[Bancariosdebase] Fwd: panfleto sobre as 6 horas no BB

Utopia utopia_s em yahoo.com.br
Quarta Janeiro 30 22:14:53 UTC 2013


Olá a tod em s!Pessoal, tenho acordo no conjunto do documento e penso que ele expõe bem a situação da categoria no que diz respeito aos desmandos  patronais e conivência dos burocratas e paralisia da oposição consentida. Apenas gostaria de sugerir a vinculação com a propostados pelegos do ABC, quanto ao "acordado"/legislado retirando direitos e agraciando patrões "como nunca se viu neste pais". Na real os bancos oficiais tanto BB como CAIXA, já vêem de bom tempo antecipando tal aberração para a classe na prática.   Também penso ser interessante enfatizar a necessidade do bancário individual e coletivamente deixar de esperar pelos seus "dirigentes", no sentido da auto-organização a partir dos locais de trabalho e tomarmos a história na mão. Continuar na mesma toada, esperando que as entidades façam oque deveria ser o seu papel de forma passiva só irá facilitar o aprofundamento da nossa já insuportável situação. Finalizando
 quanto ao tema, gostaria que os comp em s levassem na sábado dia 02, umpouco do material, para que possamos trabalhá-lo pelo menos nas principais unidades do BB em Osasco e talvez região. 








--- Em ter, 29/1/13, Márcio Cardoso <marciocarsi em yahoo.com.br>
 escreveu:

De: Márcio Cardoso <marciocarsi em yahoo.com.br>
Assunto: [Bancariosdebase] Fwd: panfleto sobre as 6 horas no BB
Para: "bancariosdebase em lists.aktivix.org" <bancariosdebase em lists.aktivix.org>
Data: Terça-feira, 29 de Janeiro de 2013, 23:32

Segue proposta de panfleto sobre a jornada de 6 horas no BB. Aguardo o posicionamento dos camaradas.

Márcio
> RESPEITO AO DIREITO DOS BANCÁRIOS NA LEGISLAÇÃO: JORNADA DE 6 HORAS SOMENTE SEM REDUÇÃO DE SALÁRIO.
> 
>  
> 
> O governo federal junto com o sindicato cutista elaboraram um novo plano de cargos comissionados (PCC) que penalizam os bancários pela luta ao respeito pela jornada de 6 horas conquistados há 80 anos. Por anos a fio, os bancos usam a formalidade de cargos em comissão para burlar a
 efetivação desta conquista.
> 
> Nos últimos anos, diversos colegas em várias partes do país ingressaram no judiciário para ter seu direito respeitado e estão impondo ao Banco sucessivas derrotas. Antes, quem reclamava no judiciário eram funcionários que acabavam por se aposentar...mas agora, os funcionários da ativa encostam o Banco na parede nos tribunais. Diante de um horizonte cheio de derrotas judiciais, o governo precisava cessar o crescimento do passivo trabalhista. Para isso, conta com o servil sindicalismo da CUT, assinando um acordo que suspende as ações judiciais por 180 dias, e prevê a instalação das comissões de conciliação voluntária (CCV) em dezembro de 2012, pelas costas dos trabalhadores.
> 
> Sem qualquer tipo de organização do sindicalismo governista, o Banco impôs o novo PCC desde o dia 28 de janeiro, segunda feira, que apresenta duas principais funções:
> 
>  
>
 
> 1-      Acabar com o passivo trabalhista inviabilizando a reclamação dos direitos trabalhistas no judiciário, por meio de assinatura de “termo de opção de migração”,  e pelos acordos assinados entre a CUT e governo;
> 
> 2-      Reestruturação corporativa, uma vez que, com a redução de salários sem aumento da dotação de pessoal, diminuirá ainda mais os gastos com salários, aumentando a lucratividade com o banco, fazendo mais, com menos.
> 
>  
> 
> OS EFEITOS DO NOVO PCC.
> 
> O principal efeito é a redução da jornada com a redução dos salários, que é de pelo menos  6/8 do salário anterior. Até o presente momento, presenciamos Assistentes de São Paulo com descontos que vão de R$ 400 à R$ 1000, e esta variação depende do cargo e a quanto tempo o funcionário exerce a função.  Os bancários de 8 horas que migraram
 para Funções de Confiança  (FC) também sofrerão redução no futuro.
> 
> Uma vez reduzidos os salários, isso traz desdobramentos bem concretos:
> 
> a-      Reduz o valor pago na PLR, uma vez que  a remuneração é a base de cálculo do montante a ser recebido por cada funcionário. Se a distribuição de lucro fosse linear não haveria este problema;
> 
> b-      Reduz o valor recolhido para a CASSI. O que pode provocar, num futuro não tão distante, mais um debate sobre aumentar a coparticipação dos funcionários, como foram em 2007;
> 
> c-       Reduz a contribuição para a PREVI, impactando na diminuição dos benefícios futuros;
> 
> d-      Aumento de adoecimentos e assédio moral provocado pelo aumento vertiginoso da intensidade do trabalho, visto que não haverá aumento da dotação.
>
 
>  
> 
> O QUE FAZER?
> 
>  
> 
> O governo não quer discutir com o funcionalismo o novo PCC sob a argumentação de que o tema é objeto exclusivo “de gestão”. É a assunção nua e crua de que o governo entende que os bancários do Banco do Brasil são propriedade dele, que pode dispor do mesmo jeito como qualquer ativo da empresa , como equipamentos, prédios e veículos, etc.
> 
>  
> 
> Temos que retomar as nossas vidas sob nosso controle novamente. Para isso, é necessário que organizemos a luta coletiva e organizada, numa forte mobilização nas plenárias / assembleias nesta semana.
> 
>  
> 
> Para viabilizar isso, o Coletivo Bancários de Base apresenta as seguintes propostas:
> 
>  
> 
> 1-medida judicial (liminar) que impeça o Banco de continuar aplicando o novo PCC unilateralmente para que o
 funcionalismo ganhe tempo;
> 
> 2-calendário de luta que envolva todo funcionalismo, com ações que vão desde atos até uma greve do funcionalismo.
> 
> 3-Comissão de base composto por bancários das principais bases do país, eleitos em assembleia, para negociar com o BB.
> 
>  
> 
> VAMOS TODOS MOSTRAR PARA O GOVERNO QUE ELE NÃO É DONO DE NOSSAS VIDAS.
> 
>  
> 
> Bancários de Base , janeiro de 2013.
> 
>  
> 
>  
> 
> 
> -- 
> Acesse www.espacosocialista.org.br
>             www.frentenacionaldeoposição.org
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