[Bancariosdebase] Digest Bancariosdebase, volume 41, assunto 6

Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva marciocarsi em yahoo.com.br
Sexta Maio 3 15:06:03 UTC 2013


Caro Israel.

Penso que a palavra de ordem deve ser JORNADA DE 6 HORAS, SEM REDUÇÃO DE SALÁRIO. Proporia também, o balanço negativo que foi esta paralisação placebo e a lógica de minar a capacidade. De reação do funcionalismo . De resto, tá muito bom.

Abracos

From: Israel Fernandez Junior <israelfernandezjr em gmail.com>; 
To: Bancários de Base Novo <bancariosdebase em lists.aktivix.org>; israelfernandezjr em bb.com.br <israelfernandezjr em bb.com.br>; 
Subject: Re: [Bancariosdebase] Digest Bancariosdebase, volume 41, assunto 6 
Sent: Fri, May 3, 2013 12:38:56 PM 

Companheiros,

Primeiro ajustuando o foco da questão.

O principal e prioritário  é a mobilização dos trabalhadores do BB contra
esse ataque enorme que o patrão quer nos impor.

Entendemos que é o segundo grande golpe que esfacela o funcionalismo
aprufudando sua divisão no que diz respeito a isonomia de direitos. O
primeiro foi em 1997/98 com a criação dos pré e pós 98. Esta segunda
empreitada do patrão (sob o governo do PT) é bem mais complexo e já
trabalha em cima dos resultados da divisão do primeiro.

Entendemos que não devemos negociar esse plano. DEVEMOS RECHAÇÁ-LO!

Essa palavra de ordem é fruto do meu desejo?

Um dos método que usamos além de analisar a conjuntura, etc, é ouvir os
trabalhadores. Dos vários segmentos que pude fazer isso (assistentes,
analistas, gerentes do BB e do BNC), todos falavam em perdas. Ninguém
comentou algo positivo do novo plano. É nesse sentido que apontamos. Fomos
além da negação do plano e ousamos colocar em debate uma proposta baseada
em nossa análise com a leitura que fazemos em nossos locais de trabalho,
dos contatos que temos em outros estados, da movimentação das centrais
sindicais, de como o patrão tem atacado os trabalhadores em deversas
frentes, das outras categorias e movimentos sociais. Vamos aprofundar isso
depois pra manter a objetividade.

Há disposição de luta dos trabalhadores com São Paulo saindo na dianteira.
Há também uma dinâmica de construção, crescimento e arrefecimento dessa
luta. As centrais sindicais como centralizadoras e unificadoras das lutas,
além de referência como direções do movimento, apontam para uma luta
entrando derrotada ao querer negociar esse plano. Por acaso percebem eles
algo de bom nesse plano? Ou em suas bases, onde imagino que devam fazer
ampla discussão PRESENCIAL, os trabalhadores indicaram algo de bom a essas
direções para que pudessem em uma mesa de negociação tentar extrair algo de
bom para nós?


Em 3 de maio de 2013 01:41, <bancariosdebase-request em lists.aktivix.org>escreveu:

> Enviar submissões para a lista de discussão Bancariosdebase para
>        bancariosdebase em lists.aktivix.org
>
> Para se cadastrar ou descadastrar via WWW, visite o endereço
>        https://lists.aktivix.org/mailman/listinfo/bancariosdebase
> ou, via email, envie uma mensagem com a palavra 'help' no assunto ou
> corpo da mensagem para
>        bancariosdebase-request em lists.aktivix.org
>
> Você poderá entrar em contato com a pessoa que gerencia a lista pelo
> endereço
>        bancariosdebase-owner em lists.aktivix.org
>
> Quando responder, por favor edite sua linha Assunto assim ela será
> mais específica que "Re: Contents of Bancariosdebase digest..."
>
>
> Tópicos de Hoje:
>
>    1. Re: RES: [oposicao_bancaria] Coalização MNO?B-SP,
>      Articulação, CTB, e INTERSINDICAL con?tra os bancários
>      (Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva)
>
>
> ----------------------------------------------------------------------
>
> Message: 1
> Date: Fri, 3 May 2013 01:32:34 -0300
> From: Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva <marciocarsi em yahoo.com.br>
> To: "oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br"
>        <oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br>,        FNOB
>        <frentedeoposicaobancaria em yahoogrupos.com.br>,  Frente
>        <FNOB em yahoogrupos.com.br>,      "bancariosdebase em lists.aktivix.org
> "
>        <bancariosdebase em lists.aktivix.org>
> Subject: Re: [Bancariosdebase] RES: [oposicao_bancaria] Coalização
>        MNO?B-SP, Articulação, CTB, e INTERSINDICAL con?tra os bancários
> Message-ID: <9147B5F6-B36F-4E38-87A1-1D35AADAFCC8 em yahoo.com.br>
> Content-Type: text/plain;      charset=utf-8
>
> Prezados companheiros, manos e minas.
>
> Camarada Bento
>
> Começo pela seguinte alegação que me preocupa. O que vc quer dizer com a
> alegação "Só posso falar que se fosse no movimento operário o Daniel tinha
> apanhado feio da peaozada, mas bancários são mais calmos " . Isso é uma
> ameça física subliminar? Faço esta pergunta, por que bandidos e mafiosos
> como a Articulação costuma mandar provocadores e bate paus para intimidar
> qualquer possibilidade de que debates, contrários aos interesses dos capas
> burocratas, surjam, assim como os seguranças que a Articulação contrata
> para evitar que os bancários possam se manifestar em assembleia, impedindo
> o acesso ao microfone. É um esclarecimento que solicito ao PSTU
>
> Bento, não deturpe as coisas. Vc parece o Carlos Neri mandando os Boletins
> Patronais, cheio de afirmações que não condiz com a verdade e deturpa a
> realidade. Senão vejamos:
>
> 1- sabíamos da iniciativa dos companheiros de outro abaixo assinado
> dirigido a CONTRAF. No SAC, por exemplo, ajudamos a colher assinaturas, mas
> já tínhamos a divergência quanto a paralisação de 24 horas. Só não tínhamos
> documentado isso. Porém, mesmo assim, encampamos a campanha de iniciativa
> dos companheiros, pois o mais importante era ter a assembleia. A batalha
> política em torno das propostas ocorreria num segundo momento, mas tínhamos
> que garantir a assembleia;
>
> 2-Antes mesmo dos contraficantes anunciarem que teria assembleia (pois a
> orientação de paralisação no dia 30 veio antes da decisão do referendo nas
> assembleias) já fazia campanha por greve por tempo indeterminado, e já
> denunciávamos as paralisações placebo como uma tática dos contraficantes
> como forma de minar a resistência  do funcionalismo, ajudando o governo a
> consolidar o plano de funções, ao mesmo tempo que serviria como  factóide
> para dizer que mais tarde que os contraficantes são lutadores;
>
> 3- Quando saiu a decisão de assembleia, nós do Bancários de Base
> construímos um calendário de luta para justamente criar as condições
> subjetivas e objetivas para a construção de uma greve por tempo
> indeterminado. Este calendário foi apresentados em TODOS os lugares em que
> temos contatos e simpatizantes (que é diferente de militante) e em todos os
> grupos de e-mail em que participamos, inclusive aqui, nesta lista. E embora
> as manifestações aqui fossem pela paralisação no dia 30, como Bauru,
> apresentaram simpatia pela nossa proposta;
>
> 4-Ceará e RN não aderiram a paralisação placebo, pois os dirigentes e a
