[Bancariosdebase] NEM MAL MAIOR, NEM MAL MENOR. NO 2º TURNO, ANULAMOS O VOTO! CONSTRUIR UMA ALTERNATIVA DOS TRABALHADORES!

Daniel tzitzimitl em terra.com.br
Quinta Outubro 18 18:25:35 UTC 2012


 Segue posição do Espaço Socialista sobre o segundo turno das
eleições municipais.
 Daniel
 _________________________________________ 
 “So, understand! You waste your time always searching for those
wasted years! 
 Face up! Make your stand! And realize your living in the golden
years!” 
 “Então, entenda! Você perde seu tempo sempre buscando por aqueles
anos perdidos! 
 Encare! Tome uma posição! E perceba que você está vivendo nos
anos dourados!” 
 Iron Maiden, “Wasted Years” 
 _________________________________________ 
	NEM MAL MAIOR, NEM MAL MENOR. NO 2O. TURNO, ANULAMOS O VOTO! 

	CONSTRUIR UMA ALTERNATIVA DOS TRABALHADORES! 
	OS REVOLUCIONáRIOS E AS ELEIçõES 

	Primeiro queremos estabelecer os critérios que utilizamos para fazer
o balanço eleitoral, o resultado político e a participação da
esquerda nesse processo. 

	Os revolucionários não descartam participar de um processo
eleitoral controlado pela burguesia. Enquanto os trabalhadores não
desenvolvem uma consciência socialista esse é mais um terreno para a
luta política e ideológica contra a burguesia. 

	Ao participarmos então, para disputar a consciência dos
trabalhadores procuramos fazer com que enxerguem que essa democracia
nada tem a oferecer, que mesmo por outros meios continua sendo uma
ditadura sobre os trabalhadores. Chamamos a atenção para a
repressão, para criminalização das greves, das ocupações e de
outras formas de luta. Buscamos demonstrar o quanto se tolera
abertamente o direcionamento do dinheiro público para o empresariado
e para a corrupção. 

	Assim, dizer em alto e bom som que as coisas somente vão mudar de
fato através da luta direta e da organização de base dos
trabalhadores é o primeiro objetivo de uma participação
socialista-revolucionária nas eleições.    

	O segundo objetivo é utilizar o espaço de debate aberto no período
eleitoral, para esclarecer e denunciar que a raiz dos problemas nas
cidades é consequência do sistema capitalista, com sua lógica de
exploração (lucro), sua ordem de dominação e repressão (estado
burguês) contra os trabalhadores. 

	Como decorrência dessa denúncia, devemos apresentar para o debate
junto à classe, um programa anticapitalista e socialista que parta
das questões concretas nas cidades e avance para o questionamento e
ruptura com o projeto econômico e político que está sendo
implementado no país como um todo e para que as medidas apontem para
uma lógica coletiva e democrática dos trabalhadores (socialismo)
imposta através da luta.  

	Complementando essa participação, é parte fundamental de uma
campanha coerente a denúncia das candidaturas burguesas e
governistas, a não participação em alianças com partidos
empresariais ou governistas ou em frentes que comprometam sua
independência ao receber dinheiro da burguesia.       

	São esses os pressupostos estratégicos que devem balizar as
táticas eleitorais dos revolucionários. E atuar nas eleições sem
levar em conta esses critérios, significa deixar uma enorme avenida
para a burguesia passear.    

	É a partir do atendimento a esses pontos que se discutirá a tática
de “jogar peso” para eleger vereadores, por exemplo. Desse modo se
dará prosseguimento a esse combate com maior projeção ao partido, o
que possibilitará sua construção. Mas essa tática de tentar
ampliar a influência do partido e/ou de eleger vereadores deve estar
subordinada aos critérios acima e não em ruptura com eles. A tática
deve estar a serviço da estratégia e não em ruptura com ela, pois
caso isso ocorra, pode representar, na verdade, um indício de
abandono da estratégia revolucionária. 

