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Olá <A href="mailto:comp@s">comp@s</A> do Bancários de Base<br>
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Segue informe do Matheus, do MR-RS, sobre o plebiscito do Maranhão, o Encontro de Recife e as eleições em Porto Alegre.<br>
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Lá no RS saíram duas chapas de oposição, uma liderada pelo PSTU, outra liderada pelo MR.<br>
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A chapa do MR defende a Frente Nacional de Oposição e a antecipação da campanha salarial.<br>
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Em breve teremos que apresentar uma posição sobre as eleições no sul.<br>
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Daniel<br>
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<STYLE> BODY { font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:12px; }</STYLE>
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"A sociedade que aboliu a aventura tornou a abolição dessa sociedade a única aventura possível” <br>
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anônimo, pichado nos muros de Paris no maio de 1968 <br>
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<B>On Seg 23/05/11 15:26 , MATHEUS DA SILVA CRESPO m.crespo@ig.com.br sent:<br>
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<BLOCKQUOTE style="BORDER-LEFT: #f5f5f5 2px solid; PADDING-LEFT: 5px; PADDING-RIGHT: 0px; MARGIN-LEFT: 5px; MARGIN-RIGHT: 0px">
<DIV>Companheiros,</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>Estou neste momento em São Luís-MA, onde a partir de amanhã até 5a-feria, ocorre o plebiscito para a desfiliação do sindicato da CUT, onde a probabilidade de nossa vitória é muitíssimo grande. O desgaste dos governistas tem crescido em todos os locais e a provável vitória no MA coloca a luta por uma nova direção e a intervenção POR FORA E ALTERNATIVA À CUT, num patamar muito superior.</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>Neste ano,que marca o 9o ano sob um governo de Frente Popular, em que as perdas seguem sem recuperação no horizonte, a isonomia é cada vez mais uma miragem e ataques como a Reforma da Previdência e o corte de verbas vêm com tudo, MAIS DO QUE NUNCA,é preciso denunciar e boicotar os fóruns pelegos, governistas e onde não há nada para disputar como são os da Contraf-CUT.</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>O vitorioso encontro do RN deve se traduzir num encontro ainda mais vitorioso em PE, que deve ser sucedido pela panfletagem massiva do jornal número 1 da Frente Nacional de Oposição. Podemos e devemos agitar ainda mais na base a existência e propostas da FNO; realizar um encontro em PE que vote uma pauta de lutae um posicionamento claramente anti-Contraf; e sair com mais um material sobre o novo encontro, o resultado do MA e nossas atividades nacionais.</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>Este ano há condições reais de polarizarmos contra a Contraf-CUT, mas isso depende do crescimento da FNO e da firmeza com que nos apresentemos como alternativa por fora! </DIV>
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<DIV>Neste sentido, está bem o material proposto pelo ES; mas acho que devemos dar um peso a esta discussãopela positiva, da alternativa que propomos.Sair da Contraf/CUT, como meio de sermos sérios ao falar em reajuste, direitos, independência, etc., mas dizer para onde ir. E hoje, ainda que em construção, é a FNO quem representa essa direção para onde irmos.</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>Mudando um pouco de assunto, mas no memos sentido, no RS serão 2 chapas de oposição na eleição do sindicato. Ao contrário do que queriam as correntes do PSOL e o PSTU, a DS acabou saindo junto com a Articulação, mantendo o sindicato unificado, aliás, como nós sempre caracterizamos. </DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>Assim, entre as correntes que já estavam acertadas ou se acertando com a DS, o Enlace-PSOL e o MES-PSOL fecharam com o sindicato. Deixaram de ser oposição,sem mais nem menos, sem nenhum fato político, e aderiram à situação governista,em troca de cargos. Por sua vez, o PSTU, que negociou com a DS até o final, ao ser preterido em nome da Articulação,ainda assim cogitou sair com eles todos, mas foi obrigado a encerrar esta tática e ter que sair como oposição.