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Utopia
utopia_s em yahoo.com.br
Sábado Outubro 4 17:00:38 UTC 2014
Em Tempo:
CAIXA e BB, para dar motivo da pelegada chamar assembléias separadas, oferecem 0,5% a mais que Fenaban. Assembléias amanhã às 16.
CAIXA;
Caixa Federal propõe 9% na tabela salarial
PLR Social será mantida, empresa também se compromete a pagar um Delta para todos em janeiro e amplia e vale-cultura. Comando indica aprovação na assembleia da segunda 6
São Paulo – Contração de mais 2 mil empregados, aplicação do índice de reajuste de 9% em toda tabela salarial e a extensão do vale-cultura são alguns dos avanços que constam na proposta da Caixa Federal apresentada ao Comando Nacional dos Bancários na madrugada deste sábado 4. Na segunda 6 haverá assembleia a partir das 16h na Quadra (Rua Tabatinguera, 192, Sé) e representantes dos trabalhadores indica aprovação.
“Consideramos que a nova oferta do banco contempla várias reivindicações dos bancários para melhorar as condições de trabalho. Mantivemos a PLR Social e asseguramos aumento real nos salários, por isto estamos indicando a aprovação da proposta”, afirma o diretor do Sindicato e integrante da Comissão Executiva dos Empregados (CEE), Dionísio Reis.
> Assembleias
serão segunda 6, às 16h
Reajuste – A empresa propõe aplicar o percentual de 9% definido pela Fenaban para reajuste do piso da categoria, para nas tabelas salariais e sem discriminação dos Reg/Replan não saldado)
PLR – A empresa mantém o formato dos anos anteriores. Dessa forma, a PLR será composta da regra básica da Fenaban (90% do salário reajustado em 8,5% mais R$ 1.837,99, limitado ao valor de R$ 9.859,93, mais valor adicional de 2,2% do lucro líquido dividido igualmente entre todos os funcionários até o limite individual de R$ 3.675,98) e da PLR Social, que corresponde a 4% do lucro líquido distribuído de forma linear entre os empregados.
A Caixa garantirá, no mínimo, uma Remuneração Base a todos os empregados, ainda que a soma da PLR Fenaban e PLR Social não atinja este teto.
Propõe ainda a antecipação de 60% do valor devido a cada empregado, a ser paga em até 10 dias após assinatura do acordo.
VA e VR - A proposta para o vale-refeição é de reajuste de 12,2%, o que significa 5,5% de aumento real, elevando o valor para dos atuais R$ 23,18 para R$ 26. O vale-alimentação passaria de R$ 397,36 ao mês para R$ 431,16, mesmo valor da 13ª cesta alimentação.
Delta merecimento – A Caixa promoverá, em um Delta (interstício de 2,3% na carreira) a título de promoção por Mérito, a partir de janeiro de 2015, os empregados com até 180 dias de efetivo exercício em 2014 e sem ocorrências restritivas.
Vale-cultura – Propõe estender o vale-cultura aos empregados com remuneração base igual ou inferior a oito salários mínimos (R$ 5.792), a partir de 1º de janeiro de 2015, conforme os termos estabelecidos pela lei 12.761/2012 e seu regulamento.
Horas extras – Manutenção da cláusula referente à prorrogação da jornada de trabalho, assegurando-se o pagamento, com adicional de 50%, sobre o valor da hora normal, ou a compensação das horas extraordinárias realizadas na proporção de 1 hora realizada para 1 hora compensada e igual fração de minutos.
A partir de janeiro de 2015, pagamento de 100% das horas extras realizadas em agências com até 20 empregados.
Tesoureiro – A partir de janeiro de 2015, a Caixa passará a pagar 100% das horas extras realizadas pelos tesoureiros lotados em agência com até 20 empregados. “Conquista arrancada pela forte mobilização dos trabalhadores, principalmente o pessoal da retaguarda, como os tesoureiros”, afirma Dionísio.
Referência de ingresso – Os empregados serão contratados na referência 201 da Estrutura Salarial Unificada (ESU) e nas referências 2401, 2601 e 2801 da Nova Estrutura Salarial (NES).
Auxílio-educação – Bolsas de incentivo à elevação da escolaridade, na seguinte forma: até 300 para graduação, até 500 para pós-graduação e até 800 para idiomas. “Foi uma grande conquista porque a Caixa tinha cortado as bolsa de graduação e voltaram atrás diante da pressão dos trabalhadores”, destaca Dionísio
Saúde Caixa – Manutenção no Saúde Caixa, da condição de dependente indireto a filhos/enteados com idade entre 21 e 27 anos incompletos que não possuam qualquer renda superior a R$ 1.800. Será excluída a renda proveniente de pensão alimentícia.
