<html><head><style type="text/css"><!-- DIV {margin:0px;} --></style></head><body><div style="font-family:arial, helvetica, sans-serif;font-size:10pt"><div>Prezados companheiros, manos e minas.</div><div><br></div><div>Segue mais um ato de truculência do governo "democrático e popular".</div><div><br></div><div>Um fforte abraço.</div><div><br></div><div>Márcio</div><div style="font-family:arial, helvetica, sans-serif;font-size:10pt"><br><div style="font-family:times new roman, new york, times, serif;font-size:12pt"><font size="2" face="Tahoma"><br></font><br><table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0"><tbody><tr><td valign="top" style="font:inherit;"><br><br><blockquote style="BORDER-LEFT:rgb(16,16,255) 2px solid;PADDING-LEFT:5px;MARGIN-LEFT:5px;"><br><br>
<div id="yiv1592655070">André,<br>sem comentários. Lamentável, essa postura do banco.<br><br>Abs<br><br>
<div class="yiv1592655070gmail_quote">Em 8 de janeiro de 2011 12:27, andré porfírio <br>
<blockquote style="BORDER-LEFT:rgb(204,204,204) 1px solid;MARGIN:0pt 0pt 0pt 0.8ex;PADDING-LEFT:1ex;" class="yiv1592655070gmail_quote">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<div><span>22/12/2010</span><br>
<h1>BB demite bancário sequestrado durante assalto no interior de Mato Grosso</h1><span> </span> <br>Mais um bancário foi vítima da política de demissão do Banco do Brasil, desta vez, em Campo Novo do Parecis (distante 395 Km de Cuiabá). O funcionário foi demitido no período de experiência, após ter ficado abalado psicologicamente e sem condições de trabalhar na agência em que foi rendido e sequestrado pelos bandidos no assalto ocorrido em 2 de dezembro.<br><br>Somente nas duas últimas semanas, esse é o quarto bancário demitido no Banco do Brasil em Mato Grosso, e assim como nas outras demissões, também esta foi sem justa causa. "As demissões têm sido o ápice dessa política de pressão. Os novos bancários têm reclamado de constrangimentos e humilhações adotadas pelos gestores do banco, que não conseguem justificar a falta de treinamento e orientação para os trabalhadores", explica o secretário Jurídico do Sindicato dos
Bancários de Mato Grosso (Seeb-MT) e bancário do Banco do Brasil, Alex Rodrigues. <br><br>O bancário em questão foi utilizado como escudo humano sob a mira de uma arma de fogo durante a ação de bandidos em Campo Novo do Parecis. Além disso, ele foi obrigado a atear fogo nos equipamentos do banco e ainda foi levado como refém, durante a fuga dos criminosos. Porém, para o Banco do Brasil, nada disso foi considerado na hora de decidir pela demissão do funcionário. <br><br>Conforme apuração feita pelo Sindicato dos Bancários, o bancário estava sob licença médica e também estava sendo atendido pelo Programa de Assistência às Vítimas de Assaltos e Sequestros (Pavas) do próprio Banco do Brasil. <br><br>Criado em 2000, como resposta à explosão de roubos a bancos do ano anterior, o Pavas parece ter perdido sua característica inicial que era a de proteger bancários e clientes. "O banco não levou em consideração os transtornos
emocionais sofridos pelo bancário durante a ação da quadrilha. <br><br>O que fez foi esperar que ele cumprisse os 15 dias de licença depois do assalto e logo em seguida o descartou com a demissão", acentua Alex Rodrigues.<br><br>Para o Seeb-MT que está em contato permanente com os bancários da agência de Campo Novo do Parecis, continua faltando ação e critérios por parte da Gestão de Pessoas do BB (Gepes), que além de não coordenar e bem menos, orientar o período de experiência dos novos bancários, está sendo mais negligente ainda neste caso, que envolve tamanha violência.<br><br>Essas posturas do banco têm levado o Sindicato dos Bancários de MT a realizar protestos, cobrar ações junto à direção do BB e até mesmo, solicitar acompanhamento durante o período de treinamento dos recém empossados, porém, o banco tem respondido com silêncio e negativas.<br><br>"É comum chegar ao Sindicato, relatos de bancários assustados e
abalados psicologicamente, que não conseguem trabalhar na agência devido à forte pressão que sofrem diariamente. Por isso, vamos continuar buscando caminhos para tentar resolver esse caos que se instalou no Banco do Brasil", reforça. <br><br>De acordo com ele, o Seeb-MT irá entrar com ação judicial para anular a decisão do Banco do Brasil quanto às demissões arbitrárias, já que para a diretoria do Sindicato essa postura não pode continuar, pois além da instabilidade profissional para os recém-empossados, as demissões significam mais filas e atendimento sem qualidade para a população.<br><br><br>Fonte: Seeb MT </div></td></tr></tbody></table><br> </blockquote></div><br><br clear="all"><br>-- <br>Tato de Macedo<br><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.tatodemacedo.blogspot.com/">http://www.tatodemacedo.blogspot.com/</a><br></div></blockquote></td></tr></tbody></table><br>
</div></div><div style="position:fixed"></div>
</div><br>
</body></html>