[Bancariosdebase] informe reunião bancários e encaminhamentos
Utopia
utopia_s em yahoo.com.br
Terça Setembro 4 12:58:12 UTC 2012
Olá a tod em s!Estou com pouca disponibilidade pra aprofundar alguns debates, mas já que cá estamos, tentemos. Desde sempre, até por conta dos conteúdos (pelo menos) marxistas que tentamos absorver e sermos coerentes com os mesmos , temos o entendimento da parte e do todo, da essência e aparência, do que contribui e do que determina,
do que é condição necessário e do que é condição suficiente. Entendemos portanto que uma reflexão mais ampla e completa na análise da luta de classes e por conseguinte, de teoria crítica da
economia politica capitalista e todas as suas consequências de caráter social, cultural, filosófico, antropológico, etc , requer uma dedicação maior e um estudo mais aprofundado. Porém Daniel, algumas conclusões já as
temos;- A oposição de conjunto apresenta-se acomodada, conveniente, consentida e anacrônica.- Não soubemos apreender nada de progressivo a partir da lição da base em 2004.- Não existe relação de confiança entre as entidades e a categoria.- A categoria não vê a Oposição como alternativa de direção.- Nem mesmos os antigos/históricos ativistas se apresentaram nas últimas greves.- O "pijama" é sim uma postura de antigos (não todos, mas a maioria) piqueteiros, cipeiros e delegados sindicais´.- A greve faz-de-conta só favorece burocratas, banqueiros, governo e furas-greve.- Portanto é inócuo do ponto de vista de impacto real nos lucros dos banqueiros tais paralisações.- É necessário uma nova formatação da greve na categoria bancária, considerando não só o atraso ideológico do ponto de vista classista, uma disputa que
perdemos a olhos vistos diariamente nos locais de trabalho, como também aspectos vinculados à reengenharia, novas tecnologias ( mecanismos de "boicotes" às redes, operações via internet, novos processos, terceirizações, correpondentes, precarização/flexibilização, bancos de horas, assédio etc,etc).- O mesmo filme se repete nas campanhas mal sucedidas e nos revelamos, enquanto vanguarda e categoria, incapazes de mudanças de qualidade.- As correntes de esquerda e suas facções que rompem e romperam mesmo após anos, não conseguem cortar os elos antigos e majoritariamente seguem a origem no estratégico ainda que tenham críticas.- Não conseguimos nos libertar do taticismo/movimentismo.-É necessário sermos menos sectários e auto-proclamatórios de fato. -etc.Sei que é um rosário de negatividades e que para superarmos precisaremos sim de reflexão e teoria, mas não
só, precisaremos suar muito a camisa, muito "lavoro" pesado. Saudações a tod em s e à luta.Valeu!.-
--- Em qui, 30/8/12, Daniel <tzitzimitl em terra.com.br> escreveu:
De: Daniel <tzitzimitl em terra.com.br>
Assunto: Re: informe reunião bancários e encaminhamentos
Para: "Utopia" <utopia_s em yahoo.com.br>
Cc: bancariosdebase em lists.aktivix.org, rodrigodoo em yahoo.com.br
Data: Quinta-feira, 30 de Agosto de 2012, 14:02
Olá comp em s
A lista de e-mail do Bancários de Base não aceita arquivos anexos (não fui eu quem criou a lista e não sei configurar, o companheiro que fez isso não está mais no coletivo).
Por isso, o texto do panfleto estava no corpo do e-mail, logo depois do informe. Estou reenviando abaixo, no corpo do e-mail e também com cópia para o e-mail pessoal do Messias com o arquivo anexado.
