<HTML>
Muito bom panfleto!<br>

<br>

Pode rodar e vamos pra assembléia!<br>

<br>

Daniel<br>

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<STYLE> BODY { font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:12px; }</STYLE>
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<B>On Qua 07/07/10 08:38 , Utopia utopia_s@yahoo.com.br sent:<br>

</B>
<BLOCKQUOTE style="PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 5px; MARGIN-LEFT: 5px; BORDER-LEFT: #f5f5f5 2px solid; MARGIN-RIGHT: 0px"><br>

PROPOSTA DE PANFLETO PARA ASSEMBLÉIA 07.07.2010 <br>

O QUE FOI A CAMPANHA SALARIAL DE 2009/2010. <br>

Em 2009 tivemos a repetição dos anos anteriores;  As direções sindicais, materializadas majoritariamente na CONTRAF CUT, mais uma vez atentaram contra os interesses da categoria e aprovaram um acordo rebaixado e o apresentaram como vitória. Ora  omissa, ora conivente. Buscávamos estabilidade para bancários de setor privado, melhores condições de salários, criminalização  e fim do assédio moral, reposição de perdas, delegados sindicais nos privados, respeito à jornada, entre outras demandas   Lutamos nos bancos públicos por isonomia entre novos e antigos (licença- premio e ATS),   manutenção e defesa dos bancos públicos,  redução de jornada sem redução de salários, etc. Utilizou-se o mesmo mecanismo de sempre. Com o engodo da mesa única como unificação da categoria, manipularam-se as assembléias fazendo-as unificadas ou separadas de acordo com o interesse e conveniência.  Bancos públicos à frente na mobilização<br>

inexistente em bancos privados.  Paralisações nos públicos e “acordos” de funcionamento das unidades de bancos privados, onde na real a greve não existiu.  Num dado momento, a Febraban tira  o “bode” da sala e concede as migalhas de sempre, pois parte sempre de uma proposta extremamente rebaixada.  @s bancári@s de bancos particulares, sem uma melhor organização  e condições de ir para um enfrentamento maior são convocados para aceitar uma proposta colocada como “aquilo que conseguimos a partir da correlação de  forças”.  No momento seguinte nos bancos públicos, convocam-se os fura-greves e corpo de gerentes pra aprovar o acordo rebaixado e defendido por nossas “direções”. O pior é que mesmo as cláusulas conquistadas não se concretizam, sem  que nada aconteça.  Uma  maravilha para o governo-patrão. <br>

COMO MUDAR PARA 2010. <br>

A depender da burocracia encastelada nos aparatos, se houver mudança, será para pior. Se  não vejamos; O Edital que convoca para esta assembléia, define  como ordem do dia     “... eleição de delegados......”..  “.... discussão, elaboração  e deliberação sobre a minuta de pré-acordo e minuta de reivindicações da categoria bancária 2010/2012....’.  Isto significa rendição ao apelo dos banqueiros e governo que desde sempre querem acordos, desde que rebaixados com vem ocorrendo, com duração bi-anual. E outra vez uma pesquisa direcionada e sem apresentar claramente sua metodologia define a linha de atuação das entidades. <br>

Entendemos que não é possível mudar a dinâmica de participação efetiva da categoria, uma maior participação nos rumos de seu destino, de uma hora para outra.  Porém como já dissemos antes, é necessário mais de que nunca, RESGATAR A ESSÊNCIA DO SINDICATO. Um sindicato classista, democrático, independente, autônomo, livre de patrões, governo e partidos. Pra que isso aconteça, precisamos d@s BANCARI@S COMO PROTAGONISTAS, tendo como ferramenta básica a nossa AUTO –ORGANIZAÇÃO.   De imediato dizemos: <br>