> base tiveram juízo e perceberam que não tinha condições de bancar uma
> paralisação de 24h para queimar a base. Sensibilidade esta que faltou ao
> MNOB/SP. Não precisa ser marxista para saber que não tinha estas condições
> aqui. Nas assembleias anteriores, tinham mais de 500 colegas. Nesta, que
> referendou a paralisação placebo, tinha menos de 100, e, mesmo assim,
> afirmaram categoricamente, que havia condições para a paralisação, quando,
> na verdade não tinha, e foi o que se mostrou na realidade.  E nós que somos
> ultraesquedistas ?
>
> 5-Já que estamos falando em marxismo, o marxismo do PSTU é diferente, pois
> ele pega a realidade de uma concentração na base para tirar política para
> toda a categoria em nível nacional!!!! Como se pode levar à sério uma
> organização que tem como método pegar apenas um, dos zilhões de elementos
>  e tirar política para o todo.  Que outras bases defendessem a paralisação
> no dia 30 é até aceitável, pois não tiveram os desgastes de várias
> paralisações que Sampa fez. Mas os "marxistas" do PSTU daqui não enxergarem
> que MAIS UMA paralisação placebo não contribuiria para nada, ou até
> pioraria as coisas; ou é esquerdismo, ou má fé.
>
> Mas estes itens são apenas provas de que a gente do Bancários de Base
> estávamos corretos, e estamos corretos. Se é verdade que somente uma greve
> por tempo indeterminado pode reverter esta situação; também é verdade que é
> necessário construir as condições objetivas e subjetivas para que ela
> ocorra, e isso só é possível por meio de um calendário de lutas, regado a
> muito propaganda do real alcance do novo plano de funções, pois,
> infelizmente, o funcionalismo pensa que o novo plano pega apenas os
> assistentes e analistas, quando, na verdade abrange todos os bancários do
> BB, inclusive caixas e escriturários e aqueles bancários que trabalham nas
> funções considerados pelo banco como  de confiança. Ocorre que o plano não
> pega a todos de forma igual, pois o governo dividiu para se impor. E neste
> quesito, o PT foi mais "marxista" que o PSTU  e o MNOB/SP (o que dá no
> mesmo).
>
> Um forte abraço.
>
> Márcio
>
>
> Acesse :http://frentedeoposicaobancaria.org/
> http://espacosocialista.org/portal/
>
> De: Bento Jose Cordeiro Damasceno Ferreira <
> bentojosedamasceno em yahoo.com.br>
> Para: oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br; FNOB <
> frentedeoposicaobancaria em yahoogrupos.com.br>; Frente <
> FNOB em yahoogrupos.com.br>; "bancariosdebase em lists.aktivix.org" <
> bancariosdebase em lists.aktivix.org>
> Enviadas: Quinta-feira, 2 de Maio de 2013 21:25
> Assunto: Re: RES: [oposicao_bancaria] Coalização MNO?B-SP, Articulação,
> CTB, e INTERSINDICAL con?tra os bancários
>
>
> Oi Marcio,
> Em primeiro lugar vamos dizer quem propôs a paralisação a nível nacional
> foi o MNOB através do abaixo assinado nacional dirigido ao Comando Nacional
> da CONTRAF.  Seria surreal nos defender contra a proposta porque a
> Articulação estava defendendo na assembleia e em todo o país.
> Segundo sua proposta é uma politica tipica da ultraesquerda. Levanta uma
> proposta que seria uma necessidade do movimento uma greve por tempo
> indetermianda, mas que não esta colocada para realidade. O marxismo nos
> ensinou que a realidade não muda somente pelo nosso desejo, temos que
> estudar as condições objetivas e subjetivas colocadas na realidade. Se sua
> proposta fosse vitoriosa não teriamos a greve de 24 horas e nem a de prazo
> indeterminada porque não existe condições para que ela seja deflagada. Mas
> para vcs no Espaço Socialista isso não tem a menor importância porque o que
> importa que vcs e que podem ter aproximado alguma pessoa com a propaganda
> da sua proposta. Nossa diferença é essa nos temos compromisso e disputamos
> a direção do movimento, vcs somente estãoe preocupados em fazer propaganda
> da suas propostas.
> Terceiro vcs ultrapassaram a barreira de classe quando foram nos piquetes
> panfletar suas propostas contra a greve de 24 horas. Ai vcs estavam de
> conteudo ajundando as pessoas que estavam contra a greve a furar a greve.
> Lembramos o piquete da São João tinha confronto com a policia e fisico com
> os fura greves. De que lado nenste momento estava o Espaço Socialista? Só