Agora, comentando o que o companheiro disse sobre a campanha em geral e a mobilização, é preciso termos uma leitura da realidade como um todo. O que explica a grande mobilização da greve de 2004 e a desmoblização que existe hoje? Em 2004 foi o momento em que toda uma geração de trabalhadores mais antigos que tinha esperança no PT percebeu que o governo não estava do seu lado e foi à luta, ao lado de uma geração de trabalhadores mais recentes que percebeu que o trabalho nos bancos federais não era o que imaginavam e teriam que lutar para melhorar. Era um momento em que a economia brasileira e mundial estava se recuperando da crise anterior (2000 e 2001) e havia margem de manobra para fazer concessões. No momento atual aquela geração de trabalhadores mais antigos não está mais nos bancos, afastada pelas reestruturações, ou desanimou e não acredita mais na luta, e os
trabalhadores mais novos foram cooptados pelas mesmas reestruturações com cargos e promessas de cargos, e trocou a luta coletiva pela busca de saídas individuais. Tudo isso explica as baixas participações nas campanhas. Ao mesmo tempo, todos continuam vivenciando um cotidiano insuportável, o que faz com que vejam na greve um alívio. Por outro lado, vivemos num momento de crise do capitalismo mundial, com reflexos ainda suaves no Brasil, mas que não tem perspectiva de solução à curto prazo e cujos efeitos devem se agravar. Assim, fica cada vez mais claro que o alívio temporário de não ir trabalhar na greve é insuficiente e é preciso lutar. Isso explica explosões localizadas de rebeldia como a que tivemos na assembleia do ano passado (para falar apenas na nossa categoria, e sem mencionar o processo que os servidores públicos federais acabaram de passar). Precisaremos na discussão de balanço retomar algumas dessas questões mais
estruturas e atualizar um pouco da análise que temos sobre a categoria, contida na tese que desenvolvemos em 2009. Resumindo, a nossa política tem que ser ao mesmo tempo de propagando, ou seja, falar de questões estruturais (somos o único setor do movimento que ainda fala em estatização do sistema financeiro, sob controle dos trabalhadores), chamar a uma organização permanente e continuada depois da campanha, discurso para atingir aquele setor que está apático; e ao mesmo tempo temos que fazer alguma agitação e falar também ao setor que está disposto a ir à luta, indicando palavras de ordem de luta que podem motivá-los a tentar tirar a campanha das mãos da burocracia. Essa luta por uma campanha democrática é o que pode fazê-los se chocar com a direção do sindicato (e sua oposição consentida, conveniente e conivente) e concretizar uma experiência com esses dirigentes, que os faça depois compreender o nosso discurso sobre as
questões estruturais e a organização ao longo do tempo. Essa é a lógica por trás do panfleto tal como o montamos. Está longe do ideal, pois não tivemos condições de fazer mais materiais ao longo do ano e agora no momento da campanha nossos recursos financeiros e forças militantes estão escassos. Mas enquanto à vida à esperança. Estou repassando essa mensagem também para os companheiros do RJ, para que possamos ir dialogando e recebendo também contribuições para a elaboração da nossa política (como a do e-mail anterior que repassei), até que se integrem à nossa lista, se decidirem fazê-lo.
A título de informe, foi feita nessa quarta-feira a panfletagem no prédio São Bento do BB com o material restante da Frente.
Saudações
Daniel
PS. Muita força para o Rodrigo na recuperação!
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“So, understand! You waste your time always searching for those wasted years!
Face up! Make your stand! And realize your living in the golden years!”
“Então, entenda! Você perde seu tempo sempre buscando por aqueles anos perdidos!
Encare! Tome uma posição! E perceba que você está vivendo nos anos dourados!”
Iron Maiden, “Wasted Years”
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Texto do panfleto:
LOGOTIPO “A VOZ DO BANCÁRIO”
Endereço do blog e e-mail:www.bancariosdebasesp.blogspot.com bancariosdebase em yahoo.com.br
Título do panfleto: CAMPANHA SALARIAL 2012
Subtítulo: Não há crise para os banqueiros e governo: Reposição de perdas e 24% de reajuste já!
A pauta rebaixada da atual diretoria do sindicato só faz bem aos banqueiros e ao governo. A Presidenta do Sindicato de São Paulo, Osasco e Região declarou que: “Os maiores bancos do setor passaram de R$ 4,6 bi de lucro no ano 2000 para R$ 53,4 bi em 2011. Em pouco mais de dez anos tiveram crescimento de 1.054% (ou 471% se descontada a inflação do período). Ou seja, não há crise para os bancos no Brasil e os bancários, responsáveis por esse excelente resultado, sabem disso e querem sua parte”, concluiu.” Soa como escárnio esta declaração, quando, na mesma ocasião, a dirigente do maior sindicato do país apresenta como vitória o pseudo “aumento real” de 13,93% de 2004 a 2011!!!
