[Bancariosdebase] Digest Bancariosdebase, volume 35, assunto 28
Israel Fernandez Junior
israelfernandezjr em gmail.com
Segunda Novembro 19 11:16:14 UTC 2012
Bom dia, compaS!
Corncordo com dia, hora e local. Se houver mudança de local, me avisem. Pra
mim não tem problema se for na USP.
Abraço!
Em 19 de novembro de 2012 06:29,
<bancariosdebase-request em lists.aktivix.org>escreveu:
> Enviar submissões para a lista de discussão Bancariosdebase para
> bancariosdebase em lists.aktivix.org
>
> Para se cadastrar ou descadastrar via WWW, visite o endereço
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> bancariosdebase-request em lists.aktivix.org
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>
> Quando responder, por favor edite sua linha Assunto assim ela será
> mais específica que "Re: Contents of Bancariosdebase digest..."
>
>
> Tópicos de Hoje:
>
> 1. Fwd: [espaco_socialista] O que é o marxismo (parte I)
> (Márcio Cardoso)
> 2. Reuniao do grupo. (Márcio Cardoso)
> 3. Re: Reuniao do grupo. (Utopia)
> 4. Fwd: panfleto do dia 22 (Márcio Cardoso)
>
>
> ----------------------------------------------------------------------
>
> Message: 1
> Date: Sun, 18 Nov 2012 10:55:44 -0200
> From: Márcio Cardoso <marciocarsi em yahoo.com.br>
> To: Oposição Bancária <oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br>, Frente
> Oposição <FNOB em yahoogrupos.com.br>, FNOB
> <frentedeoposicaobancaria em yahoogrupos.com.br>,
> "analistabb em yahoogrupos.com.br" <analistabb em yahoogrupos.com.br>,
> Grupo
> - Funcionários-BB <bbfuncionarios em yahoogrupos.com.br>,
> "bancariosdebase em lists.aktivix.org"
> <bancariosdebase em lists.aktivix.org>
> Subject: [Bancariosdebase] Fwd: [espaco_socialista] O que é o marxismo
> (parte I)
> Message-ID: <A004B963-7C71-4814-BC3D-74E9A3DD9E09 em yahoo.com.br>
> Content-Type: text/plain; charset=utf-8
>
> Assino embaixo na sua essência.
>
> Abraços.
>
> Márcio
>
> >
> >
> > O que é o marxismo (parte I)
> > Written by Alan Woods Wednesday, 14 November 2012
> >
> > O marxismo, ou socialismo científico, é o nome que se dá ao conjunto de
> ideias concebidas pela primeira vez por Karl Marx (1818-1883) e Friedrich
> Engels (1820-1895). Em sua totalidade, estas ideias proporcionam uma base
> teórica completamente elaborada para a luta da classe trabalhadora para
> alcançar uma forma superior de sociedade humana ? o socialismo.
> >
> > Prólogo
> >
> > Embora as concepções do marxismo tenham sido posteriormente
> desenvolvidas e enriquecidas pela experiência histórica da própria classe
> trabalhadora, suas ideias fundamentais continuam imutáveis, proporcionando
> uma base firme para o movimento operário na atualidade. Nem antes, nem
> desde a época de Marx e Engels, se apresentou alguma teoria superior, mais
> veraz ou científica para explicar o movimento da sociedade e o papel da
> classe trabalhadora neste movimento. O conhecimento do marxismo, portanto,
> proporciona ao proletariado a teoria necessária para levar a cabo a grande
> tarefa histórica de transformar a sociedade em linhas socialistas.
> >
> > É este fato que explica os constantes e amargos ataques a todos os
> aspectos do marxismo conduzidos por todo tipo de defensores da ordem social
> existente ? desde os conservadores até os reformistas pequeno-burgueses,
> desde o sacerdote jesuíta até o professor universitário.
> >
> > Da própria fúria destes ataques, assim como do fato de que os mesmos são
> constantes, apesar de que cada um dos especialistas de turno sempre tenha a
> pretensão de ter ?eliminado de uma vez por todas? o marxismo, os membros
> mais avançados do movimento operário podem deduzir duas coisas:
> >
> > Em primeiro lugar, que os defensores do capitalismo reconhecem no
> marxismo o desafio mais perigoso para seu sistema, e com isto também
> confessam, ao mesmo tempo, a verdade que o marxismo contém, apesar de todas
> as suas tentativas de ?refutá-lo?.
