNOB, construído para responder nacionalmente à luta dos bancários, em função da política 
de colaboração com os banqueiros e a submissão ao governo, assumida pela maioria das direções sindicais.
 
O convite se estende também a todos os insatisfeitos com a política da Contraf/CUT, que, mesmo não sendo orgânicos 
ao MNOB/CSP-Conlutas, estejam presentes no encontro. Todos os lutadores que querem uma campanha salarial de 
verdade serão muito bem-vindos!
 
Local :SINTRAJUD/SP, situado à Rua Antônio de Godói, 88, 15º andar, Centro, na cidade de São Paulo/SP,
próximo ao metrô São Bento.
 
PROGRAMAÇÃO:
Dia 14 de julho - Sábado
08h30min:    Credenciamento/Abertura com saudações dos representantes das entidades/oposições e correntes políticas presentes;
09h00min:    Discussão e votação do regimento aprovado pela Coordenação Nacional;
09h30min:    Painel com debate sobre conjuntura e sistema financeiro com o ILAESE;
11h30min:    Fim do Credenciamento/Apresentação das teses sobre situação da categoria, tática e organização de base e iniciativas para a campanha salarial 2012 (ponto 1);
12h30min:    Almoço;
13h30min:    Debate sobre situação da categoria, tática, organização de base e iniciativas para a campanha salarial 2012;
16h00min:    Apresentação das teses sobre eixos centrais de reivindicação e elaboração das pautas (ponto 2);
16h30min:    Debate sobre eixos centrais de reivindicação e elaboração das pautas;
17h30min:    Votação das resoluções sobre os pontos de conjuntura, sistema financeiro e pontos 1 e 2;
18h00min:    Encerramento dos trabalhos do dia.
 
Dia 15 de julho – Domingo
09h00min:    Apresentação das teses sobre balanço do MNOB (ponto 3);
10h00min:    Debate sobre balanço do MNOB;
12h00min:    Almoço;
13h00min:    Apresentação de teses sobre organi
 

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