<html><head><style type="text/css"><!-- DIV {margin:0px;} --></style></head><body><div style="font-family:arial, helvetica, sans-serif;font-size:10pt"><DIV><BR></DIV>
<DIV style="FONT-FAMILY: arial, helvetica, sans-serif; FONT-SIZE: 10pt"><BR>
<DIV style="FONT-FAMILY: times new roman, new york, times, serif; FONT-SIZE: 12pt"><FONT size=2 face=Tahoma>----- Mensagem encaminhada ----<BR><B><SPAN style="FONT-WEIGHT: bold">De:</SPAN></B> Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva <marciocarsi@yahoo.com.br><BR><B><SPAN style="FONT-WEIGHT: bold">Para:</SPAN></B> Bancários de Base <bancariosdbase@yahoogrupos.com.br><BR><B><SPAN style="FONT-WEIGHT: bold">Enviadas:</SPAN></B> Quarta-feira, 8 de Setembro de 2010 0:36:23<BR><B><SPAN style="FONT-WEIGHT: bold">Assunto:</SPAN></B> Enc: Fwd: Negociação: Dois Informes......... BANCO DO BRASIL e FENABAN<BR></FONT><BR>
<DIV style="FONT-FAMILY: arial, helvetica, sans-serif; FONT-SIZE: 10pt">
<DIV>Segue o informe sobre o teatro entre os contraficantes e seus parceiros, os banqueiros e o governo.</DIV>
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<DIV>Abraços.</DIV>
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<DIV>Márcio<BR></DIV>
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<DIV><FONT color=#0000ff size=4><FONT color=#000000 size=3><FONT color=#0000ff size=4><B><U>Banco do Brasil -</U></B></FONT> </FONT><B><U>Saúde e segurança na negociação específica</U></B></FONT></DIV>
<DIV><I>Direção do banco federal afirma ser contrária ao envio de torpedos para os funcionários</I></DIV></TD>
<TD vAlign=bottom><IMG title="Foto: Augusto Coelho" border=0 hspace=10 src="http://www.spbancarios.com.br/img/noticias/15185.jpg" width=200 height=125></TD>
<TD vAlign=bottom>Debate </TD></TR></TBODY></TABLE><BR>
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<P>São Paulo - O atual acordo coletivo aditivo do Banco do Brasil está com a prorrogação assegurada até o final de setembro. A confirmação ocorreu na primeira negociação específica entre o Comando Nacional dos Bancários e a direção do BB.<BR><BR>Na negociação da quinta 2, o banco afirmou ser contrário ao envio de torpedos aos trabalhadores fora de sua jornada de trabalho e também à instalação de centrais “clandestinas”. “Isso é assédio moral e os bancários devem denunciar caso essa situação persista para cobrarmos solução da empresa”, afirma o diretor do Sindicato e integrante da Comissão de Empresa, Cláudio Luis de Souza.<BR><BR>Os representantes do banco também confirmaram que está em curso projeto-piloto em 45 agências que funcionarão sem porta giratória de segurança. O Sindicato deixou claro que é contrário à medida e que intensificará as manifestações para exigir que o mecanismo permaneça, garantindo
uma melhor segurança a bancários e clientes.<BR><BR>“É importante que os bancários acompanhem os debates de perto e intensifiquem as mobilizações do Sindicato para conquistarmos acordo digno”, diz o dirigente, destacando também que há importantes que precisam resolvidas no plano de carreira como a elevação dos pisos, o fim do descomissionamentos arbitrários, além de critérios objetivos para a ascensão profissional.</P><BR><I>Jair Rosa</I> - 02/09/2010</DIV>
<DIV style="TEXT-ALIGN: left; BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,255)"><FONT size=2 face=Arial>_____________________________________________________________________________________________________________________________________________</FONT></DIV>
<DIV style="TEXT-ALIGN: left; BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,255)"><FONT color=#800080 size=4 face=Arial><B>==========================================================================================</B></FONT></DIV>
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<DIV><FONT size=4><B><FONT color=#ff0000><FONT color=#0000ff>FENABAN</FONT> - Negociação com poucos avanços e muito “não” </FONT></B><B><FONT color=#ff0000>Representantes dos bancos entram na fase da negativa para as demandas dos trabalhadores. Bancários avisam que reivindicações vão voltar ao debate</FONT></B></FONT></DIV></TD>
<TD vAlign=bottom><IMG title="Foto: Gerardo Lazzari" border=0 hspace=10 src="http://www.spbancarios.com.br/img/noticias/15184.jpg" width=200 height=128></TD>
<TD vAlign=bottom>Reunião </TD></TR></TBODY></TABLE><BR>
<DIV style="BORDER-BOTTOM: rgb(0,0,0) 1px solid; TEXT-ALIGN: left; BACKGROUND-COLOR: rgb(255,255,255); BORDER-TOP: rgb(0,0,0) 1px solid">
<P>São Paulo - O tradicional script dos banqueiros não falhou. Depois de um dia e meio de negociação, os representantes dos principais bancos do país deram mais uma demonstração de descaso com os problemas que afligem seus funcionários. A rodada começou na tarde de quarta-feira 1 e se estendeu pela quinta-feira 2.<BR><BR>Apesar de 80% dos bancários, em consulta realizada nacionalmente, indicarem o fim do assédio moral e das metas abusivas como fundamentais, os integrantes da federação dos bancos (Fenaban) disseram “não” às principais reivindicações de saúde e segurança apresentada pelo Comando Nacional dos Bancários.<BR><BR>“Temos mais duas rodadas de negociação previstas para as próximas semanas (<A href="http://www.spbancarios.com.br/texto.asp?c=730" rel=nofollow target=_blank><B>veja calendário</B></A>). Se essa postura do “não” for mantida, novamente os banqueiros estarão empurrando os bancários para a greve.