> > Em segundo lugar, que, longe de desaparecer sob a montanha de abusos, de
> ?exposições? desleixadas e distorções flagrantes, as teorias de Marx e
> Engels estão ganhando terreno, especialmente entre as camadas ativas do
> movimento operário, onde um número crescente de trabalhadores, sob o
> impacto da crise do capitalismo, se esforça por descobrir o autêntico
> significado das forças que dão forma a suas vidas, com a finalidade de
> serem capazes de influir e de decidir conscientemente seu próprio destino.
> > As teorias do marxismo proporcionam ao trabalhador que almeja uma visão
> crítica a ferramenta necessária para isso ? um fio capaz de conduzi-lo
> através do labirinto confuso dos acontecimentos, dos complexos processos da
> sociedade, da economia, da luta de classes, da política. Armado com esta
> espada, o trabalhador pode cortar o nó górdio que o ata ao mais poderoso
> obstáculo no caminho do progresso para si mesmo e para sua classe ? a
> ignorância.
> >
> > É para manter este nó firmemente apertado que os representantes a soldo
> da classe dominante lutam com todas as suas forças para desacreditar o
> marxismo ante os olhos da classe trabalhadora. É um dever de todo
> trabalhador sério no movimento operário estudar as teorias de Marx e
> Engels, como um requisito prévio essencial para a conquista da sociedade
> pela classe trabalhadora.
> >
> > No entanto, no caminho da luta dos trabalhadores em direção à teoria e à
> compreensão, há obstáculos muito mais difíceis de resolver do que os
> oferecidos pelos rabiscos dos padres e professores. Uma pessoa que se vê
> obrigada a trabalhar longas horas numa fábrica, que não se beneficiou de
> uma educação decente e, em consequência, não tem o hábito de ler, encontra
> uma grande dificuldade na absorção de algumas das ideias mais complexas,
> sobretudo no início. Contudo, era para os trabalhadores que Marx e Engels
> escreviam, e não para os estudantes e pessoas de classe média já com
> iniciação na cultura acadêmica.
> >
> > ?Todo início é difícil?, não importa de que ciência se esteja falando. O
> marxismo é uma ciência e, portanto, exige muito do principiante. Contudo,
> todo trabalhador que seja ativo nos sindicatos ou em um partido operário
> sabe que nada vale a pena se não for alcançado com certo grau de luta e
> sacrifício. É aos ativistas do movimento operário a quem se dirige o
> presente folheto.
> >
> > Ao trabalhador ativista que esteja disposto a perseverar, pode-se
> prometer uma coisa: uma vez que tenha realizado o esforço inicial para se
> familiarizar com ideias novas e desconhecidas, a teoria marxista lhe
> aparecerá como fundamentalmente direta e simples. Por outro lado ? e há que
> se fazer finca-pé nisto ? o trabalhador que adquirir mediante esforço
> paciente uma compreensão do marxismo se converterá, por sua vez, em melhor
> teórico que a maioria dos estudantes, tão somente porque poderá compreender
> as ideias não somente no plano abstrato, mas também no concreto, ao
> aplica-las em sua própria vida e trabalho.
> >
> > Todas as classes exploradoras tratam de justificar moralmente o seu
> domínio de classe ao apresenta-lo como a forma mais alta e mais natural do
> desenvolvimento social, ocultando deliberadamente o sistema de exploração,
> disfarçando e distorcendo a verdade. A classe capitalista atual, através de
> seus mercenários profissionais e defensores, desenvolveu minuciosamente
> toda uma nova filosofia e moral para justificar sua posição dominante na
> sociedade.
> >
> > A classe trabalhadora, pelo contrário, não tem nenhum interesse material
> em distorcer a verdade e assume a tarefa de desvendar as realidades do
> capitalismo com o fim de preparar conscientemente sua emancipação. Longe de
> buscar uma posição especial para si mesma, a classe trabalhadora tem por
> objetivo abolir o capitalismo e com isto as diferenças de classe e os
> privilégios. Para isso, deve rechaçar o ponto de vista dos capitalistas e
> buscar para si mesma um novo método, o método marxista de compreensão.
