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<BODY bgColor=#ffffff>
<DIV><FONT size=2 face=Arial>A Caixa a cada dia mais parecida com o Bradesco. A
noticia abaixo é da ISTO É dinheiro.</FONT></DIV>
<DIV><FONT size=2 face=Arial></FONT> </DIV>
<DIV><FONT size=2 face=Arial>UM abraço</FONT></DIV>
<DIV><FONT size=2 face=Arial><SPAN
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<P
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class=infoNoticia><STRONG
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class=section>Nº EDIÇÃO: 652</STRONG><SPAN
class=Apple-converted-space> </SPAN>| Finanças | 02.ABR - 13:00 |
Atualizado em 02.04.10 - 18:32</P>
<H4
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class=tit-interna>Seguro para multidões</H4>
<H4
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class=tit-subInterna>Caixa entra no ramo de saúde e agita a concorrência de um
setor que investe na popularização e pode dobrar de tamanho em cinco anos, para
7% do PIB</H4>
<P
style="PADDING-BOTTOM: 5px; LINE-HEIGHT: normal; FONT-STYLE: italic; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; COLOR: rgb(102,102,102); FONT-SIZE: 12px; PADDING-TOP: 0px"
class=infoAutor>Por Milton Gamez e Márcio Kroehn</P>
<DIV
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class="conteudoCompleto fontGr">
<P
style="PADDING-BOTTOM: 3px; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 3px">Durante
muitas décadas, a Caixa Econômica Federal atuou como um banco popular de uma
nota só: habitação. Movida pelos financiamentos para a compra da casa
própria, a Caixa transformou-se nos últimos anos numa organização
ambiciosa, com atuação em várias frentes e oferta de produtos para pessoas
físicas e jurídicas. Seu último movimento, na segunda-feira 29, foi a decisão de
fincar pé no setor de seguro saúde. Em assembleia, os conselheiros da
instituição aprovaram a criação de uma seguradora específica para esse fim. Faz
sentido?<BR
style="PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 0px"> </P>
<P
style="TEXT-ALIGN: center; PADDING-BOTTOM: 3px; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 3px"><IMG
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title="Crédito: ROBERTO CASTRO" alt=123.jpg
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style="TEXT-ALIGN: left; PADDING-BOTTOM: 0px; LINE-HEIGHT: 1; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; FONT-STYLE: normal; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; FONT-SIZE: 12px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; FONT-WEIGHT: bold; PADDING-TOP: 0px">Nova
estratégia:</STRONG><SPAN class=Apple-converted-space> </SPAN>A presidente
da Caixa, Maria Fernanda (acima), decide entrar no mercado de planos de
saúde,<SPAN class=Apple-converted-space> </SPAN><BR
style="PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 0px">dominado
pelas seguradoras Bradesco e SulAmérica</SPAN><BR
style="PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 0px"> </P>
<P
style="PADDING-BOTTOM: 3px; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 3px">Quando
se olha o potencial de receitas desse mercado, sim. “O mercado de seguros vai
superar o bancário em pouco tempo. Lá fora, as seguradoras é que são donas de
bancos”, diz Armando Vergílio, ex-presidente da Susep. No caso da saúde, o
mercado brasileiro movimentou R$ 63,6 bilhões em 2009, segundo a Agência
Nacional de Saúde (ANS).</P>
<P
style="PADDING-BOTTOM: 3px; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 3px">Em
dezembro, 42,8 milhões de brasileiros possuíam planos de saúde e
odontológicos. É um fenômeno que se intensificou nos últimos anos, com o aumento
do poder aquisitivo da população. Pesquisa do IBGE divulgada na quarta-feira 31
mostrou que 25,9% dos brasileiros possuíam algum plano de saúde em 2008. Cinco
anos antes, eram 24,3%. É nesse mercado pujante que Maria Fernanda Ramos Coelho,
presidente da Caixa, está de olho.</P>
<P
style="PADDING-BOTTOM: 3px; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 3px">A
executiva ainda não detalhou sua nova estratégia nem o modelo de negócios que
