[Bancariosdebase] documento p/encontro FNOB

Utopia utopia_s em yahoo.com.br
Quarta Novembro 28 04:02:14 UTC 2012


Olá a tod em s!Envio proposta de alteração na segunda parte do documento, conforme combinado. A diagramação não está elaborada. Sinto. Aguardo retorno dos Comp em sValeu e Até.Messias

BALANÇO DA ATUAÇÃO DA FRENTE 

 



 O sentido desta parte do documento é
de  retomar o projeto político que deu origem ao agrupamento em
2010:  A de ser um pólo aglutinador de lutadores e de um espaço
democrático para que a base se organize e se torne um sujeito consciente e
histórico na sua luta contra a opressão/exploração dos bancários, a partir da
falência política do MNOB, a nosso ver,  completamente instrumentalizado pelo PSTU, o
que resulta em um aparelhamento que visa   claramente a sua  construção enquanto  “O Partido” , apesar das conseqüências altamente
negativas que isto acarreta para o conjunto da classe . Portanto ainda que as
nossas caracterizações e nossas críticas aqui expostas possam parecer duras
para alguns, têm com o único, fazer com que a Frente coloque em pratica aquilo
a que se propôs.

 

  

 

 SAÍMOS DO MNOB, MAS O MNOB DE NÓS?

 

> Assim como no MNOB, os organismos não funcionam com regularidade. Assim
como no MNOB, o que se delibera na coordenação não é encaminhado, isso quando
não há tentativa de se mudar as coisas pelos integrantes da diretoria do
SEEB-RN. Isso se mostra, por exemplo, na insistência de os materiais de
propaganda de agitação da Frente virem com o logo da CONLUTAS, quando que
a  filiação a esta Central NUNCA foi objeto  de discussão nos quatro encontros anteriores,
mas  nos parece sempre permear como
condicionante para a publicação  dos
materiais da Frente, ou não?. Se de fato é isto, precisamos discutir seriamente
esta prática que tanto criticamos nos outros, mas que reproduzimos igualmente;
O  Encontro pela Isonomia e todo o material de divulgação do evento, a
chapa da FUNCEF e PREVI, cuja discussão não passou pelo conjunto da nossa coordenação.
E  não passaram pelos organismos internos de funcionamento votados nos Encontros
da Frente.  Ratificamos aqui a nossa
caracterização de problemas de fundo no que se refere à questão do Método. E não
se tratam de situações de viés apenas executivo.  São situações que envolvem qual a Política
que fato defendemos e efetivamos nas nossas ações. Não podemos atuar
politicamente de forma diferenciada para situações iguais ou bastante próximas,
como no caso da Funcef/Previ. 

 

 

 

 

  HÁ ENTRE NÒS A COMPREENSÃO DA IMPORTÂNCIA
POLÍTICA DA CONSTRUÇÃO COLETIVA DA FRENTE?

 

 Assim como no MNOB, somente um grupo
reduzido conduz os rumos da Frente: São Paulo, Porto Alegre, e Rio Grande do
Norte, SOMENTE. Todos os outros agrupamentos  (ANBERR, AFBNBB, SEEB-MA,
Oposição da Bahia, Distrito Federal, União Coletivo Sindical (UCS), 
Associação dos Funcionários do Banco do Estado da Amazônia (AEBA), a nosso ver
não deram uma contribuição política/Organizativa adequada e mais efetiva para
a  construção da Frente. As tarefas relativas á apresentação da cartilha
“Bancário não é Vendedor”  nas respectivas bases não ocorreram conforme o
combinado. E avaliamos que em detrimento de uma Construção efetiva, o que foi
priorizado foram as ações vinculadas à uma espécie de movimentismo sindical, de
participação “obrigatória” nas diversas eleições, como se isto por si só substituísse
 o nosso trabalho de base (entendido aqui
como acompanhamento da base na evolução da sua consciência de classe, por meio
de intervenção cotidiana e sua melhor organização).  Entendemos que além de participar das
eleições, temos que avançar na nossa e na formação política da categoria, temos
que nos reunir mais com os trabalhadores e discutir a vida cotidiana, no
sentido da classe ser o sujeito histórico  da mudança para melhor  condição de vida, na luta por melhores
condições de trabalho, maiores salários e colocar o sistema financeiro,  em especial o que  é “estatizado”, para a nossa gente. Entendemos
que a Coordenação da Frente deve estar atuante, no mínimo com cada
representante das diversas bases que constroem a Frente, numa amplitude maior,
agregando mais pessoas e isto também serve para nós do Coletivo Bancários de
Base de SP.

