[Bancariosdebase] reunião FNOB

Utopia utopia_s em yahoo.com.br
Quarta Outubro 24 23:57:29 UTC 2012


Olá a tod em s!Quanto ao balanço da greve/campanha (locaute) em si, como já disse, não há muito o que acrescentar, a não ser que este tipo de greve já   esta mais  do que esgotado, viciado, desgastado e se não formos enquanto Oposições, capazes de mudar a sua natureza, penso ser difícil, quase impossível continuar sendo "conivente" com toda a "faixada farsante".  Quanto à data, organização e realização da plenária, precisamos acertar sintonia com @s bancari em s organizados, ou não e já os convidei a se manifestarem a respeito e peço que seja , se for o caso colocado, mas com a ressalva que é proposta de Bancários de Base, ainda sem a concordância explicitada pelos demais comp em s.  Por outro lado quanto à FNOB, não entendi nada quanto ao total distanciamento antes , durante (exceção do panfleto nas assembleias finais). E agora chamam. Então tá, mas como estamos  enquanto Bancários de Base (e com todo o respeito não como
 apenas Espaço Socialista, que na realidade, é o que parece "interessar" à FNOB.  Salvo engano meu temos consenso em desvios sérios de método/prática da Coordenação, ou não temos? De QQ forma este próximo Encontro pode ser um "divisor de águas" a meu ver.  O problema é que pode ser para o bem da construção daquilo que a categoria anseia e precisa... ou não.Saudações a tod em s e no aguardo, Até.  Ah!  Seria possível uma reunião de Bancários de Base, neste final de semana?
--- Em ter, 23/10/12, Daniel <tzitzimitl em terra.com.br> escreveu:

De: Daniel <tzitzimitl em terra.com.br>
Assunto: [Bancariosdebase] reunião FNOB
Para: "Daniel" <tzitzimitl em terra.com.br>
Cc: bancariosdebase em lists.aktivix.org, israelfernandezjr em gmail.com
Data: Terça-feira, 23 de Outubro de 2012, 13:24

  Olá comp em s [1] do Bancários de Base
 1. Ontem tive contato telefônico com o Matheus Crespo, da CEF-RS e
militante do MR. Combinamos de marcar uma reunião da coordenação da
FNOB para a próxima quinta-feira à noite, via, MSN.
 Na pauta estaria;
 - balanço da greve e edição de um possível jornal da FNOB;
 - Encontro da FNOB de balanço da campanha e planejamento para 2012,
com localização a ser definida entre São Paulo e Brasília;
 - Eleições sindicais de 2013 no RN e em Brasília;
 Seria bom que todos que pudessem participassem.
 2. Ainda estão pendentes definirmos entre nós:
 - o texto de balanço de greve e propostas para as próximas
atividades pode ser divulgado no nosso blog como posição do
coletivo?
 - podemos fechar a data do dia 10 de novembro para a plenária dos
ativistas da greve?
 Daniel
 _________________________________________ 
 “So, understand! You waste your time always searching for those
wasted years! 
 Face up! Make your stand! And realize your living in the golden
years!” 
 “Então, entenda! Você perde seu tempo sempre buscando por aqueles
anos perdidos! 
 Encare! Tome uma posição! E perceba que você está vivendo nos
anos dourados!” 
 Iron Maiden, “Wasted Years” 
 _________________________________________ 
 On Seg 22/10/12 11:47 , Daniel tzitzimitl em terra.com.br sent:
  Olá compas do Bancários de base
 Conforme as mensagens que trocamos por e-mail no sábado à noite,
 não apresentamos nenhum documento na confraternização dos
grevistas
 do domingo 21.
 Existe a proposta de realizar a plenária com os ativistas da greve
 de 2012. Sendo assim, precisamos definir a data, o método e nossa
 política para essa plenária.
 Em relação à data, proponho o fim de semana de 10 e 11 de
 novembro, visto que para o próximo fim de semana fica muito em cima
e
 no fim de semana seguinte temos uma emenda de feriado.
 Em relação ao método, proponho que façamos o chamado aos
 companheiros da LER-Piquete da rua 7 de abril, mas com a condição
de
 que se dê nome aos bois, ou seja, que se diga aos bancários
 presentes que existem dois coletivos já organizados com projetos
 próprios, que ambos possam apresentar suas propostas, e que
 obviamente, qualquer bancário presente também possa.
