[Bancariosdebase] Enc: Res: RES: RES: RES: RES: RES: RES: Cesta alimentação...IMPORTA NTE!!!

Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva marciocarsi em yahoo.com.br
Domingo Fevereiro 28 16:58:53 UTC 2010


Mais claro que isso para demosntrar a simbiose do sindicato com o PT  e com o governo, impossível.

abraços.

Márcio




Caríssimos.

Caro Hugo.

Com todo respeito, embora desrespeite a minha inteligência.

Embora você tenha recebido todas as mensagens sobre o assunto, você só leu as partes que lhe foram convenientes, pois, de outra forma, saberia que: 1-peguei os últimos 2 anos de governo FHC no BB, 2-Na campanha de 2001, fui voto vencido para deflagrar a greve e rejeitar a proposta de abono, e conseguentemente, mais um ano de salários congelados. Espero ter esgotado este assunto. Releia as mensagens abaixo, se a dúvida persistir.

Quando a Nossa Caixa estava nas mãos dos tucanos, vocês do PT denunciavam o governo estadual do PSDB. E eu não acho errado não, está correto, pois devemos apresentar os verdadeiros culpados para a categoria para que dispendam energias contra os verdadeiros inimigos da classe. Assim, a culpa não se restringia à cúpula do banco, que não passa de um mero fantoche do governo de plantão, mas do governo que o nomeia. Agora, por que seria seria diferente este raciocínio para os bancos públicos federais? Só por que são do PT? Se este for o critério, então vocês do sindicato não sabem que é o governo federal (no caso, o governo Lulla) é quem nomeia a cúpula adminstrativa das instituições financeiras em questão? Até 2002, o culpado de todas as desgraças do funcionalismo foi o PSDB, mas de 2003 em diante, sob a égide do governo Lula, os ataques foram orquestrados e aplicados pelo Presidente do BB? É  ou não é um desrespeito à minha
 inteligência?

Mas sutentemos a hipótese descabida de que realmente seja o Presidente do BB o culpado de todas as mazelas sofridas pelo funcionalismo desde 2003; ai  stuação fica ainda pior, pois quem é que nomeia o presidente do banco? Se estamos sob a batuta de um governo democrático e realmente preocupado com os trabalhadores, por que não coloca alguém na direção do banco alguém preocupado com as demandas do funcinalismo, dentre as quais, a revogação de todas as medidas privatizantes do governo FHC? 

Não acredito que a diretoria do sindicato seja burra, mas vocês acham que os bancários são. O esforço de vocês para proteger o governo Lulla não se restringe à categoria de bancários, mas em todas as categorias em que a CUT tem inserção, o que significa dizer que o movimento sindical está atrelado ao Estado e ao Partido dos Traidores, destruindo a independência do movimento. Assim, as demandas dos trabalhadores ficam em segundo plano, dando prioridade aos projetos de aparelhamento estatal, bem peculiar de vocês. Marcel e Ana Paula são exemplos  maisque batidos hoje, mas poderia citar outros exemplos que corroboram isso, como a Maria Fernanda como Presidenta da CEF, Luiz Marinho Prefeito de São Bernardo, Ricardo Berzoíni como Deputado (nunca vou esquecer de seu depoimento no rádio de que os funcionários do BB deveriam ter seus salários descontados por conta da legítima greve que fizemos de 30 dias em 2004), etc, etc, etc, etc. Para
 que os trabalhadores tenham vitórias, é necessário que o sindicalismo deve ser independente do patrão, do governo e dos partidos, exatamente o oposto da atuação de vocês, diretores da CUT, agência do estado no seio da categoria bancária.

Caro Hugo, como você bem sabe, a história é feita pela coletividade, nunca por um indivíduo. Pouco interessa ás pessoas o que eu fiz ou deixei de fazer nos episódios trazidos nos seus questionamentos, pois independentemente de onde eu estivesse e o que eu fizesse não mudaria nada sozinho. No entanto, é de interesse de todos, acredito, que vocês do PT respondam as seguintes questões:

-Por quê o PT não reestatizou a CSN, Vale e Telebras? 
-Por quê o PT não readmitiu os 50 mil demitidos do BB pelo FHC? 
-Por quê o PT não repôs as perdas salariais causados pelo congelamento salarial do FHC?
-Por quê o PT não restabelece a isonomia dos funcionários pré e pós 98?
-Por quê o PT não estende o Plano 1 da PREVI (benefício definido) para os funcis pós-98?
-Por quê o PT não toma a iniciativa de cancelar a reforma estatutária de 2007, que  está arrebentando com a CASSI?

Já escrevi a baixo, mas neste caso não custa lembrar. Todas as conquistas abaixo foram resultado de luta apesar do PT  e do governo Lula. Foram  necessários de 7 anos de greves de enfrentemento contra o governo, que inclusive se sjeitando  compensar os dias de greve. E isso por quê os petistas acham que este governo é democrático. Imagine se não fosse...

