<html><head><style type="text/css"><!-- DIV {margin:0px;} --></style></head><body><div style="font-family:arial, helvetica, sans-serif;font-size:10pt"><DIV><BR><SPAN style="DISPLAY: none"> </SPAN> <!--~-|**|PrettyHtmlStartT|**|-~--></DIV>
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<P>
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<DIV style="FONT-FAMILY: arial, helvetica, sans-serif; FONT-SIZE: 10pt">
<DIV>Prezados companheiros, manos e minas.</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>Quando a gente imagina que já viu o pior, e´aí que vemos que sempre é possível piorar. A nota dos setores que romperam no CONCLAT é a prova disso. Ao invés de recomeçar um processo de reunificação a partir da discussão da base, fazendo balanços para não se repetir os erros do Congresso, os setores INTERSINDICAL, UNIDOS, etc aprofundam o destastre do processo. Este setor propõe construir a nova central POR FORA e ALHEIO ao Congresso!!! ! É um estrondoso absurdo!!!!! 1 Para que congresso então?</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>Diante de uma nota dessas, sinto-me no dever de responder a este absurdo. Levantei alguns destes pontos em que entendo ser os principais da nota.</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>1-O setor signatário da nota pretende unificar aqueles que "vivem do trabalho" . Só faltou indicar quem. Se os trabalhadores , que vivem em função do trabalho, ou da burguesia, que vive do trabalho alheio. Sei que isso é excesso de preciosismo, mas isso reflete a falsa idéia de defesa da classe para continuar uma disputa aparatista. Defender uma idéia de organizar gente que "só vive do trabalho" é para impedir, mitigar a participação dos estudantes e demais movimento sociais na nova central. Isto é, este setor INSISTE no mesmo erro que culminou no desastre do CONCLAT. Se os companheiros tivessem realmente a preocupação de ser uma central classista, não restringiriam a participação de estudantes e de movimentos sociais, mas precederia de uma pesquisa para entender do PORQUÊ tais trabalhadores não se organizam em  sindicatos, mas em movimentos sociais e no movimento estudantil.. .. A menos, é claro, que as correntes
 entendendam que  tenham o poder de obrigar os trabalhadores se organizarem onde estas correntes querem. É o cúmulo.</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>2-Tinha aprendido que a "democracia operária" significava tolhimento da voz dos delegados e dos observadores saírem do plenário. Agora a a INTERSINDICAL, etc... inovam. Agora a "democracia operária'  é a vontada da maioria ......DAS CORRENTES! Isso mesmo! Afinal.. <EM>"<STRONG>Sete organizações</STRONG> se colocaram como convocantes</EM> (do congresso)". "<EM>Destas, <STRONG>cinco eram contrárias</STRONG> ao nome imposto...".</EM> É isso que eu chamo de dialética...quando a minoria vira maioria. Ainda que se autoproclame minoria numérica de militantes, assumem que eram em maioria em numero de correntes. No entanto, a concepção de "democracia operária' não pára aí. Voto? Para quê, se temos os "consensos" tirados entre os quadros dirigentes acima do céu e da terra? Além do mais, debate dá trabalho, expõe o aparatismo  e se periga da base (que base?) questionar o CC. Mas como nada neste mundo é