> posso falar que se fosse no movimento operário o Daniel tinha apanhado feio
> da peaozada, mas bancários são mais calmos.
> Quarto vc fala uma mentira Babi e Fefis que são do MNOB estavam na Verbo.
> O Moacir que é do MNOB estava no SAC. Não é responsabilidade do MNOB se o
> sindicato não estruturou como deveria o piquete do SAC e da Verbo. O
> argumento do RN e no Ceara não era contra a paralisacao, mas que nao
> haveria condições de faze-lo naquele momento. Imagine uma greve por tempo
> indeterminado.
> Espero que vcs reflitam sobre suas praticas lamentáveis nessa greve.
> Um abraco
> bento
>
> De: Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva <maarciocarsi em .com.br>
> Assunto: Re: RES: [oposicao_bancaria] Coalização MNOB-SP, Articulação,
> CTB, e INTERSINDICAL contra os bancários
> Para: "oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br" <
> oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br>, "FNOB" <
> frentedeoposicaobancaria em yahoogrupos.com.br>, "Frente" <
> FNOB em yahoogrupos.com.br>, "bancariosdebase em lists.aktivix.org" <
> bancariosdebase em lists.aktivix.org>
> Data: Quarta-feira, 1 de Maio de 2013, 23:23
>
>
> Camarada Juary.
>
> Vindo de vc esta "crítica" e a resposta da base a nossa proposta, so
> reforça que a gente esta correto. E depois, quem foi, na pratica contra a
> paralisação foi o próprio MNOB, que  estava ausente na Verbo Divino e no
> SAC, mas a gente estava lá. Eu, especialmente, estava solitário no  piquete
> do meu local  de trabalho (SAC) das 5:30 da manhã até as 8 da manhã. E foi
> como eu disse, quando o piquete se formou com mais pessoas, não houve
> NINGUÉM do MNOB, exceto pelo simpatizante que mencionei na última mensagem.
>
> Um forte abraço.
>
> Márcio
>
>
> Acesse :http://frentedeoposicaobancaria.org/
>
> http://espacosocialista.org/portal/
>
> De: Juary Chagas <juary.luis em uol.com.br>
> Para: oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br; 'Frente' <
> FNOB em yahoogrupos.com.br>; 'FNOB' <
> frentedeoposicaobancaria em yahoogrupos.com.br>;
> bancariosdebase em lists.aktivix.org
> Enviadas: Quarta-feira, 1 de Maio de 2013 23:03
> Assunto: RES: [oposicao_bancaria] Coalização MNOB-SP, Articulação, CTB, e
> INTERSINDICAL contra os bancários
>
>
> Márcio,
>
> Isso é vergonhoso. Uma assembléia da CATEGORIA aprovar greve e vocês
> distribuírem um panfleto contra a paralisação.
>
> Se vocês são a favor de outro calendário, que defendam na assembléia. Se
> vocês acham que a greve de 24h foi errada, escrevam um material fazendo o
> balanço depois. Mas depois que a categoria aprovou greve, no momento do
> enfrentamento, vocês fazerem isso, é pra lá de vergonha.
>
> Unidade com o Banco do Brasil, foi o que vocês fizeram na prática.
>
> De: oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br [mailto:
> oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br ] Em nome de Mÿffffe1rcio Cardoso da
> Silva
> Enviada em: quarta-feira, 1 de maio de 2013 22:59
> Para: oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br ; Frente; FNOB;
> bancariosdebase em lists.aktivix.org
> Assunto: [oposicao_bancaria] Coalização MNOB-SP, Articulação, CTB, e
> INTERSINDICAL contra os bancários
>
>
> Prezados companheiros, manos e minas
>
> Camarada Juliana.
>
> No que pese o "respeito" pelo que vc tem por nós , pelo Coletivo Bancários
> de Base e pelo Espaço Socialista, o mesmo não vimos com relação ao
> interesse dos bancários.
>
> Surpresos ficamos nós com a coalizão  formada entre o MNOB/SP,
> Articulação, CTB e INTERSINDICAL (esqueci alguém?) para aprovar uma
> paralisação placebo, que liga nada a lugar nenhum na assembleia.
>
> O Daniel esteve sim no piquete e estava fazendo a batalha política entre
> os companheiros da São João com o nosso material. A luta de classes não
> termina na Assembleia.
>
> A paralisação de 24 horas se mostrou  uma tática derrotada em São Paulo,
> SIM. Desgasta a base e a desmobiliza, SIM; ...etc.E isso comprovamos na
> prática. O MNOB-SP defendeu ardorosamente a proposta da CONTRAF-CUT, junto
> com a Articulação, mas a própria Articulação não disponibilizou material
> para a paralisação. E o que é mais sintomático. Nem na Verbo Divino, nem no
