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<STYLE> BODY { font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:12px; }</STYLE>
Livro discute as dificuldades da esquerda para se comunicar de maneira compreensível e produtiva com sua base social, a classe trabalhadora.<br>
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Daniel<br>
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<H2><EM>Linguagem para transformar o mundo</EM></H2><SPAN class=postinfo><EM>Por </EM><A title="wlmailhtml:{80E3F531-5DC3-48C7-ADFC-08A8E38B4530}mid://00000059/!x-usc:http://www.fazendomedia.com/?author=39
CTRL + Clique para seguir o link" rel=nofollow target=_blank><EM>Sheila Jacob</EM></A><EM>, 08.04.2010</EM></SPAN></DIV><br>
<DIV class=contenttext>
<DIV id=attachment_3271 class="wp-caption aligncenter">
<P class=wp-caption-text><EM></EM> </P></DIV>
<P><EM>Dicionário de Politiquês é o novo livro de Vito Giannotti, escritor e coordenador do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC). Escrita em parceria com Sérgio Domingues, a publicação é um manual prático de linguagem para ser usado todos os dias por quem deseja se comunicar com muitas pessoas. <SPAN style="BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,0)">São</SPAN><SPAN style="BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,0)">cerca de 3500 verbetes incompreensíveis traduzidos para a língua </SPAN><SPAN style="BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,0)">dos “normais”, ou seja, </SPAN><SPAN style="BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,0)">para a</SPAN><SPAN style="BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,0)">grande maioria da população que não passou mais do que oito anos nos bancos escolares</SPAN>.</EM></P>
<P><EM>Vito Giannotti já escreveu outros livros sobre o tema. Essa preocupação vem do reconhecimento da importância da linguagem na disputa de hegemonia, ou seja, na disputa por uma nova visão de mundo, por novos valores, para que se chegue à organização da classe trabalhadora para a transformação. “Temos que convencer vários milhões de que é necessário mudar os rumos, participar, se mobilizar e tomar o poder das mãos dos nossos inimigos de classe.<SPAN style="BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,255)">E como se convence? Comunicando. Em que língua? Na que todos entendem</SPAN>”, afirma o autor.</EM></P>
<P><STRONG><EM>Como surgiu a ideia de escrever esse Dicionário de Politiquês?</EM></STRONG></P>
<P><EM>A necessidade de escrever esse livro vem da constatação de que muitas vezes a linguagem que os sindicalistas, os jornalistas sindicais e os militantes de esquerda falam se torna muito difícil para aquelas pessoas que eu costumo chamar de “normais”. Ou seja: a maioria. Essa constatação é evidente, basta perguntar a quem está assistindo a uma palestra ou um debate. Provavelmente essa pessoa vai confessar que entende muito pouco do que está ouvindo.</EM></P>
<P><EM>Isso também acontece com a escrita. Se alguém vai ler um texto e não conhece sete, oito ou dez palavras, acaba se distraindo e não consegue entender o sentido geral daquela mensagem. Isso eu descobri quando trabalhava como metalúrgico em São Paulo, durante uns vinte anos. Percebi que o discurso feito por nós, militantes de esquerda, revolucionários, era muito bom, muito bonito, tinha um conteúdo muito rico, mas tinha um pequeno problema: o público-alvo. Aqueles que queríamos convencer não conseguiam compreender nossa mensagem sobre a necessidade de mudança e a importância da luta.</EM></P>
<P><STRONG><EM>E essa preocupação vem desde quando mais ou menos? </EM></STRONG></P>
<P><EM>Desde a década de 1970 comecei a discutir esse assunto com outros companheiros que faziam comigo os boletins clandestinos, os jornais sindicais. Nós até inventamos a palavra operariês, que é exatamente o contrário do intelectualês. E percebemos que havia ainda outros ês: o juridiquês do advogado; o economês, típico dos economistas; o politiquês etc. Vimos então que era essencial se preocupar com a linguagem. A partir daí escrevi vários livros ao longo desses anos para tratar dessa questão. O primeiro deles foi O Que é o Jornalismo Operário (Brasiliense) . Depois veio o Manual de Linguagem Sindical (NPC) escrito com Claudia Santiago e Sérgio Domingues, que foi um ensaio de dicionário. A argumentação de todos eles é a mesma: a necessidade de falar a língua que o pessoal entende.</EM></P>
