[Bancariosdebase] Calendário de lutas para construir a GREVE POR TEMPO INDETERMINADO

Márcio Cardoso marciocarsi em yahoo.com.br
Sexta Abril 26 20:15:13 UTC 2013


Prezados companheiros, manos e minas.

Segue o plano elaborado pelos bancários do coletivo Bancários de Base para a assembleia aqui em São Paulo na segunda, dia 29/04, em que já fazemos campanha na base.

Um forte abraço.

Márcio.

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> Para: marciocarsi em yahoo.com.br
> Assunto: Enc: Calendário de lutas para construir a GREVE POR TEMPO INDETERMINADO
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> Assunto: Calendário de lutas para construir a GREVE POR TEMPO INDETERMINADO
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> Prezados colegas.
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> Este material é fruto da compreens ão da luta contra o novo plano de funções que atinge a todos, inclusive escriturários, caixas e as pessoas de função de confiança. Cada um a seu modo e de algum jeito. Este material foi elaborado em reunião com bancários de concentrações e agências engajadas na lita contra o novo plano de funções.
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> De cara: nós, do Coletivo Bancários de Base somos contra a paralisação de 24 horas no dia 30/04 por acreditarmos que não terá nada prático neste sentido (exceto tomarmos 308 no dia 30/04 e 01/05, que é um feriado) . Isso está bem explicado no material abaixo;
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> Para fazer frente, a partir de agora, ao plano de funções, somente com greve por tempo indeterminado, que deve ser construído na base, e não decretado por dirigentes petistas biônicos encastelados numa "entidade" chamada "Comando". Nestes sentido apresentamos o seguinte calendário que levaremos a assembleia:
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> 07/05- reunião/posse dos delegados sindicais, cuja a pauta seja luta e explicação sobre o novo plano;
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> 15/05 - Plenárias regionais, também para explicar e preparar as pessoas das agências contra o Plano de funções;
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> 22/05 - Assembleia pra avaliara o movimento  e discutir o indicativo de greve por tempo indeterminado;
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> 29/05 - Assembleia de deflagração da Greve por tempo indeterminado a partir do dia 30/05.
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> Porém, o mais importante é que cada um de nós estejamos presentes na assembleia no dia 29/04 e aprovar a proposta  deste calendário de lutas.
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> Leia o material abaixo com muita atenção.
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> Um forte abraço.
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> Márcio Cardoso.
> Delegado Sindical
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> A VOZ DO BANCAÅ ”IO - Coletivo Bancários de Base
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> 6 H JÁ SEM REDUÇÃO DE SALÁRIO! NÃO AO PLANO DO BANCO!
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> TODOS À ASSEMBLEIA DIA 29, ÀS 19H, NA QUADRA!
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> ORGANIZAR A BASE PARA A RESISTÊNCIA CONTRA O PLANO DE FUNÇÕES!
> ​Desde janeiro o BB està ¡ tentando impor um novo Plano de Funções que visa reduzir a jornada de diversos cargos para 6 horas (o que está na CLT), mas com redução do salário, e sem o pagamento da justo e legal da 7ª e 8ª horas, devidas como extra, pelos anos anteriores, que muitos já vinham ganhando na justiça. Mesmo depois de meses a maioria dos funcionários que são público alvo ainda não aderiram, o que mostra que o Plano é ruim e um fracasso!
> ​Mas para que o plano seja definitivamente derrotado e retirado pelo BB, é preciso muito mais do que a resistência isolada de milhares de trabalhadores, é preciso um movimento forte e unificado Enc: Repassede todo o funcionalismo!  Já tivemos paralisações de 24 horas em São Paulo e outros locais do país, além de atos e protestos diversos, mas isso ainda não foi suficiente. Est á claro que o plano somente será derrotado por meio de uma Greve Nacional por Tempo Indeterminado de Todos os Trabalhadores do Banco do Brasil!