> SAC houve militantes do MNOB nos piquetes. O máximo que aconteceu é que um
> simpatizante do MNOB no SAC juntou-se no piquete a mim para convencer os
> companheiros de cumprirem decisão de assembleia, além do dos delegados
> sindicais. É evidente que eu também distribuí os panfletos, assim como o
> nosso militante na Verbo Divino também o fez. E tanto no SAC quanto na
> Verbo, as pessoas concordavam conosco
>
> Ainda que não comparecesse boa parte do funcionalismo ao trabalho (pelo
> menos no SAC não vieram mais de 100 pessoas, de 280 assistentes), isso não
> significa que a paralisação placebo tenha sido um sucesso, pois fizeram a
> paralisação de pijama. Todas as pessoas  que receberam o nosso panfleto
> (seja aquelas que entraram ou não) concordam com a nossa. proposta,
> inclusive os bancários da São João e da XV de Novembro. E talvez resida aí
> a indignação da companheira Juliana: Que a política do MNOB-SP de defender
> o calendário dos contraficantes estava errada, e que isso é uma constatação
> dos trabalhadores do local de trabalho dela. E disso poderá gerar um
> incômodo pedido de esclarecimentos de seus colegas de trabalho.
>
> E assim como o MNOB-SP está "indignado" com a batalha política do Daniel,
> assim também indignou os bandidos da Articulação. A Articulação, por meio
> do  Diretor Paulão, que veio da Nossa Caixa e contribuiu para rifar os
> trabalhadores daquele banco reduzindo salários e direitos, chamou o Daniel
> de fascista; e a mafiosa de primeira grandeza, a Raquel Kacelnikas (que
> também veio da Nossa Caixa) tentou retirar os panfletos da mão do
> companheiro, que estava exercendo o seu direito de livre manifestação. Mas
> para o MNOB isso não quer dizer nada. Aliás, há muito tempo denunciamos os
> conchavos entre o MNOB e Articulção, quanto ao uso do microfone nas
> assembleias restrito apenas as "forças políticas" (centrais sindicais),
> podando o direito de qualquer bancário exercer o seu livre direito de
> manifestação. E embora revindiquemos a CONLUTAS, nunca, absolutamente
> nunca, aceitamos este quesito para ter a palavra nas assembleias.A
> diferença é que agora, o conchavo serve nos piquetes também.
>
> Assim como a Articulação, o MNOB-SP tenta deturpar a nossa proposta.
> Rejeitamos a paralisação de 24 horas, sim, mas a nossa proposta é de
> construção de condições objetivas e subjetivas para um greve por tempo
> indeterminado, a única tática que nos resta para fazer com que o governo
> recue da implantação de redução e congelamento de salários. Daí o
> calendário de lutas proposto pela gente. Ao invés dos companheiros somarem
> conosco nesta empreitada, de tirar o movimento do controle da Articulação,
> simplesmente contribuíram para que as coisas continuem do jeito que estão,
> ao ponto de fazer coro com a Articulação na cólera contra a nossa proposta.
>
> O Coletivo Bancários de Base não estava sozinho na caracterização de uma
> paralisação placebo. Os bancários de Brasília rejeitaram a proposta.(mas
> aprovaram o estado de greve). No Ceará,também rejeitaram a proposta,
> conforme informe do Saraiva (mas fizeram uma manifestação no centro de
> Fortaleza), Em RN, o Sindicato rejeitou a paralisação placebo, mas fizeram
> um ato público em Natal.
>
> E para terminar, a necessidade de uma greve por tempo indeterminado ainda
> está colocada, e para isso é necessário um calendário. Nossa proposta ainda
> está de pé, mas, evidentemente, que as datas precisam ser trocadas e vamos
> dar uma batalha para que consigamos implementá-las.
>
> Para terminar, como o Daniel escreve melhor do que eu, é claro que ele vai
> responder. Mas eu só escrevi tudo isso para dizer que o problema não aqui
> não é pessoal, mas político.
>
> Bons tempos que eu e Daniel o  participavámos do MNOB (sobretudo antes da
> chegada do Bento e da Juliana na categoria) se enfrentava com a
> Articulação. Ainda bem que saímos do MNOB antes de ver esta "surpreendente"
> coalização.
>
> Um forte abraço.
>
> Márcio
>
> Acesse :http://frentedeoposicaobancaria.org/
>
> http://espacosocialista.org/portal/
>
>
> De: Juliana Oliveira <Julianacls em yahoo.com.br>
> Para: " oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br " <
> oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br >