Propostas para o funcionalismo eu tenho, tirado e discutido nos fóruns da Oposição. Por quê o sindicato democrático da CUT não convoca plenárias para discutí-las para posterior votação em assembléia?

Achar que ser oposição à CUT e ao PT é ser à favor dos DEMO e dos tucanos é desconsiderar a nossa inteligência mesmo. Todos sabem que o PSOL e o PSTU saõ de oposição ao governo Lulla, mas são contra a direita ao mesmo tempo (aliás, o PT é de direita).

Não existe governo mais tucano do que um petista no poder, e vice-versa.

Salut!

Márcio



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Marcio,
 
com todo o respeito.
 
Infelizmente você prioriza as disputas internas, de correntes do movimento bancário, em detrimento a luta de classes propriamente dita. 
Por exemplo: Você jamais usou a palavra para acusar o banco: "BB não cumpre acordo sobre plano odontológico", provavelmente você dirá: "Fora Cut pelega, Fora Lulla". São retóricas vazias de conteúdo, que não apontam soluções para os funcionários do banco, menos ainda para a classe trabalhadora como um todo.
Em vez de ficar se vangloriando por vitórias (que não são suas) com placares daquele ou outro sindicato contra a CUT, você poderia trazer propostas pela melhoria da CASSI, pelo fim do assédio moral, propostas para a Previ, enfim, um debate que realmente contribua para melhorar a vida dos bancários e dos profissionais de carreira técnica do bb. 
Só verborragia contra CUT, PT, governo Lula não constrói nada em benefício a classe trabalhadora.
 
Onde estava você durante a privatização da CSN, Vale, Telebrás?
Onde estava você quando FHC demitiu 50.000 bancários do BB?
Onde estava você quando passamos 8 anos de governo tucano com salário congelado?
Onde estava você e sua verborragia neste tempo todo?
Ou você criou coragem porque temos hoje um governo democrático?
 
Com o governo Lula houve condições políticas que favoreceram a luta dos trabalhadores.
E com esta luta vieram as conquistas: aumento real de salário, PLR mais digna (a melhor da categoria), o reconhecimento do banco à figura dos Delegados Sindicais, 5 dias de abono para pós 98 (com direito a acumulo e venda), Lapef, Licença Interesse, valorização do piso, PAS saúde.
Ainda falta muito, temos consciência disso, mas sua retórica de frases prontas está mais para a vulgaridade de um Diogo Mainardi do que para uma crítica propositiva, de transformação, que caracteriza as esquerdas.
Alíás, tenho certeza de que você não é do PSTU e menos ainda do PSOL ou PT, 
tá mais para 'DEM' mesmo.
Espero que até outubro você se dispa deste 'ódio direitista' e vote em DILMA PRESIDENTE.
 
Reflita sobre isso, lhe fará bem
 
Hugo Aquino
funcionário do bb e diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região
filiado a CUT 
(Com muito orgulho de fazer parte desta história).
 

 

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De: Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva [marciocarsi em yahoo.com.br]
Enviado: sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010 20:02
Para: Ana Paula Sampaio Domeniconi
Assunto: Res: RES: RES: RES: RES: RES: Cesta alimentação...IMPORTA NTE!!!


Colegas.

Ana Paula.

Não m senti ofendido por ser confundido com militante do PSTU. É que  você perguntou coisas que são pertinentes nas categorias conde o PSTU é direção, ou faz parte da diretoria daqueles sindicatos, é só isso. Não tenho dúvidas que são companheiros valorosos, mas tenho diferenças com eles. O problema seu é achar que ser contra  CUT necessariamente a pessoa deve ser do PSTU. E olha que conheço muuuiiita gente que não é do PSTU e nem que ver o governo Lulla e nem a CUT pintada de ouro..

Você não nasceu ontem e sabe que eu quis dizer que somente se é nomeado para cargo de gestor quem é de confiança do patrão, como você e o marcel (que inclusive mantém mandato na CONTAF-CUT). O Didi, da Nossa Caixa foi demitido ( e posteriormente readmitido), o Fábio, do Santander, acabou de ser demitido; eu, em 2007, quase fui descomissionado....tudo por estarmos comprometidos com a luta da categoria. Assim jamais seríamos nomeados para sermos gestores, isto é, nomeados para cargos de chefia no banco, ainda mais com critérios tão subjetivos de hoje. Estes nomes são só exemplos...conheço muitos outros relatos...

Mentira mudou de nome, então? Tudo bem....então traga à baila (chique, não?), os fatos "distorcidos" por mim para vermos a "realidade se impor".

Muito interessante você falar da oposição, justamente quando acabo de receber a notícia de que a CUT tomou pau, de novo, na eleição do sindicato dos bancários de Rio Grande do Norte ontem. Em janeiro, CUT tomou outra cacetada em Bauru. Na eleição de delegado sindical, vocês sempre perdem, e até tentaram modificar o formato das eleições na CEF para tentar ficar com maioria. Na última eleição de Brasília, a Oposição perdeu, mas com 42% dos votos. Será que esta massa toda de bancários são do PSTU?

Boa Noite.