 Esperamos que dessa plenária possa resultar uma Frente de Atuação,
 em que os coletivos pré-existentes preservem sua autonomia, mas que
 possa se tornar um espaço de aglutinação para a categoria,
 necessário para as lutas que virão, visto que somos muito fracos
 individualmente, e cada vez menos podemos contar com outras forças
 como o MNOB-Conlutas, que pela política do PSTU, está tomando um
 curso muito problemático. Inclusive, muitas pessoas que se organizam
 como MNOB ou tem o PSTU como referência podem vir a considerar uma
 nova Frente de oposição em São Paulo composta por mais de um
 coletivo e independentes como uma alternativa mais atraente. Por
outro
 lado, é sempre bom lembrar que a organização LER não tem por
 tradição trabalhar em Frente com outros coletivos (o que vem de sua
 matriz, o grupo trotskista argentino PTS), e o que estamos propondo
 seria algo inédito em relação a essa organização.
 Em relação à nossa política, proponho "ofcializar" o documento
 apresentado por e-mail no sábado à noite, já que não há
 divergências políticas. Esse documento seria publicado em nosso
 blog, apresentado à FNOB e distribuído entre nossos contatos, já
 como forma de lançar o debate de preparação da plenária.
 Com relação ao nosso projeto de comunicação, o nosso blog foi
 finalmente refeito, agora que terminei de publicar mais de 70 textos,
 e a partir do balanço da greve podemos "reinaugurá-lo" e a partir
 dele também chamar os bancários para construir uma lista aberta,
 como já projetamos mais de uma vez desde o último ano.
 Por fim, como tem sido difícil conseguir nos reunir pessoalmente, e
 continuará difícil pelos mesmos motivos acima apresentados para a
 construção da plenária, proponho que sigamos fechando esse
 operativo via e-mail.
 Daniel
 _________________________________________ 
 “So, understand! You waste your time always searching for those
 wasted years! 
 Face up! Make your stand! And realize your living in the golden
 years!” 
 “Então, entenda! Você perde seu tempo sempre buscando por aqueles
 anos perdidos! 
 Encare! Tome uma posição! E perceba que você está vivendo nos
 anos dourados!” 
 Iron Maiden, “Wasted Years” 
 _________________________________________ 
 On Dom 21/10/12 02:00 , Márcio Cardoso marciocarsi em yahoo.com.br [2]
 sent:
 Beleza, Messias.
 Tenho pleno acordo.
 Mas temos que nos reunir o quanto antes, pois ok bicho ta pegando,
 sobretudo no BB e a luta de classes nao espera. Temos que marcar esta
 plenária o mais rápido possível.
 Abraços.
 Márcio
 Enviado via iPad
 Em 20/10/2012, às 23:16, Utopia escreveu:
 > 
 > Olá comp em s de Bancários de Base.
 > 
 > 
 > No geral tenho acordo no documento. Por outro lado penso que ele
 seria mais eficaz se o apresentássemos na plenária que estamos
 construindo para breve e tem como plano concentrar o descontentamento
 mais exacerbado da base, em particular da CAIXA, com o desfecho
 (piorado) da última campanha. Se a desfiliação não nos ajuda e
 temos um projeto pra categoria, calcado fundamentalmente em mudanças
 vitais em termos de organização da classe e das entidades que nos
 "representam, este pode ser um bom momento. Proponho que na
 programação da plenária, hajam além do nosso, balanços do setor
 organizado (LER/PIQUETE DA 7)que está conosco nesta empreitada e é
 importante destacar que a iniciativa não foi deles e nem nossa, foi
 dos bancários de conjunto, ou mesmo documentos individuais, etc. A
 proposta é buscar construir uma Oposição com caráter de Frente,
 resguardados os projetos de construção de cada coletivo, nos
limites
 da da nossa Ética, que não pode ser a"deles". O que também não
nos
 impede de "convocar" a plenária que estamos construindo (um
 "mosquitinho'', ou algo assim). 
 > Esta é a proposta que apresento aos comp em s de Bancários de Base.
 > Valeu e até!!!.
 > "O povo unido é povo forte. Não teme a luta, nem teme a morte". 
 > 
 > 
 > 
 > 
 > --- Em sáb, 20/10/12, Márcio Cardoso escreveu:
 > 
 > De: Márcio Cardoso 
 > Assunto: Fwd: proposta para bancários
 > Para: "bancariosdebase em lists.aktivix.org [3] [4]" , "Messias -
Osasco" 
 > Data: Sábado, 20 de Outubro de 2012, 22:28
 > 
 > 
 >> Segue a proposta a apresentar amanha no churrasco.
 > Abraços.
