<html><body><div style="color:#000; background-color:#fff; font-family:Courier New, courier, monaco, monospace, sans-serif;font-size:10pt"><div>Prezados companheiros, manos e minas.</div><div><br></div><div>Segue proposta de 3 artigos para o jornal, que seguem no corpo da mensagem e em anexo. Eu não escrevi mais pois já tem mais de 5000 toques. E ainda temos que falar da Cidade de Deus, em que o Sindicato usa a máquina custeada por todos para fazer campanha para o atual cipeiro deles, o Senhor José Eduardo, que comenta o problema da ergonomia das cadeiras usadas na Cidade de Deus. A Rosana poderia fazer uma notinha sobre isso?</div><div><br></div><div>Um forte abraço.</div><div><br></div><div>Márcio</div><div><br></div><div><div class="MsoNormal" style="text-align:justify"><b><span style="font-family:"Arial Narrow","sans-serif"">Campanha salarial
2012 – A campanha que queremos e precisamos.<o:p></o:p></span></b></div>

<div class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-family:"Arial Narrow","sans-serif"">Reposição
de perdas salariais nos bancos públicos e privados, estabilidade de emprego, isonomia
de direitos entre bancários que exercem a mesma função; delegados sindicais em
todos os bancos; fim da mesa única, incorporação da comissão ao salário; fim
das metas, incorporação dos empregados terceirizados ao quadro do banco (e
facilitação de ingresso nos bancos públicos); piso do DIEESE (R$ 2.329,35). São
alguns dos itens que compõe a Pauta Alternativa da FENABAN aprovada no Encontro
da Frente Nacional de Oposição Bancária (FNOB) em Belém-PA nos dias 16 e 17 de
junho de 2012, a ser apreciada pela categoria bancária em assembleia.<o:p></o:p></span></div>

<div class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-family:"Arial Narrow","sans-serif"">Porém,
mais do que uma pauta de interesse dos bancários, é necessário que todo o
processo da Campanha Salarial seja conduzido com a participação da base e sob o
seu controle. É necessário que haja assembleia para aprovação da pauta
alternativa amplamente convocada; é necessário que os bancários façam parte da
mesa de negociação junto com os dirigentes sindicais. Que o fórum de delegados
sindicais tenha efetividade. <o:p></o:p></span></div>

<div class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-family:"Arial Narrow","sans-serif"">Havendo
greve, que as assembleias sejam democráticas e que a expressão seja livre para
qualquer bancário (organizado ou não). Que não se permita manobras dos
banqueiros/governo, junto com dirigentes sindicais da CUT e seus aliados, permitindo
a participação de gestores e fura-greves nas assembleias para aprovação de
propostas rebaixadas. <o:p></o:p></span></div>

<div class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-family:"Arial Narrow","sans-serif"">Em
outras palavras: é necessário mudar o jogo de cartas marcadas que viraram as
últimas campanhas salariais, que afastam os bancários da mobilização da luta
por melhores salários e condições de trabalho.<o:p></o:p></span></div>

<div class="MsoNormal" style="text-align:justify"><b><span style="font-family:"Arial Narrow","sans-serif"">Acordo de dois
anos: bancários da CEF e do Santander são as primeiras vítimas<o:p></o:p></span></b></div>

<div class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-family:"Arial Narrow","sans-serif"">Sob
a justificativa de “maior tranquilidade para os bancários”, o sindicalismo
cutista está garantindo, na verdade, a tranquilidade dos patrões. A direção do
Sindicato de São Paulo Osasco e Região abraçou a causa patronal de duração de
dois anos da convenção coletiva de trabalho. Há anos que a patronal tenta
colocar a questão em pauta para enfraquecer a mobilização dos trabalhadores, mas
não tinham condições de fazê-lo. Por isso contam com seus representantes no
seio do movimento sindical: os dirigentes da CUT e seus aliados. Mas a proposta
está sendo colocada, aos poucos, guela abaixo dos bancários por meio de
renovação de acordos e aditivos específicos de cada banco. Em 2012,
presenciamos dois casos (até agora) disso: no Santander e na Caixa Federal.<o:p></o:p></span></div>

