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Veja: indispensável... para o neoliberalismo<br>

<br>

Daniel<br>


<BLOCKQUOTE style="BORDER-LEFT: #f5f5f5 2px solid; PADDING-LEFT: 5px; PADDING-RIGHT: 0px; MARGIN-LEFT: 5px; MARGIN-RIGHT: 0px">
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<DIV style="Z-INDEX: 1" id=ygrp-msg>
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<DIV style="FONT-FAMILY: times new roman, new york, times, serif; FONT-SIZE: 12pt">
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<DIV><B>Subject:</B> Enc: Como a revista Veja se tornou indispensável para o neoliberalismo</DIV>
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Para conhecimento.  <A href="http://br.mc1103.mail.yahoo.com/mc/compose?to=Divulgar.@terra.com.br" rel=nofollow target=_blank><SPAN style="COLOR: #0066cc">Divulgar.</SPAN></A><br>

                                                                                                                      Assunto: Como a revista Veja se tornou indispensável para o neoliberalismo><br>

Data: Segunda-feira, 10 de Maio de 2010, 20:53<br>

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<H4>Mídia</H4></DIV></DIV>
<DIV><VAR>10 de Maio de 2010 - 11h03</VAR> 
<H1>Como a revista <I>Veja </I>se tornou<I> indispensável</I> para o neoliberalismo</H1>
<H2>A professora do curso de História da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) Carla Luciana Silva passou meses dedicando-se a leitura paciente de pilhas de edições antigas da revista <I>Veja</I>. A análise tornou-se uma tese de doutorado, defendida na Universidade Federal Fluminense, e agora, em livro. <I>Veja — O Indispensável Partido Neoliberal (1989-2002)</I> (Edunioeste, 2009) é o registro do papel assumido pela principal revista do Grupo Abril na construção do neoliberalismo no país.</H2><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma">A hipótese defendida por Carla é que a revista atuou como agente partidário que colaborou com a construção da hegemonia neoliberal no Brasil. Carla deixa claro que a revista não fez o trabalho sozinha, mas em consonância com outros veículos privados. Porém, teve certo protagonismo, até pelo número médio de leitores que tinha na época — 4 milhões, afirma Carla em seu livro. <br>

<br>

“A revista teve papel privilegiado na construção de consenso em torno das práticas neoliberais ao longo de toda a década. Essas práticas abrangem o campo político, mas não se restringem a ele. Dizem respeito às técnicas de gerenciamento do capital, e à construção de uma visão de mundo necessária a essas práticas, atingindo o lado mais explícito, produtivo, mas também o lado ideológico do processo”, afirma trecho do livro.<br>

<br>

<SPAN style="TEXT-DECORATION: underline">Carla concedeu ao <I>Observatório do Direito à Comunicação </I>a seguinte entrevista:</SPAN><br>

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<I><B>Observatório do Direito à Comunicação – </B></I></SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma"><B>Sobre o título do livro, porque “indispensável” ? É uma brincadeira com o slogan da <I>Veja </I>ou reflete a importância da revista para o avanço do neoliberalismo no Brasil? <br>

</B><I>Carla Luciana Silva – </I>O título é uma alusão ao slogan da revista e ao mesmo tempo nos lembra que ela foi um sujeito político importante na construção do neoliberalismo. A grande imprensa brasileira foi indispensável para que o neoliberalismo tenha sido construído da forma que o foi. A <I>Veja</I> diz ser indispensável para o país que queremos ser. A pergunta é: quem está incluído nesse “nós” oculto? A classe trabalhadora é que não.<br>

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</SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma"><B><I>Observatório do Direito à Comunicação – </I>Quais os interesses defendidos por <I>Veja</I>?<br>

</B><I>Carla – </I>Os interesses são os dominantes como um todo, mais especificamente os da burguesia financeira e dos anunciantes multinacionais. Em que pese o discurso de defesa da liberdade de expressão articulado à publicidade, o que importa pra revista são os interesses em torno da reprodução capitalista. A revista busca se mostrar como independente, o que se daria através de sua verba publicitária. <br>

<br>

É fato que a revista tem uma verba invejável, mas isso não a transforma no Quarto Poder, que vigiaria os demais de forma neutra. Ao mesmo tempo em que ela é portadora de interesses sociais, faz parte da sociedade, a sua vigilância é totalmente delimitada pela conjuntura e correlação de forças específica. O exemplo mais claro são as denúncias de corrupção e forma ambígua com que <I>Veja</I> tratou o governo Collor, o que discuto detidamente no livro.<br>

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</SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma"><B><I>Observatório do Direito à Comunicação – </I>Isso significa defender atores e grupos específicos? E, ao longo dos anos, estes atores mudam?<br>

</B><I>Carla – </I>Essa pergunta é mais difícil de responder, requer uma leitura atenta, a cada momento histórico especifico. A revista não é por definição, governista [no período estudado]. Ela é defensora de programas de ação. No período analisado (1989-2002), sua ação esteve muito próxima do programa do Fórum Nacional [<A href="http://www.forumnacional.org.br/" rel=nofollow target=_blank><SPAN style="COLOR: #0066cc">www.forumnacional. org.br</SPAN></A>] de João Paulo dos Reis Velloso. Ela busca convencer não apenas seus leitores comuns, mas a sociedade política como um todo e também os gerentes capitalistas.<br>