 > Márcio
 >> 
 >> 
 >> 
 >> 
 >> 
 >> BALANÇO DA GREVE 2012 E PROPOSTAS PARA AS PRÓXIMAS AÇÕES
 >> 
 >> A greve de 2012 começou e terminou como as dos anos anteriores:
 falta de organização de fato antes da greve, golpes e manobras para
 encerrar a greve. Há anos nós do Coletivo Bancários de Base
 denunciamos as falhas na condução das campanhas salarias por parte
 da diretoria do sindicato, que é também a direção do movimento
 nacional da categoria. Essas falhas, a nosso ver, não são resultado
 de equívocos que se poderia corrigir por meio de um debate
 democrático. São o resultado de uma política deliberada dos
 dirigentes do sindicato de evitar o desenvolvimento das nossas lutas.
 Por isso, entendemos que nós mesmos, bancários da base, bancários
 que estamos no dia a dia das agências e departamentos, é quem
 devemos tomar em nossas mãos as soluções dos nossos problemas.
 >> A preparação de uma campanha salarial deve começar assim que
 termina a anterior. Para chegarmos com alguma força na greve de 2013
 e passar por cima dos problemas que enfrentamos este ano, temos que
 começar desde já a debater e nos organizar. Por isso nos
organizamos
 como Coletivo Bancários de Base e chamamos todos os demais
bancários
 a debater conosco formas de nos organizar para as lutas futuras. O
 texto abaixo traz uma contribuição para o debate sobre o balanço
da
 greve 2012 e também um conjunto de propostas para os próximos
 passos.
 >> 
 >> 1. Prólogo
 >> Continua no mundo todo um levante dos povos e da classe
 trabalhadora em particular contra a tentativa dos ricos e dos bancos
 em especial de custear seus lucros com a miséria da grande maioria
da
 população. Os bancos continuam tendo lucros estratosféricos e
 obscenos, ao mesmo tempo que impõem aos trabalhadores e ao povo
pobre
 a precariedade nas condições de vida e trabalho. O controle do
 mercado financeiro e dos bancos sobre a economia e a vida das
 sociedades está colocando o mundo inteiro a passos largos em
 direção à barbárie, sendo responsáveis até pelo ressurgimento
 das cinzas do movimento anarquista (na figura do movimento Ocupar
Wall
 Street, dirigido contra os bancos).
 >> Na nossa condição de trabalhadores bancários, que lutam contra
 uma das forças mais poderosas do capitalismo mundial, temos também
 como obstáculo as direções sindicais. O nosso índice de
 reposição salarial foi rebaixado e a prioridade das
reivindicações
 apresentadas pelas centrais sindicais foi invertida, colocando as
 questões específicas acima das questões gerais que unificam toda a
 categoria, como isonomia, plano de reposição de perdas e fim das
 terceirizações. Com isso, as direções tornaram-se mais um
 obstáculo na mobilização dos bancários e facilitam a vida do
 patrão, pois fatiam e dividem os trabalhadores.
 >> 
 >> 2. O mesmo roteiro dos anos anteriores
 >> A greve terminou como todos já desconfiavam. O horário da
 assembleia foi mudado para a noite, os bancos convocaram e informaram
 os fura-greves já no dia anterior, o site e os telefones do
sindicato
 ficaram fora do ar (acidentalmente?), prejudicando a convocação dos
 grevistas. Houve uma clara maquinação contra os lutadores em greve,
 deixando-os em situação de desvantagem na convocatória para uma
 assembleia de tamanha importância. Não houve denúncia das centrais
 sindicais sobre isso, apenas um tímido chamado da CONLUTAS pedindo
 gentilmente que os gerentes não votassem. A névoa de mistério que
 ainda envolve as cláusulas acordadas (o que foi conquistado) e sua
 aparente complexidade (tem efeito cascata no PCS?, incide sobre quais
 verbas? ...) é uma pista das migalhas que conquistamos e uma
 distração para esconder o que poderíamos ter conquistado.
 >> 3. Falta de democracia no movimento
 >> Houve um acordo da diretoria do sindicato, que é da CUT, com as
 demais centrais sindicais para o uso da palavra nas assembleias,
 restringindo a fala da base e de bancários não organizados em torno
 de uma delas. A própria mesa composta pela CUT anunciou em público
 que foi feito acordo para que no microfone só falassem as 4 centrais
 (CUT, CONLUTAS, INTERSINDICAL e CTB), acordo que vigorou em todas as
 assembléias. Havia propostas diferentes das que foram colocadas por
 essas centrais sindicais, tanto no sentido de outra condução das
 assembléias e das formas de lutas, como diferenciação na busca de
 unificação com as categorias em greve, enfim, como envolver a
 categoria na luta real. Mas essas propostas não puderam ser
colocadas
 em discussão por conta desse método antidemocrático.