> >
> > O método marxista oferece uma visão mais completa e rica da sociedade e
> da vida em geral e rasga o véu do misticismo na compreensão do
> desenvolvimento humano e social. A filosofia marxista explica que o motor
> da história não se acha nem nos ?grandes homens?, nem no sobrenatural, e
> sim que deriva do próprio desenvolvimento das forças produtivas (indústria,
> ciência, técnica etc.) em si mesmo. É a economia, em última instância, que
> determina as condições de vida, os hábitos e a consciência dos seres
> humanos.
> >
> > Cada nova reorganização da sociedade ? seja a escravidão, o feudalismo
> ou o capitalismo ? deu lugar a um enorme desenvolvimento das forças
> produtivas que, por sua vez, deu aos homens e às mulheres um maior poder
> sobre a natureza. Tão logo um sistema social se mostra incapaz de
> desenvolver estas forças de produção, a sociedade penetra em uma época de
> revolução. Contudo, no caso da mudança do capitalismo ao socialismo, o
> processo não é automático e requer a intervenção consciente e organizada da
> classe trabalhadora para realizar esta tarefa histórica. Se não fizer isso,
> em longo prazo, estará aberto o caminho para o advento da reação e,
> finalmente, para uma guerra mundial.
> >
> > O capitalismo voltou a entrar em nova crise econômica mundial que
> resulta em desemprego massivo nas linhas da década de 1930. As
> pseudoteorias dos economistas capitalistas mostraram-se totalmente
> incapazes de impedir as recessões, o que impulsionou a classe dominante a
> se desfazer do keynesianismo (1) e voltar a adotar as medidas antigas de
> ?finanças saudáveis? do monetarismo (2). Em lugar de resolver a situação,
> este último programa serviu para aprofundar e prolongar a crise.
> >
> > (1) A escola Keynesiana ou Keynesianismo é a teoria econômica
> consolidada pelo economista inglês John Maynard Keynes em seu livro Teoria
> geral do emprego, do juro e da moeda (General theory of employment,
> interest and money) e que consiste numa organização político-econômica,
> oposta às concepções neoliberais. Está fundamentada na afirmação do Estado
> como agente indispensável de controle da economia, com objetivo de conduzir
> a um sistema de pleno emprego. A escola keynesiana se fundamenta no
> princípio de que o ciclo econômico não é autorregulado como pensam os
> neoclássicos, uma vez que é determinado pelo "espírito animal" (animal
> spirit no original em inglês) dos empresários. É por esse motivo, e pela
> incapacidade do sistema capitalista conseguir empregar todos os que querem
> trabalhar, que Keynes defende a intervenção do Estado na economia.
> >
> > (2) E uma teoria econômica que defende que é possível manter a
> estabilidade de uma economia capitalista através de instrumentos
> monetários, pelo controle do volume de moeda disponível e de outros meios
> de pagamentos. O monetarismo se apoia na chamada teoria quantitativa da
> moeda, tirando conclusões a partir desta teoria para a política monetária
> mais adequada. Ou seja, a inflação, para esta corrente do pensamento
> econômico, é causada por um excesso de moeda em circulação. Os principais
> defensores do monetarismo, em épocas recentes, foram os economistas da
> Escola de Chicago, liderados por George Stigle e Milton Friedman,
> detentores do Prêmio Nobel da Economia. Suas ideias são associadas à teoria
> neoclássica da formação de preços e ao liberalismo econômico.
> >
> > Somente o marxismo foi capaz de expor as contradições do capitalismo que
> provocam periodicamente recessões e depressões. O capitalismo esgotou por
> completo seu papel histórico no desenvolvimento da base produtiva da
> sociedade. Constrangidas pelo Estado nacional e pela propriedade privada,
> as forças produtivas são sistematicamente destruídas, devido à
> superprodução massiva de mercadorias e capitais.
> >
> > Tal e como Marx e Engels explicaram:
> >
> > ?Nas crises irrompe uma epidemia social que teria parecido um
> contrassenso a todas as épocas anteriores ? a epidemia da superprodução. A
> sociedade vê-se de repente transportada de volta a um estado de barbárie
> momentânea; dir-se-ia que uma praga de fome ou uma grande guerra
> aniquiladora lhe cortaram todos os meios de subsistência; a indústria, o
> comércio, parecem aniquilados. E por quê? Porque ela possui demasiada
> civilização, demasiados meios de vida, demasiada indústria, demasiado
> comércio. As forças produtivas que estão a sua disposição já não servem
> para promoção das relações de propriedade burguesas; pelo contrário,
> tornaram-se demasiado poderosas para estas relações, e são por elas
> tolhidas; e logo que triunfam deste tolhimento lançam na desordem toda a
> sociedade burguesa, põem em perigo a existência da propriedade burguesa?