<br>

</SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma"><B><I>Observatório do Direito à Comunicação – </I>E que relação <I>Veja</I> estabelece com grupos estrangeiros?<br>

</B><I>Carla – </I>Essa é outra pergunta que requer atenção e mais estudos. O Grupo Abril não é um grupo “nacional”. Suas empresas têm participação direta de capital e administração estrangeira. Primeiro, é importante ter claro que o Grupo Abril não se restringe a suas publicações. A editora se divide em várias empresas, sendo que a Abril é majoritariamente propriedade do grupo Naspers, dono do Buscapé [site de comparação de preços] e de empresas espalhadas pelo mundo todo, da Rússia à Tailândia.<br>

<br>

Essa luta pela abertura de capital [no setor das comunicações] foi permanente ao longo dos anos 1990 e a Abril foi o primeiro grande conglomerado [de comunicação] brasileiro a abrir seu capital legalmente. É bom lembrar que o grupo tem investido bastante também na área da educação, e por isso a privatização do ensino continua sendo uma meta a atingir. <br>

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</SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma"><B><I>Observatório do Direito à Comunicação – </I>Aconteceram várias edições do “Fórum Nacional” no período em que faz sua análise. Por que <I>Veja</I> defendeu com tanto afinco as resoluções, especialmente econômicas, saídas desse Fórum?<br>

</B><I>Carla – </I>O Fórum Nacional tem vários títulos. Eles [os integrantes do Fórum] foram se colocando ao longo dos anos, desde 1988, como intelectuais que pensam o Brasil e defendem programas de ação — as formas específicas de construção de um projeto sócio-econômico, que mudaram ao longo dessas duas décadas. Não existe um vínculo orgânico da revista com o Fórum, ao menos não o comprovamos, mas existe uma afinidade de programa de ação. A tentativa de reforma da Constituição em 1993 foi um bom exemplo, conforme desenvolvo no livro. <br>

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</SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma"><B><I>Observatório do Direito à Comunicação – </I>No livro, você aponta que a <I>Veja</I> “comprou” as ideias no Fórum Nacional, transformando- as numa verdadeira cartilha econômica para salvar o Brasil no começo dos anos 90. Quais seriam os principais tópicos desta “cartilha”?<br>

</B><I>Carla – </I>O Fórum Nacional surgiu em 1988 como uma forma de organizar o pensamento e ação dominante. Ele se constituiu um verdadeiro aparelho privado de hegemonia, buscando apontar caminhos para a forma da hegemonia nos anos 1990. E existe até hoje, fazendo o mesmo. <br>

<br>

Portanto, ele não é apenas uma fórmula econômica, mas de economia política. Tratou de temas relevantes como “modernidade e pobreza”, “Plano Real”, “Segurança”, “estratégia industrial”, “política internacional” , sempre trazendo intelectuais considerados “top” do pensamento hegemônico para ver, a partir de suas pesquisas, quais caminhos deveriam ser seguidos, não apenas pelos governos, mas também pela sociedade política, ditando os rumos da economia.<br>

<br>

</SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma"><B><I>Observatório do Direito à Comunicação – </I>Essa “cartilha” econômica foi atualizada? Você se recorda de alguma campanha recente em que a revista tenha tomado a frente? <br>

</B><I>Carla – </I>A atualização é constante, mas não é uma cartilha. O Fórum e a revista são independentes um do outro, ao que parece, não há um vinculo orgânico. Mas <I>Veja</I> assumiu várias campanhas, sendo a principal delas a manutenção do programa econômico de Fernando Henrique durante todo o governo Lula. A blindagem feita ao presidente Lula da Silva foi imensa, especialmente se compararmos com o que foi feito do caso do mensalão ao que ocorreu no governo Fernando Collor. O que explica isso parece ser claramente a política econômica [de FHC e reproduzida por Lula] que garantiu lucros enormes aos bancos e a livre circulação de capitais, além de outras políticas complementares.<br>

<br>

</SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma"><B><I>Observatório do Direito à Comunicação – </I>Qual foi a importância da revista para a corrente neoliberal desde Collor? Dá para mensurar? <br>

</B><I>Carla – </I>Foi muito importante, mas não dá pra mensurar. É importante que tenhamos claro que o neoliberalismo não é uma cartilha, por mais que se baseie em documentos como o Consenso de Washington, por exemplo. Ele não foi “aplicado”. Foi construído como projeto de hegemonia desde os anos 1980. A grande imprensa participou da efetivação de padrões de consenso fundamentais: as privatizações, o ataque ao serviço público, a suposta falência do Estado. É importante olharmos hoje, pós crise de 2008, para ver que muitos desses preceitos são defendidos como saída da crise.<br>

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</SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma"><B><I>Observatório do Direito à Comunicação – </I>Qual a importância de <I>Veja</I> para as privatizações?<br>