pretende adotar. O Banco do Brasil, por exemplo, atua em parceria com as
seguradoras privadas, em joint ventures específicas para cada ramo de seguros. A
intenção da Caixa, num primeiro momento, é oferecer planos de saúde para os
clientes corporativos, segundo a assessoria de imprensa da instituição.</P>
<P
style="PADDING-BOTTOM: 3px; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 3px">A
prioridade continua sendo o seguro de vida, a preços acessíveis para conquistar
as classes populares. Não será fácil para a Caixa ganhar dinheiro com
saúde.<SPAN class=Apple-converted-space> </SPAN><STRONG
style="TEXT-ALIGN: left; PADDING-BOTTOM: 0px; LINE-HEIGHT: 1; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; FONT-STYLE: normal; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; FONT-SIZE: 15px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; FONT-WEIGHT: bold; PADDING-TOP: 0px">“Existe
uma tendência de concentração das operações de saúde”, afirmou à DINHEIRO o novo
presidente-executivo da SulAmérica, Thomaz Cabral de Menezes, cinco horas depois
de tomar posse no cargo, na quarta-feira.<SPAN
class=Apple-converted-space> </SPAN></STRONG>O número de provedores de
planos caiu quase pela metade desde 2000, para 1.200 organizações.</P>
<P
style="PADDING-BOTTOM: 3px; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 3px">As
seguradoras detêm somente 20% das receitas desse mercado, dominado por
cooperativas (35%) e empresas de medicina de grupo (30%). Dentre as seguradoras,
duas lideram com folga: Bradesco, com participação de 43% em 2009, e Sul
América, com 36,7%. Aqui, o nome do jogo é escala.</P>
<P
style="PADDING-BOTTOM: 3px; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 3px">“O
tamanho da carteira é muito importante e faz diferença nas negociações com
hospitais e laboratórios”, explica Patrick de Larragoiti Lucas, presidente do
conselho de administração da SulAmérica. A companhia, que recentemente comprou a
carteira de saúde do HSBC, continua com fome de bola. “Estamos olhando novas
aquisições”, diz ele.</P>
<P
style="PADDING-BOTTOM: 3px; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 3px">Ao
contratar um experiente corretor de seguros (Menezes trabalhou na Marsh
Corretora por 23 anos), Larragoiti Lucas reforça o canal de vendas independente,
do qual depende para fazer frente ao avanço dos grandes conglomerados bancários
no setor. “Nos seguros de automóvel e saúde, as vendas são mais técnicas e o uso
dos corretores é uma vantagem competitiva”, ressalta.</P>
<P
style="PADDING-BOTTOM: 3px; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 3px">O
empresário, ao deixar de acumular as duas principais funções da SulAmérica,
melhorou a governança corporativa, essencial para atrair recursos numa companhia
de capital aberto. Se depender das projeções otimistas de crescimento do setor,
cada centavo será importante para os investimentos que definirão os ganhadores
dos próximos anos.<BR
style="PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 0px"> </P>
<P
style="TEXT-ALIGN: center; PADDING-BOTTOM: 3px; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 3px"><IMG
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title="Crédito: AG. ISTOE e Murillo Constantino" alt=121.jpg
src="http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_1634404569300242.jpg"><BR
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style="TEXT-ALIGN: left; PADDING-BOTTOM: 0px; LINE-HEIGHT: 1; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; FONT-STYLE: normal; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; FONT-SIZE: 12px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; FONT-WEIGHT: bold; PADDING-TOP: 0px">Novo
presidente:<SPAN class=Apple-converted-space> </SPAN></STRONG>A SulAmérica
quer crescer mais e contratou Thomaz Cabral de Menezes, ex-Marsh Corretora,<SPAN
class=Apple-converted-space> </SPAN><BR
style="PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 0px">para
presidir a diretoria-executiva. Patrick de Larragoiti Lucas continuará na
presidência do conselho</SPAN><BR
