<table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" ><tr><td valign="top" style="font: inherit;">Tenho acordo geral no editorial. Tenho acordo no balanço desde que explicitemos o caráter de lock-out(??)/ "locaute"', que nossas últimas greves representam na pratica,e penso ser oportuno precisar melhor o mecanismo da greve de "faixada". Quanto ao resultado confuso do texto sobre a tendencia (em implantação) do sindicato orgânico e das reformas trabalhista/sindical, peço precisar onde reside, é no texto como um todo? Saudações !!!! Ah !, quanto a nova data pro Encontro da Frente, ficou quase impossível. Por outro lado aguardamos questionamento feito pelo Daniel aos <A href="mailto:Comp@s">Comp@s</A> quanto ao caráter do mesmo. Valeu !!!<BR>
<BLOCKQUOTE style="BORDER-LEFT: rgb(16,16,255) 2px solid; PADDING-LEFT: 5px; MARGIN-LEFT: 5px"><BR>De: Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva <marciocarsi@yahoo.com.br><BR>Assunto: Re: [Bancariosdebase] reunião/jornal/matéria<BR>Para: "Utopia" <utopia_s@yahoo.com.br>, "Bancários de Base Novo" <bancariosdebase@lists.aktivix.org><BR>Data: Quinta-feira, 3 de Novembro de 2011, 21:04<BR><BR>
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<DIV style="BACKGROUND-COLOR: #fff; FONT-FAMILY: arial, helvetica, sans-serif; COLOR: #000; FONT-SIZE: 10pt">
<DIV><SPAN>Achei o texto um pouco confuso, acho que o pessoal da "nova guarda" não entenderia. Por outro lado é sempre benéfico resgatar elementos da história para fortalecer a luta.</SPAN></DIV>
<DIV><SPAN><BR></SPAN></DIV>
<DIV><SPAN>Abraços.</SPAN></DIV>
<DIV><SPAN><BR></SPAN></DIV>
<DIV><SPAN>Márcio</SPAN></DIV>
<DIV><BR></DIV>
<DIV style="FONT-FAMILY: arial, helvetica, sans-serif; FONT-SIZE: 10pt">
<DIV style="FONT-FAMILY: times, serif; FONT-SIZE: 12pt"><FONT size=2 face=Arial>
<HR SIZE=1>
<B><SPAN style="FONT-WEIGHT: bold">De:</SPAN></B> Utopia <utopia_s@yahoo.com.br><BR><B><SPAN style="FONT-WEIGHT: bold">Para:</SPAN></B> Bancários de Base Novo <bancariosdebase@lists.aktivix.org><BR><B><SPAN style="FONT-WEIGHT: bold">Enviadas:</SPAN></B> Quarta-feira, 2 de Novembro de 2011 14:48<BR><B><SPAN style="FONT-WEIGHT: bold">Assunto:</SPAN></B> [Bancariosdebase] reunião/jornal/matéria<BR></FONT><BR>
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<TBODY>
<TR>
<TD vAlign=top>
<DIV>Olá pessoal, segue txt sindicalismo. Saudações!!</DIV>
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<DIV></DIV>
<DIV style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" class=yiv819963300western>O NEOPELEGUISMO E A DERROTA DOS TRABALHADORES. </DIV>
<DIV style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" class=yiv819963300western><BR></DIV>
<DIV style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" class=yiv819963300western>Este, no nosso entendimento, é um momento propicio pra reabrirmos de forma mais ampla o debate que se encontra por trás do tema proposto. Momento onde a submissão descarada de “dirigentes sindicais” e as seguidas derrotas dos trabalhadores, se evidencia, em particular bancári@s e trabalhador@s dos correios. Recém-saidos de campanhas onde a vitória era mais do que possível em função da disposição de luta de parte importante dos grevistas, o resultado trouxe em particular aos <A href="http://br.mc448.mail.yahoo.com/mc/compose?to=trabalhador@s" rel=nofollow target=_blank ymailto="mailto:trabalhador@s">trabalhador@s</A> mais participativos, a sensação de de mais uma vez terem sidos traidos. Fica-nos a lição de que temos de continuar lutando sempre. No entanto temos a tarefa inadiável de transformar nossas entidades. A História deve ser nossa aliada pra buscarmos entender o porquê
de tal situação e a superarmos. </DIV>
<DIV style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" class=yiv819963300western><BR></DIV>