 perfeito, há a concessão para a consulta da base pelo voto. Esgotadas todas as instâncias de "negociação", aí sim consulta-se ......quem?. ....ah! os trabalhadores. O problema é o placar para a aprovação: 2/3. E aí há um problema de matemática. Levando em consideraçao que NENHUMA CORRENTE tem maioria qualificada sozinha, sou obrigado a concluir também que NENHUMA resolução será aprovada no voto.  Pergunto de novo. PARA QUÊ CONGRESSO??? ????</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>E aqui, abro um pequeno parêntese acerca da nota para exaltar o marxismo das correntes signatárias. Saquem só: <EM>"Neste momento de profundas dificuldades para reorganizar os trabalhaodres e trabalhadoras em torno de projetos comuns de enfrentamento do capitalismo, quando a fragmentação e <STRONG>a fragilidade das lutas aprofundam</STRONG> as desconfianças,  construir as decisões de forma unitária é absolutamente necessário". </EM>É exatamente o contrário. São as "desconfianças" entre as correntes que aprofundam a fragilidade das lutas. Mas qual seria o objeto desta desconfiança? A disputa do aparato, o hegemonismo entre as correntes que causam a bizarra cena de "revolucionários" se tratando como "inimigos", facilitando a vida da burguesia na sua supremacia nos corações e mentes da classe operária.</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>Agora, vejam este outro trecho.</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV><EM>"Qualquer nome seria aceito, exceto o que expressava a justaposição <STRONG>de apenas duas experiências</STRONG> que apesar de importantes, mas limitadas e insuficientes, se esforçaram, com outros setores para construir uma unidade maior".</EM> Grifo meu</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>É o cúmulo do mecanicismo! Para quem está alheio à discussão e lê a nota, pensará que os grupos signatários propõe a justaposição do nome de <STRONG>todas</STRONG> as correntes que convocaram o CONCLAT como solução do impasse!!!! Mas isso não é pior. O absurdo está em entender que, dependendo do nome da nova entidade isso determinaria o passado, a história, de todas as correntes que construíram o congresso!!! !!! AlÔÔÔÔ^!!!! Planeta Terra chamandooooo! !!! Imagine a cena: Todas as pessoas que me conhecem não tem dúvidas que participei de todas as greves desta década da categoria. Isso qualquer bancário que me conhece sabe, até os petistas do sindicato.De acordo com nossos dirigentes infalíveis, meu passado, minha participação nestas greves sumiria da história, enquanto militante da conlutas, por que a Nova Central não tem o termo "CONLUTAS" no nome !!!!!!  PQP!!!</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>Fechemos o nosso parêntese..</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>3- as correntes signatárias tentam dizer que o impasse para a não consumação da unificação as diferenças de concepção  de democracia com o PSTU. é a concepção de "maioria numérica" x a concepção de "maioria de correntes". <EM>Os impasses que se tornaram mais evidentes ao “final” do Congresso dizem respeito a diferenças na concepção de central e, principalmente, diferenças na concepção de democracia operária, das quais a polêmica sobre o nome foi apenas a expressão formal". </EM>Porém, mal sabe eles que no "debate" das correntes acerca destas concepções quem ganha é a burguesia  e quem perde são os trabalhadores, totalmente alheios ao processo. E mais, que o resultado prático de uma "concepção" e de outra é o aprofundamento dda guetilização da esquerda e do afastamento da base da luta</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>Agora, comentemos as propostas da INTERSINDICAL, UNIDOS, etc para recompor a unidade:</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV><EM>"1.Sobre o nome: nossa proposta é Central Sindical e Popular. Estamos dispostos a aceitar outros nomes, desde que sejam nomes e logotipos novos que expressem o processo de ampliação necessário para uma central classista."</EM></DIV>