</B><I>Carla – </I>Difícil medir dessa forma. Posso falar da importância das privatizações para <I>Veja</I>: elas precisavam acontecer de qualquer forma. E isso era um compromisso com o projeto que representava e com os seus interesses capitalistas específicos, do Grupo Abril. É bom lembrar que a criação de consenso em torno desse ideal foi importante para que o grupo pudesse abrir seu capital oficialmente ao capital externo.<br>

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</SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma"><B><I>Observatório do Direito à Comunicação – Veja</I> deixa de ser neoliberal para ser neoconservadora? Digamos assim, amplia sua atuação do debate econômico, fundamental à implantação do neoliberalismo, e passar a fazer campanhas também em outras pautas conservadoras?<br>

</B><I>Carla – </I>Não vejo essa distinção. Neoliberalismo foi um projeto de hegemonia, uma forma de estabelecer consenso em torno de práticas sociais específicas. A forma do capitalismo imperialista, portanto, não se restringe à economia. A política conservadora sempre esteve presente no neoliberalismo, haja visto a experiência de [Ronald] Reagan [presidente dos Estados Unidos] e [Margareth] Thatcher [primeira-ministra da Grã-Bretanha] , a destruição do movimento sindical, a imposição do chamado pensamento único. Por esse caminho chegou-se a dizer que a história tinha acabado e que a luta de classes não fazia mais sentido.<br>

<br>

Os movimentos sociais foram duramente reprimidos e, além disso, se buscou construir consenso em torno de sua falência, o que foi acompanhado pelo transformismo dos principais partidos de esquerda, especialmente no Brasil. O que vemos hoje é a continuidade dessa política. Os dados dos movimentos sociais denunciam permanentemente o quanto tem aumentado a sua criminalização ao passo que os incentivos ao grande capital do agrobusiness só aumenta.<br>

<br>

</SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma"><B><I>Observatório do Direito à Comunicação – </I>Existem diferenças muito contundentes entre a <I>Veja</I> de 89, a de 2002 e a de hoje? <br>

</B><I>Carla – </I>Há diferenças, claro. Havia, em 1989, um grau um pouco mais elevado de compromisso com notícias, com investigações jornalísticas, o que parece ter se perdido totalmente ao longo dos anos. A revista se tornou uma difusora de propagandas, tanto de governos como de produtos (basta ver as capas sobre Viagra ou cirurgias plásticas).<br>

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</SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma"><B><I>Observatório do Direito à Comunicação – </I>Já nos primeiros capítulos do livro, você chama atenção para o fato de <I>Veja</I> ser muito didática e panfletária quanto ao liberalismo. Ela deixou de fazer apologia ao neoliberalismo de maneira tão clara?<br>

</B><I>Carla – </I>Teria que analisar mais detidamente. Essa é uma coisa importante: sentar e ler detidamente, semanas a fio, pra podermos concluir de forma mais segura a posição da revista.<br>

<br>

</SPAN><SPAN style="FONT-FAMILY: Tahoma"><B><I>Observatório do Direito à Comunicação – </I>Em algum momento do período analisado a revista foi muito atacada por alguma cobertura específica?<br>

</B><I>Carla – </I>Sim, a revista teve embates, especialmente com a IstoÉ e, posteriormente, com a Carta Capital. Essas revistas talvez tenham ajudado a tirar uma ou outra assinatura de <I>Veja</I> em conjunturas especiais. O caso Collor não é simples como parece. A revista <I>Veja</I> fazia campanha nas capas mostrando o movimento das ruas e dentro do editorial ia dizendo que o governo deveria ser mantido em nome da governabilidade. Foi quando isso se tornou insustentável que ela defendeu a renúncia do presidente (e não o impeachment) . Mas depois, construiu uma bela campanha publicitária. A Abril colocou luzes verde amarela em seus prédios, lançou boton comemorativo, pra construir memória, dizer que foi ela que derrubou o Collor. <br>

<br>

O importante é a gente perceber que não é esse o movimento mais importante. O importante é a gente ter instrumentos contra hegemônicos que nos permitam construir uma visão efetivamente critica do que está acontecendo. É importante ressaltar que ela [<I>Veja</I>] sempre fala como se fosse a porta-voz dos interesses da nação, do país, da sociedade, e como se não fosse ela portadora de interesses de classe.<br>

<br>

</SPAN>Fonte: <I>Observatório do Direito à Comunicação</I> </DIV></DIV></DIV></DIV></BLOCKQUOTE></TD></TR></TBODY></TABLE><br>

 </DIV></BLOCKQUOTE></TD></TR></TBODY></TABLE><br>

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<DIV style="FLOAT: right; COLOR: #747575">Trocar para: <A style="TEXT-DECORATION: none" target=_blank>Só Texto</A>, <A style="TEXT-DECORATION: none" class=margin-rt target=_blank>Resenha Diária</A> • <A style="TEXT-DECORATION: none" target=_blank>Sair do grupo</A> • <A style="TEXT-DECORATION: none" href="http://br.yahoo.com/info/utos.html" target=_blank>Termos de uso</A></DIV></DIV><!-- |**|end egp html banner|**| --></DIV><!-- ygrp-msg --><!-- Sponsor --><!-- |**|begin egp html banner|**| -->
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