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> Ao invés disso, a direção do movimento sindical, centralizada pela Contraf-CUT, está chamando mais uma paralisação de 24 horas para o dia 30/04. Discordamos radicalmente dessa proposta pois, como dissemos, mais uma paralisação de 24 hs é insuficiente para derrotar o plano! Os dirigentes estão colocando as coisas de cabe ça para baixo, assim como fazem nas campanhas salariais. Uma greve n ão pode ser o ponto de partida, deve ser o ponto de chegada, o ato final de um processo de mobilização, a máxima demonstraà §Ã£o de força dos trabalhadores! Uma greve precisa ser construída e deve ser resultado final de um plano de lutas!
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> Para ter reais condições de derrotar o Plano é preciso envolver todo o conjunto do funcionalismo, não só os assistentes, mas também caixas, escriturários, atendentes, analistas, etc. E para envolver o conjunto do funcionalismo, é preciso deixar claro que o Plano afeta todos, pois ao reduzir e congelar salários reduz a contribuição patronal e funcional para CASSI e PREVI, com graves impactos futuros. Mais do que isso, o Plano não é simplesmente produto do desatino de alguns diretores, é parte de um projeto geral, que está sendo aplicado nos bancos públicos pelo Governo Federal . Esse projeto é responsável pela gestão privatista, que trata os bancos públicos como bancos comerciais. Não é preciso vender as ações do BB para tratá-lo como um banco privado, a atual gestão já faz isso! No nosso dia a dia esse tipo de gestão resulta em desrespeito aos clientes, cobrança de metas, assédio moral sistemático e institucionalizado como forma de gestão, rebaixamento dos salários, direitos e benefícios, sobrecarga de serviços, falta de condições de trabalho, adoecimentos, etc. Todos os funcionários, todos os dias, sentem as consequências desse projeto. Esse projeto atinge todo o conjunto do funcionalismo e portanto a luta contra ele e contra o Plano é uma luta de todos!
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> Como parte desse processo de luta, é dever do Sindicato realizar reunià µes em todas as agências e locais de trabalho, explicando porque o plano não serve, sua vinculação com o projeto geral, a gestão privatista e a necessidade de derrotá-lo. É para isso que existe o Sindicato, que tem dezenas de diretores, funcionários, gráfica, etc.! É preciso lançar boletins e cartilhas, realizar seminários, reuniões de delegados sindicais, plenárias e assembleias, até envolver o conjunto do funcionalismo e criar reais condições de derrotar o Plano!
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> É preciso resgatar a verdadeira reivindicaà §Ã£o dos funcionários: jornada de 6 horas para todos e sem redução de salários, bem como o pagamento da 7ª e 8ª horas com 50% de horas extras devidas pelos anos anteriores! Da mesma forma, é preciso colocar em pauta as demais reivindicações dos funcionários do BB que ano após ano, campanha após campanha, são “esquecidas” pelos dirigentes sindicais da Contraf-CUT: reposição de perdas acumuladas, isonomia entre funcionários novos, antigos e incorporados, garantindo-se o que for mais vantajoso para o trabalhador; fim da lateralidade e volta do pagamento das substituições, por um  Plano de Cargos e Salários, que atenda os interesses do funcionalismo, como a volta dos interstícios de 12 e 16%, anulação da reforma estatutária da CASSI de 2007 e pagamento da dívida do BB; direitos do Plano 1 da PREVI para todos, etc.
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> A direà §Ã£o do sindicato deve encaminhar as deliberações da assembleia de 25/02 e formar os grupos homogêneos para ações coletivas! No Pará, graças a uma ação judicial do sindicato local (que também é da CUT), o plano foi anulado, os funcionários foram “desmigrados” para a carreira antiga e novas adesões foram bloqueadas no sistema. O mesmo resultado tem que ser obtido por sindicatos maiores e mais fortes, como o de São Paulo!
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> ​Por último, ressaltamos que esse método do Comando Nacional em fazer negocia ções e decidir sobre paralisações em reuniões entre quatro paredes na cúpula das centrais sindicais é uma aplica ção do Acordo Coletivo Especial (ACE), antes mesmo de ser aprovado. Esse acordo permitirá que os sindicatos assinem acordos abaixo do que está garantido na CLT (o que já é possível pela lei atual), mas sem sequer passar por assembleia! Por isso é uma questão de princípio para os trabalhadores impedir a aprovação do ACE e lutar contra os métodos de decisão pela cúpula, resgatando a soberania da base e das assembleias!
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