<DIV><EM></EM> </DIV>
<DIV>Não é o nome que determinará que a central sindical e popular seja uma central classista, mas da compreensão da importância da unidade entre nós, ainda que tenhamos que cortar na própria carne. A CUT se deteriorou por que a corrente dirigente , o PT, se acomodou à institucionalidade e se adaptou ao programa burguês, e não por ter o nome CUT. Aliás "Central Única dos TRabalhadores"  é um nome que deveria fazer com que aquela entidade radicalizasse nas lutas, mas não foi isso que vimos.</DIV>
<DIV> </DIV>
<P class=MsoPlainText><EM>2. Funcionamento democrático:</EM></P>
<P class=MsoPlainText><EM>a) Funcionamento com base em decisões consensuais, constituição de acordos.</EM></P>
<P class=MsoPlainText><EM>b) Discutir o funcionamento da central em todos seus níveis e estruturações sob esta base.</EM></P>
<P class=MsoPlainText><EM>c) Questões de princípios e de concepção não vão a voto.</EM></P>
<P class=MsoPlainText><EM>d) Em última instância, esgotado o debate e verificada a impossibilidade de consenso, garantir quórum qualificado de 2/3 para decisões políticas</EM>.</P>
<P> </P>
<P>Diante do que vimos na nota abaixo, é uma piada o título do tópico.O Funcionamento "democrático"  da central se dá por acordos e consensos... .mas entre quem? As correntes! No movimento falamos tanto de democracia, que "a base quer falar", "abaixo acordos de cúpula"...E o que propomos? Resposta. Que a base não tem que falar e que se deve ter acordos de cúpula. Daí se conclui que a democracia só se é exigida e jamais exercida. Quandos os outros são maioria, exijo a democracia, mas quando a minha organização tem a maioria "que se danem as correntes". Quanto o que os trabalhadores pensam ou acham....... ......... ...que trabalhadores?</P>
<P> </P>
<P>Ainda sobre o funcionamento democratico (??????????? ????????? ????????? ??!!!!!!! !!!!!!!!! !!!!!!!!! !!!!!!!!! !!) vemos a curiosidade de que questões como princípios  e concepções não vão a voto. Excelente. Agora o movimento é composto de concepções e não de pessoas de carne, osso e nervos que pensam, sentem e agem na realidade. Não importa a quantidade de "concepções" expressas nas  mais diversas opiniões. Elas serão nulas, não terão qualquer relevância se tais concepções não se expressarem na prática!!!!!! De nada adianta fazer a revollução socialista na cabeça dos dirigentes das correntes signatárias!! !! Na prática, estas correntes propõem um NADA como central, pois não passará de um amontoado de concepções no papel de registro no cartório!!!</P>
<P> </P>
<P>Quanto ao quórum de aprovação de 2/3, penso que não é mais necessário comentários.</P>
<P> </P>
<P class=MsoPlainText><EM>3. Composição da Secretaria Executiva, Suplentes e Conselho Fiscal</EM></P>
<P class=MsoPlainText><EM>Composição destas instâncias expressando os 40% que este campo representa no Conclat, com base no acordado no congresso (executiva de 27 efetivos e 08 suplentes, 03 efetivos e 03 suplentes do Conselho Fiscal), respeitando o critério da proporcionalidade direta e qualificada;</EM></P>
<P><EM></EM> </P>
<P>Há um problema aqui. Aqueles que dizem que não respeitam nenhuma decisão tirada após saírem do congresso, agora querem ter parte nos cargos de uma central fundada após a saída destas mesmas correntes do fórum que a fundou. Mas isso é detalhe, pois os cargos é a finalidade e o fundamento da diferença das "concepções" de democracia operária. Mas precede um problema que é como mensurar a proporcionalidade direta se não há eleição? Seria esta mais uma concepção, um principio que não será votado, e, portanto, não colocado em prática?</P>
<P> </P>