> (Marx e Engels, O Manifesto Comunista).
> >
> > O presente folheto reúne pela primeira vez em português os três
> suplementos do Boletim de Estudos Marxistas de Gales do Sul (publicados
> pela primeira vez na década de 1970) como uma pequena contribuição à sede
> crescente de ideias marxistas.
> >
> > (Termina aqui a primeira parte deste texto que será publicado em quatro
> partes).
> >
> > --
> >
> > ?Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam
> entre si, mediatizados pelo mundo.?
> > Paulo Freire - educador
> > Leitura proposta:
> >
> > Espaço Socialista -
> >
> > http://www.espacosocialista.org/
> >
> > MST -
> >
> > http://www.mst.org.br/
> >
> > PSTU -
> >
> > http://www.pstu.org.br/principal.asp
> >
> > PCB -
> >
> > http://pcb.org.br/portal/
> >
> > Correrio da Cidadania - http://www.correiocidadania.com.br/
> >
> >
> >
> > Ivo Tonet -
> >
> > http://www.ivotonet.xpg.com.br/
> >
> > Sérgio Lessa - http://www.sergiolessa.com/
> >
> > Passa Palavra -
> >
> > http://passapalavra.info/
> >
> > Resistir - resistir.info
> >
> > Rubens Lima
> > Skype 5511-98093-5635
> >
> > O que na hora não me mata, logo me fortalece! (Nietzsche)
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>
> ------------------------------
>
> Message: 2
> Date: Sun, 18 Nov 2012 11:19:52 -0200
> From: Márcio Cardoso <marciocarsi em yahoo.com.br>
> To: "bancariosdebase em lists.aktivix.org"
> <bancariosdebase em lists.aktivix.org>
> Subject: [Bancariosdebase] Reuniao do grupo.
> Message-ID: <0B44EE51-9154-470F-917C-E3BB52D77A67 em yahoo.com.br>
> Content-Type: text/plain; charset=utf-8
>
> Camaradas.
>
> Proponho que façamos a reunião do grupo na minha casa, na segunda feira,
> dia 19/11, cuja minha proposta de pauta seria:
>
> 1- encaminhar campanhas sobre compensação das horas (cancelamento de
> abonos e férias postadas antes do dia 15 de dezembro); e o dia de preto
> (22/11), aprovado na plenária do MNOB, com a nossa participação.
>
> 3- 7ª e 8ª hora. Embora seja apenas no BB, isso pode refletir para toda a
> categoria.
>
> 4- estruturar documento e intervenção para o encontro da Frente Nos dias 1
> e 2 de dezembro.
>
> 5- viabilizar (ou encerrar) o distribuição de mais de 12mil panfletos da
> época da greve.
>
> Esta e a minha proposta.
>
> Márcio.
>
> Acesse www.espacosocialista.org
>
>
>
>
> ------------------------------
>
> Message: 3
> Date: Sun, 18 Nov 2012 13:15:41 -0800 (PST)
> From: Utopia <utopia_s em yahoo.com.br>
> To: "bancariosdebase em lists.aktivix.org"
> <bancariosdebase em lists.aktivix.org>, Márcio Cardoso
> <marciocarsi em yahoo.com.br>
> Subject: Re: [Bancariosdebase] Reuniao do grupo.
> Message-ID:
> <1353273341.38854.YahooMailClassic em web141005.mail.bf1.yahoo.com>
> Content-Type: text/plain; charset=iso-8859-1
>
> Olá a tod em s!Tenho acordo no dia da reunião. Proponho às 20 hrs, mas
> buscando fazê-la mais ou menos no estilo da última reunião, cavando um
> espaço nas sociais da USP. As razões são aquelas já transmitidas aos comp em se dizem respeito ao desconforto causado dias de semana à noite,
> considerando que temos crianças e pessoas que madrugam na casa do
> Márcio.Quanto à pauta, podemos adequá-la na hora.Saudações a tod em s e
> até!Messias
>
>
>
>
>
> --- Em dom, 18/11/12, Márcio Cardoso <marciocarsi em yahoo.com.br> escreveu:
>
> De: Márcio Cardoso <marciocarsi em yahoo.com.br>
> Assunto: [Bancariosdebase] Reuniao do grupo.