Manutenção no Saúde Caixa, na condição de dependente direto, os filhos com deficiência permanente e incapazes, com idade superior a 27 anos, enquanto solteiros e sem renda proveniente de salário.
Anuidade cartão de crédito – Renovação da cláusula que garante a isenção de anuidade dos cartões de crédito Caixa Mastercard e Visa aos empregados.
Cheque especial – Manutenção do enquadramento dos empregados no programa de relacionamento para redução dos juros do cheque especial.
Conta corrente – Será oferecida isenção de tarifa de conta corrente referente à renovação de cheque especial; confecção de cadastro para início de relacionamento; fornecimento de 2ª via de cartão com função de débito; fornecimento de folhas de cheque; saque (pessoal, terminal de autoatendimento e correspondente); DOC (pessoal, eletrônico e internet); extrato mês e movimento (pessoal, eletrônico e correspondente); TEV (pessoal, eletrônico e internet); emissão de certificado digital, e de Adep, para empregados, exclusivamente na conta corrente onde o salário ou provento foi creditado.
Ausência permitidas – Para efeito de ausência permitida (letra L da cláusula) para levar filho ou dependente menor ao médico, a proposta é elevar a idade para até 18 anos e incluir o enteado.
Licença-adoção – A Caixa faculta a qualquer dos adotantes o gozo da licença-adoção, incluindo ainda os 60 dias concedidos pelo programa “Empresa Cidadã”. O outro adotante poderá gozar o período equivalente à licença-paternidade.
Estabilidade no emprego – Renovação da cláusula referente às estabilidades provisórias de emprego.
Auxílio-doença – Manutenção da sistemática de suplementação do auxílio-doença pago pelo INSS.
Insalubridade e periculosidade – A empresa continuará a pagar o adicional de insalubridade ou de periculosidade, sempre que na prestação de serviços se verificar o seu enquadramento nas atividades ou operações insalubres ou perigosas.
Licença – O banco propõe renovar a cláusula na qual considera como de efetivo exercício os primeiros 15 dias de licença para tratamento de saúde do empregado.
A Caixa garantirá ao empregado a titularidade da função gratificada ou cargo em comissão pelo período para tratamento de saúde (LTS) ou licença por acidente de trabalho (LAT), até o limite de 180 dias.
CCV e CCP – A instituição se compromete a renovar a assinatura do acordo coletivo de trabalho que regulamenta a CCV(Comissão de Conciliação Voluntária) e de CCP (Comissão de Conciliação Prévia).
Dias parados – O Comando Nacional dos Bancários conseguiu garantir que não haja desconto dos dias parados. Para quem tem jornada de seis horas, seria compensada uma hora por dia de 15 a 31 de outubro. Para os que trabalham oito horas, compensação de uma hora por dia entre 15 de outubro e 7 de novembro. Isso significa que mais da metade das horas paradas serão anistiadas.
Assembleia - A da Caixa Federal está marcada para a Quadra dos Bancários (Rua Tabatinguera, 192, Sé) e também haverá credenciamento para participar, sendo necessário apresentar crachá ou holerite acompanhado de documento com foto.
Leia mais
> Fenaban propõem aumento de 8,5% e 9% para piso
Andréa Ponte Souza e Jair Rosa - 4/10/2014
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BANCO DO BRASIL
BB propõe 9% no piso da carreira de mérito
Pagamento de todas as horas extras, bloqueio do sistema para evitar extrapolação da jornada também integram proposta da empresa para as questões específicas. Comando indica aprovação
São Paulo – O Comando Nacional dos Bancários indica que as assembleias da segunda-feira 6 aprovem a proposta apresentada pelo Banco do Brasil para as reivindicações específicas dos trabalhadores. A reunião ocorreu na madrugada deste sábado 4.
Segundo o integrante da Comissão de Empresa dos Funcionários Cláudio Luis de Souza, a proposta contém avanços importantes como o pagamento de todas as horas extras, a aplicação do índice de reajuste de 9% no piso da carreira de antiguidade do A1 ao A12, que impacta em toda a estrutura do plano (veja tabela abaixo), além da contratação de mais dois mil funcionários. “Essas e outras conquistas só vieram devido à mobilização e a unidade nacional dos trabalhadores e estamos indicando a aprovação da proposta”, afirma.
> Assembleias serão nesta segunda 6, às 16h
Reajuste – O BB propõe reajuste de 9% (ganho real de 2,5%) no piso e na carreira da antiguidade e 8,5% (aumento real de 2,02%) no valor de referência.
A proposta para o vale-refeição é de reajuste de 12,2%, o que significa 5,5% de aumento real, elevando o valor dos atuais R$ 23,18 para R$ 26. O vale-alimentação passaria de R$ 397,36 ao mês para R$ 431,16, mesmo valor da 13ª cesta alimentação.