> Enviadas: Quarta-feira, 1 de Maio de 2013 14:28
> Assunto: Re: RES: RES: [oposicao_bancaria] Calendário? de lutas para
> construir a GREVE POR TEMPO IN?DETERMINADO
>
>
> Márcio e demais camaradas,
>
> Apesar de discordar, entendo e respeito perfeitamente a posição do
> coletivo bancários de base de defender um calendário diferente do proposto
> pelo Comando Nacional, sendo contra a paralisação de 24 horas que ocorreu
> neste dia 30 e pela construção de uma greve por tempo indeterminado a
> partir de 31/05.
>
> Nós, do MNOB, defendemos o direito democrático dos camaradas defenderem
> sua proposta junto à assembléia que ocorreu na segunda-feira. A proposta,
> no entanto, foi derrotada, e a maioria decidiu fazer a paralisação de 24
> horas.
>
> A partir dessa constatação, gostaria de fazer uma dura crítica à postura
> dos camaradas. Fiquei bastante surpresa quando me deparei, no piquete da
> São João, com o Daniel, do Espaço Socialista, distribuindo o mesmo panfleto
> que distribuíram na assembleia do dia anterior, que afirmava
> categoricamente, que eram contra a greve e que essa tática de paralisação
> de 24 horas já havia se mostrado derrotada. Lamentável estarmos todos lá,
> no piquete, inclusive nos enfrentando com a polícia e não contar com o
> apoio militante dos camaradas, que preferem fazer propaganda da sua posição
> a construir junto conosco o movimento. Diga-se de passagem que, quando não
> havia bancários para quem distribuir o panfleto, o camarada Daniel
> permanecia calmamente ao lado do piquete lendo um livro pra passar o tempo.
>
> Só lamento essa postura dos camaradas. Isso não ajuda a construir o
> movimento, independente do calendário que cada um defenda.
>
> Saudações,
>
> Juliana
> De: Juary Chagas <juary.luis em uol.com.br>
> Para: oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br
> Enviadas: Segunda-feira, 29 de Abril de 2013 2:34
> Assunto: RES: RES: [oposicao_bancaria] Calendário de lutas para construir
> a GREVE POR TEMPO INDETERMINADO
>
>
> Obrigado.
>
> Um abraço,
>
> Juary
>
> De: oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br [mailto:
> oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br ] Em nome de Márcio Cardoso
> Enviada em: segunda-feira, 29 de abril de 2013 00:20
> Para: oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br
> Cc: < oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br >; <
> bancariosdebase em lists.aktivix.org>; Frente Oposição; FNOB; <
> analistabb em yahoogrupos.com.br>
> Assunto: Re: RES: [oposicao_bancaria] Calendário de lutas para construir a
> GREVE POR TEMPO INDETERMINADO
>
>
> Prezados companheiros, manos e minas.
>
> Camarada Juary.
>
> Ainda que não entenda esta insistência em querer saber o que a Frente
> pensa sobre o calendário contraficutiano de paralisação placebo no dia 30,
> eu te respondo: ainda não temos posição definida, mas a discussão anda
> muito intensa, pois a realidade de cada base não exige, necessariamente,
> uma paralisação no dia 30. São Paulo, por exemplo, nós defenderemos um
> calendário de lutas para construir uma greve por tempo indeterminado a
> partir do dia 29/05,  sem a paralisação no dia 30, pois em Sao Paulo, já
> fizemos todo tipos de paralisação, sem efeito prático algum: paralisação de
> 1 hora, dentro e fora do ponto, atrasos do início dos trabalhos, e
> paralisação de 24 horas no dia 25/03, em que ainda estamos com 308.
>
> Mas se a dúvida persistir, boa parte dos diretores do sindicato de RN
> reivindicam  a Frente, como a Marta e o Tinôco.
>
> Um forte abraço.
>
> Márcio
>
>
>
> Acesse www.espacosocialista.org
> www.frentedeoposicaobancaria.org
>
>
>
> Em 26/04/2013, às 17:23, "Juary Chagas" <juary.luis em uol.com.br> escreveu:
> >
> > Márcio,
> >
> > Qual a posição da FNOB?
> >
> > Um abraço,
> >
> > Juary
> >
> > -----Mensagem original-----
> > De: oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br [mailto:
> oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br] Em nome de Márcio Cardoso
> > Enviada em: sexta-feira, 26 de abril de 2013 17:15
> > Para: bancariosdebase em lists.aktivix.org; Frente Oposição; FNOB;
> Oposição Bancária; analistabb em yahoogrupos.com.br
> > Assunto: [oposicao_bancaria] Calendário de lutas para construir a GREVE