> Para: "bancariosdebase em lists.aktivix.org" <
> bancariosdebase em lists.aktivix.org>
> Data: Domingo, 18 de Novembro de 2012, 11:19
>
> Camaradas.
>
> Proponho que façamos a reunião do grupo na minha casa, na segunda feira,
> dia 19/11, cuja minha proposta de pauta seria:
>
> 1- encaminhar campanhas sobre compensação das horas (cancelamento de
> abonos e férias postadas antes do dia 15 de dezembro); e o dia de preto
> (22/11), aprovado na plenária do MNOB, com a nossa participação.
>
> 3- 7ª e 8ª hora. Embora seja apenas no BB, isso pode refletir para toda a
> categoria.
>
> 4- estruturar documento e intervenção para o encontro da Frente Nos dias 1
> e 2 de dezembro.
>
> 5- viabilizar (ou encerrar) o distribuição de mais de 12mil panfletos da
> época da greve.
>
> Esta e a minha proposta.
>
> Márcio.
>
> Acesse www.espacosocialista.org
>
>
> _______________________________________________
> Bancariosdebase mailing list
> Bancariosdebase em lists.aktivix.org
> https://lists.aktivix.org/mailman/listinfo/bancariosdebase
>
>
> ------------------------------
>
> Message: 4
> Date: Mon, 19 Nov 2012 06:29:03 -0200
> From: Márcio Cardoso <marciocarsi em yahoo.com.br>
> To: "bancariosdebase em lists.aktivix.org"
> <bancariosdebase em lists.aktivix.org>
> Subject: [Bancariosdebase] Fwd: panfleto do dia 22
> Message-ID: <459F44DF-546E-4B31-9CB0-2D2429338E2F em yahoo.com.br>
> Content-Type: text/plain; charset=utf-8
>
> Missão dada é missão cumprida. Depois de passar o dia 22, a gente faz o
> balanço disso.
>
> Abraços.
>
> Márcio
>
> Acesse www.espacosocialista.org
>
>
> Início da mensagem encaminhada
>
> > De: Bento Jose Cordeiro Damasceno Ferreira <bentojosepstu em hotmail.com>
> > Data: 19 de novembro de 2012 02:25:49 BRST
> > Assunto: panfleto do dia 22
> >
> > Oi Camaradas,
> >
> > Estou enviando para vcs o panfleto que vamos trabalhar o dia 22, dia de
> vestir preto em protesto ao desrepeito a nos bancários feito pelo BB e a
> CEF.
> >
> > Um abraco
> > bento jose
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> > Em 18/11/2012 13:38, Bento Jose Cordeiro Damasceno Ferreira <
> bentojosepstu em hotmail.com > escreveu:
> >
> >
> > Oi Serginho,
> > Tudo bem? Faz a diagramação em formato a4 somente frente e como Oposição
> Bancaria de SP.
> > Um abraco
> > bento jose
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> > Dia 22/11: todos vestidos de Preto!
> >
> > O BB e a CEF, a cada dia dserespeitam mais os seus funcionários com o
> ritmo alucinante de trabalho, a pressão por metas, o não respeito ao
> direito de greve, a perseguição aos ativistas, o desrespeito à jornada de
> seis horas e o descomissionamento arbitrários.
> >
> > 1- O BB e a CEF pressionam em graus diferentes os funcionários,
> assediam, exiginado a compensação dos dias de greve, em um claro despeito
> a este direito. No BB chegaram a cancelar férias de funcionários e foram
> divulgados comunicados, da DIREF e de alguns gestores, como do Paulo
> Canderolo ameaçando os funcionários com ?punições administrativas?. Tais
> ameaças não têm nenhum amparo nem na lei, nem nos acordos coletivos da
> categoria e constituindo claros descumprimentos a legislação.Tanto é assim,
> que o sindicato de Brasília obteve, através de liminar, a garantia das
> férias dos funcionários.