</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>Entretanto, os movimentos do PSTU enquanto oposição sempre foram no sentido autoproclamatório, chamando reuniões restritas a eles, impedindo a nossa participação,e aprofundando a divisão da oposição. Depois, quando houve contato conosco, já faltando só 13 dias para o fim das inscrições, chegaram a desmarcar 2 reuniões que eles mesmos marcaram com a gente. por fim, convocaram unilateralmente uma convenção da "oposição", que na verdade era só do grupo deles, pois, ao solicitarmos poder comparecer na convenção, fomos vetados! Depois, eles ainda tentaram voltar atrás, poucas horas antes da convenção, e fizemos uma nova reunião no dia seguinte,que não avançou em nada e ainda expôs a política hegemonista do PSTU.</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>Por fim, pela falta de tempo para uma convenção comum e democrática, pela imposição de um nome seu como cabeça de chapa, e pela política vacilante do PSTU em relação ao programa da chapa,acabou-se formando 2 chapas. Nossa chapa defende a FNO, a ruptura com os fóruns da Contraf/CUT e a desfiliação da CUT, com pleboscito já! Ainda teremos como eixo a crítica ao sindicato dirigido pela DS. O PSTU não quer ter a crítica à DS como destaque, não se compromete em manter-se fora dos fóruns da Contraf e ainda não garantiu que vai defender plebiscito já´para desfiliar da CUT, sendo que este plebiscito JÁ FOI ATÉ APROVADO PELA BASE, POR UNANIMIDADE, DESDE OUTUBRO PASSADO, para ser realizado em março de 2011,e a DS vem impedindo sua realização!!! Ah, e não vão defender a FNO, é claro...</DIV>
<DIV> </DIV>
<DIV>Assim, além do apoio à Chapa 2 em SP, e do encontro massivo que devemos fazer em PE, junho tem outra batalha: CONSTRUIR A CHAPA 3 ÀS ELEIÇÕES NO RS!!!<br>
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</DIV>
<DIV class=gmail_quote>Em 23 de maio de 2011 09:24, Daniel <SPAN dir=ltr><<A target=_blank>tzitzimitl@terra.com.br</A>></SPAN> escreveu:<br>
<BLOCKQUOTE style="BORDER-LEFT: #ccc 1px solid; MARGIN: 0px 0px 0px 0.8ex; PADDING-LEFT: 1ex" class=gmail_quote>
<P><br>
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Olá <A target=_blank>comp@s</A> da oposição nacional.</P>
<P>Essa é a proposta de texto que apresentamos para o panfleto da chapa de oposição em São Paulo. O panfleto será discutido na próxima reunião da chapa.</P>
<P>Aproveitamos para informar que eu e o Márcio já estamos confirmados no Encontro de Recife e estamos nos esforçando para que ao menos mais uma integrante do Bancários de Base compareça.</P>
<P>Já planejamos no coletivo a distribuição do jornal da Frente estamos apenas aguardando a chegada do material.</P>
<P>Saudações</P>
<P>Daniel<br>
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<B>On Seg 23/05/11 09:15 , Daniel <A target=_blank>tzitzimitl@terra.com.br</A> sent:<br>
</B></P>
<BLOCKQUOTE style="BORDER-LEFT: #f5f5f5 2px solid; PADDING-LEFT: 5px; PADDING-RIGHT: 0px; MARGIN-LEFT: 5px; MARGIN-RIGHT: 0px"><br>
Olá comp@s da chapa de oposição<br>
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Segue a proposta de texto que apresentamos para o próximo panfleto da chapa.<br>
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Pedimos que o texto seja distribuído ao e-mail de todos os integrantes da chapa e que façamos a discussão na comissão de <br>
comunicação e na próxima reunião.<br>
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Saudações<br>
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Daniel<br>
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LUTAR É POSSÍVEL! UM OUTRO SINDICATO É NECESSÁRIO!<br>
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PORQUE SOMOS OPOSIÇÃO<br>
Partimos da realidade que vive hoje a categoria bancária: instabilidade no emprego, ameaça permanente de demissão, <br>
assédio moral como forma de gestão, cobrança constante de metas, adoecimento físico e psicológico, volume excessivo de <br>
trabalho, falta de funcionários nas agências e departamentos, filas enormes e reclamações constantes dos clientes, <br>
terceirização e precarização do trabalho. Tudo isso acontece num setor da economia cujos lucros crescem a taxas <br>