PLR – Será mantido o formato de pagamento semestral da Participação nos Lucros e Resultados que corresponderá à distribuição linear de 4% do lucro líquido entre todos os trabalhadores, além dos módulos bônus e Fenaban.
Substituições – Do gerente de módulo nas PSO – Módulo Suporte Operacional (SOP) – por caixas.
Substituição de funções gerenciais nas unidades de negócios com somente uma gerência média.
Caixas – O banco retroagirá a 1º de setembro de 2005 a pontuação de mérito dos caixas. Os efeitos financeiros e o pagamento serão retroativos a 1º de setembro de 2014.
Mais contratações – O banco propõe contratar 2 mil funcionários nos seguintes prazos: mil funcionários até 31 de dezembro deste ano e mais mil em 2015.
PAS – Elevação do valor do PAS (Programa de Assistência Social) US de R$ 0,36 para R$ 0,55 (52%).
VCP – O banco pagará Vantagem em Caráter Pessoal (VCP) por 120 dias para descomissionamentos não provenientes de três ciclos avaliatórios, que tenham mais de cinco anos na comissão, excluídos os descomissionamentos por sanção disciplinar.
Mesa temática – Para discutir exclusivamente a Gestão de Disciplina e Perdas (Gedip).
Horas extras – Pagamento em dinheiro de todas as horas extras prestadas. Para quem migrou para as funções de seis horas haverá pagamento de 20 horas extras por mês até dezembro deste ano. Nesse caso o Comando cobra a prorrogação até 2015 e o BB ficou de avaliar a reivindicação após o término desse novo prazo.
Jornada – Bloqueio de todos os aplicativos do sistema para evitar o trabalho além da jornada.
Vale-transporte – Banco dará a opção de o empregado poder receber em dinheiro.
Combate aos assédios moral e sexual – A instituição também propôs que os gerentes e postulantes a cargos em gerência passem por treinamento para lidar com mediação de conflitos e para combater os assédios moral e sexual.
Dias parados – O Comando Nacional dos Bancários conseguiu garantir que não haja desconto dos dias parados. Para quem tem jornada de seis horas, seria compensada uma hora por dia de 15 a 31 de outubro. Para os que trabalham oito horas, compensação de uma hora por dia entre 15 de outubro e 7 de novembro. Isso significa que mais da metade das horas paradas serão anistiadas.
Assembleia - Os funcionários do Banco do Brasil se reúnem no Centro Social Hakka Brasil (Rua São Joaquim, 460, Liberdade). Haverá credenciamento para participar e será necessário apresentar crachá ou holerite acompanhado de documento com foto.
> Fenaban propõem aumento de 8,5% e 9% para piso
Jair Rosa – 4/10/2014-
BANCOS PRIVADOS
Bancos propõem aumento de 8,5% e 9% para piso
Aumento de 2,02% é o maior ganho real não escalonado desde 1995. Vale-refeição subiria 12,2% chegando a R$ 26 ao dia. Comando indica aprovação nas assembleias de segunda-feira
São Paulo – A mobilização dos bancários fez com que a federação dos bancos apresentasse uma nova proposta para a Campanha Nacional 2014. Em rodada de negociação convocada para a sexta-feira 3, a Fenaban apresentou índice de reajuste para salários, PLR, vale-alimentação e auxílios de 8,5% (aumento real de 2,02%). Para o piso, 9% (ganho real de 2,5%). A proposta para o vale-refeição é de reajuste de 12,2%, o que significa 5,5% de aumento real, elevando o valor dos atuais R$ 23,18 para R$ 26 ao dia. O vale-alimentação passaria de R$ 397,36 ao mês para R$ 431,16, mesmo valor da 13ª cesta. VR e VA somados passam a R$ 1.003,16. Todos os valores têm de ser pagos retroativos a 1º de setembro, data base da categoria.
“O Comando Nacional dos Bancários está indicando a aprovação da proposta que contém aumento real para os salários – é o maior ganho real não escalonado desde 1995 –, valorização do piso, da PLR, além de um reajuste expressivo para o vale-refeição”, afirma a presidenta do Sindicato, Juvandia Moreira. “Também conseguimos alguns avanços importantes em questões de saúde e condições de trabalho, além do não desconto dos dias parados.”
> Assembleias serão segunda 6, às 16h
Em Sábado, 4 de Outubro de 2014 13:48, Utopia <utopia_s em yahoo.com.br> escreveu:
Olá Thais!
Olá a tod em s!