style="PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 0px"> </P>
<P
style="PADDING-BOTTOM: 3px; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 3px">Somente
em 2010, o crescimento do setor deverá ser de 16% a 20%, segundo as projeções
Susep, autarquia que regula e fiscaliza empresas de seguros (exceto saúde),
previdência aberta e capitalização. No ano passado, as receitas totais dessas
companhias aumentaram 12%, para R$ 95 bilhões, e atingiram 3,16% do PIB, um
recorde histórico.</P>
<P
style="PADDING-BOTTOM: 3px; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 3px">Armando
Vergílio, que dirigiu a Susep até o mês passado, prevê o dobro disso em pouco
tempo. “Se não fizermos nada, o seguro vai a 6% do PIB em 10 ou 12 anos. Pelas
ações estruturadas ou planejadas para curto e médio prazo, chega a 7% em cinco
anos”, afirma.</P>
<P
style="PADDING-BOTTOM: 3px; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 3px">O
fortalecimento do setor, com a capitalização obrigatória das empresas a partir
de 2008, é um dos fatores importantes nesse cenário. Segundo Vergílio, os
aumentos de até R$ 30 bilhões em capital ajudaram as companhias a atravessar
incólumes a crise deflagrada pela quebra da maior seguradora do mundo, a AIG,
nos Estados Unidos, em setembro daquele ano.<SPAN
class=Apple-converted-space> </SPAN><STRONG
style="TEXT-ALIGN: left; PADDING-BOTTOM: 0px; LINE-HEIGHT: 1; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; FONT-STYLE: normal; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; FONT-SIZE: 15px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; FONT-WEIGHT: bold; PADDING-TOP: 0px">“Hoje
não temos mais seguradoras ameaçadas de quebrar. Isso chegou a preocupar o
governo”, revelou Vergílio à DINHEIRO.</STRONG><SPAN
class=Apple-converted-space> </SPAN><BR
style="PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 0px"> </P>
<P
style="TEXT-ALIGN: center; PADDING-BOTTOM: 3px; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 3px"><IMG
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title="Crédito: AG. ISTOE" alt=122.jpg
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style="TEXT-ALIGN: left; PADDING-BOTTOM: 0px; LINE-HEIGHT: 1; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px; FONT-STYLE: normal; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; FONT-SIZE: 12px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; FONT-WEIGHT: bold; PADDING-TOP: 0px">Otimismo:<SPAN
class=Apple-converted-space> </SPAN></STRONG>O ex-superintendente da Susep
Armando Vergílio prevê que o setor de seguros pode chegar a 7% do PIB em cinco
anos<BR
style="PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 0px"></SPAN></P>
<P
style="PADDING-BOTTOM: 3px; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 3px">A
AIG era associada ao Unibanco e não corria risco local, mas o nervosismo dos
mercados apressou a fusão com o Itaú, que estava sendo negociada. “O risco de
imagem é tão forte que precipitou a fusão. Isso foi rapidamente equacionado. A
associação do Itaú Unibanco com a Porto Seguro em automóveis fortaleceu ainda
mais a atuação deles”, diz Vergílio.</P>
<P
style="PADDING-BOTTOM: 3px; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 3px"> Quando
for aprovado pelo Ministério da Fazenda, o projeto do microsseguro, com apólices
específicas para o público de baixa renda, poderá incluir mais 80 milhões de
consumidores no mercado, prevê o ex-superintendente. Enquanto isso não acontece,
as companhias têm investido em pacotes mais baratos de proteção de pessoas e
bens.</P>
<P
style="PADDING-BOTTOM: 3px; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 3px">As
apólices para as multidões sguros. As grandes estrelas são os planos
odontológicos e de saúde para pequenas e médias empresas. Não foi à toa que a
Bradesco associou-se à Odontoprev e, agora, a Caixa decidiu entrar nesse
filão.</P>
<P
style="PADDING-BOTTOM: 3px; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 3px"> </P>
<P
style="PADDING-BOTTOM: 3px; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-TOP: 3px"> </P></DIV></DIV></SPAN></SPAN></FONT></DIV></BODY></HTML>