<table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" ><tr><td valign="top" style="font: inherit;"><DIV>Olá pessoal, segue txt sindicalismo. Saudações!!</DIV>
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<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" class=western>O NEOPELEGUISMO E A DERROTA DOS TRABALHADORES.</DIV>
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<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" class=western>Este, no nosso entendimento, é um momento propicio pra reabrirmos de forma mais ampla o debate que se encontra por trás do tema proposto. Momento onde a submissão descarada de “dirigentes sindicais” e as seguidas derrotas dos trabalhadores, se evidencia, em particular bancári@s e trabalhador@s dos correios. Recém-saidos de campanhas onde a vitória era mais do que possível em função da disposição de luta de parte importante dos grevistas, o resultado trouxe em particular aos <A href="mailto:trabalhador@s">trabalhador@s</A> mais participativos, a sensação de de mais uma vez terem sidos traidos. Fica-nos a lição de que temos de continuar lutando sempre. No entanto temos a tarefa inadiável de transformar nossas entidades. A História deve ser nossa aliada pra buscarmos entender o porquê de tal situação e a superarmos.</DIV>
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<P style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" class=western>A partir do inicio do primeiro governo FHC e o aprofundamento na implementação do projeto neoliberal no Brasil, lamentavelmente a maioria dos setores que compunham os movimento sociais foram se adaptando à ordem vigente. Com o sindicalismo não foi diferente. Já no momento imediatamente anterior o auto-denominado “campo majoritário” da CUT havia tomado resoluções de forma burocrática no sentido de vincular “organicamente” a central à CIOSL ( Confederação Internacional das Organizações Sindicais Livres /sic/), criada na guerra fria pra fazer frente ideológica à esquerda sob patrocinio da CIA e das corporações imperialistas, como linha auxiliar ao Capital Internacional e atuação junto às ditaduras, em particular da América Latina. Em paralelo com um profundo processo de burocratização, perda de autonomia e funcionamento anti-democrático, além de minar na pratica as OLTs
 (Organização por Local de Trabalho). Como se não bastasse passaram a defender e implantar ora enrustida, ora descaradamente mudanças substanciais na relação capital -trabalho. Sempre de acordo com interesses partidários, de correntes e de grupos, além de projetos carreiristas pessoais em detrimento da nossa classe e da nossa luta. Assim vieram as câmaras setoriais na industria, politicas de conciliação de classes, saidas institucionais ao invés de lutas, estruturas sindicais corporativas, carreirismo e profissionalização de dirigentes descompromissados, corrupção, uso indevido das estruturas sindicais e sua completa instrumentalização, Centrais Sindicais “mães” e centrais satélites (subservientes e com tarefas específicas), não combate efetivos às terceirizações, flexibilização de direitos, remuneração variável, etc. E a “jóia da coroa”; A institucionalização do famigerado sindicato orgânico ou sindicato
 cupulista, que teria a função de “legitimar” toda a “trairagem”. O sindicato orgânico seria uma versão tupiniquim do sindicalismo americano/europeu, que não só financiaram o chamado “novo sindicalismo” como também o instruiu ideologicamnente com cursos, viagens, estágios,etc. Se caracteriza por uma estrutura altamente verticalizada onde os sindicatos de base perdem autonomia e são subordinados aos comamdos e direções confederativas chefiadas por pseudos semi-deuses encastelados burocraticamente e/ou criminosamente. Sindicatos viram departamentos desta cúpula “iluminada”. Impõe estatutos padronizados , cameras bipartites ou tripartites sem quaisquer opiniões consideradas que partam da base. As decisões de assembléias são ignoradas, não possuem relevância e a função das OLTs é meramente “carregar piano” pras “grandes lideranças” manterem seu “status quo”. Tentaram pela via burocrática e continuam
 tentando oficializar de vez, agora que são governo, através das Reformas Sindical e Trabalhista. O processo está em curso. Doses homeopáticas, mas em ritmo crescente, aos poucos vão avançando. É assim pois suas bases sindicais (dirigentes, os chamados bagrinhos) corporativamente não querem perder seus privilégios e são obstaculo, alem é claro dos poucos que ainda não se renderam a esta lógica. O assunto é estratégico para <A href="mailto:n@s">n@s</A> <A href="mailto:trabalhador@s">trabalhador@s</A>. Está na ordem do dia do governo, dos patrões e dos falsos defensores da classe que se auto-denominam dirigentes sindicais sem o serem. Temos que nos organizar melhor e agirmos. Já estamos atrasados.</DIV></td></tr></table>