<P class=MsoPlainText><EM>4. Estatutos</EM></P>
<P class=MsoPlainText><EM>a) Reafirmamos todos os consensos e encaminhamentos definidos até o momento da imposição da votação do nome. Não reconhecemos o que foi votado após este momento, inclusive a votação do nome. O que não foi acordado/discutido nas negociações, ou foi aprovado após nossa saída, será submetido a processo de debate com definição consensual até o final de 2010. </EM></P>
<P class=MsoPlainText> </P>
<P class=MsoPlainText>PARA QUÊ CONGRESSO ? "<EM>Tínhamos uma enorme expectativa em relação ao Congresso da Classe Trabalhadora que se realizou em Santos, nos dias 5 e 6 de junho. A presença de milhares de ativistas, que organizaram o debate com outros milhares de trabalhadores e trabalhadoras na base e se fizeram presentes ao Conclat, parecia ser a garantia de um processo vitorioso de construção de uma nova central.". </EM>O que vamos dizer para as pessoas que não adiantou nada dispor parte de seus rendimentos, momentos com a família e filhos, do convívio de seus companheiros e companheiras, de seu sistema digestivo, etc, etc, para depois vir esta "tchurma" e impor a sua "concepção" sobre o debate (perdido) no CONCLAT?</P>
<P class=MsoPlainText> </P>
<P class=MsoPlainText><EM>b) Necessidade de regulamentar como se dará a participação dos estudantes e dos movimentos contra a opressão no congresso e em todas as instâncias, de forma a garantir o respeito ao limite de 5% da soma de seus representantes.</EM></P>
<P class=MsoPlainText> </P>
<P class=MsoPlainText>Nenhuma novidade até aqui destas correntes... .</P>
<P class=MsoPlainText> </P>
<P class=MsoPlainText><EM>c) As coordenações estaduais indicarão executivas estaduais provisórias até a realização de congressos estaduais.</EM></P>
<P class=MsoPlainText><EM>Ressaltamos que qualquer que seja o resultado do processo de recomposição, o debate com o conjunto das nossas entidades de base e militância é elemento fundamental para cada passo e qualquer definição.</EM></P>
<P><EM></EM> </P>
<P>Ah! sim......... ..Se der tempo......talvez. ....</P>
<P> </P>
<P> </P>
<P>É simplesmente uma aberração a proposta do  bloco. </P>
<P> </P>
<P>Um forte e fraternal abraço.</P>
<P> </P>
<P>Màrcio</P>
<P> </P>
<P> </P>
<DIV> </DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV><EM></EM> </DIV>
<DIV><EM></EM> </DIV>
<DIV><EM></EM> </DIV>
<DIV><EM></EM> </DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV><BR> </DIV>
<DIV style="FONT-FAMILY: arial, helvetica, sans-serif; FONT-SIZE: 10pt"><BR>
<DIV style="BORDER-LEFT: #1010ff 2px solid; FONT-FAMILY: times new roman, new york, times, serif; FONT-SIZE: 12pt"><FONT size=2 face=Tahoma>
<HR SIZE=1>
<B><SPAN style="FONT-WEIGHT: bold">De:</SPAN></B> Will de Siqueira <will_desiqueira@ yahoo.com. br><BR><B><SPAN style="FONT-WEIGHT: bold">Para:</SPAN></B> William Nossa Caixa <william.siqueira@ nossacaixa. com.br><BR><B><SPAN style="FONT-WEIGHT: bold">Enviadas:</SPAN></B> Quinta-feira, 1 de Julho de 2010 20:37:18<BR><B><SPAN style="FONT-WEIGHT: bold">Assunto:</SPAN></B> [oposicao_bancaria] Manifesto acerca do Conclat - Texto Final<BR></FONT><BR><SPAN> </SPAN> 
<DIV id=ygrp-text>
<P>
<TABLE border=0 cellSpacing=0 cellPadding=0>
<TBODY>
<TR>
<TD vAlign=top><BR>
<DIV style="TEXT-ALIGN: left; FONT-FAMILY: comic sans ms" align=right><FONT size=3><STRONG></STRONG>Após as discussões do último sábado, na reunião ampliada, ficou ao final esse texto dos setores que assinam.<BR><FONT size=2><BR>Ósculos e  amplexos,</FONT></FONT><BR><BR><FONT style="FONT-FAMILY: garamond, new york, times, serif; FONT-WEIGHT: bold" size=4>Will</FONT><BR><A href="http://www.starbikers.com/bmz_cache/6/6d822caa4d099a7e50f04b3fdd7432ad.image.150x77.gif" rel=nofollow target=_blank></A>
