<html><head><style type="text/css"><!-- DIV {margin:0px;} --></style></head><body><div style="font-family:arial, helvetica, sans-serif;font-size:10pt;color:#000000;"><DIV>Prezados companheiros, manos e minas.</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>Segue a nossa proposta de "Carta de Princípios" a ser aprovada em Seminário nosso em julho. Como qualquer proposta, está sujeita a crítica e sugestões. O importante é que saia um documento de contribuição coletiva fruto desse processo de discussão nos fóruns de formação que temos feito.</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>Um forte abraço.</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>Márcio.</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">CONTRIBUIÇÃO INICIAL PARA O SEMINÁRIO SINDICAL DO COLETIVO BANCÁRIOS DE BASE</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">CONSIDERAÇÕES POLÍTICO-PROGRAMÁTICAS INTRODUTÓRIAS PARA UMA PROPOSTA DE CARTA DE PRINCÍPIOS</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">1. Apresentação</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">Segue-se uma contribuição inicial do Espaço Socialista para a conformação da carta de princípios do coletivo Bancários de Base. Essa contribuição expressa a nossa visão do projeto Bancários de Base, e se apresenta como uma das partes de um conjunto de propostas a serem colocadas dentro de um processo de debate coletivo, para o qual esperamos contar com outras contribuições dos demais integrantes do grupo, bem como críticas e comentários às nossas propostas, afim de obtermos uma síntese democrática e uma maior homogeneidade, fundamental para a construção do coletivo e a atuação no movimento.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">Esta contribuição resume algumas das posições que temos defendido no interior do grupo ao longo de nossa participação. No corpo deste resumo, adiantam-se algumas propostas de resolução que sistematizam nossa concepção, as quais aparecem destacadas <?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /><st1:PersonName w:st="on" ProductID="em negrito. Estas">em negrito. Estas</st1:PersonName> propostas estão organizadas ao final do texto como uma proposta de carta de princípios em forma de estatuto, cujos pontos propomos que sejam colocados em votação no seminário sindical.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">2. Definições gerais</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">O coletivo Bancários de Base se propõe a ser um espaço de organização dos trabalhadores para lutar por seus interesses imediatos (salário, condições de trabalho, etc.), e seus interesses históricos como parte da classe trabalhadora. </FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">O primeiro pressuposto dessa proposta é a oposição incondicional aos banqueiros. Os interesses dos banqueiros e dos trabalhadores bancários são diametralmente opostos. Enquanto os bancários lutam por melhores salários, os banqueiros impõem o arrocho; enquanto os bancários clamam por mais contratações para ter condições de trabalho decentes, o banqueiros tratam os trabalhadores como um componente de “seu” capital, reduzindo os custos, o que na prática se materializa em demissões em massa, excesso de trabalho e adoecimentos para os bancários.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">Os patrões sempre foram os inimigos da classe trabalhadora em toda e qualquer categoria, e não é diferente em nosso caso, <st1:PersonName w:st="on" ProductID="em bancários. Aos">em bancários. Aos</st1:PersonName> banqueiros, como qualquer patrão, interessa absorver toda a riqueza produzida pelos trabalhadores bancários. Para chegar ao seu objetivo final, os patrões do sistema financeiro impõem ao bancários as mais degradantes condições de trabalho, demissões em massa por meio de fusões e/ou incorporações, re-estruturações corporativas, redução do quadro de funcionários, retirada de direitos, redução de salários, incremento do uso da tecnologia, fechamento de locais de trabalho, sobretrabalho, adoecimentos,etc.; medidas que têm o objetivo final de aumentar a taxa de lucro.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">A concepção de que a realidade social se move em torno da luta de classes sofreu um retrocesso nas últimas décadas, o que tem facilitado o predomínio das idéias da classe dominante. O desmantelamento dos países ditos “socialistas” no Leste Europeu no final da década de 80, início dos anos 90, foi um fato histórico de grande repercussão ideológica, que foi interpretado e propagandeado como triunfo do capitalismo sobre o socialismo, bem como o fim de qualquer outra alternativa à atual organização social. Afirmar isso não significa que se tenha aqueles Estados ditos “socialistas” como modelo, apenas constatar que a sua queda facilitou o trabalho ideológico da burguesia em defesa do capitalismo. É o “Fim da História” proclamado pela classe dominante.