 Aqui em São Paulo tivemos muitos
problemas, de toda ordem, o que nos limitou  e comprometeu nossa intervenção ao longo do
ano. Fizemos o que foi possível e não estamos satisfeitos.

 

 Logo após o encontro do Pará, em Junho
deste ano, a Frente teve problemas políticos sérios, envolvendo diretores da
AEBA e do SEEB-MA, cujo alguns componentes foram “eleitos” para a direção da
ultra-pelega e reacionária diretoria da CONTEC. Um problema político de magnitude,
que  precisamos superar com calma e maturidade.  Também nos defrontamos com problemas de ordem
política na última greve, com militante que optou por não seguir a decisão da assembléia.  Notória liderança sindical da Cidade de Deus,
o maior complexo de bancários do país.  A
atitude da companheira não foi a de passar para o “lado de lá”, mas pelo fato
de não ver perspectiva alguma nos rumos na campanha salarial, entendeu ser esta
a melhor decisão. . E diante de um quadro em que dirigentes e cipeiros, membros
da burocracia lotados na Cidade De Deus não param durante a greve (somente ela,
até o ano passado), porém por razões de outra natureza política ela também
aderiu a fazer “greve da greve” em 2012. O que não justifica a decisão de
caráter individual. De positivo, entre outras coisas, ingressou no Coletivo o
companheiro Israel Fernandez, bancário lotado no Verbo Divino, complexo
bancário do BB.

 PROPOSTAS PARA FUNCIONAMENTO
INTERNO.



 1-manter o atual formato da Coordenação:
um representante de cada base presente no Encontro; que será responsável pelas
publicações e demais tarefas que envolvem toda a frente. Nenhuma atitude será
tomada sem antes passar pela Coordenação. E o que for deliberado nas reuniões
deve ser encaminhado.

 

 2-que as reuniões da Coordenação
continuem sendo abertas, porém via Skype. Tais reuniões devem ser no mínimo
quinzenais. O que necessariamente significa que os grupos de oposição locais
devem se reunir a cada 15 dias, pelo menos, para subsidiar as decisões da
coordenação.

 

 3-Deliberar sobre o vínculo da Frente
com a CONLUTAS, em que desde já, o Coletivo Bancários de Base de São Paulo é
CONTRA o vinculo orgânico e político com esta central, como com qualquer outra.
Sem prejuízo do entendimento político local de cada base em relação a central.
E independente do resultado, não impede atuações conjuntas, tendo como
balizador os interesses gerais da categoria bancária.

 

 4-A Frente deve constituir um fundo
pecuniário, com contribuições de todos os grupos de oposição, e entidades
associativas envolvidos com a construção da Frente. Propomos 10% da arrecadação
de cada Oposição/associação. A contribuição deve ser mensal. Para viabilizar a
estruturação da Frente para o cumprimento das mais diversas tarefas, viabilizar
a imprensa regular, estruturação de palestras, e publicações de cunho
propagandístico, etc. A contribuição deve ser aprovada nas respectivas bases,
por meio de assembléia amplamente divulgada, materializada numa ata.

 

 5- A Coordenação será estruturada por
matérias como Finanças, Formação, Imprensa, Comunicação (site e e-mail), e
Jurídica, independentemente do número de coordenadores. No Caso de finanças, o
resultado financeiro deve ser publicado para todos os coordenadores
mensalmente, e estes devem apresentar a saúde financeira da FNOB para sua
respectiva base. É bom lembrar que, além de cuidarem da matéria de seu
“departamento”, todos os coordenadores ainda devem cuidar da parte política de
atuação da Frente.



  

 

 Bancários de Base de São Paulo. Dezembro
de 2012

 

  

 

PS: Proponho acrescentarmos que cada Coletivo/Entidade apresente um Projeto de
Construção para a Frente, envolvendo projetos locais de construção, no máximo
até o próximo Encontro da Frente. 

 





 


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