<DIV style="TEXT-ALIGN: right"><BR></DIV></DIV><FONT style="FONT-WEIGHT: bold" size=2><SPAN style="COLOR: rgb(192,0,0)"></SPAN></FONT>
<P style="FONT-FAMILY: comic sans ms; COLOR: rgb(192,0,0); FONT-WEIGHT: bold" class=fr align=right><FONT size=2>" </FONT><FONT style="FONT-WEIGHT: bold" size=2>Se tens um coração de ferro, bom proveito. <BR>O meu, fizeram-no de carne, e sangra todo dia</FONT><FONT size=2>."</FONT></P>
<DIV style="FONT-FAMILY: comic sans ms" align=right><FONT style="COLOR: rgb(0,0,255); FONT-WEIGHT: bold" size=2><SPAN class=aut><A class=autor rel=nofollow>José Saramago</A></SPAN></FONT></DIV><BR><BR>  
<P class=MsoPlainText>Manifesto acerca do Congresso da Classe Trabalhadora – Conclat - e sua recomposição</P>
<P class=MsoPlainText> </P>
<P class=MsoPlainText>Em reunião nacional ampliada, realizada no dia 26 de junho de 2010, na cidade de São Paulo, dirigentes de sindicatos e movimentos populares da Intersindical, Unidos Prá Lutar, Terra Livre, MAS, Pastoral Operária Metropolitana de S Paulo, TLS e setores independentes de diversos sindicatos, debateram os fatos que se deram no Conclat e os signatários consideram:   </P>
<P class=MsoPlainText> </P>
<P class=MsoPlainText>1. A necessidade de resistir à ofensiva dos governos e dos patrões, em um cenário no qual as diversas centrais sindicais brasileiras aderiram à política que garante a manutenção da ordem capitalista - atuando como porta-vozes do governo federal e aliados - torna imprescindível a construção de um novo instrumento de luta da classe trabalhadora: uma central sindical e popular, reunindo o conjunto dos que vivem do trabalho.</P>
<P class=MsoPlainText> </P>
<P class=MsoPlainText>2. Que a central precisa ser construída aglutinando amplos setores da classe, para lutar e intervir na vida real em defesa dos direitos, das condições dignas de vida e trabalho e buscar transformar a realidade brasileira. </P>
<P class=MsoPlainText> </P>
<P class=MsoPlainText>Para isso, essa central a ser construída deve estabelecer e resguardar, em sua política e funcionamento, alguns princípios fundamentais.</P>
<P class=MsoPlainText> </P>
<P class=MsoPlainText>Em primeiro lugar, deve respeitar a independência e autonomia de classe. Este respeito deve refletir-se na independência e autonomia em relação aos governos, aos patrões e também aos partidos políticos. Se não é independente é dependente! Sem isso, pode tomar-se natural passar por cima das necessidades da classe e voltar-se aos interesses dos indivíduos e forças políticas que ocasionalmente dirigem a central. </P>
<P class=MsoPlainText> </P>
<P class=MsoPlainText>Em segundo lugar, a nova central deve funcionar respeitando a democracia operária. Não se pode confundir democracia operária com democracia representativa, principalmente sem representação da base para tomar decisões acerca de questões não debatidas amplamente. A democracia operária não é um princípio que se traduz na vitória burocrática de uma maioria pontual sobre uma minoria eventual, particularmente quando da fundação de um novo instrumento. Nesta situação deve-se buscar a construção de consensos e, quando estes não se fizerem possíveis, deve tomar decisões com base em maioria qualificada. Nesse momento de profundas dificuldades para reorganizar os trabalhadores e trabalhadoras em torno de projetos comuns de enfrentamento ao capitalismo, quando a fragmentação e a fragilidade das lutas aprofundam as desconfianças, construir as decisões de forma unitária é absolutamente necessário. </P>