impressionantes, de 30 a 40% ao ano, com os grandes bancos anunciando lucros bilionários a cada ano, a cada semestre, a cada <br>
trimestre. <br>
Por tudo isso discordamos da atual diretoria do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. A diretoria é <br>
composta por um grupo político chamado Articulação, que faz parte do PT. De acordo com a Articulação, tudo vai muito bem e <br>
todo ano temos “aumento real e conquistas”, de acordo com os materiais de campanha da chapa 1. Quem está no dia a dia das <br>
agências e departamentos sabe que a realidade é outra, e se parece mais com a que descrevemos acima. Formamos uma chapa de <br>
oposição porque não aceitamos o discurso da Articulação e precisamos mostrar a realidade como ela é.<br>
<br>
ESTABILIDADE PARA TODOS OS TRABALHADORES!<br>
Os bancos têm condições de conceder estabilidade, melhores condições de trabalho, melhores salários, pois conforme <br>
sabemos, seus lucros são mais do que suficientes, mas para isso teria que haver um trabalho de organização e mobilização <br>
real dos bancários. A Articulação está na diretoria do nosso sindicato há mais de 30 anos. Ao longo de todo esse período não <br>
foi feito o trabalho de organização necessário para conquistar aquilo que seria fundamental: estabilidade no emprego. O <br>
estabelecimento de regras contra demissão imotivada deveria ser uma cláusula prioritária de cada campanha salarial, assim <br>
como o reconhecimento de delegados sindicais eleitos por local de trabalho para fazer a resistência cotidiana contra os <br>
abusos dos gestores.<br>
Esse trabalho nunca foi feito, e por conta disso, os trabalhadores dos bancos privados acompanham a campanha <br>
salarial “de fora”, como algo que é feito por outrém em seu lugar. Não há mobilização real por dentro dos bancos e os locais <br>
de trabalho só param quando há piqueteiros na frente das agências. A responsabilidade por essa situação é da diretoria.<br>
<br>
EM DEFESA DOS DOS BANCOS PÚBLICOS!<br>
Da mesma forma, em relação aos bancos públicos, existe um descrédito muito grande em relação à diretoria. A maior <br>
parte dos trabalhadores do BB e da CEF nem sequer é sindicalizada. Os trabalhadores dos bancos públicos teoricamente têm <br>
estabilidade (na verdade o contrato de trabalho é regido pela CLT), mas mesmo assim têm participado cada vez menos das <br>
campanhas salariais. Isso acontece por conta dos últimos 8 anos, em que tivemos greve anualmente, mas jamais foram colocadas <br>
em pauta as reivindicações específicas dos bancos públicos (reposição das perdas, isonomia, PCS, saúde, previdência, etc.). <br>
Se a greve não serve para conquistar aquilo que interessa, os bancários naturalmente deixam de participar. Fazem greve por <br>
estar “de saco cheio”, por não suportar mais as condições de trabalho, mas não vão às assembléias e muito menos aos piquetes.<br>
As reivindicações específicas dos bancos públicos não são discutidas nas campanhas salariais porque para isso seria <br>
preciso enfrentar o governo Lula/Dilma/PT. A Articulação dirige o sindicato a serviço do seu partido e não dos bancários, por <br>
isso jamais vai enfrentar o PT e manobra as campanhas salariais para que não avancem. O PT se converteu num grupo de <br>
burocratas que sobrevive às custas de cargos no aparato do Estado, mandatos parlamentares, assessorias, diretorias de <br>
estatais, fundos de pensão, participação em empresas, corrupção, etc. <br>
Com o discurso de que o que é bom para as empresas é bom para o país, o PT busca viabilizar os lucros dos <br>
empresários, ao invés de defender os trabalhadores. Em nome do “crescimento”, os trabalhadores são obrigados a suportar a <br>
superexploração, os serviços públicos são sucateados e os funcionários públicos enfrentam arrocho. O governo do PT, tal qual <br>
o do PSDB, está transformando os bancos públicos em bancos de mercado que concorrem com os bancos privados, superexplorando <br>
seus funcionários e extorquindo os clientes. Vive-se a mesma realidade de assédio moral, cobrança constante de metas, <br>
adoecimento físico e psicológico, volume excessivo de trabalho, falta de funcionários, filas, etc. Sabemos que os bancários, <br>
