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Não tenho acompanhado os debates na internet, mas só para registrar, concordo totalmente com o Márcio.<br>
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Para responder ao Luis Guilherme, a tática de voltar a participar dos fóruns da CUT é um opção do MNOB, não da Frente Nacional de Oposição.<br>
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Em São Paulo, o coletivo Bancários de Base, do qual eu e o Márcio participamos, não fechou posição antes da assembléia que tirou delegados para a Contraf, mas também não aposta nessa tática. <br>
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Daniel<br>
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"A sociedade que aboliu a aventura tornou a abolição dessa sociedade a única aventura possível” <br>
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anônimo, pichado nos muros de Paris no maio de 1968 <br>
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<B>On Ter 26/07/11 22:37 , Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva marciocarsi@yahoo.com.br sent:<br>
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<BLOCKQUOTE style="BORDER-LEFT: #f5f5f5 2px solid; PADDING-LEFT: 5px; PADDING-RIGHT: 0px; MARGIN-LEFT: 5px; MARGIN-RIGHT: 0px">
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<DIV style="MARGIN: 0px">Prezados companheiros, manos e minas.</DIV>
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<DIV style="MARGIN: 0px">A política que temos desde 2004 é de tirar a legitimidade dos fóruns da CUT como fóruns da categoria. Neste sentido, as bases dos NE e de Bauru estão mais adiantadas. Ter uma política de voltar aos fóruns da CUT, por sí só, é desconsiderar que nestas bases já estão por demais experientes com os contraficantes. Prova disso é a decisão dos bancários do Maranhão em dá um pé na bunda da Central Ùnica dos TRaidores. Temos que fazer é avançar na consciência dos bancários nos grandes centros e não retroceder nas bases que avançaram. A defesa da participação nos fóruns da CUT, na minha opinião, tinha como balizador que a base daqui não chegou ao nível dos companheiros do NE e Bauru e que deveríamos ajudar os bancários de nossa base neste sentido.</DIV>
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<DIV style="MARGIN: 0px">Ocorre que já foram dois anos de experiência. E o que ganhamos com isso? Nada. A não ser a experiência concreta de que NÃO DEVEMOS MAIS PARTICIPAR DOS FÓRUNS DA CUT, pois são fóruns montados e controlados artificialmente pela burocracia pelo critério de eleger 1 delegado para cada 300 bancários, qando o idela é de 1 para cada 100. Assim, as conferências da CUT do BB e da CEF não passaram mais do que um teatro de democracia legitimado pela participação nossa de Oposição. Em outras palavras: ERRAMOS . Foi um evento de "base", com o Ricardo Berzoíni falando por mais de 2 horas e a "base" aplaudindo. Gostaria que este mesmo bandido sobreviveria 5 minutos na quadra dos bancários daqui de Sampa com mais de 2000 bancários rangendo os dentes em plena greve quando a BASE, tão exortada por nós, está em luta direta contra os banqueiros e o governo. Quando percebi que mais de 300 "bancários" aplaudiam aquele chefe de quadrilha já sabia de antemão o fim. E, infelizmente, estava certo. Tentei me animar com a energia dos companheiros do MNOB e do PSTU que lutavam por cada vírgula de proposta, por cada votação....a abnegação em fazer unidade com as demais forças políticas vacilantes pelo seu oportunismo para que as propostas da Oposição fossem maioria...Mas foi tudo em vão. contribuiu para perder a pouca base que lá estava, que não passava de 20% (com muito otimismo) de participantes.</DIV>
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<DIV style="MARGIN: 0px">Nossa política deve ter como balizador a base bancária e não os percalsos dos oportunistas da central x, y, ou z. Isso é inverter a ordem das coisas, além de ser uma tática cupulista de conchavos, e que, muitas vezes, nos pegamos abrindo mão de pontos programáticos caros para nós. Temos que preservar aqueles 20% que estavam lá em nome da categoria de forma honesta, e a base que foi mobilizada para a eleição destes delegados. Se fomos competentes para mobilizar bancários, por pouco que sejam, para as assembléias e fóruns viciados da CUT, penso que poderíamos, sim, fazermos fóruns alternativos, e não desiludir os bancários com a péssima experiência com a bandidagem petista.</DIV>
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<DIV style="MARGIN: 0px">Mas tudo pode e deve ser mudado. Somos uma categoria nacional, com consciências experiências distintas. Podemos considerar que o povo do interior e do NE, estão mais avançados pois nestas bases a composição de bancários do setor público é muito superior em relação os trabalhadores do setor privado; sendo que a proporção é invertida nas grandes capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, BH, etc. Temos que considerar que nossa categoria é um mosaico e temos que combinar os diferentes n[iveis de consciência e experiência da base num objetivo único, que é tirar o controle da campanha salarial das mãos da quadrilha contraficante.</DIV>
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<DIV style="MARGIN: 0px">Esta é uma opinião pessoal, que não reflete, necessariamente, a opinião dos coletivos dos quais faço parte. Apenas quero contribuir com estes elementos para que tenhamos mais sucesso nos próximos passos de nossa luta.</DIV>
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<DIV style="MARGIN: 0px">Um forte abraço.</DIV>
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<DIV style="MARGIN: 0px">Márcio</DIV>
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