<P><EM>Aí vem uma velha questão, que é muita gente achar que estamos “rebaixando” a linguagem. Não se trata de rebaixar, mas sim de traduzir. É muito simples: eu falo casa com quem entende a língua portuguesa, mas não adianta falar casa com franceses. Com estes tenho que falar maison, se não a mensagem não será transmitida. Ou seja, você tem que saber muito bem duas línguas: a que você está falando, e aquela para a qual você quer traduzir. Isso não é rebaixar, é fazer entender. Por exemplo: como você vai usar a expressão “Calcanhar de Aquiles”? 95% da população nunca viu Aquiles, não sabe quem foi ele, o que isso significa. Você pode, então, substituir por “o nosso ponto fraco”, “nossa dificuldade”. Pode falar da maneira que quiser, mas não “Calcanhar de Aquiles”. Este só para doutores, ou quem conhece mitologia grega.</EM></P>
<P><STRONG><EM>Você citou outros livros já escritos sobre essa questão – como o Muralhas da Linguagem, por exemplo. Qual seria a principal diferença desses anteriores para esse Dicionário?</EM></STRONG></P>
<P><EM>O Muralhas da Linguagem é bem diferente. São cerca de 250 páginas de argumentação e de explicação do porquê dessa dificuldade de alguns de se entender uma linguagem mais elaborada. A ideia central do Muralhas é que a causa dessa diferença está no nível de escolaridade. O problema é que um engenheiro ficou nos bancos escolares durante 25 anos… A mesma coisa um médico, um psiquiatra, um dentista etc. E a imensa maioria dos trabalhadores do mundo, quantos anos estudaram? A média no Brasil é seis anos. Quem ficou seis anos não entende “calcanhar de Aquiles”, “irreversível”, “irreconciliável” . Então tem que traduzir!</EM></P>
<P><EM>Quando você quer usar uma palavra que considera importante, pode introduzi-la, mas depois explica, traduz logo em seguida. Eu posso, por exemplo, dizer “na atual conjuntura, ou seja, na situação em que vivemos hoje…”. Assim eu uso um termo novo, e não estou impedindo a compreensão. Mas é preciso ter cuidado para não exagerar. Em um artigo de duas laudas, posso fazer isso uma ou duas vezes, no máximo, se não o nosso artigo se torna uma aula de português.</EM></P>
<P><STRONG><EM>Voltando à questão da diferença entre os livros sobre linguagem. Podemos dizer que enquanto Muralhas da Linguagem discute a teoria, o Dicionário é um manual para o dia-a-dia de quem vai se comunicar?</EM></STRONG></P>
<P><EM>Isso. O primeiro é uma conversa para mostrar a necessidade de se usar uma linguagem compreensível por todo mundo. Já o Dicionário de Politiquês é prático: após uma rápida introdução, entra uma lista de cerca de 3500 verbetes, relacionados a uma ou duas frases que dizem a mesma coisa de maneira clara. Então este dicionário não é para ensinar a usar as palavras difíceis, mas sim para o contrário: para aprender a traduzir. Se tem lá “irreversível”, não é para usar essa palavra, mas sim para usar outro termo ou expressão no lugar..</EM></P>
<P><STRONG><EM>Para quem você indica o Dicionário de Politiquês?</EM></STRONG></P>
<P><EM>Ele é para professores, jornalistas, sindicalistas, formadores, militantes políticos que vivem o tempo inteiro falando com muita gente.. Ou seja: é para todo mundo que quer conversar com o povo. Para quem estudou mais de doze anos, ou então para quem já aprendeu a falar outra língua, quem tem uma certa vivência política e social e frequenta reuniões, debates, seminários, cursos, encontros, palestras… Essa pessoa também precisa de dicionário.</EM></P>
<P><STRONG><EM>E como você foi recolhendo essas expressões, essas palavras?</EM></STRONG></P>
<P><EM>Em cada curso que dou pelo Brasil afora escuto dezenas de palavras complicadas. Então cada vez que eu escutava um termo ou frase, anotava.. E não foi só ouvindo não, foi também muitas vezes lendo artigos de jornais para metalúrgicos e até mesmo para professores de escolas públicas. Assim juntei essas 3500, mas teria muito mais. Quero chegar a 5000, e isso não é difícil.</EM></P>
<P><STRONG><EM><SPAN style="BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,0)">Como você disse, essa preocupação com a linguagem já tem uns 40 anos. Você</SPAN><SPAN style="BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,0)">acha que a esquerda em geral, os movimentos sociais e os sindicatos não aprenderam a se comunicar?</SPAN></EM></STRONG></P>