 >> Outras categorias, como os correios, também vivem a mesma
 problemática que os bancários em termos de limitações impostas
 pelas direções do movimento. Assim como em bancários, as
direções
 sindicais ou estão com o governo (patrão) ou fragmentadas, com as
 oposições disputando entre si a melhor maneira de fazer crescer seu
 sindicato, sua central ou seu partido. Por conta dessa situação
 comum, seria importante que conseguíssemos a unidade com as outras
 categorias que estavam em greve na mesma época que nós. A busca da
 unificação e democracia são métodos que não podem ser
 flexibilizados, pois como estamos comprovando a cada campanha
 salarial, a falta de democracia resulta em desconfiança e
 enfraquecimento de nossa luta. Chamamos as forças de oposição a
 romper com esse acordo e a lutar por ampla e irrestrita democracia.
 >> 
 >> 4. Necessidade da reconstrução de nossa luta
 >> Estamos assistindo no mundo e também no Brasil ao ressurgimento
 das boas e velhas formas de luta dos trabalhadores, com
participação
 massiva e ativa nas ruas. São greves, passeatas, manifestações,
 ocupações, protestos das mais variadas formas. Ou seja, os
 trabalhadores estão em movimento. Essas formas de luta se deram no
 Brasil nos anos 1980, quando da retomada do sindicato dos bancários
 das mãos dos pelegos. Reafirmamos essas históricas formas de lutas
e
 reivindicação dos trabalhadores como método para reconquistar sua
 confiança, que tem sido abalada pela política rebaixada e pelos
 acordos de cúpula das centrais sindicais. Precisamos voltar a ter
 campanhas salariais massivas e fortes, acrescidas das poderosas e
 inovadoras conquistas tecnológicas. Não podemos sucumbir à
 tentação de substituir uma forma de luta pela outra, ou de inverter
 a importância da greve e da mobilização como forma de luta
 prioritária, em favor de outros métodos. Um diretor do sindicato do
 sindicato já anunciou no microfone da assembléia que a categoria
 precisa rever a greve como forma de luta. Entendemos que é preciso
 “rever” sim a greve, mas rever a forma como as greves tem sido
 feitas, rever no sentido de debater e questionar para fortalecer o
 movimento, para que as greves afetem de fato o lucro dos bancos e nos
 possibilite conquistas, e para isso, será preciso passar por cima
 dessa diretoria!
 >> 
 >> 5. Quem trabalha em banco, bancário é
 >> Uma das prinipais formas usadas pelos patrões em geral e pelos
 bancos em particular para dividir os trabalhadores é a
 terceirização, que cria duas categorias de trabalhadores dentro da
 mesma empresa e fazendo o mesmo serviço com salários e direitos
 diferentes. A terceirização e a divisão da categoria são
 obstáculos para a organização das nossas lutas, por isso devemos
 retomar a antiga bandeira de luta de que “quem trabalha em banco,
 bancário é”.
 >> Somos favoráveis a que seja dado um fim às terceirizações,
 pois representam um ataque aos trabalhadores, que têm seus direitos
 subtraídos e uma perda cada vez mais acentuada da unidade e
amplitude
 da nossa luta. A terceirização é uma versão urbana do trabalho
 escravo que tem aumentado na zona rural. Nos bancos, em todas as
 áreas, o serviço é "tocado" pelos terceirizados, as vezes de forma
 precária, as vezes com maior produtividade.
 >> O TCU deu prazo até 30 de novembro para que as estatais
 apresentem plano de substituição de funcionários terceirizados que
 exerçam atividades-fim por trabalhadores concursados, com o objetivo
 de evitar burlas a concursos públicos. Nesse plano, deverão constar
 quais são as atividades consideradas finalísticas, assim como plano
 de previsão da saída gradual de terceirizados e a contratação de
 concursados até 2016, quando expira o prazo de implementação do
 plano. Chamamos a todos para que façamos uma discussão com ampla
 democracia e apresentemos um plano para os bancos e o TCU que não
 seja apenas para as atividades fim da empresa, mas que acabe de vez
 com esse câncer no mundo do trabalho que propicia aberrações como
a
 que vivemos, com funcionários que fazem a mesma tarefa e tem
 salários e direitos diferentes. Isonomia já!
 >> 
 >> 6. A luta continua
 >> Conforme dissemos no início, precisamos nos organizar não apenas
 nas vésperas ou durante as campanhas salariais, mas ao longo de todo
 o período entre uma greve e outra, no dia a dia de cada local, para
 que possamos ter uma greve mais forte no ano que vem. O Coletivo
 Bancários de Base apresenta a seguir algumas propostas de
 organização para o movimento com o objetivo de fortalecer nossa
 luta.