	Resgatar o caráter que deve ter uma intervenção
político-revolucionária nas eleições é fundamental, pois, como
veremos abaixo, a esquerda de forma geral tem se adaptado à
democracia burguesa, abrindo mão dos objetivos estratégicos em troca
de ganhos imediatos. Substitui os fins pelos meios e desmoraliza os
ativistas que lutam diariamente para fazer avançar a luta e a
consciência dos trabalhadores.  
	PT E GOVERNISMO FEDERAL SAEM FORTALECIDOS 

	Ainda que a disputa municipal tenha cidades importantes como São
Paulo e Rio de Janeiro, maiores e mais ricas do que alguns países, o
processo eleitoral serve como um ensaio para a disputa presidencial,
pois as prefeituras podem servir como base de apoio para as
candidaturas. 

	Portanto além de estar de olho nas vantagens locais, a preparação
para as eleições nacionais também explica a razão de a burguesia
investir tanto dinheiro como está fazendo. 

	Neste sentido, a partir dos dados eleitorais, a primeira
constatação é que as forças ligadas ao governo federal – Aécio,
Dilma, Lula, PT, PSB, enfim, todos os possíveis candidatos para as
eleições presidenciais de 2014 – saem fortalecidas. 

	O PT ganhou cidades importantes pelo país afora e está disputando o
2º turno em muitas outras, como é o caso da capital paulista e de
praticamente todas da Grande São Paulo, como  Guarulhos, Santo André
e Diadema, tendo ganhado em primeiro turno São Bernardo do Campo e
Osasco. Resultados bem superiores ao da eleição passada. 

	Claro que o resultado do 2º turno pode reequilibrar a correlação
de forças entre os dois gerentes do capital no país (PT e PSDB), mas
é fato que o PSDB saiu bastante arranhado. Em Minas, onde está o
potencial candidato a presidente Aécio Neves, mesmo tendo sido eleito
um candidato apoiado por ele, não se pode secundarizar o fato de que
o PSB faz parte da base aliada do governo federal. Também merece
destaque o fato de que o PSDB perdeu em outras importantes cidades de
Minas Gerais como Governador Valadares, Ipatinga e Uberlândia. 

	Em muitas outras cidades em que o PT não teve votação expressiva,
os vencedores são de partidos da base governista e são expressão do
peso da popularidade do governo Dilma. Assim, a vitória desses
partidos em cidades importantes, como Recife (PSB) e Rio de Janeiro
(PMDB), se deram devido ao apoio que esses partidos e candidatos têm
como parte da base do governo Dilma/PT. 

	A ultradireita também vem se apresentando de forma mais
desavergonhada com candidaturas ligadas às igrejas evangélicas e
pastores altamente reacionários. Através de partidos como o PRB e
candidatos como Russomano (SP) dentre outros candidatos a prefeitos e
a vereadores, busca-se ganhar representação e controle político
para maior fortalecimento e ao mesmo tempo intensificar os ataques aos
direitos democráticos.   

	Essas tendências de direita devem ser combatidas. Diferente do que
faz o PT que atende seus caprichos e lhes concede cada vez mais
espaço no governo federa, nos municípios e em suas campanhas. 

	Outro aspecto que merece destaque é a preocupação de candidatos
ligados à polícia e ao tráfico. Muitos atuam juntos e buscam
espaço político a fim de favorecer seus interesses. Juntos, todos
esses setores, são inimigos declarados dos trabalhadores, dos setores
oprimidos e de suas lutas. A esquerda precisa discutir o acirramento
dessas tendências e se contrapor a elas em um combate político à
altura, pois estão estendendo seus tentáculos com graves
consequências para as lutas e os ativistas.         
	PT: PARTIDO QUE EXPRESSA AS VáRIAS FRAçõES DO CAPITAL NO BRASIL 

	A principal conclusão, portanto, é que PT e PSDB são, mais uma
vez, os partidos que saem do processo eleitoral como condutores do
projeto burguês que está seguindo no país. A disputa entre esses
dois partidos não se refere a projetos diferentes, mas tão somente
para definir quem é o gerente preferencial do projeto que o capital
aplica no país. 