<P><EM>Não é que nós da esquerda não aprendemos não. Na verdade nunca quisemos aprender, porque isso não interessa. Na visão geral da esquerda essa discussão de linguagem é besteira, porque o “importante é a política, é a mensagem, e o povo tem que entender”. Também acho que o povo tem que entender, mas quais são as condições que existem para essa compreensão? Bem, a culpa é nossa porque, primeiro, a nossa luta ainda não foi suficiente para que no Brasil haja uma maior escolaridade. Segundo: <SPAN style="BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,0)">ainda não nos convencemos que esse problema da linguagem é real e é sério. Nos sindicatos, nos meios de esquerda, a atitude geral é a seguinte: o importante é o conteúdo, é a mensagem… Com isso se deixa de lado a forma, a preocupação com a língua que se fala. Não adianta transmitir uma mensagem maravilhosa se for em uma língua que ninguém entende. Por isso a importância de se traduzir.</SPAN></EM></P>
<P><EM>É claro que temos que fazer crescer o nível de conhecimento, e para isso temos que lutar por escolas decentes, universais, que ensinem de verdade, que ensinem o significado de todos esses termos. Mas infelizmente não é isso que temos no Brasil hoje. <SPAN style="BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,0)">Na última estatística mundial do PISA [Programa Internacional de Avaliação de Alunos], de 55 países o Brasil ficou em último lugar em interpretação de textos</SPAN><SPAN style="BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,0)">. Esse é o quadro do nosso ensino. Com ele o povo não vai entender expressões como, por exemplo, “uma luta fratricida”. Então, precisamos lutar pelo acesso de todos e todas a uma educação de qualidade. Mas esse não é o papel dos nossos boletins, dos jornais, dos discursos… Nestes devemos usar as palavras que todos sabem.</SPAN></EM></P>
<P><STRONG><SPAN style="BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,0)"><EM>E você acha que, por outro lado, a burguesia se preocupa mais com a linguagem? </EM></SPAN></STRONG></P>
<P><EM>A direita não tem muito problema para transmitir sua mensagem. A sua preocupação em manter a hegemonia é primeiramente na força. Eles têm a polícia para fazer obedecer, o exército para impor sua vontade, o judiciário para impor as leis da classe hegemônica… Mas às vezes a coerção não é suficiente, e então vem a preocupação com o convencimento, com a comunicação. <SPAN style="BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,0)">E eles</SPAN><SPAN style="BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,0)">se preocupam mais do que nós com a comunicação. Basta prestar atenção no Jornal Nacional, analisar as palavras usadas e o tamanho das frases. Muito dificilmente você encontra uma com mais de 20 palavras. E essa é outra norma da linguagem. Além de não usar palavras complicadas, as frases têm que ser curtas.</SPAN></EM></P>
<P><SPAN style="BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,0)"><EM>Alguns estudos já provaram que uma frase longa é chata, deixa de ser interessante, não desperta atenção, e a pessoa se distrai facilmente. A direita sabe disso, e aplica quando quer convencer. Nós de esquerda, que queremos fazer uma luta contra-hegemô nica, temos uma obsessão “politicista”, ou seja, o importante é a política, e o resto é secundário. O conteúdo é importante sim, mas se não for comunicado para as chamadas “massas” acaba ficando restrito a um pequeno grupo de “entendidos”.</EM></SPAN></P>
<P><STRONG><SPAN style="BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,0)"><EM>Então a linguagem está diretamente ligada à disputa de hegemonia? </EM></SPAN></STRONG></P>
<P><SPAN style="BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,0)"><EM>Claro. Disputar a hegemonia significa, primeiro, disputar a visão de mundo, os valores, e levar a novas atitudes para se contrapor à atual forma de organização do mundo. Ou seja: mudar. Nessa nossa batalha contra-hegemô nica, nós precisamos de duas coisas, como dizia Gramsci: precisamos ter convencimento da classe com a qual nós queremos fazer a transformação.</EM></SPAN></P>
<P><SPAN style="BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,0)"><EM><SPAN style="BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,0)">E também precisamos de força, como a organização em partidos, em centrais, em sindicatos, em governos. Mas, para isso,</SPAN> temos que convencer vários milhões de que é necessário mudar os rumos do mundo, participar, se mobilizar e tomar o poder das mãos dos nossos inimigos de classe. E como se convence? Comunicando. Em que língua? Na que todos entendem.</EM></SPAN></P>
<P><EM><STRONG>(*) </STRONG>Entevista publicada originalmente na página do <STRONG>Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC)</STRONG>.</EM></P>