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">Do ponto de vista organizativo, isso foi um desastre para o movimento sindical, pois a “vitória” do capitalismo fortalece todas as instituições que dão sustentação ao império da propriedade privada, como o Estado, a democracia representativa, a competição entre os trabalhadores, a busca de saídas individuais para problemas coletivos, etc, etc. Em outras palavras, isso fez com que imperasse entre os trabalhadores a concepção de que as questões gerais são resolvidos pelos “representantes”. Desse modo, um indivíduo, ou um grupo, passa a substituir a coletividade. Os trabalhadores são condicionados a esperar por um “salvador da pátria”, por um “messias” que resolva os seus problemas, pois os ditos representantes “foram eleitos para isso”.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">Entretanto, nossos “representantes” têm feito exatamente o oposto daquilo para o qual foram eleitos, ao mesmo tempo em que impedem que os próprios bancários assumam essas tarefas. Assim, o principal motivo para a existência do coletivo Bancários de Base é o fato de que as formas tradicionais de organização, em especial as entidades sindicais, estão tomadas por grupos dirigentes completamente cooptados para a colaboração com os banqueiros e o governo. Esses grupos transformaram os sindicatos em meio de vida, fazendo do mandato que receberam dos trabalhadores uma via para a ascensão social individual e para a integração aos estratos dirigentes do sistema. A permanência desses grupos nas direções sindicais ao longo de décadas serve também para manter a estrutura sindical aprisionada nos limites
institucionais prescritos pelo Estado, impedindo a organização autônoma dos trabalhadores. </FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">Dada essa realidade, entendemos que:</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3><FONT face="Times New Roman">- <B>O coletivo Bancários de Base é um espaço de organização dos trabalhadores bancários para lutar por seus interesses imediatos (salário e condições de trabalho) e seus interesses como parte da classe trabalhadora.</B></FONT></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">3. Sobre a independência de classe</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">O coletivo Bancários de Base parte da compreensão de que “a emancipação dos trabalhadores deve ser obra dos próprios trabalhadores”. Sendo assim, as organizações da nossa classe não podem ter nenhum tipo de vínculo institucional com o Estado nem admitir qualquer tipo de parceria com a patronal.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">O Estado existe para garantir os interesses dos patrões, seja qual for o partido do governante de plantão. No caso específico dos bancários, o Estado é patrão formal de metade da categoria bancária. Além de entrar em campo contra os trabalhadores, o patrão-Estado controla o árbitro do jogo, pois o Judiciário, embora alegue ser imparcial, sempre foi um importante instrumento do patronato no ataque à livre organização dos trabalhadores. Isso se verifica principalmente nos períodos de greve, em que a justiça concede decisões favoráveis aos interditos proibitórios, prende líderes sindicais, chancela demissões em massa, etc.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">Na categoria bancária, o governo é mais do que “um comitê central dos negócios burgueses” pois os governos estadual e federal são patrões diretos de metade dos bancários no país, em que as maiores instituições financeiras estatais são Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Assim, o Estado, tanto quanto os banqueiros privados, aplica a mesma lógica de mercado, a busca do lucro, sobre as estatais e os mesmos mecanismos de opressão, assédio, e doenças ocupacionais a que estão submetidos os bancários do setor privado. Há mais de 20 anos, os bancos estatais estão sendo adaptados ao mercado para funcionarem como um banco privado qualquer, sendo que, hoje, o caráter público destes bancos é meramente formal, no papel, pois já são privatizados na sua administração. No entanto, o processo de
privatização dos bancos estatais está em mais um novo estágio com o início de uma reestruturação na CEF e na incorporação do banco estadual paulista Nossa Caixa pelo BB. </FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">- Diante desse papel do governo, o coletivo deve se pautar pela mais absoluta independência em relação a patrões e governo.</FONT></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">4. Concepção e prática sindical</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3><FONT face="Times New Roman">Como um desdobramento natural da oposição aos inimigos diretos da classe também devemos fazer oposição aos grupos políticos no seio do movimento sindical que hoje são representados pela Articulação Sindical (braço sindical do PT) e seus aliados políticos, cujos grupos variam de base para base. O PT ocupa o poder central no país pelo fato de ser o grupo político mais eficiente para aplicar o seu projeto de dominação sobre os trabalhadores, justamente por ter o controle burocrático sobre os organismos oficiais de representação dos trabalhadores, o que funciona como um obstáculo para as lutas e um instrumento a serviço da aplicação dos ataques da burguesia. O mesmo raciocínio serve para qualquer partido que exerça a mesma função. <B>Por isso defendemos que o coletivo Bancários de Base deve se