Isso sem falar que a pauta entregue ao governo e aos banqueiros nesta campanha salarial de 2012, assim como as pautas da CUT dos anos anteriores, não contempla as perdas dos bancários do setor privado, e muito menos dos trabalhadores do setor público, cujos salários valem a metade do que valiam em julho de 1994, nem discute uma série de reivindicações históricas da categoria, como a estabilidade para os bancários dos bancos privados, fim das metas, fim da terceirização, etc.
PT = Governo = banqueiro = CUT = Sindicato = pauta rebaixada. De um lado as várias campanhas salarias seguidas em que não há conquistas (só a mentira do “aumento real”) fazem com que os trabalhadores deixem de acreditar no sindicato e se afastem cada vez mais; de outro os dirigentes sindicais se aproveitam disso para não fazer nenhum tipo de resistência, mobilização e organização ao longo do ano, de modo que não haja mesmo participação dos trabalhadores na preparação da campanha. A pauta entregue pelo sindicato foi elaborada numa conferência composta apenas de dirigentes sindicais, afastados do trabalho, que não vivenciam a realidade do bancário. Estava presente o próprio governo, patrão da metade da categoria
bancária, na pessoa do Ministro do Trabalho Brizola Neto. Nessa conferência foi tirado o índice de reajuste de 10,25%, que nem sequer foi submetido à assembleia na maior parte do país.
Isso mostra que os dirigentes do sindicato, ligados à CUT, que por sua vez é controlada pelo PT, estão mais preocupados em obedecer o governo, que também é do PT. Desde a crise de 2008, os banqueiros receberam dos governos do PT mais de R$ 160 bilhões de reais para continuarem a fazer verdadeiras orgias financeiras com recursos públicos. Outra prova de parceria do PT e os banqueiros foi a mudança nas regras da poupança que rebaixou o rendimento, barateando a matéria prima dos bancos, que é o dinheiro. Com a mesma medida, o governo do PT permitiu que os títulos públicos da dívida voltassem a serem interessantes para os bancos, os maiores investidores, como forma de “compensar” a queda dos juros.. O governo diminuiu o “spread” de um lado, mas por outro, deu mais segurança ao patrimônio dos bancos, usando dinheiro público. Já, para os bancários
só resta a demissão, tratamento por remédios de tarja preta e arrocho salarial.
Pauta que atenda às necessidades bancários: somente pela luta! Nem tudo está perdido, ainda podemos salvar a nossa campanha salarial. Desde que haja luta podemos colocar em discussão uma pauta que atende os reais interesses dos bancários:
- reajuste de 24% (que corresponde às perdas dos bancários do setor privado);
- plano de reposição de perdas salariais para os bancários dos bancos públicos federais:
- PLR linear distribuída igualitariamente para todos os bancários;
- isonomia de salários e de direitos para bancários que executam o mesmo serviço, nivelando por cima;
Por uma campanha democrática e sob controle da base! Companheiros, vivemos um momento de grande importância na vida de cada bancário, por tratar-se de questão que diz respeito ao seu sustento e de sua família e também de sua vida diária no local de trabalho. Um momento fundamental no desafio coletivo do bancário que é a data base da categoria.
É nesse momento que se dá o encontro “olho no olho”, onde os trabalhadores, que são a parte que produz a riqueza, vão tratar de seus interesses e seus problemas com o patrão, que é a parte que se apodera da riqueza produzida.
Eles vivem a bolar planos para ganhar mais e mais dinheiro a qualquer custo, não se importando com as condições de trabalho ou demissões. Fazem isso o tempo todo, dia e noite. Nós somos aqueles que têm que colocar em prática os planos deles, mesmo em condições precárias, com muitos casos de adoecimento e sem sequer pensar no cliente e seus direitos. Somos ameaçados se tentamos argumentar ou questionar seus planos de se entupir de dinheiro. Nos tratam como se não fôssemos capaz de pensar, nos amordaçam e não temos voz com o patrão!