<DIV style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" class=yiv819963300western>A partir do inicio do primeiro governo FHC e o aprofundamento na implementação do projeto neoliberal no Brasil, lamentavelmente a maioria dos setores que compunham os movimento sociais foram se adaptando à ordem vigente. Com o sindicalismo não foi diferente. Já no momento imediatamente anterior o auto-denominado “campo majoritário” da CUT havia tomado resoluções de forma burocrática no sentido de vincular “organicamente” a central à CIOSL ( Confederação Internacional das Organizações Sindicais Livres /sic/), criada na guerra fria pra fazer frente ideológica à esquerda sob patrocinio da CIA e das corporações imperialistas, como linha auxiliar ao Capital Internacional e atuação junto às ditaduras, em particular da América Latina. Em paralelo com um profundo processo de burocratização, perda de autonomia e funcionamento anti-democrático, além de minar na pratica as
OLTs (Organização por Local de Trabalho). Como se não bastasse passaram a defender e implantar ora enrustida, ora descaradamente mudanças substanciais na relação capital -trabalho. Sempre de acordo com interesses partidários, de correntes e de grupos, além de projetos carreiristas pessoais em detrimento da nossa classe e da nossa luta. Assim vieram as câmaras setoriais na industria, politicas de conciliação de classes, saidas institucionais ao invés de lutas, estruturas sindicais corporativas, carreirismo e profissionalização de dirigentes descompromissados, corrupção, uso indevido das estruturas sindicais e sua completa instrumentalização, Centrais Sindicais “mães” e centrais satélites (subservientes e com tarefas específicas), não combate efetivos às terceirizações, flexibilização de direitos, remuneração variável, etc. E a “jóia da coroa”; A institucionalização do famigerado sindicato orgânico ou sindicato
cupulista, que teria a função de “legitimar” toda a “trairagem”. O sindicato orgânico seria uma versão tupiniquim do sindicalismo americano/europeu, que não só financiaram o chamado “novo sindicalismo” como também o instruiu ideologicamnente com cursos, viagens, estágios,etc. Se caracteriza por uma estrutura altamente verticalizada onde os sindicatos de base perdem autonomia e são subordinados aos comamdos e direções confederativas chefiadas por pseudos semi-deuses encastelados burocraticamente e/ou criminosamente. Sindicatos viram departamentos desta cúpula “iluminada”. Impõe estatutos padronizados , cameras bipartites ou tripartites sem quaisquer opiniões consideradas que partam da base. As decisões de assembléias são ignoradas, não possuem relevância e a função das OLTs é meramente “carregar piano” pras “grandes lideranças” manterem seu “status quo”. Tentaram pela via burocrática e continuam
tentando oficializar de vez, agora que são governo, através das Reformas Sindical e Trabalhista. O processo está em curso. Doses homeopáticas, mas em ritmo crescente, aos poucos vão avançando. É assim pois suas bases sindicais (dirigentes, os chamados bagrinhos) corporativamente não querem perder seus privilégios e são obstaculo, alem é claro dos poucos que ainda não se renderam a esta lógica. O assunto é estratégico para <A href="http://br.mc448.mail.yahoo.com/mc/compose?to=n@s" rel=nofollow target=_blank ymailto="mailto:n@s">n@s</A> <A href="http://br.mc448.mail.yahoo.com/mc/compose?to=trabalhador@s" rel=nofollow target=_blank ymailto="mailto:trabalhador@s">trabalhador@s</A>. Está na ordem do dia do governo, dos patrões e dos falsos defensores da classe que se auto-denominam dirigentes sindicais sem o serem. Temos que nos organizar melhor e agirmos. Já estamos
atrasados.</DIV></TD></TR></TBODY></TABLE></DIV><BR>_______________________________________________<BR>Bancariosdebase mailing list<BR><A href="http://br.mc448.mail.yahoo.com/mc/compose?to=Bancariosdebase@lists.aktivix.org" rel=nofollow target=_blank ymailto="mailto:Bancariosdebase@lists.aktivix.org">Bancariosdebase@lists.aktivix.org</A><BR><A href="https://lists.aktivix.org/mailman/listinfo/bancariosdebase" rel=nofollow target=_blank>https://lists.aktivix.org/mailman/listinfo/bancariosdebase</A><BR><BR><BR></DIV></DIV></DIV></DIV></DIV></BLOCKQUOTE></td></tr></table>