colocar como oposição à burocracia sindical (Articulação - PT e seus satélites).</B></FONT></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">Os sindicatos hoje dependem do Estado para existir, pois precisam de registro no Ministério do Trabalho para serem reconhecidos, e se sustentam financeiramente às custas do imposto sindical. Contra esse modelo, defendemos uma forma de organização completamente independente, ou seja, surgida da iniciativa dos próprios trabalhadores e financiada por sua contribuição voluntária.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">As publicações e atividades do coletivo Bancários de Base devem ser financiadas pela contribuição voluntária dos integrantes.</FONT></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">Além disso, a categoria bancária é parte da classe trabalhadora. Sua luta é parte da luta de todos os trabalhadores contra a exploração capitalista. A solidariedade ativa a todos os processos de luta da classe deve ser vista como parte da luta dos bancários, pois a vitória de um setor da classe é uma vitória que nos fortalece a todos. A consciência de classe deve se desenvolver a partir da superação das barreiras que separam os segmentos da categoria (bancários e terceirizados) e nos separam do restante da classe (formais e informais, trabalhadores da cidade e do campo, etc.).</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">A terceirização é uma prática usada pela burguesia para precarizar as relações de trabalho e para afundar o nível dos salários. Ela cria diferenças no interior da categoria em relação à salário, estabilidade, etc, sendo que do ponto de vista prático o trabalhador continua prestando serviço para o mesmo patrão. Trabalhadores de determinados setores de suporte, ou “áreas-meio”, serviços e limpeza, copa, cozinha, atendimento telefônico, segurança, deixaram de ter vínculo formal na carteira de trabalho com o banco (deixando de ter salários e direitos inerentes à categoria), para estarem vinculados a uma empresa qualquer, diferente do banco. No entanto, o trabalhador continua a trabalhar na mesma instituição financeira, agora com salários e direitos rebaixados.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">Os sindicatos tomados pelo diretores da CUT e seus aliados não fazem qualquer esforço para construir a unidade entre os bancários diretos e os terceirizados, pois isso exigiria questionar o governo.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">É necessário que o mote “quem trabalha em banco, bancário é” saia do papel e tenha uma validade prática no dia-a-dia. Toda e qualquer deliberação sobre a atuação na categoria bancária tem de levar em consideração este setor. A divisão interessa ao patrão; a unidade, aos trabalhadores. Todo material direcionado à categoria em geral terá uma parte reservada para tratar da situação dos terceirizados, e seus segmentos, como vigilantes, telefonistas, contratados, etc.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><FONT size=3><FONT face="Times New Roman"><st1:metricconverter w:st="on" ProductID="5. A"><SPAN style="COLOR: black">5. A</SPAN></st1:metricconverter><SPAN style="COLOR: black"> necessidade do debate político e sua metodologia</SPAN></FONT></FONT></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">A atuação do coletivo Bancários de Base deve ter como objetivo elevar a consciência dos trabalhadores bancários. Isso exige fornecer elementos de conscientização para a luta para que os bancários retomem o sindicato para os seus interesses.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">Embora a proposta do coletivo seja de atuação sindical, ela não pode cair na lógica da patronal que deseja excluir a política (entendida aqui como um conjunto de relações de poder materializadas nas instituições do Estado Burguês voltadas para a repressão sobre os trabalhadores) da atuação sindical cotidiana junto à base. O fato dos bancários estarem condicionados pela ideologia burguesa a separarem os elementos “políticos” dos “sindicais” não significa que temos de nos abster de discutir política com os trabalhadores. Pelo contrário. É nosso dever discutir política com os bancários por entendermos que as relações de poder tem interferência direta na vida dos trabalhadores de qualquer categoria. Isso é ainda mais válido para o caso dos bancários, que têm o Estado como patrão direto de
metade da categoria.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">Discutir política não significa tornar-se instrumento de um determinado partido ou organização. O coletivo deve admitir a presença de trabalhadores filiados ou simpatizantes de qualquer partido, organização ou corrente de pensamento, desde que se respeite a autonomia do coletivo na tomada das suas decisões. As propostas de qualquer integrante do coletivo devem ser igualmente apreciadas, sem qualquer distinção ou preferência. A atuação os partidos/correntes políticas no interior do coletivo é positiva, desde que se mantenha a separação entre as instâncias de decisão das organizações e as instâncias do coletivo. As decisões do coletivo devem ser tomadas nas reuniões do próprio coletivo Bancários de Base, não nos gabinetes de qualquer partido ou organização. Os bancários devem ser o sujeito de