Por isso, companheiros, nessa batalha que agora travamos com os patrões é fundamental que tenhamos voz! Que tiremos a mordaça que ele nos impõe! Que haja espaço e tempo para que, de maneira democrática, a categoria possa coletivamente demonstrar que, além da força de trabalho, também temos planos sobre como compartilhar a riqueza produzida por nós.
Nas últimas campanhas salariais, o modo como foram conduzidas as assembléias não abriu espaço para que o bancário pudesse se expressar. Ao contrário, continuávamos com a mordaça ao termos que ouvir passivamente os intermináveis informes da diretoria do sindicato.
É preciso e necessário mudar isso! Que nessa campanha salarial as assembléias não sirvam apenas para passar os informes da diretoria como se a assembléia fosse um aparelho de televisão. É preciso resgatar a fundamental importância da assembléia na condução de nossa luta, sendo um local onde não se tenha apenas informes, que são extremamente importantes para tomada de decisão, mas que o bancário tenha espaço para trazer suas preocupações sobre os rumos da campanha e também propostas para construir um movimento democrático, solidário e mais forte.
Assembleias em que a base organize a campanha. Há um sentimento de desconfiança dos trabalhadores em relação às últimas campanhas salariais, pois todos sentem que poderiam ter sido mais fortes. Os trabalhadores sentem que havia um roteiro pronto a ser seguido, e nós éramos apenas marionetes naquele jogo de cena. Uma das cenas era a mudança do horário das assembléias para a noite, para que os fura greves pudessem votar contra nós e acabar com a greve sem ter que parar de trabalhar. Outra cena é a de bancários em greve exaustos por acordarem cedo para fazer piquetes, convencimento aos demais bancários e população e depois enfrentarem o trânsito da metrópole com pouca possibilidade de intervenção na assembléia. Por isso defendemos a tática que foi consagrada na grande greve de 2004: assembleias às 14:00!
Não às mordomias para fura greves! Que a assembléia seja um local de debates e organização da greve e que tenha papel ativo na construção de um movimento forte e com democracia para que os lutadores atuem com a confiança necessária para poder vencer. A base precisa ter direito de falar e fazer propostas. As propostas da base tem que ser debatidas e votadas. As votações tem que ser respeitadas.
No ano passado a assembleia votou propostas que a diretoria não acatou, conforme vídeos na internet (procurar no youtube: “05.10.2011 - assembléia de bancários em São Paulo - segunda votação”). Não podemos permitir que isso se repita, e para isso é preciso que o maior número de bancários esteja nas assembleias. Defendemos:
- assembléias unificadas da categoria até o final da greve e no horário das 14:00!;
- que os representantes na mesa de negociação sejam eleitos em assembleia com mandato revogável;
- que não se assine nenhum acordo com desconto ou compensação das horas.
Unificar a nossa luta com as dos demais trabalhadores! Temos que aprender com as lições da luta de outras categorias. Os funcionários públicos federais que entraram em greve recentemente poderiam conquistar muito mais se unificassem suas ações. Na nossa campanha, precisamos unificar a nossa luta com a de outros trabalhadores, buscando unificar calendários, piquetes, comando de greve. Correios e petroleiros também têm o mesmo patrão, o governo federal, e precisamos buscar formas conjuntas de derrotá-lo. Os Correios têm indicativo de greve para 11 de setembro. Essa data deveria ser a referência para a nossa greve.
Lutar por um outro projeto para os bancos! O assédio moral e a superexploração que estamos vivenciando todos os dias não são resultado da maldade deste ou daquele gerente, não podem ser resolvidos por meio de mesas de “enrolação permanente” nem de “comissões de ética”. O assédio é resultado de uma política geral dos bancos.É por isso que as PLRs futuras tem que ser discutidas em acordo separado, fora da campanha salarial. A campanha é por salário e não podemos depender do lucro dos bancos. Salário é para a vida inteira e tem que ser revalorizado!
Precisamos discutir um projeto de banco público dos trabalhadores, que não esteja voltado para a concorrência comercial com os bancos privados, para a extorsão dos clientes via tarifas, “produtos” e juros, e que não pratique a superexploração dos funcionários.