<P> </P>
<P><SPAN style="COLOR: #333399">Desde meus primeiros contatos com a militância, a forma como a esquerda se comunica é uma das minhas maiores preocupações. Isso passa pela linguagem que usamos, como está bem explicado acima. Não só a linguagem escrita, mas todo o tipo de linguagem: a oral, a visual, a multimídia, e todas as suas variações.</SPAN></P>
<P><SPAN style="COLOR: #333399">Pra quem me conhece um pouco sabe que eu adoraria ver, em rede nacional, um telejornal naquele mesmo formato do Jornal Nacional, com a mesma técnica, mas avesso no seu conteúdo, que use a linguagem oficiosa do Jornal da Globo, mas que transmita o noticiário pelo ponto de vista dos trabalhadores organizados em sindicatos e partidos que lutam contra o capitalismo.</SPAN></P>
<P><SPAN style="COLOR: #333399">Para minha alegria, eu vi algo parecido: uma propaganda política do PSTU que passou na tv em 2009. Ela começa como se fosse um noticiário, depois acaba caindo naquele formato de propaganda política. Assistam ao vídeo. É um ótimo exercício para os militantes notarem a diferença que faz a linguagem usada pra transmitir a mensagem (no youtube: </SPAN><A title="http://www.youtube.com/watch?v=CrHriF7hEOM&feature=related
CTRL + Clique para seguir o link" href="http://www.youtube.com/watch?v=CrHriF7hEOM&feature=related" rel=nofollow target=_blank><SPAN style="COLOR: #333399">http://www.youtube. com/watch? v=CrHriF7hEOM&feature=related</SPAN></A><SPAN style="COLOR: #333399"> )</SPAN></P>
<P><SPAN style="COLOR: #333399">Outro programa de televisão que valeu a pena assistir foi o Direitos de Resposta. Esse programa foi produzido por diversos seguimentos da sociedade, as chamadas minorias. Não tem uma orientação política de luta contra o capital, mas é uma conquista democrática. Resumindo, a RedeTV! foi obrigada, por decisão judicial, a conceder, durante um mês, de segunda a sexta-feira, o horário das 16 às 17, para que organizações civis de diversos setores veiculassem direito de resposta contra as atrações do programa "tarde quente", comandado por João Kleber, onde se incitava a violência contra as mulheres com o quadro teste de fidelidade, e contra os homossexuais, nas pegadinhas onde aparecia no video frases como "bicha safada apanha por fazer gracinha na rua". Procurem no youtube os programas. Segue um video que fizeram com trechos do programa, onde dá pra entender mais ou menos como foi: </SPAN><A title="http://www.youtube.com/watch?v=hTPddDInpvw
CTRL + Clique para seguir o link" href="http://www.youtube.com/watch?v=hTPddDInpvw" rel=nofollow target=_blank><SPAN style="COLOR: #333399">http://www.youtube. com/watch? v=hTPddDInpvw</SPAN></A></P>
<P><SPAN style="COLOR: #333399">Enfim, essas são provocações que faço àqueles que querem lutar por outra sociedade. Espero que elas despertem a atenção de outros militantes para que a nossa linguagem se torne mais próxima à da maioria da população.</SPAN></P></DIV></SPAN></DIV></DIV>
<P></P></DIV>
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<DIV><A style="PADDING-RIGHT: 0px; MARGIN-RIGHT: 0px" href="/mc/compose?to=brunoperandin@hotmail.com&subject=Linguagem%20da%20esquerda" rel=nofollow target=_blank ymailto="mailto:brunoperandin@hotmail.com?subject=Linguagem da esquerda"><SPAN style="FONT-WEIGHT: 700"></SPAN></A>| <A href="/mc/compose?to=pelaluta@yahoogrupos.com.br&subject=Linguagem%20da%20esquerda" rel=nofollow target=_blank ymailto="mailto:pelaluta@yahoogrupos.com.br?subject=Linguagem da esquerda"><SPAN style="FONT-WEIGHT: 700">através de email</SPAN></A> | <A href="http://br.groups.yahoo.com/group/pelaluta/post;_ylc=X3oDMTJxZjZyaW9oBF9TAzk3NDkwNDM3BGdycElkAzE0MDk3OTk1BGdycHNwSWQDMjEzNzExMTY5NgRtc2dJZAMzMjU1BHNlYwNmdHIEc2xrA3JwbHkEc3RpbWUDMTI3MDc4NzI1OQ--?act=reply&messageNum=3255" rel=nofollow target=_blank>Responder <SPAN style="FONT-WEIGHT: 700">através da web</SPAN></A> | <A style="FONT-WEIGHT: 700" href="http://br.groups.yahoo.com/group/pelaluta/post;_ylc=X3oDMTJmNGpwNGllBF9TAzk3NDkwNDM3BGdycElkAzE0MDk3OTk1BGdycHNwSWQDMjEzNzExMTY5NgRzZWMDZnRyBHNsawNudHBjBHN0aW1lAzEyNzA3ODcyNTk-" rel=nofollow target=_blank>Adicionar um novo tópico</A> </DIV><A href="http://br.groups.yahoo.com/group/pelaluta/message/3255;_ylc=X3oDMTM1cnQxcDBoBF9TAzk3NDkwNDM3BGdycElkAzE0MDk3OTk1BGdycHNwSWQDMjEzNzExMTY5NgRtc2dJZAMzMjU1BHNlYwNmdHIEc2xrA3Z0cGMEc3RpbWUDMTI3MDc4NzI1OQR0cGNJZAMzMjU1" rel=nofollow target=_blank>Mensagens neste tópico</A> (<SPAN style="FONT-WEIGHT: 700">1</SPAN>) </DIV>
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