<table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" ><tr><td valign="top" style="font: inherit;"><DIV>Olá Pessoal!  Segue txt revisado.</DIV>
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<P style="TEXT-INDENT: 0cm; MARGIN: 6pt 0cm" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Times New Roman','serif'; FONT-SIZE: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR">Olá!!!<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN></DIV>
<P style="TEXT-INDENT: 0cm; MARGIN: 6pt 0cm" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Times New Roman','serif'; FONT-SIZE: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR">Iniciado o novo ano, claro que todos temos expectativas. Sejam elas no campo profissional, pessoal, familiar, acadêmico, não importa. Mas se tratando de nós bancários e bancárias, o final de 2011 em particular não nos trouxe, infelizmente, prenúncios afirmativos. Afinal de contas mais uma vez terminamos o ano com uma enorme sensação de que nossa luta poderia e deveria ter nos trazido resultados bem melhores do que atingimos. Pior ainda, é a sensação que assistimos o mesmo filme a cada ano. Ainda que tentemos ser protagonistas no processo e muitos de nós nos empenhemos pra mudar o roteiro que é definido pelo governo de plantão e os banqueiros, existe um outro ator: o conjunto de "nossas " entidades sindicais e associativas que seguidamente
 nos faz questionar até que ponto podemos contar com tais pessoas. Como se não bastasse governo, patrão, justiça, polícia, gestores, furas-greve, pelegos de todo tipo, ainda temos que enfrentar a postura dúbia de entidades (contraf-cut e seus satélites) que mais parecem estar presentes pra nos prestar desserviços.<SPAN style="mso-spacerun: yes">  </SPAN>Tudo fazendo pra que prevaleçam seus objetivos ligados a partidos, correntes, centrais sindicais, grupos e figuras carimbadas recheadas de projetos pessoais e carreiristas. O resultado disto é assédio permanente, metas cada vez maiores, aprofundamento das doenças físicas e psicológicas, clima de competitividade e disputa entre colegas, desemprego, terceirização, precarização, vida pessoal e social comprometidas, desajustes familiares, envelhecimento precoce, aumento descomensurado de correspondentes bancários <SPAN style="COLOR: red">(a maioria despreparada para desempenhar
 funções bancárias), </SPAN>discriminação a usuários e clientes de baixa renda, etc., etc. Por outro lado, o lucro dos banqueiros é cada vez mais exorbitante e a sua ousadia no que se refere ao péssimo tratamento dispensado aos baixa-renda e trabalhadores aumenta na mesma proporção em que crescem seus lucros. Na mesma intensidade também crescem o descaso, a paralisia, a falta de compromisso, a politica de conciliação de "nossos representantes".<o:p></o:p></SPAN></DIV>
<P style="TEXT-INDENT: 0cm; MARGIN: 6pt 0cm" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Times New Roman','serif'; FONT-SIZE: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR">Na medida em que governo e banqueiros aprofundam seu projeto estratégico (comum aos dois atores) para o sistema financeiro, que é altamente prejudicial à sociedade de conjunto (juros e tarifas exorbitantes, insegurança, correspondentes, atendimento precário, privatizações, fim do papel social dos públicos, etc.) e aos trabalhadores (demissões, extinção de postos, assédio, remuneração variável, adoecimento, etc), a porção maior do movimento associativo e sindical torna-se cada vez mais adequado e conciliador... aos patrões e governo. <o:p></o:p></SPAN></DIV>
<P style="TEXT-INDENT: 0cm; MARGIN: 6pt 0cm" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Times New Roman','serif'; FONT-SIZE: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR">O entendimento que temos é o de que não adianta esperar que soluções surjam para toda esta gama de problemas, a partir de entidades descompromissadas com a luta dos trabalhadores. A experiência feita é mais do que suficiente. Neste sentido, buscamos nestes anos todos construir com vocês bancários e bancárias uma alternativa diferenciada. Desta maneira já possuímos acúmulo suficiente pra iniciarmos um novo período de luta. Como é do conhecimento de muitos, vimos a algum tempo buscando construir nacionalmente tal alternativa através de dirigentes sindicais ligados a entidades associativas e sindicais de oposição e comprometidos verdadeiramente com a luta. Fazem parte também deste conjunto militantes, ativistas, delegados sindicais,
 cipeiros, simpatizantes e colaboradores como você e outros. Mas pra avançarmos e construirmos a transformação afirmativa que necessitamos, temos que nos organizar e nos estruturar em outro patamar. Pra isso precisamos de mais participação. Nos encontramos em vários Estados e somos constituídos de Entidades e Coletivos locais e regionais que têm como projeto estratégico mais próximo afirmar a consolidação da FNOB (Frente Nacional de Oposição Bancária). Em breve realizaremos um Encontro com todos os interessados e defensores da opinião de que necessitamos realizar mudanças, sob o risco (creiam, sem exagero) de "morrermos todos abraçados”.<o:p></o:p></SPAN></DIV>
<P style="TEXT-INDENT: 0cm; MARGIN: 6pt 0cm" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Times New Roman','serif'; FONT-SIZE: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR">Nos comprometemos a lhe enviar materiais e documentos frutos de nosso acúmulo até o presente. E gostaríamos de juntos construirmos não só este Encontro, mas também as mudanças necessárias com a finalidade de nos tornarmos protagonistas de algo novo e diferente do temos hoje e que nos faz muito mal. Voltaremos, em breve, com informes. Saudações a todos!!!<o:p></o:p></SPAN></DIV>
<P style="MARGIN: auto 0cm" class=MsoNormal><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Times New Roman','serif'; FONT-SIZE: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR">COLETIVO BANCÁRIOS DE BASE -SP</SPAN></DIV>
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