<html><head><style type="text/css"><!-- DIV {margin:0px;} --></style></head><body><div style="font-family:arial, helvetica, sans-serif;font-size:10pt"><DIV><BR> </DIV>
<DIV style="FONT-FAMILY: arial, helvetica, sans-serif; FONT-SIZE: 10pt">
<DIV style="FONT-FAMILY: times new roman, new york, times, serif; FONT-SIZE: 12pt">
<DIV style="FONT-FAMILY: arial, helvetica, sans-serif; FONT-SIZE: 10pt">
<DIV style="FONT-FAMILY: arial, helvetica, sans-serif; FONT-SIZE: 10pt">
<DIV style="FONT-FAMILY: times new roman, new york, times, serif; FONT-SIZE: 12pt">
<DIV style="FONT-FAMILY: arial, helvetica, sans-serif; COLOR: #000000; FONT-SIZE: 10pt">
<DIV>Prezados companheiros, manos e minas.</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>A fonte é o saite do Sindicato dos Bancários de São Paulo Osasco e Região.</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>Trata-se de diversas praticas antissindicais dos banqueiros e do governo Lulla. O governismo é tanto que os contraficantes não citam o nome dos bancos federais, somente os privados. Mas vocês prestarão atenção e notarão que há ameaças de descomissionamento, onde tal prática só existe em bancos públicos federais.</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>Mas fica aí a título de informação sobre a realidade do embate entre capital e trabalho.</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>Um forte abraço.</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>Màrcio.</DIV>
<DIV>__________________________________________</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>São Paulo - “Agora são 2h30 da madrugada de 30 de setembro de 2010. Estou pronta esperando o táxi que obrigatoriamente eu tenho que pegar a fim de chegar antes das 4h15 no trabalho... (há) pessoas cumprindo 10 horas, 12 horas e até 15 horas de trabalho! Simplesmente desumano.”<BR><BR>O relato é de uma bancária e foi encaminhado por e-mail ao Sindicato. Chegou precisamente às 3h04 da madrugada. E é apenas uma das denúncias de contingenciamento que chegam diariamente ao Sindicato. Somente pelo e-mail <A href="mailto:site@spbancarios.com.br" rel=nofollow target=_blank ymailto="mailto:site@spbancarios.com.br"><STRONG>site@spbancarios.com.br</STRONG></A> já são mais de 200 em apenas duas semanas. Uma média de 15 por dia. E outras tantas chegam diretamente para os dirigentes sindicais.<BR><BR>> <A href="http://www.spbancarios.com.br/fale.asp?s=188" rel=nofollow target=_blank><STRONG>Clique aqui</STRONG></A> e envie sua denúncia para o
Sindicato<BR><BR>“Estamos sendo obrigados a entrar às 4h da madrugada. Eu tenho filho e não posso sair nesse horário de casa”, relatou um trabalhador.<BR><BR>O Sindicato já apresentou denúncia ao Ministério Público do Trabalho da 2ª Região contra este tipo de prática, que fere o direito à greve estabelecido na Constituição Federal. O documento pede que seja instaurado processo investigatório e que sejam tomadas as providências cabíveis.<BR><BR><STRONG>Fora da lei – </STRONG>Não é apenas forçando os trabalhadores a entrar de madrugada que os banqueiros se armam contra a mobilização. Há também relatos de pressão e ameaças, inclusive via telefone e torpedos.<BR><BR>“O gestor ameaçou de descomissionamento o funcionário que fizer greve”, disse uma bancária. “O superintendente convocou reunião para coibir e amedrontar os funcionários que quisessem aderir à greve. Ele apresentou e mandou todos assinarem uma lista onde
deslocava os funcionários para trabalhar em diversos locais de SP”, conta outro.<BR><BR>As histórias não param e são as mais diversas: “a gerência interceptou comunicado de assembleia geral para deflagração da greve e não deu ciência aos bancários”. Outro afirma que terá de se virar para trabalhar: “o gerente do setor está pedindo aos funcionários que acessem a internet de suas casas ou de onde estiverem para dar prosseguimento aos processos”.<BR><BR>E mais: “Recebemos um comunicado dos supervisores que os assistentes terão que resistir à greve, tendo de entrar nos prédios de atendimentos. Estamos sendo pressionados por nossos superiores”, conta outro.<BR><BR><STRONG>Pelos ares –</STRONG> No Itaú Unibanco, os bancários sequer podem escolher entre entrar ou não nos locais de trabalho, já que são transportados pelos ares, de helicópteros, entre concentrações como CAT, CTO e Patriarca.<BR><BR>Para a presidenta do
Sindicato, Juvandia Moreira, essa é a real postura dos banqueiros frente a seus trabalhadores. “Eles tentam vender um mundo fantasioso para a sociedade, como se a vida do bancário fosse mil maravilhas. Mas a verdade quem conta são os bancários, em seus relatos desesperados, sonhando com uma vida digna e condições para que possam trabalhar decentemente.”<BR></DIV></DIV><BR> </DIV></DIV></DIV><BR> </DIV></DIV></div><br>
</body></html>