decisão no movimento. O coletivo deve estar a serviço dos bancários e não à construção das organizações/partidos.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">- O coletivo Bancários de Base é aberto a todos os trabalhadores bancários, de qualquer partido ou linha de pensamento, que estejam de acordo com os seus princípios, conforme definidos em sua carta de princípios.</FONT></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">O coletivo Bancários de Base deve pois funcionar como uma frente única, em que cada um dos integrantes pode defender posições divergentes. Não se trata de uma organização do tipo “partido”, que exige um centralismo estrito da parte dos seus membros em qualquer intervenção externa. Num coletivo de frente, a unidade existe em torno de tarefas deliberadas coletivamente, não de um programa político detalhado baseado numa visão comum da realidade. Dentro de uma frente admite-se diversas visões da realidade, pois a unidade na ação não é sinônimo de unidade de pensamento.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">Em caso de divergências quanto a propostas a serem levadas ao movimento, fica reservada às posições minoritárias o direito de apresentar publicamente as suas posições, seja em intervenções no movimento ou nas publicações do coletivo. Nenhum integrante pode falar em nome do coletivo em qualquer fórum do movimento sem que haja deliberação explícita para isso. Em caso de descumprimento desses critérios ou desrespeito a princípios básicos da moral e da democracia operária, o coletivo deliberará sobre as sanções cabíveis.</FONT></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">6. Auto-organização e ação direta</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">Defendemos a auto-organização e a livre participação nas reuniões, com direito a voz e voto, sem distinções hierárquicas, com o compromisso do cumprimento das tarefas coletivamente deliberadas.</FONT></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">O coletivo Bancários de Base defende a mais ampla democracia no movimento e repudia acordos de cúpula, sem participação dos bancários. Repudiamos a atitude da burocracia sindical de montar “milícias”, com o uso da estrutura do movimento para reprimir os trabalhadores em assembléia, como é o caso do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, que contrata “seguranças” para impedir que os bancários possam se expressar no microfone nas assembléias.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">Os patrões e seus mandatários no seio dos sindicatos usurpam, desmoralizam e esvaziam os fóruns de base para estarem livres do controle dos trabalhadores e poder promover livremente os ataques à categoria. O projeto de Reforma Sindical está sendo aplicado a conta-gotas e tem como essência colocar o poder de deliberação na superestrutura sindical, de modo que os burocratas possam tomar as decisões sem passar por assembléias.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">Este é o modo de atuação da direção do Sindicato dos Bancários de São Paulo Osasco e Região, que há 6 anos seguidos impõe à categoria uma pauta de campanha salarial tirada nos fóruns superestruturais da CUT sem passar pela aprovação em assembléia e nem dar oportunidade de que se debatam outras propostas surgidas no seio da categoria. É uma verdadeira implantação “branca” da Reforma Sindical que tramita no Congresso Nacional.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">É necessário retomar a ação direta, isto é, a mobilização da categoria bancária de forma consciente e organizada como forma principal de atuação da classe. É necessário educar os trabalhadores na compreensão de que problemas os coletivos se resolvem coletivamente, e não passando procuração para “iluminados”. Somente pelas táticas de paralisação, greves, boicote a venda de produtos, etc. é que a categoria voltará a retomar o caminho da reconquista de direitos perdidos nos últimos 20 anos, com possibilidade de avançar. A mudança fundamental está nos métodos, privilegiando a ação direta ao invés das negociações (enrolação) permanentes.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">Esta concepção se materializa na afirmação da ação direta como método de luta.</FONT></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">7. Resgate das reivindicações históricas </FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">Não basta apresentar as reivindicações “mais radicais”, é preciso construir a mobilização, a participação e a organização para que se possa lutar por elas. Entretanto, o coletivo não pode deixar de ter em mente as reivindicações históricas, das quais não podemos abrir mão:</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">- Estabilidade para os trabalhadores dos bancos privados;</FONT></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">- Eleição de delegados sindicais nos bancos privados;</FONT></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">- Isonomia e reposição de perdas para os trabalhadores dos bancos públicos;</FONT></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">- Contra