> POR TEMPO INDETERMINADO
> >
> > Prezados companheiros, manos e minas.
> >
> > Segue o plano elaborado pelos bancários do coletivo Bancários de Base
> para a assembleia aqui em São Paulo na segunda, dia 29/04, em que já
> fazemos campanha na base.
> >
> > Um forte abraço.
> >
> > Márcio.
> >
> > Acesse www.espacosocialista.org
> > www.frentedeoposicaobancaria.org
> >
> > Para: marciocarsi em yahoo.com.br
> > Assunto: Enc: Calendário de lutas para construir a GREVE POR TEMPO
> INDETERMINADO
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> > Assunto: Calendário de lutas para construir a GREVE POR TEMPO
> INDETERMINADO
> >
> >
> >
> >
> > Prezados colegas.
> >
> > Este material é fruto da compreens ão da luta contra o novo plano de
> funções que atinge a todos, inclusive escriturários, caixas e as pessoas
> de função de confiança. Cada um a seu modo e de algum jeito. Este
> material foi elaborado em reunião com bancários de concentrações e
> agências engajadas na lita contra o novo plano de funções.
> >
> > De cara: nós, do Coletivo Bancários de Base somos contra a
> paralisação de 24 horas no dia 30/04 por acreditarmos que não terá nada
> prático neste sentido (exceto tomarmos 308 no dia 30/04 e 01/05, que é um
> feriado) . Isso está bem explicado no material abaixo;
> >
> > Para fazer frente, a partir de agora, ao plano de funções, somente com
> greve por tempo indeterminado, que deve ser construído na base, e não
> decretado por dirigentes petistas biônicos encastelados numa "entidade"
> chamada "Comando". Nestes sentido apresentamos o seguinte calendário que
> levaremos a assembleia:
> >
> > 07/05- reunião/posse dos delegados sindicais, cuja a pauta seja luta e
> explicação sobre o novo plano;
> >
> > 15/05 - Plenárias regionais, também para explicar e preparar as
> pessoas das agências contra o Plano de funções;
> >
> > 22/05 - Assembleia pra avaliara o movimento e discutir o indicativo de
> greve por tempo indeterminado;
> >
> > 29/05 - Assembleia de deflagração da Greve por tempo indeterminado a
> partir do dia 30/05.
> >
> > Porém, o mais importante é que cada um de nós estejamos presentes na
> assembleia no dia 29/04 e aprovar a proposta deste calendário de lutas.
> >
> > Leia o material abaixo com muita atenção.
> >
> > Um forte abraço.
> >
> > Márcio Cardoso.
> > Delegado Sindical
> >
> > ______________________________ _________________________ ____--
> >
> > A VOZ DO BANCAŠ?IO - Coletivo Bancários de Base
> >
> > 6 H JÃ SEM REDUÃ?Ã?O DE SALÃRIO! NÃ?O AO PLANO DO BANCO!
> >
> > TODOS Ã? ASSEMBLEIA DIA 29, Ã?S 19H, NA QUADRA!
> >
> >
> >
> > ORGANIZAR A BASE PARA A RESISTÃ?NCIA CONTRA O PLANO DE FUNÃ?Ã?ES!
> >
> > â??Desde janeiro o BB està ¡ tentando impor um novo Plano de Funções
> que visa reduzir a jornada de diversos cargos para 6 horas (o que está na
> CLT), mas com redução do salário, e sem o pagamento da justo e legal da
> 7ª e 8ª horas, devidas como extra, pelos anos anteriores, que muitos já
> vinham ganhando na justiça. Mesmo depois de meses a maioria dos
> funcionários que são público alvo ainda não aderiram, o que mostra que
> o Plano é ruim e um fracasso!
> >
> > â??Mas para que o plano seja definitivamente derrotado e retirado pelo
> BB, é preciso muito mais do que a resistência isolada de milhares de
> trabalhadores, é preciso um movimento forte e unificado Enc: Repassede
> todo o funcionalismo! Já tivemos paralisações de 24 horas em São Paulo
> e outros locais do país, além de atos e protestos diversos, mas isso
> ainda não foi suficiente. Est á claro que o plano somente será derrotado
> por meio de uma Greve Nacional por Tempo Indeterminado de Todos os
> Trabalhadores do Banco do Brasil!
> >
> > â??
> >
> > Ao invés disso, a direção do movimento sindical, centralizada pela
> Contraf-CUT, está chamando mais uma paralisação de 24 horas para o dia
> 30/04. Discordamos radicalmente dessa proposta pois, como dissemos, mais
> uma paralisação de 24 hs é insuficiente para derrotar o plano! Os
> dirigentes estão colocando as coisas de cabe ça para baixo, assim como
> fazem nas campanhas salariais. Uma greve n ão pode ser o ponto de partida,
> deve ser o ponto de chegada, o ato final de um processo de mobilização, a