<P class=MsoPlainText> </P>
<P class=MsoPlainText>Em terceiro lugar, acreditamos que deva haver compromisso com a ampliação da luta e da unidade na ação cotidiana, em todo o País. Para lutar na defesa dos direitos e das reivindicações imediatas e históricas é necessária a conformação de um campo mais amplo, através de um fórum nacional de mobilizações, que sem ser orgânico, possa aglutinar os mais diversos movimentos para ampliar a luta social no Brasil. </P>
<P class=MsoPlainText> </P>
<P class=MsoPlainText>Por último, acreditamos que a construção de uma central nova deva envolver a diferenciação simbólica com as experiências anteriores. Para nós, a nova central deve passar ao conjunto da classe trabalhadora a mensagem de que representa, de fato, algo novo no cenário nacional. A superação das experiências constituídas nos últimos anos deve estar espelhada em cada um dos símbolos de uma central sindical e popular que se propõe a representar, aglutinar e organizar os trabalhadores e trabalhadoras. </P>
<P class=MsoPlainText> </P>
<P class=MsoPlainText>Tínhamos uma enorme expectativa em relação ao Congresso da Classe Trabalhadora que se realizou em Santos, nos dias 5 e 6 de junho. A presença de milhares de ativistas, que organizaram o debate com outros milhares de trabalhadores e trabalhadoras na base e se fizeram presentes ao Conclat, parecia ser a garantia de um processo vitorioso de construção de uma nova central. Mas inúmeros problemas se estabeleceram ao longo do processo de debates, revelando a incapacidade política de uma construção unitária, não excludente. </P>
<P class=MsoPlainText> </P>
<P class=MsoPlainText>A forma como foi encaminhado o congresso foi, consciente ou inconscientemente, preparada para mostrar um lado “vencedor” e outro lado “perdedor”. Mas nenhuma foi tão crucial quanto a imposição do nome da central, que foi a gota d’água. Qualquer nome seria aceito, exceto o que expressava a justaposição de apenas duas experiências que apesar de importantes, mas limitadas e insuficientes, se esforçaram, com outros setores para construir uma unidade maior. </P>
<P class=MsoPlainText> </P>
<P class=MsoPlainText>Muitas organizações participaram do processo de construção do congresso. Sete organizações se colocaram como convocantes. Destas, cinco eram contrárias ao nome imposto sem nenhum debate nos dois seminários nacionais, nos mais de 25 seminários estaduais, nem tampouco nas centenas de assembléias de base que reuniram os trabalhadores e trabalhadoras para delegar representação para o congresso. Mesmo na Conlutas, muitos companheiros e companheiras eram contrários a esta imposição burocrática. </P>
<P class=MsoPlainText> </P>
<P class=MsoPlainText>Os impasses que se tornaram mais evidentes ao “final” do Congresso dizem respeito a diferenças na concepção de central e, principalmente, diferenças na concepção de democracia operária, das quais a polêmica sobre o nome foi apenas a expressão formal. Isso não é insignificante, é fundamental e por isso travou a continuidade do processo. Com este nome ficou demonstrado que se tentava impor ali não uma nova organização, mas sim a mesma organização – nitidamente insuficiente para a luta de classes. </P>
<P class=MsoPlainText> </P>
<P class=MsoPlainText>O desfecho do Congresso foi uma derrota para a classe trabalhadora. Os mais de 40% que saíram, o fizeram porque diante destes fatos não estavam garantidas as condições para fundar uma nova central com funcionamento efetivamente democrático.  Avaliando estes elementos, acreditamos que a construção de uma nova central sindical e popular não se encerrou neste Congresso da Classe Trabalhadora. Trata-se ainda de um processo em curso. E, apostando neste processo, acreditamos que a recomposição de todos os setores que convocaram o Conclat rumo à unidade em uma mesma central sindical e popular passa basicamente por: </P>