> >
> > 2- A Caixa continua expandindo serviços sem aumento do número de
> funcionários. Isso tem levado a um aumento do assédio moral e das
> terceirizações. O BB, por sua vez, congelou a contratação de novos
> funcionários até o final do ano, afirmando que, apesar do lucro, tem que
> cortar gastos.
> >
> > 3-O Banco do Brasil despeita o direito da categoria bancária trabalhar
> seis horas. A intenção do banco é implementar a jornada de seis horas com
> redução de salário e sem garantir o valores devidos nos últimos cinco anos,
> até janeiro do próximo ano. O banco chega ao ponto de descomissionar
> funcionários que ganham ação de seis horas na justiça, em mais um
> desrespeito à constituição que garante o direito de todo cidadão de
> recorrerem à justiça em busca de seus direitos.
> >
> > 4-Tanto a CEF, como o BB, descomissionam funcionários com mais de seis
> meses de licença saúde. Não podemos aceitar que alguém seja penalizado por
> ficar doente. Os dois bancos têm utilizados as comissões como instrumento
> de assédio e promovido vários descomissionamentos de forma arbitrária. Por
> isso exigimos que haja concurso interno para comissionamento e que nenhum
> funcionário seja descomissionado sem inquérito administrativo. Exigimos que
> o sindicato de SP defenda essas posições na mesa de negociação da CEF que
> vai debater os critérios de descomissionamentos na empresa.
> >
> > 5- O BB promoveu, recentemente, novos ataques: retirou a verba do
> programa de aprimoramento que garantia ressarcimento para gasto com
> literatura, cursos ou internet; a CASSI pretende cobrar valores de
> co-participação que afirma terem deixado de cobrar entre 2003 à 2010. Como
> é possível que ousem descontar da folha de pagamentode funcionários, erros
> de caixa, que afirmam que não podem sequer comprovar que sejam devidos?
> Isso mesmo: a CASSI afirmou que não possui extratos ou comprovantes destes
> débtos em atraso!
> >
> > 6- O BB e CEF têm perseguido os ativistas para seguirem implementando
> esses ataques absurdos aos trabalhadores com maior facilidade, sem
> resistência. Em relação à CEF é importante denunciar a perseguição ao
> ativista Messias, que esta tendo que responder inquérito administrativo por
> ter militado para garantir que seus colegas aderissem à greve da categoria,
> fazendo piquete. No SAC do BB ao menos quatro ativistas, dois deles
> delegados sindicais, têm sido perseguidos duramente perseguidos pela
> administração.
> >
> >
> > 7-Por último, não podemos nos omitir da necessidade de denunciar e
> resistir ao maior ataque aos direitos dos últimos tempos, não só da
> categoria bancária, mas de todos os trabalhadores do país: o governo
> federal está tentando aprovaro Acordo Especial de Trabalho (ACE). Este
> acordo estabelece que o negociado se sobreponha os legislado, de maneira
> que os direitos garantidos pela CLT possam ser retirados a qualquer
> momento, nas negociações entre patrões, governos e entidades
> representativas dos trabalhadores. Assim, como férias,
> licença-maternidade, jornada de trabalho e outros poderão ser reduzidos nos
> acordos coletivos. O mais absurdo é que está proposta partiu do SIndicato
> dos Metalúrgicos do ABC, ligado a CUT, coisa que significa apenas uma
> enorme traição da burocracia sindical. Diversos setores organizados da
> sociedade estão se organizando para impedir esta tragédia - sem qualquer
> exagero.
> >
> > Nós, das Oposição Bancária de SP da CSP-CONLUTAS , fazemos um chamado
> para que todos usem roupas pretas no próximo dia 22. Vamos expressar nossa
> insatisfação, assim como os colegas bancários de outros estados, como
> Florianópolis, Brasília e Curitiba, que também estarão em protesto. Vamos
> evidenciar o nosso repúdio às políticas do governo e dos patrões e
> demonstrar que não estamos dispostos a abrir mão dos nossos direitos.
> >
> >
> >
> > --
> > Babi
> >
> > 55 11 64267300 (tim)
> >
>
>
> ------------------------------
>
> _______________________________________________
> Bancariosdebase mailing list
> Bancariosdebase em lists.aktivix.org
> https://lists.aktivix.org/mailman/listinfo/bancariosdebase
>
>
> Fim da Digest Bancariosdebase, volume 35, assunto 28
> ****************************************************
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