o sucateamento das nossas caixas de assistência;</FONT></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">- Resgate dos fundos de pensão;</FONT></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">- Outras reivindicações específicas de cada banco;</FONT></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">8. Sobre organização por local de trabalho</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">Para levar adiante essas reivindicações, é preciso construir a mobilização a partir de cada local de trabalho, por meio dos representantes de base. Trata-se de uma comissão, ou de uma pessoa eleita pela base para organizar os trabalhadores nas dependências. Entre os bancários, é conhecido como “Delegado Sindical”; mas ele existe somente na CEF e no Banco do Brasil. Nos demais bancos estatais e em todos os bancos privados não há o Representante de Base. Por isso o Coletivo Bancários de Base luta pela instituição do cargo de Delegado Sindical também nos bancos privados e nos demais bancos estatais, até como forma de se iniciar um trabalho de organização entre bancários do setor privado, onde a situação organizativa é débil.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">A Organização por Local de Trabalho (OLT) deve ser retomada como ferramenta fundamental no enfrentamento contra os patrões. </FONT></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">9. Sobre a disputa ideológica</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">A atuação do Coletivo não deve ter como finalidade a pura e simples troca de dirigentes sindicais, pois isso por si só não é garantia de mudança de correlação de forças na luta de classes. A mudança se dá por meio da elevação da consciência, da participação e da organização da categoria, num processo de longo prazo, que consolide uma base social para a luta, mais do que meramente uma troca de grupos dirigentes.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">Não basta que o movimento distribua “n” panfletos na base. Geralmente são materiais que não discutem os problemas da categoria de forma profunda. Dentro de uma conjuntura em que a ideologia capitalista das saídas individuais é o que vige entre os bancários, é necessário que os instrumentos de luta da classe promovam a formação política e teórica dos bancários para que estes rompam com a ideologia burguesa no processo de elevação de sua consciência.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">Em geral, por uma série de questões, a esquerda em geral marginaliza a formação político-teórico dos trabalhadores, ou simplesmente nem sequer cogitam esta tarefa. Os sindicatos burocratizados não se darão ao trabalho de desenvolver a formação, pois isso significa fortalecer a categoria, que, em última análise, questionaria a atuação das atuais burocracias sindicais. Hoje, os sindicatos atrelados aos interesses dos patrões e dos governos fazem formação profissional dos bancários para melhor venderem a sua força de trabalho, contribuindo para a ideologia de colaboração de classes que tanto prejuízos trazem para a classe.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">Por isso propomos que o coletivo mantenha o método das reuniões para discutir organização e tarefas do movimento alternadas com reuniões de formação, com a ressalva de que, conforme as necessidades do movimento, se podem fazer reuniões organizativas extraordinárias ou incluir pontos organizativos em reuniões de formação.</FONT></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">10. Sobre a democracia operária</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">Por outro lado, devemos considerar as eleições como um período propício para promover um debate com a categoria em torno de um projeto político diferenciado, que contemple combatividade, independência, democracia, participação, controle da base sobre os seus dirigentes, etc. Entre estes elementos de renovação das entidades sindicais propomos: </FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3><FONT face="Times New Roman">- <B>Resgate das assembléias e fóruns de base como organismos supremos de deliberação dos trabalhadores, contra a usurpação de todas as decisões pelas cúpulas dirigentes.</B></FONT></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">- Proporcionalidade direta nas eleições para todos os fóruns, como diretoria do sindicato, comando de campanha, comissões de negociação, etc.</FONT></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">- Composição de chapas através de convenções abertas e prévias eleitorais para escolha das candidaturas, por bancos e por região.</FONT></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">- Revogabilidade dos mandatos por meio de decisão em assembléia.</FONT></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">- Limitação do número de mandatos, com proibição de mais de dois mandatos consecutivos e obrigatoriedade da renovação de pelo menos metade da diretoria.</FONT></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">- Reuniões periódicas de delegados sindicais e representantes de base com caráter deliberativo.