<P class=MsoPlainText> </P>
<P class=MsoPlainText>1.Sobre o nome: nossa proposta é Central Sindical e Popular. Estamos dispostos a aceitar outros nomes, desde que sejam nomes e logotipos novos que expressem o processo de ampliação necessário para uma central classista.</P>
<P class=MsoPlainText> </P>
<P class=MsoPlainText>2. Funcionamento democrático:</P>
<P class=MsoPlainText>a) Funcionamento com base em decisões consensuais, constituição de acordos.</P>
<P class=MsoPlainText>b) Discutir o funcionamento da central em todos seus níveis e estruturações sob esta base.</P>
<P class=MsoPlainText>c) Questões de princípios e de concepção não vão a voto.</P>
<P class=MsoPlainText>d) Em última instância, esgotado o debate e verificada a impossibilidade de consenso, garantir quórum qualificado de 2/3 para decisões políticas.</P>
<P class=MsoPlainText>3. Composição da Secretaria Executiva, Suplentes e Conselho Fiscal</P>
<P class=MsoPlainText>- Composição destas instâncias expressando os 40% que este campo representa no Conclat, com base no acordado no congresso (executiva de 27 efetivos e 08 suplentes, 03 efetivos e 03 suplentes do Conselho Fiscal), respeitando o critério da proporcionalidade direta e qualificada;</P>
<P class=MsoPlainText>4. Estatutos</P>
<P class=MsoPlainText>a) Reafirmamos todos os consensos e encaminhamentos definidos até o momento da imposição da votação do nome. Não reconhecemos o que foi votado após este momento, inclusive a votação do nome. O que não foi acordado/discutido nas negociações, ou foi aprovado após nossa saída, será submetido a processo de debate com definição consensual até o final de 2010. </P>
<P class=MsoPlainText>b) Necessidade de regulamentar como se dará a participação dos estudantes e dos movimentos contra a opressão no congresso e em todas as instâncias, de forma a garantir o respeito ao limite de 5% da soma de seus representantes.</P>
<P class=MsoPlainText>c) As coordenações estaduais indicarão executivas estaduais provisórias até a realização de congressos estaduais.</P>
<P class=MsoPlainText>Ressaltamos que qualquer que seja o resultado do processo de recomposição, o debate com o conjunto das nossas entidades de base e militância é elemento fundamental para cada passo e qualquer definição.</P>
<P class=MsoPlainText>Apontamos a necessidade de unificar as campanhas salariais e reafirmamos nosso apoio às greves, como a do judiciário paulista, nossa mobilização contra a mudança do Código Florestal que visa ampliar a devastação ambiental, nossa participação no Grito dos Excluídos e no plebiscito popular pela limitação da propriedade rural. É preciso retomar o debate sobre a questão da dívida pública, e defender a reforma urbana através de investimentos vigorosos na estrutura urbana. </P>
<P class=MsoPlainText>Reafirmamos a necessidade de lutar: pelo fim do fator previdenciário; contra a criminalização dos movimentos sociais e da pobreza; contra a precarização, lutando pela redução da jornada de trabalho e o fim da terceirização; pela valorização do serviço público, combatendo o congelamento dos investimentos e dos salários e as diversas formas de privatizações. </P>
<P class=MsoPlainText> </P>
<P class=MsoPlainText> </P>
<P class=MsoPlainText>INTERSINDICAL</P>
<P class=MsoPlainText>UNIDOS PRÁ LUTAR</P>
<P class=MsoPlainText>TLS</P>
<P class=MsoPlainText>MÊS</P>
<P class=MsoPlainText>INDEPENDENTES</P></TD></TR></TBODY></TABLE><BR> </P></DIV>
