<html><head><style type="text/css"><!-- DIV {margin:0px;} --></style></head><body><div style="font-family:arial, helvetica, sans-serif;font-size:12pt;color:#800000;"><DIV>Segue uma versão revisada pelo Jura, com quebras-subítens no texto para facilitar a leitura.</DIV>
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<P style="TEXT-ALIGN: center; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 1; tab-stops: 198.0pt" class=MsoNormal align=center><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; COLOR: black; FONT-SIZE: 16pt"><FONT face="Times New Roman">Caixa Econômica Federal<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: center; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 1; tab-stops: 198.0pt" class=MsoNormal align=center><FONT face="Times New Roman"><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; COLOR: black; FONT-SIZE: 16pt"><SPAN style="mso-spacerun: yes"> </SPAN>Reestruturação, Novo Modelo de Atendimento e PFG</SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; COLOR: maroon; FONT-SIZE: 16pt"><o:p></o:p></SPAN></FONT></P>
<P style="TEXT-ALIGN: center; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 198.0pt" class=MsoNormal align=center><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-SIZE: 14pt"><o:p><FONT color=#000000 face="Times New Roman"> </FONT></o:p></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: center; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 198.0pt" class=MsoNormal align=center><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-SIZE: 14pt"><FONT color=#000000><FONT face="Times New Roman">Caixa: pública ou privada?<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></B></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 27.0pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; COLOR: black; FONT-SIZE: 14pt"><FONT face="Times New Roman"><SPAN style="mso-tab-count: 1"> </SPAN>Mais uma vez a direção da Caixa dá um golpe contra seus trabalhadores. Já há alguns anos temos visto nossas “conquistas” de campanhas salariais serem revertidas em ataques aos bancários desse banco que, sendo público (?), deveria prezar minimamente por boas condições de trabalho para aqueles que o constroem diariamente e pelo bom atendimento da população em geral, especilmente um bom atendimento para os trabalhadores que necessitam dos serviços do banco público. Mas é o revés disso que temos visto ser friamente aprimorado. A lógica da lucratividade vigora e modelos “modernos” de gestão e funcionamento vão sendo implementados. O novo PFG (plano de funções
gratificadas), que em tese foi uma “conquista” dos trabalhadores o poder de negociá-lo, foi unilateralmente imposto e tem se revelado um dos instrumentos para a implementação de uma “nova estrutura” onde o objetivo central é a realização de “negócios” e o maior controle e segmentação do atendimento para a “otimização” deste, do ponto de vista da lucratividade.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: center; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 27.0pt" class=MsoNormal align=center><FONT face="Times New Roman"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; COLOR: black; FONT-SIZE: 14pt">Distorções e perda de direitos</SPAN></B><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; COLOR: maroon; FONT-SIZE: 14pt"><o:p></o:p></SPAN></B></FONT></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 27.0pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; COLOR: black; FONT-SIZE: 14pt"><FONT face="Times New Roman"><SPAN style="mso-tab-count: 1"> </SPAN>Isso tem causado muitas incertezas para os trabalhadores. Além das distorções do novo PFG como a discriminação dos funcionários que permaneceram no<SPAN style="mso-spacerun: yes"> </SPAN>REG REPLAN e os que não migraram para a nova estrutura salarial do PCS (plano de cargos e salários), discriminação àqueles que recorreram a justiça para exigir o que lhes foi tirado, a redução de salário para os trabalhadores com jornada de oito horas, a redução do número de cargos comissionados, acúmulo de atribuições para diversas novas funções, quebra de vínculos, manutenção de critérios subjetivos para o comissionamento e descomissionamento, etc. Além disso houve
redução salarial para diversas<SPAN style="mso-spacerun: yes"> </SPAN>funções na transição para o “Novo Plano de Funções”, o que em tese foi equanimizado pela verba “salarial” denominada APPA (adicional pessoal e provisório de adequação) mas que, como o próprio nome diz, é PESSOAL e PROVISÓRIO, isto significa que do ponto de vista do conjunto dos trabalhadores estamos perdendo salário já que os futuros comissionados não terão esse direito.<o:p></o:p></FONT></SPAN></P>
<P style="TEXT-ALIGN: center; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 27.0pt" class=MsoNormal align=center><FONT face="Times New Roman"><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; COLOR: black; FONT-SIZE: 14pt">Quebra de vínculos, conflitos e medo de perder funções <SPAN style="mso-spacerun: yes"> </SPAN></SPAN></B><B style="mso-bidi-font-weight: normal"><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; COLOR: maroon; FONT-SIZE: 14pt"><o:p></o:p></SPAN></B></FONT></P>
<P style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 27.0pt" class=MsoNormal><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; COLOR: black; FONT-SIZE: 14pt"><FONT face="Times New Roman"><SPAN style="mso-spacerun: yes"> </SPAN><SPAN style="mso-tab-count: 1"> </SPAN>Uma atmosfera de temor paira. O golpe que muitos de nós sofremos com a extinção de setores, transferências, quebra de vínculos, etc, se aprofunda com a não garantia dos atuais comissionados manterem seus cargos. A troca de subordinação dos antigos funcionários das RETPVs (retaguardas dos pontos de vendas) tem significado conflitos, pois havia uma grande incompreensão entre os gestores das agências sobre o papel das retaguardas que “conferiam” e asseguravam o bom procedimento das tarefas das agências. A CEF colocou colegas como inimigos e a nova chefia oferece um risco aos novos comissionados e técnicos bancários"reestruturados"
pela CEF. Isso é apenas mais uma passo... Para onde vamos? Fica a pergunta... Onde está nosso sindicato? Qual o papel do banco público??? Nossa única forma de nos fortalecermos é participando do debate coletivamente e organizando nós mesmos a luta por melhores condições de trabalho e em defesa do banco público. </FONT></SPAN><SPAN style="LINE-HEIGHT: 150%; COLOR: maroon; FONT-SIZE: 14pt"><o:p></o:p></SPAN></P></DIV></div><br>
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