</FONT></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">- Eleição da mesa dirigente das assembléias, plenárias, congressos ou qualquer fórum no momento de sua instalação, com proporcionalidade, bem como votação da pauta.</FONT></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">- Repúdio à contratação de seguranças para impedir a livre manifestação dos trabalhadores nas assembléias, plenárias, congressos ou qualquer fórum do movimento.</FONT></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">- Garantia do direito à palavra para qualquer trabalhador, independentemente da sua filiação ou não a correntes políticas e sindicais, em assembléias, plenárias, congressos ou qualquer fórum do movimento.</FONT></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">- Garantia de espaço nas publicações dos sindicatos e entidades para manifestação dos trabalhadores de base, independentemente da sua filiação ou não a correntes políticas e sindicais.</FONT></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">As eleições sindicais podem servir como um meio de levar para a base o debate sobre essas propostas de organização. Isso pode ser feito por meio da apresentação de uma chapa ou da apresentação de candidatos para compor chapas em conjunto com outras chapas, ou ainda, por meio do apoio crítico a alguma chapa. Em qualquer desses casos, a participação em eleições deve ter como critérios a participação dos da base no lançamento das candidaturas bem como na construção do programa. Caso não haja um processo legítimo e democrático que viabilize a participação na chapa, o coletivo terá ainda assim uma posição definida, seja de voto crítico em alguma das chapas ou voto nulo programático. </FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">Entendemos ainda que, independentemente da constituição de chapas para as eleições sindicais ou de quaisquer entidades representativas dos trabalhadores, o coletivo deve lutar:</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">- Pela unidade das forças de oposição na categoria bancária, através de um fórum democrático de diálogo visando o encaminhamento de propostas em conjunto no movimento.</FONT></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><B><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">- Pela unidade das forças de oposição em nível nacional visando organizar nacionalmente as lutas da categoria.</FONT></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">11. Proposta de carta de princípios</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">1. O coletivo Bancários de Base é um espaço de organização dos trabalhadores bancários para lutar por seus interesses imediatos (salário e condições de trabalho) e seus interesses como parte da classe trabalhadora.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">2. O coletivo Bancários de Base é aberto a todos os trabalhadores bancários, de qualquer partido ou linha de pensamento, que estejam de acordo com os seguintes princípios:</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">2.1 Independência em relação a patrões e governo.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">2.2 Oposição à burocracia sindical (Articulação - PT e seus satélites)</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">2.3 Democracia nos organismos do movimento.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">2.4 Ação direta como método de luta.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">2.5 Organização por local de trabalho.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">2.6 Auto-organização do coletivo de acordo com o método de funcionamento descrito abaixo (item 3) e com os seguintes critérios:</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">2.6.1 Participação nas reuniões, com direito a voz e voto, sem distinções hierárquicas, com o compromisso do cumprimento das tarefas coletivamente deliberadas.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">2.6.2 Contribuição financeira regular.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">2.6.3 Participação nas panfletagens e intervenções coletivamente deliberadas.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">2.6.4 Em caso de divergências quanto a propostas a serem levadas ao movimento, fica reservada às posições minoritárias o direito de apresentar publicamente as suas posições, seja em intervenções no movimento ou nas publicações do coletivo.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">2.6.5 Nenhum integrante pode falar em nome do coletivo em qualquer fórum do movimento sem que haja deliberação explícita para isso.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">2.6.6 Em caso de descumprimento desses critérios ou desrespeito a princípios básicos da moral e da democracia operária, o coletivo deliberará sobre as sanções cabíveis.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">3. O coletivo Bancários de Base tem como método de funcionamento: </FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">3.1 Reuniões periódicas quinzenais alternadas, sendo:</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">3.1.1 Uma reunião mensal de organização das atividades do movimento, de caráter deliberativo e soberano.