<div class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-family:"Arial Narrow","sans-serif"">No
Santander, o sindicato fez campanha da proposta até aprova-lo em assembleia
realizada no dia 25/06. No entanto, o acordo ainda não foi assinado, pois o
banco (isto é, o patrão) ainda não concluiu <i>“a
redação das cláusulas do aditivo e dos termos do compromisso sobre a venda
responsável de produtos, conforme o deliberado na mesa de negociação.”</i><o:p></o:p></span></div>

<div class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-family:"Arial Narrow","sans-serif"">Na
CEF, a proposta foi aprovada de forma ainda mais escandalosa, <u>pois não
passou pelo crivo da base em assembleia</u>. No caso, o objeto em negociação
foi os critérios de avaliação e ascensão dos 
bancários. A sorte dos funcionários da Caixa Federal foi selada no dia
03 de Julho, em Brasília. Segundo o dirigente Kardec de Jesus, isso dá <i>“mais tranquilidade aos trabalhadores”</i>. <o:p></o:p></span></div>

<div class="MsoNormal" style="text-align:justify"><b><span style="font-family:"Arial Narrow","sans-serif"">Bancários terceirizados:
governo dá calote em trabalhadores precarizados.<o:p></o:p></span></b></div>

<div class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-family:"Arial Narrow","sans-serif"">Os
trabalhadores terceirizados do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal  tomaram calote de suas respectivas empresas
contratadas por um expediente que está cada vez mais comum: A empresa
terceirizada fecha as portas, não paga os salários dos trabalhadores e o
governo não se mexe para dar assistência a estes bancários.<o:p></o:p></span></div>

<div class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-family:"Arial Narrow","sans-serif"">No
BB, os trabalhadores que prestam serviço no Complexo Verbo Divino ficaram com
seus salários e direitos atrasados por conta do fechamento e sumiço da empresa
RODTEC a quem formalmente estavam registrados. Embora tenha entrado outra
empresa, RS Consultoria, os mesmos trabalhadores  continuam prestando serviço sem resolver a
situação. O sindicato formal dos terceirizados e o sindicato dos bancários foram
inquiridos pelos delegados sindicais e ativistas daquele Complexo. Porém não se
teve resposta até o fechamento desta edição.<o:p></o:p></span></div>

<div class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-family:"Arial Narrow","sans-serif"">O
caso dos trabalhadores terceirizados da CEF é também desesperador. A empresa PROBANK  teve o contrato rescindido pela Caixa depois
de vários atrasos no pagamento de salários e direitos dos funcionários. Ocorre
que a empresa foi embora sem pagar os salários de maio. A nova empresa
condicionou a permanência das telefonistas desde aceitassem a trabalhar pela
metade do salário anterior.<o:p></o:p></span></div>

<div class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-family:"Arial Narrow","sans-serif"">Nos
dois casos, o governo do PT é responsável direto pelo pagamento dos salários e
direitos destes trabalhadores. As direções da CEF e do BB não foram incomodados
pelo Sindicato, pois os dirigentes deste sindicato fazem parte do grupo
político do governo. Mais do que notificar formalmente a cúpula destes dois
bancos públicos, é necessário tomar medidas concretas para resolver o problema
imediato destes colegas (regularização do pagamento de salários e direitos) e
estrutural (integrá-los  aos quadros
destes bancos, submetendo-os a concurso público, levando-se em consideração o
tempo que prestaram serviços precariamente), acabando com a terceirização.<o:p></o:p></span></div>

<div class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-family:"Arial Narrow","sans-serif""><o:p> </o:p></span></div>

<div class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-family:"Arial Narrow","sans-serif""><o:p> </o:p></span></div>

<div class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-family:"Arial Narrow","sans-serif""><o:p> </o:p></span></div>

<div class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-family:"Arial Narrow","sans-serif""><o:p> </o:p></span></div>

<div class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-family:"Arial Narrow","sans-serif""><o:p> </o:p></span></div></div><div><br></div><div><br></div></div></body></html>