	Essa constatação também é importante porque essa disputa se
apresenta com força só na aparência e cumpre um papel ideológico
de maior grandeza que é “permitir” aos trabalhadores que escolham
qual fração da burguesia será seu carrasco. Ganhe PT ou PSDB não
muda o caráter do governo e nem a política geral de arrocho e
repressão aos trabalhadores. 

	A burguesia define o apoio a algum partido pela capacidade que ele
tem em representar o conjunto dos interesses do capital, como os
interesses de cada uma das frações da burguesia são definidos e
também como ele se interage com os interesses econômicos e político
das demais frações do capital. 

	Essa tem sido a grande vantagem do PT que consegue representar e
administrar os interesses da burguesia como um todo, atendendo,
dialogando e arbitrando as diversas frações do capital, preservando
os interesses gerais do sistema. Com uma política econômica que
atende os interesses desde os banqueiros até a burguesia agrária, o
PT tem se qualificado perante a burguesia e o imperialismo para seguir
à frente do Estado brasileiro.  

	Outras duas questões não menos importantes que fazem hoje do PT o
partido preferencial do capital no Brasil é a capacidade que tem de
cooptar setores significativos do movimento social (popular e
sindical). Incorporar suas direções e até algumas entidades ao
Estado e consequentemente à gestão do capital. Também, pelo seu
passado, dialogar diretamente com a classe trabalhadora e com os
setores mais pauperizados. Diálogo facilitado pelas políticas
assistencialistas como bolsa família, Prouni, etc. Tudo isso a
serviço de conter os movimentos sociais. 

	A necessidade de o Estado continuar intervindo na economia com o
aporte de bilhões de reais para a burguesia, a garantia dos
investimentos para a Copa-2014 e as olimpíadas-2016 (que exigem
medidas de força e repressão estatal para as desapropriações de
várias áreas pobres) e a própria crise econômica mundial são, ao
nosso modo de ver as principais razões de a burguesia continuar
apostando (politica e economicamente) no PT como gerente útil do
capital. A importância que esses projetos têm para a reprodução do
capital faz com que não haja, aos olhos da burguesia, espaço para
crises políticas. 
	FAZ FALTA UM PROJETO ALTERNATIVO DE ESQUERDA 

	Com um debate que passou distante dos verdadeiros problemas que a
classe trabalhadora enfrenta, com uma promessa de uma obra aqui, uma
linha de ônibus ali as candidaturas dos partidos burgueses não
tinham projetos políticos distintos para apresentar.  

	Esse papel caberia às organizações da esquerda socialista. No
entanto, mesmo as candidaturas da esquerda socialista também se
limitaram às questões locais (“Uma cidade para os
trabalhadores”, como foi o caso do PSTU) ou específicas como foi a
tentativa de recuperação do discurso da moral e da ética como o
PSOL. 

	Para o Espaço Socialista a luta pelo desenvolvimento da consciência
socialista e organização de base entre os trabalhadores é uma
questão central de modo que deveria ordenar toda a intervenção no
processo eleitoral. 

	Na prática, no processo eleitoral, significaria uma campanha que
tivesse como eixo central a denúncia do capitalismo, um programa que
explicitasse a expropriação das empresas de serviços básicos para
a população, como transporte, saúde e Educação. Foi o que
procuramos fazer com os materiais que trabalhamos. 

	Para nós a reconstrução da subjetividade da classe trabalhadora
coloca-se como um dos elementos mais importantes do programa e da
prática socialista pós-queda do muro de Berlim. Isso porque se abriu
um período em que a crise de alternativa socialista tornou-se
evidente e dramática para o futuro da revolução socialista. 