 >> a) Reuniões periódicas por banco ou por região (a princípio
 propomos quinzenais), para discutir os problemas de cada segmento da
 categoria e levantar propostas de mobilização e de luta.
 >> b) A partir do que é discutido nas reuniões, editar um jornal a
 ser escrito, financiado e distribuído pelo próprio grupo, contendo
 as propostas de mobilização e de luta.
 >> c) Publicar num blog textos, notícias e informações de
 interesse dos trabalhadores bancários.
 >> d) Manter uma lista de discussão via e-mail para agilizar a troca
 de idéias e de informações entre os trabalhadores.
 >> e) As reuniões e a lista de e-mails seriam abertas a todos os
 trabalhadores bancários, desde que 1º) se coloquem como oposição
 à diretoria do sindicato, ao governo (patrão dos bancos públicos)
e
 aos banqueiros; e 2º) estejam dispostos a colaborar nas tarefas como
 a impressão e distribuição do jornal.
 >> f) Realização de plenárias de todos os bancos e regiões (a
 princípio propomos trimestrais) para definir as linhas gerais do
 grupo.
 >> g) Nas publicações impressas e virtuais do grupo devemos retomar
 a luta pelas reivindicações históricas da categoria como:
 >> * Estabilidade para os trabalhadores dos bancos privados e
 eleição de delegados sindicais.
 >> * Reposição das perdas salariais acumuladas nos bancos públicos
 e privados.
 >> * Isonomia entre funcionários novos e antigos e também dos
 bancos incorporados, preservando-se o que for mais vantajoso para os
 trabalhadores.
 >> * Planos de cargos e salários que valorizem os funcionários e
 com critérios objetivos.
 >> * Contra o sucateamento das nossas caixas de assistência
 >> * Resgate dos fundos de pensão
 >> * Contra a terceirização, pela incorporação dos trabalhadores
 ao quadro dos bancos.
 >> h) Campanha permanente, constando em todas as publicações e
 agitação em todas as intervenções no movimento, pela democracia
 nos organismos dos trabalhadores, em especial os sindicatos, por meio
 de medidas como:
 >> * Resgate das assembléias e fóruns de base como organismos
 supremos de deliberação dos trabalhadores, contra a usurpação de
 todas as decisões pelas cúpulas dirigentes.
 >> * Proporcionalidade direta nas eleições para todos os fóruns,
 como diretoria do sindicato, comando de campanha, comissões de
 negociação, etc.
 >> * Composição de chapas através de convenções abertas e
 prévias eleitorais para escolha das candidaturas, por bancos e por
 região.
 >> * Revogabilidade dos mandatos por meio de decisão em assembléia.
 >> * Limitação do número de mandatos, com proibição de mais de
 dois mandatos consecutivos e obrigatoriedade da renovação de pelo
 menos metade da diretoria.
 >> * Reuniões periódicas de delegados sindicais e representantes de
 base com caráter deliberativo.
 >> * Eleição da mesa dirigente das assembléias, plenárias,
 congressos ou qualquer fórum no momento de sua instalação, com
 proporcionalidade, bem como votação da pauta.
 >> * Repúdio à contratação de seguranças para impedir a livre
 manifestação dos trabalhadores nas assembléias, plenárias,
 congressos ou qualquer fórum do movimento.
 >> * Garantia do direito à palavra para qualquer trabalhador,
 independentemente da sua filiação ou não a correntes políticas e
 sindicais, em assembléias, plenárias, congressos ou qualquer fórum
 do movimento.
 >> * Garantia de espaço nas publicações dos sindicatos e entidades
 para manifestação dos trabalhadores de base, independentemente da
 sua filiação ou não a correntes políticas e sindicais.
 >> i) Defendemos a unidade de ação com todos os coletivos de
 oposição que estejam dispostos a lutar pelas mesmas
reivindicações
 e pelos mesmos métodos democráticos que expusemos acima.
 >> j) O Coletivo Bancários de Base não participa de nenhuma central
 sindical, mas é oposição à CUT e seus satélites (Intersindical,
 CTB, etc.), por entender que a política dessas centrais é um
 obstáculo para as lutas da categoria.
 >> k) Participamos da Frente Nacional de Oposição Bancária (que
 também não é vinculada a nenhuma central), na tentativa de
 construir a unidade com outros coletivos de outros estados que
 defendem as mesmas bandeiras e métodos de luta.
 >> 
 >> Bancários de Base – SP
 >> Outubro de 2012
 >> 
 >> 
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