[Bancariosdebase] proposta texto atividade 15 01 2015
Utopia
utopia_s em yahoo.com.br
Segunda Janeiro 12 20:44:29 UTC 2015
Olá a tod em s!Segue proposta texto. Um ponta pé. Faz uma abordagem parcial de toda a situação. Não entrei em "nomes", ainda que ache necessário ao menos citá-los e fazer breve histórico, inclusive da galera do BB Verbo Divino que se foi.. Penso ser importante o parecer do Avesso e do Diogo em especial. Antes do fechamento do texto tentarei falar mais uma vez com o Israel.Peço que tod em s agilizem. A idéia é fechar até amanhã e rodar na quarta. Falei com Juliana sobre sulfite (3000) que deixamos com MNOB e perguntei sobre rodarem , Há acordo com a condição de rodarem na quarta, falará com o Bento.. Temos que garantir o som, que está com Gabriel. Não sabemos como se dará a participação dos outros setores. Cartolinas, faixas, temos que garantir . Precisamos também de imagens que combinem.
O GOVERNO DILMA, OS BANCOS PÚBLICOS/A PRIVATIZAÇÃO DA CAIXA E OS ATAQUES A ORGANIZAÇÃO DOS TRABALHADORES.
Passadas as eleições, anunciados nomes para o novo ministério e iniciado o novo ano, começa a ficar muito mais evidenciado as reais intenções do governo de plantão. Tendo sido vencedora a proposta do PT e seus coligados, suplantando a candidatura tucana (PSDB e coligação), passamos a receber em etapas as medidas do governo Dilma em relação à Economia e sua relação com a Sociedade Civil. Em particular as que dizem respeito aos trabalhadores. Além de nomear “nomes tucanos” para o Ministério como Nelson Barbosa para o Planejamento, Kátia Abreu para a Agricultura, e o banqueiro Joaquim Levy para a Fazenda, a Presidente não teve o menor pudor em alterar regras do abono do PIS, Seguro Desemprego, Auxílio Doença e Pensão por Morte. Todos estes últimos, benefícios relevantes para o conjunto dos trabalhadores. O (des)governo na prática retita/reduz direitos com o claro objetivo de garantir pagamento dos juros para os banqueiros através do famigerado superavit primário, e pouco importa o efeito das medidas para a população. O importante é garantir sempre a maximização dos lucros para os tubarões da finanças, empreiteiras, montadoras, agroindustria, laboratórios, planos de saúde, latifúndio, multinacionais de todos os tipos, etc etc. Não bastasse tudo isto, os trabalhadores terão de amargar além da precarização já instituída, o aumento iminente do desemprego, arrôxo nos salários, “tarifaçõ” (Luz, Água, Telefone, transporte, combustíveis, etc). Na verdade a corrupção desenfreada, o pouco caso com o dinheiro público, o desperdício da Copa e Olimpíadas, tudo isto entre outras coisas quebrou as finanças do Estado. Sem falar dos reflexos da crise iniciada em 2008, de âmbito mundial e que perdura. O convidado para pagar a conta é mais uma vez a classe trabalhadora, os assalariados. Tudo nos dá a certeza de tempos ainda mais difíceis no próximo período. Teremos necessariamente de combater as mediadas governamentais e da patronal E governo e patrão sabem disto.
Nos últimos anos, a crise internacional a partir dos EUA , da Europa e potências asiáticas à frente trouxe necessidade de ajustes para a Economia. No Brasil, os bancos privados deixaram de emprestar para pessoas e empresas, tendo receitas maiores com os juros obtidos junto à dívida pública. E coube aos Bancos Públicos financiarem e estimularem a produção e consumo. Isto levou a um crescimento dos bancos públicos e menor participação da banca privada.Agora querem não só recuperar o espaço perdido, como ampliá-lo. É neste contexto que Dilma, que fez campanha junto ao eleitorado das estatais jurando defendê-las, anunciou no apagar das luzes de 2014, a abertura de capital para a CAIXA, rumo à privatização.Exigência do Banco Mundial, FMI, Fenaban, Banca Internacional entre outras aves de rapina. “Sanear” e depois entregar à Privataria, assim como fez com o pré-sal, portos, aeroportos , estradas, etc.Ainda que infelizmente hoje no Brasil, Os Movimentos Sociais estejam em sua maioria “dominados”, Dilma, o Congresso, o Judiciário, Os órgãos de repressão e a patronal, assim como a burocracia sindical, sabem que os trabalhadores não se deixarão ir para a degola sem luta. E é por isto que no último período há o recrudescimento das perseguições aos ativistas, em particular nas estatais, e nos bancos públicos não é diferente, pelo contrário. Hoje temos um quadro de ações anti-sindicais as mais diversas em TODOS os bancos públicos federais que escaparam das privatarias tucanas em maior grau, mas também privatizações petistas. A CAIXA é hoje o único banco estatal de porte e está ameaçado pela ganância voraz da banca privada e do descaso do governo federal. Isto significa por em risco fatal diversos serviços, tarefas, projetos, mais de 150 anos de serviços de caráter social à nação brasileira. Além disto tudo, ainda há o assédio moral, as metas, as normas e regulamentos abusivos, o desproporcional número de empregados, a interposição ,fraudulenta de mão-de-obra, ingerências indevidas na administração da CAIXA e no Fundo De Pensão, etc E aqueles que forma coerente buscam organizar os trabalhadores para a resistência são discriminados, perseguidos, processados, penalizados sem base real. Tudo para tornar mais fácil este trabalho sujo que a banca internacional nos impõe. É assim na CAIXA, no Banco do Brasil, No Banco da Amazônia (BASA) , no Banco do Nordeste. E a perseguição se amplia inclusive na intenção ilegitíma e sem fundamento dde tirar a devida representatividade de sindicalistas e s entidades que não se submetem aos interesses de patrões e do governo como o SEEB RN, SINSPREV e outros. .....................
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