	Somente uma atuação com esses desafios poderia justificar a
participação dos revolucionários em um processo eleitoral
controlado pela burguesia. 
	PSTU: PREçO ALTO PARA ELEGER DOIS VEREADORES 

	Como dito acima, com o slogan principal de “as cidades para os
trabalhadores” a campanha do PSTU restringiu-se aos temas locais,
como a redução da tarifa do transporte ou de “a cidade não quer
quem bate em mulher” (numa justa tentativa de combater o machismo,
mas totalmente desprovida de um caráter de classe), também não
encarou a tarefa de se colocar como alternativa ao sistema social de
conjunto. 

	A intervenção do PSTU foi marcada por slogans programaticamente
limitados e presos aos temas dos outros candidatos de quem melhor
administra a cidade. Se esses fossem eleitos tomariam imediatamente as
medidas para garantir “as cidades para os trabalhadores”. Esse
tipo de intervenção não serve para elucidar os problemas
estruturais que impedem que as cidades possam de fato ser dos
trabalhadores.    

	Uma política que não considera a questão central que é discutir
com a classe trabalhadora a natureza do poder político da burguesia e
de que qualquer medida (mesmo a estatização das empresas de
transportes e redução das tarifas para R$ 1,00) vai exigir uma luta
à morte contra a burguesia, ou seja, não vai ser por medidas
administrativas desse ou daquele prefeito que se garantirá essas
medidas, mas principalmente pela luta direta da classe trabalhadora
contra a burguesia. 

	Fora esse grave problema político na campanha, ao nosso modo de ver,
ainda houve o fato de ter, totalmente, aberto mão de uma política
contra o regime somente para garantir a eleição de dois vereadores,
uma das maiores capitulações desse partido às pressões da
democracia burguesa. 

	Em Belém fez parte de uma frente eleitoral que além de contar com o
governista PC do B como candidato a vice-prefeito, também recebeu
dinheiro das empreiteiras. Mesmo após a “descoberta” desse desvio
grave por parte do PSOL, o PSTU optou por continuar na coligação e
chamará voto no segundo turno.  Ora, o que uma frente eleitoral com a
participação do PC do B pode apresentar de realmente novo para
Belém?    

	O resultado eleitoral comprovou que a participação na frente (mesmo
com todos os problemas) tinha como objetivo garantir a eleição do
vereador, pois se tivesse apresentado chapa própria não teria sido
eleito. 

	Já em Natal comemorou-se a “votação histórica” de uma
candidata à câmara dos vereadores, “uma mulher de coragem que luta
pela Educação”. Claro que a eleição de Amanda Gurgel é
importante para a luta dos trabalhadores de Natal e ter se tornado
“popular” foi uma expressão das lutas dos professores do Rio
Grande do Norte, mas também de vários outros estados que
protagonizaram uma sequência de greves duríssimas no ano passado. 

	No entanto, a quantidade votos é expressão de uma campanha popular
com um grande vazio programático, papel este que poderia ter sido
cumprido por outro partido qualquer, que sequer se reivindicasse
socialista revolucionário. E apesar de poder ser encarado como um
voto de luta, o voto na Amanda Gurgel não expressou de fato um voto
numa alternativa de mudança da sociedade, um voto num programa ou em
aspectos, mesmo que parciais, de um programa socialista, não
expressou sequer uma identidade com o próprio PSTU, não é,
portanto, a expressão de um projeto político socialista ou de
esquerda. E é muito improvável que tivesse sido eleita com um
programa de esquerda e socialista. 

	Essa é a parte dramática: entre ser eleita com um número de votos
menor e com um programa socialista ou ter a “maior votação” de
Natal e sem um programa socialista, escolheu-se a segunda
possibilidade.   