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">3.1.2 Uma reunião mensal de formação para estudos teóricos, culturais, etc.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">3.1.3 Conforme as necessidades do movimento as reuniões de formação podem incluir pontos organizativos.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">3.2 Reuniões extraordinárias de organização, fora da periodicidade regular, conforme a necessidade do movimento, desde que devidamente convocadas.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">3.3 Seminário sindical anual para revisão da carta de princípios e deliberação sobre as tarefas imediatas (a respeito das tarefas imediatas para o próximo período, ver item 4).</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">3.4 Lista de e-mails interna para troca de informações e opiniões entre os integrantes do grupo, sem caráter deliberativo, exceto em casos excepcionais de tarefas explicitamente deliberadas em reunião.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">3.4.1 Lista externa de e-mails de contatos e simpatizantes.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">3.5 Publicação de um jornal regular, discutido, escrito, editado e financiado pelos integrantes do grupo, bem como boletins e panfletos sobre questões específicas conforme a necessidade do movimento.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">4. O coletivo Bancários de Base se propõe como tarefas imediatas:</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">4.1 Retomar a luta pelas reivindicações históricas da categoria como:</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">4.1.1 Estabilidade para os trabalhadores dos bancos privados</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">4.1.2 Eleição de delegados sindicais nos bancos privados</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">4.1.3 Isonomia e reposição de perdas para os trabalhadores dos bancos públicos</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">4.1.4 Contra o sucateamento das nossas caixas de assistência</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">4.1.5 Resgate dos fundos de pensão</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">4.1.6 Outras reivindicações específicas de cada banco</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">4.2 Campanha permanente, constando em todas as publicações e agitação em todas as intervenções no movimento, pela democracia nos organismos dos trabalhadores, em especial os sindicatos, por meio de medidas como:</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">4.2.1 Resgate das assembléias e fóruns de base como organismos supremos de deliberação dos trabalhadores, contra a usurpação de todas as decisões pelas cúpulas dirigentes.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">4.2.2 Proporcionalidade direta nas eleições para todos os fóruns, como diretoria do sindicato, comando de campanha, comissões de negociação, etc.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">4.2.3 Composição de chapas através de convenções abertas e prévias eleitorais para escolha das candidaturas, por bancos e por região.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">4.2.4 Revogabilidade dos mandatos por meio de decisão em assembléia.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">4.2.5 Limitação do número de mandatos, com proibição de mais de dois mandatos consecutivos e obrigatoriedade da renovação de pelo menos metade da diretoria.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">4.2.6 Reuniões periódicas de delegados sindicais e representantes de base com caráter deliberativo.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">4.2.7 Eleição da mesa dirigente das assembléias, plenárias, congressos ou qualquer fórum no momento de sua instalação, com proporcionalidade, bem como votação da pauta.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">4.2.8 Repúdio à contratação de seguranças para impedir a livre manifestação dos trabalhadores nas assembléias, plenárias, congressos ou qualquer fórum do movimento.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">4.2.9 Garantia do direito à palavra para qualquer trabalhador, independentemente da sua filiação ou não a correntes políticas e sindicais, em assembléias, plenárias, congressos ou qualquer fórum do movimento.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">4.2.10 Garantia de espaço nas publicações dos sindicatos e entidades para manifestação dos trabalhadores de base, independentemente da sua filiação ou não a correntes políticas e sindicais.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">4.3 Pela unidade das forças de oposição na categoria bancária, através de um fórum democrático de diálogo visando o encaminhamento de propostas em conjunto no movimento.</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><SPAN style="COLOR: black"><FONT size=3 face="Times New Roman">4.4 Pela unidade das forças de oposição em nível nacional visando organizar nacionalmente as lutas da categoria</FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class=MsoNormal><o:p><FONT size=3 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></P></DIV></div><br>
</body></html>