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<DIV><A style="PADDING-RIGHT: 0px; MARGIN-RIGHT: 0px" href="mailto:marciocarsi@yahoo.com.br?subject=Res: [oposicao_bancaria] Manifesto acerca do Conclat - Texto Final" rel=nofollow target=_blank ymailto="mailto:marciocarsi@yahoo.com.br?subject=Res: [oposicao_bancaria] Manifesto acerca do Conclat - Texto Final"><SPAN style="FONT-WEIGHT: 700"></SPAN></A>| <A href="mailto:oposicao_bancaria@yahoogrupos.com.br?subject=Res: [oposicao_bancaria] Manifesto acerca do Conclat - Texto Final" rel=nofollow target=_blank ymailto="mailto:oposicao_bancaria@yahoogrupos.com.br?subject=Res: [oposicao_bancaria] Manifesto acerca do Conclat - Texto Final"><SPAN style="FONT-WEIGHT: 700">através de email</SPAN></A> | <A href="http://br.groups.yahoo.com/group/oposicao_bancaria/post;_ylc=X3oDMTJybjdpcG51BF9TAzk3NDkwNDM3BGdycElkAzExNDA2NzY2BGdycHNwSWQDMjEzNzQzMTA5OQRtc2dJZAMxNTczNgRzZWMDZnRyBHNsawNycGx5BHN0aW1lAzEyNzgxMTcxMjI-?act=reply&messageNum=15736" rel=nofollow
 target=_blank>Responder <SPAN style="FONT-WEIGHT: 700">através da web</SPAN></A> | <A style="FONT-WEIGHT: 700" href="http://br.groups.yahoo.com/group/oposicao_bancaria/post;_ylc=X3oDMTJmYXYzbmNrBF9TAzk3NDkwNDM3BGdycElkAzExNDA2NzY2BGdycHNwSWQDMjEzNzQzMTA5OQRzZWMDZnRyBHNsawNudHBjBHN0aW1lAzEyNzgxMTcxMjI-" rel=nofollow target=_blank>Adicionar um novo tópico</A> </DIV><A href="http://br.groups.yahoo.com/group/oposicao_bancaria/message/15727;_ylc=X3oDMTM3OG05M2RrBF9TAzk3NDkwNDM3BGdycElkAzExNDA2NzY2BGdycHNwSWQDMjEzNzQzMTA5OQRtc2dJZAMxNTczNgRzZWMDZnRyBHNsawN2dHBjBHN0aW1lAzEyNzgxMTcxMjIEdHBjSWQDMTU3Mjc-" rel=nofollow target=_blank>Mensagens neste tópico</A> (<SPAN style="FONT-WEIGHT: 700">2</SPAN>) </DIV>
<DIV style="PADDING-BOTTOM: 10px; BACKGROUND-COLOR: #e0ecee; PADDING-LEFT: 10px; PADDING-RIGHT: 10px; FONT-FAMILY: Verdana; MARGIN-BOTTOM: 10px; FONT-SIZE: 10px; PADDING-TOP: 10px" id=ygrp-vital><SPAN style="TEXT-TRANSFORM: uppercase; COLOR: #333; FONT-WEIGHT: bold" id=vithd>Atividade nos últimos dias:</SPAN> 
<UL style="PADDING-BOTTOM: 0px; LIST-STYLE-TYPE: none; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; DISPLAY: inline; PADDING-TOP: 0px"></UL>
<DIV style="COLOR: #1e66ae; CLEAR: both; PADDING-TOP: 2px"><A style="TEXT-DECORATION: none" href="http://br.groups.yahoo.com/group/oposicao_bancaria;_ylc=X3oDMTJmOTg4ZXY0BF9TAzk3NDkwNDM3BGdycElkAzExNDA2NzY2BGdycHNwSWQDMjEzNzQzMTA5OQRzZWMDdnRsBHNsawN2Z2hwBHN0aW1lAzEyNzgxMTcxMjI-" rel=nofollow target=_blank>Visite seu Grupo</A> </DIV></DIV>
<DIV style="PADDING-BOTTOM: 15px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; FONT-FAMILY: Verdana; FONT-SIZE: 12px; PADDING-TOP: 15px" id=ygrp-grfd>As mensagens publicadas neste grupo não podem ser repassadas a outras listas ou pessoas sem a expressa concordância do autor. </DIV>
<DIV style="PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN-TOP: 5px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 2px; FONT-FAMILY: Arial; CLEAR: both; FONT-SIZE: 11px; PADDING-TOP: 0px" id=ft><A style="FLOAT: left" href="http://br.groups.yahoo.com/;_ylc=X3oDMTJlcHJobnNtBF9TAzk3NDkwNDM1BGdycElkAzExNDA2NzY2BGdycHNwSWQDMjEzNzQzMTA5OQRzZWMDZnRyBHNsawNnZnAEc3RpbWUDMTI3ODExNzEyMg--" rel=nofollow target=_blank><IMG style="BORDER-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; BORDER-TOP: 0px; BORDER-RIGHT: 0px" alt="Yahoo! Grupos" src="http://l.yimg.com/a/i/us/yg/logo/br.gif" width=141 height=19></A> 
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 rel=nofollow target=_blank>Termos de uso</A></DIV></DIV></DIV>
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