como todos os trabalhadores, têm suas preferências eleitorais e muitos inclusive votam no PT, mas não podemos ignorar a <br>
realidade que estamos vivendo.<br>
<br>
POR UM SINDICATO INDEPENDENTE E DE LUTA!<br>
A conseqüência de termos no sindicato uma diretoria vinculada a um partido que defende o governo é a degeneração <br>
dessa diretoria e da própria vida da entidade. Os diretores do sindicato vinculados à Articulação há muito deixaram de ser <br>
trabalhadores, viraram burocratas profissionais. Alguns estão há décadas na diretoria e vão se aposentar <br>
como “sindicalistas”. Para outros o sindicato é a porta de entrada nos cargos parlamentares, assessorias, diretorias de <br>
estatais, fundos de pensão, participação em empresas, corrupção, etc., que são hoje a fonte de renda do PT. Há muito tempo <br>
esses “sindicalistas” deixaram de viver a realidade do trabalhador, de sofrer as cobranças diárias dos gestores e as demandas <br>
dos clientes.<br>
Quanto mais afastados estão dos bancários, mais a diretoria da Articulação se comporta como se o sindicato fosse sua <br>
propriedade. Transformaram o sindicato num conglomerado, com gráfica (Bangraf), cooperativa habitacional (Bancoop, alvo de <br>
denúncias de corrupção veiculadas na imprensa), cooperativa de crédito (Bancredi), que movimentam fortunas, administradas de <br>
forma pouco transparente. Nas nossas campanhas salariais, não vemos o aparato do sindicato mobilizado a nosso favor para <br>
enfrentar os banqueiros.<br>
<br>
POR DEMOCRACIA NO SINDICATO!<br>
As próprias campanhas salariais são feitas de modo a afastar os bancários. A começar pela definição da pauta de <br>
reivindicações, através de uma pesquisa via internet, sobre cujo resultado não se tem o menor controle. A Articulação prefere <br>
uma campanha virtual na internet ao invés de uma campanha real, que comece por reuniões nos locais de trabalho (para quê <br>
servem mais de 80 diretores liberados?), plenárias por banco e por região, assembléias, em que os bancários possam se <br>
manifestar e apresentar suas propostas, suas reivindicações, suas idéias, discutir formas de mobilização, de modo a ir <br>
criando força para uma eventual greve, que afete de fato o lucro dos bancos.<br>
Nas próprias assembléias de greve, os poucos espaços em que os bancários podem se encontrar e discutir como coletivo, <br>
há pouco debate, pois a diretoria fala durante horas e pede aos trabalhadores que apenas levantem o crachá. Não são abertas <br>
inscrições para falas, não há tempo para defender propostas de como organizar a greve, as propostas que são feitas não são <br>
colocadas em votação, etc. A diretoria está tão distanciado da base que na hora de encerrar a greve e aprovar os acordos são <br>
marcadas assembléias à noite, combinadas com os bancos, para que os gerentes e fura-greves compareçam em massa.<br>
As regras elementares da democracia são pisoteadas pela atual diretoria Não há espaço na Folha Bancária para <br>
manifestações dos trabalhadores e de outros pensamentos que não os da Articulação. Nessa própria campanha eleitoral, os <br>
funcionários, a gráfica e os recursos do sindicato, que pertencem a todos os bancários, são usados para fazer a campanha da <br>
chapa da situação.<br>
<br>
SÓ COM ORGANIZAÇÃO E LUTA PODEMOS MUDAR!<br>
Nós que estamos na oposição só contamos com nossas próprias forças. Não temos funcionários liberados para fazer <br>
campanha, não temos recursos além dos que nós mesmos arrecadamos, como trabalhadores que acreditam na necessidade de lutar <br>
por uma forma diferente de conduzir o sindicato e nossas demandas.<br>
Não há outra forma de mudar essa realidade além de continuarmos organizados, entre uma eleição e outra, entre uma <br>
campanha salarial e outra, num movimento permanente, que reúna todos os bancários que, independentemente de sua forma de <br>
pensar, estejam de acordo com a necessidade de lutar.<br>
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Daniel Menezes Delfino<br>
Banco do Brasil, Ag. Vila Alpina<br>
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Márcio Cardoso da Silva<br>
Banco do Brasil, Ag. Fórum Ibirapuera (Santo Amaro)<br>
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</BLOCKQUOTE><br>
</BLOCKQUOTE></DIV><br>
</BLOCKQUOTE><BR></HTML>