Tenho acordo na caracterização no geral, porém penso que que não é só a ideologia corporativa no particular e do sistema no geral, que levam a categoria de conjunto a este tipo de postura imediatista e baseada no consumo. A traição da burocracia em todos os níveis, a não existência do contraditório na questão ideológica, a vacilação dos setores centristas , os pseudo revolucionários burocratizados, entre outros fatores de caráter objetivo e subjetivo também contribuem pra determinar o estado de coisas. A incapacidade das oposições em se construir como alternativa tem um peso determinante a meu ver.
Quanto à tática/estratégia: Confesso que ainda tenho certa dúvida no melhor... esquecer piquetes e favorecer convocação de grevistas, ou não mas.... Opto pela convocação.
A assembléia se for pra segunda, nos dificulta. Se as condições obrigassem a burocracia a fazê-lo pra terça nos daria um tempo maior. De qq forma ainda penso qual seria a desculpa pra burocracia pelega, traidora e maldita chamar assembléias separadas. Poderiam usar a plr social na CX (retirada e depois "conquistada", a história do bode ou o que mais? E no BB. Cassi com maior controle d em s bancári em s, PREVI e o lucro diminuindo a contribuição? Eles podem prometer e remeter tudo pras comissões de enrolação e usar como motivo pra separar as assembléias.
Quanto à ação, de manhã nas concentrações com os furas-greve (que mer...). E nas unidades das nossas regiões depois. Aos gestores e furas-greve "baba-ovo" temos que EXIGIR quer não apareçam. O problema é que muitos grevistas estão de "férias", na grande SP, Interior, Litoral e até em outros estados. Neste sentido quem tem acesso precisa usar e abusar da redes sociais. A defesa da continuidade da greve a meu ver deve estar centrada na não isonomia plena, assédio, condições de trabalho, não contratação, não demissão/estabilidade nos privados, doenças profissionais,etc.. Gostaria de saber das demais opiniões, mas aviso que não terei mais acesso à e-mail no final de semana.
Valeu!
"O Povo Unido é Povo forte, não teme a luta nem teme a morte". " A Luta continua".
Em Sábado, 4 de Outubro de 2014 12:18, Thais Helena <asiwatchtheweatherchange em hotmail.com> escreveu:
Salve, compas do Bdb!
Precisamos ver o que fazer amanhã. Mas as reflexões não param de vir à tona e mini balanços já começam a borbulhar. Escrevi um pouco pros companheiros do ES e queria socializar isso aqui também com os camaradas do BDB.
A questão é que o determinante no fato da greve ser fraca é menos a burocracia e mais a baixa adesão dos bancários. Temos que parar com essa desculpa cômoda de jogar tudo nas costas da burocracia. Ela não teria força pra barrar a base caso ela se levantasse, vocês sabem disso melhor que eu, a exemplo de 2004 e de outras categorias como Garis e Rodoviários recentemente. A questão é que a base não vem. A baixa adesão da base é em muito determinada pelo peso da ideologia corporativa do banco e do sistema, que ganha os bancários para a disputa do projeto individual, ganha essa motivada é claro pela necessidade material de um salário maior, já que sem uma função é impossível o bancário pagar minimamente as suas contas. Fazer greve fica sendo para o bancário o caminho das pedras e que ainda por cima, não costuma não levar a paraíso algum.
Nesse cenário precisaríamos de uma oposição muito mais à esquerda e o que estamos passando no momento é pela imposição da Lerqi de uma dinâmica de aliança com o PSTU que resultou na prática na dissolução do Avante durante essa greve. Ambos têm tirado as ações conjuntamente e a Lerqi tem evitado reuniões somente do Avante, desde antes da greve, agora elas sequer ocorrem. O resultado é que os demais, nós, MRS, ASS e Messias, como minoria, estamos passando a greve à reboque e sob a direção dessa aliança PSTU e Lerqi, bem recuada, como já se podia imaginar. Bom, é isso que pude perceber até agora. A oposição de fato não está à altura do desafio colocado para amanhã, o de encher a assembleia de bancários e rejeitar esse índice, dando continuidade na greve. Veremos amanhã o que será possível fazer, o ideal penso eu seria convocar para a assembleia, e não um trancasso, afinal a proposta dos bancos já veio. Que tal
propormos fazer assim como tentamos fazer na segunda passada, só que com mais gente? Ou teriam outra ideia?
Bjos!
"Não fale em nosso nome.
Não mais construir casas
Para que os ricos morem.
Não mais fazer o pão
Que o explorador come.
Não mais em nosso
nome!
Não mais nosso suor, o teu descanso.
Não mais nosso sangue, tua vida.
Não mais nossa miséria, tua riqueza.
Tempos de
dizer
Que não são tempos de calar
Diante da injustiça e da mentira.
É tempo de lutar"
Mauro Iasi
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