- NÃO A ACORDOS BI-ANUAIS. <br>

-NÃO À REMUNERAÇÃO VARIÁVEL EM DETRIMENTO DE SALÁRIOS. <br>

-PROPORCIONALIDADE DIRETA NA ELEIÇÃO DE DELEGADOS PARA CONFERÊNCIA. <br>

  <br>

- NÃO À GREVE QUE NÃO CAUSA DANOS AOS PATRÕES. <br>

-NÃO À MESA ÚNICA E A FALSA UNIDADE DA CATEGORIA. <br>

-POR UM PLANO DE REPOSIÇÃO DE PERDAS, RESPEITADAS AS VÁRIAS SITUAÇÕES. <br>

-PRIORIDADE PARA A CAMPANHA SALARIAL. CONTRA O USO DAS ENTIDADES PARA FINS ELEITOREIROS. <br>

-CAMPANHA NACIONAL EM DEFESA DOS BANCOS PÚBLICOS, TODOS EM PROCESSO DE PRIVATIZAÇÃO  EXPLÍCITO OU DISFARÇADO. <br>

-ESTABILIDADE PARA TODA A CATEGORIA. <br>

- FORTALECIMENTO DAS OLT(s).  DELEGADOS SINDICAIS NOS  BANCOS PRIVADOS.<br>

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<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'serif'">PROPOSTA DE PANFLETO PARA ASSEMBLÉIA 07.07.2010</SPAN> 
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'serif'">O QUE FOI A CAMPANHA SALARIAL DE 2009/2010.</SPAN> 
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'serif'">Em 2009 tivemos a repetição dos anos anteriores;  As direções sindicais, materializadas majoritariamente na CONTRAF CUT, mais uma vez atentaram contra os interesses da categoria e aprovaram um acordo rebaixado e o apresentaram como vitória. Ora  omissa, ora conivente. Buscávamos estabilidade para bancários de setor privado, melhores condições de salários, criminalização  e fim do assédio moral, reposição de perdas, delegados sindicais nos privados, respeito à jornada, entre outras demandas   Lutamos nos bancos públicos por isonomia entre novos e antigos (licença- premio e ATS),   manutenção e defesa dos bancos públicos,  redução de jornada sem redução de salários, etc. Utilizou-se o mesmo mecanismo de sempre. Com o engodo da mesa única como unificação da categoria, manipularam-se as assembléias fazendo-as unificadas ou separadas de acordo com o interesse e conveniência.  Bancos públicos à frente na mobilização inexistente em bancos privados.  Paralisações nos públicos e “acordos” de funcionamento das unidades de bancos privados, onde na real a greve não existiu.  Num dado momento, a Febraban tira  o “bode” da sala e concede as migalhas de sempre, pois parte sempre de uma proposta extremamente rebaixada.  @s bancári@s de bancos particulares, sem uma melhor organização  e condições de ir para um enfrentamento maior são convocados para aceitar uma proposta colocada como “aquilo que conseguimos a partir da correlação de  forças”.  No momento seguinte nos bancos públicos, convocam-se os fura-greves e corpo de gerentes pra aprovar o acordo rebaixado e defendido por nossas “direções”. O pior é que mesmo as cláusulas conquistadas não se concretizam, sem  que nada aconteça.  Uma  maravilha para o governo-patrão. </SPAN>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'serif'">COMO MUDAR PARA 2010.</SPAN> 
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'serif'">A depender da burocracia encastelada nos aparatos, se houver mudança, será para pior. Se  não vejamos; O Edital que convoca para esta assembléia, define  como ordem do dia     “... eleição de delegados......”..  “.... discussão, elaboração  e deliberação sobre a minuta de pré-acordo e minuta de reivindicações da categoria bancária 2010/2012....’.  Isto significa rendição ao apelo dos banqueiros e governo que desde sempre querem acordos, desde que rebaixados com vem ocorrendo, com duração bi-anual. E outra vez uma pesquisa direcionada e sem apresentar claramente sua metodologia define a linha de atuação das entidades.</SPAN> 
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'serif'">Entendemos que não é possível mudar a dinâmica de participação efetiva da categoria, uma maior participação nos rumos de seu destino, de uma hora para outra.  Porém como já dissemos antes, é necessário mais de que nunca, RESGATAR A ESSÊNCIA DO SINDICATO. Um sindicato classista, democrático, independente, autônomo, livre de patrões, governo e partidos. Pra que isso aconteça, precisamos d@s BANCARI@S COMO PROTAGONISTAS, tendo como ferramenta básica a nossa AUTO –ORGANIZAÇÃO.   De imediato dizemos:</SPAN> 
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'serif'">- NÃO A ACORDOS BI-ANUAIS.</SPAN> 
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'serif'">-NÃO À REMUNERAÇÃO VARIÁVEL EM DETRIMENTO DE SALÁRIOS.</SPAN> 
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'serif'">-PROPORCIONALIDADE DIRETA NA ELEIÇÃO DE DELEGADOS PARA CONFERÊNCIA.</SPAN> 
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<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'serif'">- NÃO À GREVE QUE NÃO CAUSA DANOS AOS PATRÕES.</SPAN> 
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