Os bancos ganharam muito dinheiro sempre e agora que isso pode diminuir num período de crise os governos querem que os trabalhadores paguem o prejuízo. Precisamos recolocar em pauta como uma luta de toda sociedade a estatização do sistema financeiro sob controle dos trabalhadores.
Continuemos organizados!Para termos uma greve de verdade seria preciso preparação e organização ao longo do ano, que a diretoria do sindicato não realizou. Nós do Bancários de Base propomos que os trabalhadores se reúnam, busquem formas de se organizar, elejam representantes combativos, delegados sindicais, cipeiros, etc., que ao longo do ano mantenham a organização e a resistência. Somente assim poderemos chegar com força na campanha salarial.
Esse é o propósito do coletivo Bancários de Base. Somos trabalhadores que estão no dia a dia das agências e departamentos, enfrentando a cobrança dos gerentes, o excesso de clientes e a sobrecarga de serviço. Nos reunimos periodicamente para discutir maneiras de mudar essa realidade. Elaboramos nossos panfletos com nossos próprios recursos e divulgamos nossas idéias em nossa página na internet: www.bancariosdebases.blogspot.com.br Entre em contato: bancariosdebase em yahoo.com.br
FIM DO PANFLETO
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On Qua 29/08/12 05:36 , Utopia utopia_s em yahoo.com.br sent:
Olá a tod em s!
Como já previsto, governo, midia e burocracia, entre outros fatores levaram a greve dos federais em seus diversos ramos ao desgaste junto à opinião pública e enfraquecimento quanto à mobilização. Não esquecer que estamos falando de um setor do funcionalismo majoritariamente com renda média acima de $ 6.000 reais. Isto afasta nossas possibilidades de movimento em conjunto com esse setor e nos coloca em situação de igualdade com outras campanhas, onde temos de "mendigar'' unidade de ação com correios, petroleiros, etc, o que raramente aconteceu nos últimos anos e mesmo assim de forma pífia, com a base querendo e tentando construir tal unidade e a"direção' boicotando.
Por outro lado a categoria bancária como nos anos anteriores se encontra desmobilizada. Em privados, greve não existe. Nos públicos ela existe muito parcialmente na CAIXA e pior ainda no BB (nacionalmente). Nos bancos públicos menores , mesmo quando fortes, têm efeitos localizados, sem repercussão nacional. Pois é, já assistimos tal filme antes e nunca gostamos. Ou a categoria de conjunto constrói uma mobilização de fato, a partir dos locais de trabalho, com olt(s) funcionando, disputando e avançando na consciência, num trabalho lento mas consistente, etc, etc , ou pioraremos a cada campanha, como vem ocorrendo, infelizmente. Fora isto, restaria-nos '' a expontaneidade das massas", ou algo parecido como 2004.(que de conjunto, não soubemos lidar e muito pouco ou quase nada fizemos de aprendizado).
Peço que seja enviada uma sistematização do material existente para nosso panfleto. Quanto à gráfica, mais uma vez nos propomos a ver o operacional quanto à diagramação, arte, impressão etc mais orçamento, sem problemas. Por outro lado turma, quanto ao nosso dia-a-dia nos locais de trabalho assédio, doenças profissionais, ambientes com relações desgastadas, disputas e competições, descasos e discriminações com usuários e clientes baixa-renda, juros e tarifas exorbitantes (sim), interposição fraudulenta de mão-de-obra, excesso de trabalho, banco de horas (de sangue), privatização disfarçada e explicita nos públicos, demissões nos privados, etc etc continuam e se intensificam.
Valeu e até!
PS. O Rodrigo finalmente está em casa, bastante debilitado, mas com muita vontade de se restabelecer e estamos com ele.
Penso também (assim como os comp em s) que temos sim de cuidar da intervenção da Rosana na Cid de Deus com muito carinho, trabalho efetivo e consequência.
"O povo unido é povo forte. Não teme a luta, nem teme a morte".
" All power to the people".
Mais detalhes sobre a lista de discussão Bancariosdebase