De nossa parte, apostamos na negociação, mas sabemos que os trabalhadores estão mobilizados para a luta”, afirma a presidenta do Sindicato, Juvandia Moreira, que faz parte do Comando.<BR><BR><B>Metas – </B>O debate sobre metas, principal problema que aflige a categoria e causa do assédio moral, não avançou. Os banqueiros não aceitaram fechar uma proposta concreta para mudar esse modo de gestão. “Queremos resolver essa situação que faz dos bancários uma das categorias que mais adoece no país. Os bancos não podem desperdiçar a chance de avançar nesse debate até o fim do processo negocial”, salienta Juvandia.<BR><BR><B>Assédio – </B>O reconhecimento de que o problema do assédio moral existe e é grave, não fez com que os banqueiros avançassem. “Fizemos um debate importante, com base em dados. Nossa expectativa era sair da rodada dessa quinta-feira com algo concreto, mas os bancos quiseram jogar a discussão para frente”,
informa Juvandia. “Esse tema está amadurecido e vamos insistir nas próximas rodadas, na criação de um instrumento para combater o assédio moral nos locais de trabalho.”<BR><BR><B>Saúde – </B>A presidenta do Sindicato destaca que a Campanha Nacional Unificada tem foco em resultados não apenas econômicos, mas também nas condições de trabalho. “Não podemos admitir o nível de adoecimento que acomete os bancários. Essa situação tem de mudar.”<BR><BR>Mas não é o que os banqueiros querem. Eles se recusam a convencionar o direito de falta aos trabalhadores com deficiência que precisam fazer manutenção em suas próteses. Afirmam que essa discussão deve ser feita por local de trabalho. Também não querem debater o fim do descomissionamento dos afastados, alegando que se a pessoa não está exercendo a função não tem porque receber comissão. “Isso é inadmissível. O trabalhador que retorna da licença tem direito de voltar
para sua função e receber o salário que tinha antes de adoecer”, destaca Juvandia. <BR><BR><B>Ilegalidade? – </B>Os representantes da Fenaban chegaram a colocar em questão a ilegalidade que pode estar acontecendo nos bancos. Trata-se do pagamento dos salários dos bancários que estavam afastados, mas que tiveram o benefício suspenso em função da alta programada e não podem voltar ao trabalho porque são considerados inaptos pelo médico do banco. “Ou seja, esse trabalhador não pode retomar suas funções então fica sem salário, e também não recebe mais o benefício porque o INSS o colocou em alta antes de verificar seu estado de saúde. Como o contrato de trabalho não foi cessado, o banco tem de pagar o salário, mas não está pagando. Essa é a ilegalidade”, explica Juvandia.<BR><BR>O negociador da Fenaban, Magnus Ribas Apostólico, informou que vai consultar seus advogados e, caso a irregularidade se confirme, os bancos devem
corrigi-la.<BR><BR><B>Segurança – </B>Apesar de as dez reivindicações de segurança que prevêem medidas reparatórias e preventivas terem sido debatidas em quatro reuniões da mesa temática, a Fenaban não quer avançar no assunto. <BR><BR>Não querem falar em acabar com o porte das chaves das agências e cofres, e com o transporte de numerário por bancários. Também não admitem colocar no acordo a obrigatoriedade da emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), nem a ampliação das indenizações para as vítimas de assaltos, nem o adicional de risco. <BR><BR>O mesmo “não” valeu para as portas de segurança. “Nossa reivindicação é que o acordo preveja e manutenção das portas e a instalação onde não tem. Sem regras, os bancos fazem o que querem e aumentam o risco à vida de bancários, vigilantes e clientes”, ressalta Juvandia, lembrando que o Itaú Unibanco, no novo layout, está retirando as portas e o Banco do
Brasil tem um projeto piloto que também prevê a retirada. “Isso é um retrocesso que indica que os bancos estão preocupados só com o patrimônio e não com a vida das pessoas.”<BR><BR>A Fenaban concordou em fornecer estatísticas sobre assaltos a cada seis meses e em convencionar a emissão obrigatória de Boletim de Ocorrência. Também deverá estar previsto no acordo, conforme já havia sido acertado na mesa temática, o atendimento médico ou psicológico aos bancários no local da ocorrência.<BR><BR>“Mas os banqueiros disseram não para outras questões fundamentais, como a isonomia de direitos para afastados em licença (pagamento de VA, VR e PLR) e o fechamento das agências assaltadas, além do acompanhamento de advogado para identificação de suspeitos”, relata Juvandia. “Sabemos da importância da retomada dos debates de segurança e isso tem de continuar para que possamos avançar mais na defesa da vida e do direito dos
bancários.”<BR><BR><B>Leia mais<BR></B>> As <A href="http://www.spbancarios.com.br/texto.asp?c=632" rel=nofollow target=_blank><B>principais reivindicações</B></A> dos bancários<BR>> Saiba mais sobre a <A href="http://www.spbancarios.com.br/campanhas.asp" rel=nofollow target=_blank><B>Campanha Nacional Unificada</B></A> 2010<BR>> Você já conhece todas as <A href="http://www.spbancarios.com.br/noticia.asp?c=15125" rel=nofollow target=_blank><B>cores da Campanha</B></A> 2010?<BR>> Siga o <A href="http://twitter.com/spbancarios" rel=nofollow target=_blank><B>Sindicato no Twitter</B></A></P><BR><BR><I>Cláudia Motta</I> - 02/09/2010</DIV></DIV></DIV></DIV></DIV><BR></DIV></BLOCKQUOTE></TD></TR></TBODY></TABLE><BR> </DIV></DIV></DIV><BR> </DIV></DIV></div><br>
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