	Esse é o preço que o PSTU pagou para eleger dois vereadores no
país: abrir mão da independência financeira da burguesia e,
capitulando a democracia burguesa, rebaixar o programa para garantir
eleição de parlamentares. 
	PSOL Já é UM PARTIDO DEGENERADO POLITICAMENTE 

	Partido fundado em 2005 já está degenerado politicamente. As
correntes de esquerda não têm força suficiente para  que possam
mudar o rumo eleitoreiro do partido. As coligações com partidos da
base do governo (só dois exemplos: com PC do B em Belém e com PV,
PRTB, PPS e outros em Macapá), o recebimento de dinheiro de setores
burgueses (prática já adotada nas eleições passadas) e um programa
sem nenhum conteúdo classista são a expressão dessa degeneração.
Esses elementos impõem como caracterização social do partido o seu
caráter reformista pequeno-burguês e de maneira irreversível. 

	A votação que tiveram em Belém, Macapá (indo ao segundo turno
nestas cidades), Rio de Janeiro e Florianópolis aconteceram em base a
um programa extremamente rebaixado e tendo como eixo a defesa da
ética, diga-se de passagem, burguesa. 
	PT E PSDB SãO PARTES DE UM MESMO PROJETO 

	Em várias cidades os candidatos que estão no segundo são o PT e o
PSDB. Já desenvolvemos acima a nossa concepção de que PT e PSDB
têm o mesmo projeto, ainda que algumas vezes “o remédio” seja
diferente. O projeto para a Educação, os favores ao capital, a
repressão aos movimentos sociais, o pagamento da dívida, a
corrupção, as alianças e tantas outras coisas criam uma identidade
de projeto entre esses dois partidos. 

	Entendemos que os trabalhadores não podem se prender a essa lógica
e dar legitimidade a um processo em que não está presente nenhum
interesse da classe trabalhadora. Seria escolher o seu carrasco. Ganhe
quem ganhar no segundo turno governará para a burguesia e contra a
classe trabalhadora. 

	Nós não caímos nesse conto de que o PSDB é pior do que PT e que
assim deveríamos apoiar o mal menor. Para nós é necessário
combater o mal menor e o mal maior, pois entre ambos não há
diferença essencial, representam o projeto burguês de dominação. 

	Não é a primeira vez que tentam colocar o problema de uma forma
superficial. Na disputa pelo governo de São Paulo entre Mário Covas
(PSDB) e Maluf (PP) muitos caíram neste conto e votaram em Mário
Covas que fortalecido pela eleição desferiu uma série de ataques
aos trabalhadores de São Paulo, principalmente na área de Educação
Pública. Deu no que deu. Não seremos cúmplices de uma política que
– com PSDB ou PT – PT vai ser contra os trabalhadores. 

	A nossa luta é para que os trabalhadores sejam independentes de
todos os representantes da burguesia e possam construir um projeto
próprio para a sociedade. Colocamos-nos na trincheira dos que dizem
as coisas como elas são. Por isso que também nas cidades, São Paulo
e demais, em que há disputa entre PT e PSDB o nosso chamado é para o
voto nulo. Votar nulo contra o PSDB, contra o PT e todos os partidos
que defendem o capital e atacam os trabalhadores! 
	PARA GARANTIR A INDEPENDêNCIA DE CLASSE, NO 2º TURNO VAMOS ANULAR O
VOTO 

	A nossa posição política no 1º turno FOI DE CHAMAR VOTO DE CLASSE
NOS PARTIDOS DE ESQUERDA (PSTU, PSOL, PCO E PCB) NAS CIDADES EM QUE
EXPRESSASSEM AS LUTAS, NãO ESTIVESSEM COLIGADOS COM PARTIDOS
BURGUESES NEM RECEBESSEM DINHEIRO DA BURGUESIA. 

	Agora, em todas as cidades em que ocorrerá segundo turno os
candidatos ou são de partidos burgueses ou, quando do PSOL, estão
coligados com partidos governistas/burgueses e ainda recebem dinheiro
da burguesia. 

	NESTAS CONDIçõES NãO Há OUTRA POSSIBILIDADE QUE NãO SEJA CHAMAR
A CLASSE TRABALHADORA E OS EXPLORADOS A VOTAR NULO. 
	OUTUBRO DE 2012. 

	ESPAçO SOCIALISTA                    

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