> máxima demonstraà §Ã£o de força dos trabalhadores! Uma greve precisa ser
> construída e deve ser resultado final de um plano de lutas!
> >
> > â??
> >
> > Para ter reais condições de derrotar o Plano é preciso envolver todo
> o conjunto do funcionalismo, não só os assistentes, mas também caixas,
> escriturários, atendentes, analistas, etc. E para envolver o conjunto do
> funcionalismo, é preciso deixar claro que o Plano afeta todos, pois ao
> reduzir e congelar salários reduz a contribuição patronal e funcional
> para CASSI e PREVI, com graves impactos futuros. Mais do que isso, o Plano
> não é simplesmente produto do desatino de alguns diretores, é parte de
> um projeto geral, que está sendo aplicado nos bancos públicos pelo
> Governo Federal . Esse projeto é responsável pela gestão privatista, que
> trata os bancos públicos como bancos comerciais. Não é preciso vender as
> ações do BB para tratá-lo como um banco privado, a atual gestão já faz
> isso! No nosso dia a dia esse tipo de gestão resulta em desrespeito aos
> clientes, cobrança de metas, assédio moral sistemático e
> institucionalizado como forma de gestão, rebaixamento dos salários,
> direitos e benefícios, sobrecarga de serviços, falta de condições de
> trabalho, adoecimentos, etc. Todos os funcionários, todos os dias, sentem
> as consequências desse projeto. Esse projeto atinge todo o conjunto do
> funcionalismo e portanto a luta contra ele e contra o Plano é uma luta de
> todos!
> >
> > â??
> >
> > Como parte desse processo de luta, é dever do Sindicato realizar reuniÃ
> µes em todas as agências e locais de trabalho, explicando porque o plano
> não serve, sua vinculação com o projeto geral, a gestão privatista e a
> necessidade de derrotá-lo. � para isso que existe o Sindicato, que tem
> dezenas de diretores, funcionários, gráfica, etc.! � preciso lançar
> boletins e cartilhas, realizar seminários, reuniões de delegados
> sindicais, plenárias e assembleias, até envolver o conjunto do
> funcionalismo e criar reais condições de derrotar o Plano!
> >
> > â? ?
> >
> > Ã? preciso resgatar a verdadeira reivindicaà §Ã£o dos funcionários:
> jornada de 6 horas para todos e sem redução de salários, bem como o
> pagamento da 7ª e 8ª horas com 50% de horas extras devidas pelos anos
> anteriores! Da mesma forma, é preciso colocar em pauta as demais
> reivindicações dos funcionários do BB que ano após ano, campanha após
> campanha, são â??esquecidasâ? pelos dirigentes sindicais da Contraf-CUT:
> reposição de perdas acumuladas, isonomia entre funcionários novos,
> antigos e incorporados, garantindo-se o que for mais vantajoso para o
> trabalhador; fim da lateralidade e volta do pagamento das substituições,
> por um Plano de Cargos e Salários, que atenda os interesses do
> funcionalismo, como a volta dos interstícios de 12 e 16%, anulação da
> reforma estatutária da CASSI de 2007 e pagamento da dívida do BB;
> direitos do Plano 1 da PREVI para todos, etc.
> >
> > â??
> >
> > A direà §Ã£o do sindicato deve encaminhar as deliberações da
> assembleia de 25/02 e formar os grupos homogêneos para ações coletivas!
> No Pará, graças a uma ação judicial do sindicato local (que também é
> da CUT), o plano foi anulado, os funcionários foram â??desmigradosâ? para
> a carreira antiga e novas adesões foram bloqueadas no sistema. O mesmo
> resultado tem que ser obtido por sindicatos maiores e mais fortes, como o
> de São Paulo!
> >
> >
> >
> >
> > â??Por último, ressaltamos que esse método do Comando Nacional em
> fazer negocia ções e decidir sobre paralisações em reuniões entre
> quatro paredes na cúpula das centrais sindicais é uma aplica ção do
> Acordo Coletivo Especial (ACE), antes mesmo de ser aprovado. Esse acordo
> permitirá que os sindicatos assinem acordos abaixo do que está garantido
> na CLT (o que já é possível pela lei atual), mas sem sequer passar por
> assembleia! Por isso é uma questão de princípio para os trabalhadores
> impedir a aprovação do ACE e lutar contra os métodos de decisão pela
> cúpula, resgatando a soberania da base e das assembleias!
>
>
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> Fim da Digest Bancariosdebase, volume 41, assunto 6
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