Márcio 




 



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De: Ana Paula Sampaio Domeniconi <ana.domeniconi em nossacaixa.com.br>
Para: Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva marciocarsi em yahoo.com.br




   Márcio,


   De cara faço questão de me desculpar.

   Não imaginava a enorme ofensa que estava causando a você ao aponta-lo como militante do PSTU. Admito que a diferença entre o seu grupo e o PSTU é tão, mas tão e tão sutil, que é preciso uma lupa e muita memória pra que nos lembremos delas. Mas sua correção anterior já me fez, na última mensagem minha, fazer referência aos pequeníssimos grupos orbitais ao PSTU. E aqui você se encaixa, sem gafe nenhuma.

   E agora temos fato novo: você não pode mais ser do MNOB, pequeníssimo grupo de oposição bancária, quase que na sua totalidade de filiados e simpatizantes ao PSTU. Pelo menos foi o que ficou BEM claro a quem estava hoje presente no saguão do sindicato. Pela democracia, eu espero que você e seus "seguidores" criem uma nova condição de participação no movimento sindical. Com autonomia e liberdade de escreverem e distribuírem seus materiais sem ter que se submeter e se humilhar ao policiamento e truculência dos "capas"(rs rs rs rs rs) do MNOB.

  Sobre mentiras, cuidadosamente reli meu texto e definitivamente não usei ou insinuei nada que pudesse se sentir acusado de mentiroso. O que eu disse é que tamanha distorção dos fatos ou é ingenuidade ou oportunismo. Mentira seria uma coisa bem mais simples que isso. Não o subestimo a ponto de te achar somente mentiroso. Acho que é um pouco mais elaborado que isso.

   Mais uma vez você sofisma. Aqui não tem trouxa.

  Em NENHUMA de suas falas você se refere à confiança do cargo, mas só na condição de gestor. Pra começar, não é só gestor que assedia moralmente. Além disso, toda generalização é perigosa. O Banco se utiliza muito desse expediente pra justificar atos contra a categoria. Por exemplo: a generalização de que licença saúde é um artifício pra não trabalhar, um truque que, geralmente pessoas com os cargos mais baixos usam pra faltar, especialmente em épocas de eleições. Como se todo adoecido fosse um fraudador. Não é verdade. Assim como não é verdade que todo gestor é assediador. E nem que todo PE é bonzinho.

  Além disso, não deveria banalizar tanto a questão seríssima do assédio moral, reduzindo-o a uma situação relacionada ã cargos de confiança. Essa mazela é muito mais do que isso. Tem relação com estrutura e cultura organizacionais, cumprimento de metas, aspectos salariais e até mesmo aspectos pessoais, independentemente de cargos e confiança. Conheço (e você também), muito PE e comissionados baixos que são extremamente truculentos, autoritários, arrogantes e assediadores. Assédio não é só de baixo pra cima, mas também entre pares e laterais. Constranger colegas de banco pela discordância ou alienação deles pode ser muito mais violento e estúpido do que o modelo clássico de assédio que conhecemos. 

   Pra terminar, até pelo adiantado da hora, toda referência que fiz ao PSTU foi pelo papel e tamanho dele no movimento bancário. Confesso que até hoje não decorei o nome do seu grupo e de uma forma mais simples usei o PSTU como referencia pq sinceramente a distinção entre vocês é quase que imperceptível.

   No entanto, volto ao meu ponto de não imaginar que identificar um carimbo político de PSTU em você, ainda que erroneamente, fosse ofende-lo em sua honra e dignidade a ponto de se sentir discriminado e vítima de preconceito. NUNCA me senti ofendida quando fui tachada de radical ou PeTista. Sempre fui muito bem resolvida em relação às minhas escolhas, inclusive políticas.

   Mas obrigada pela informação de que confundir alguém que assina textos junto com o PSTU, divide defesas e teses políticas com o PSTU, está e convive sempre com pessoas do PSTU, mas que não seja do PSTU, pode parecer preconceito. Sério mesmo que eu não sabia que ser do PSTU fosse assim. Se estivéssemos falando de Nazismo, fascismo, neo-liberalismo, vá lá, mas do PSTU eu não tinha conhecimento.

   Tomarei mais cuidado e me desculpo novamente,

   Att.

  Ana Paula  
-----Mensagem original-----
De: Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva [mailto:marciocarsi em yahoo.com.br]
Enviada: qua 24/2/2010 19:17
Para: Ana Paula Sampaio Domeniconi
Assunto: Res: RES: RES: RES: RES: Cesta alimentação...IMPORTA NTE!!!

Caríssimos.

Ana Paula...

1- Quanto as perguntas relativos ao PSTU somente os seus militantes podem responder. Eu não sou e nunca fui deste partido.

2-A realidade é um todo articulado e ordenado, com vários e múltiplos elementos, e não com apenas um. Acho que ficou bem claro isso na minha mensagem.

3-Não há preconceito. Gestor é cargo de confiança do patrão, de outra forma não seria gestor, por mais competente e especialista da área. É só isso.

4-Se eu estou mentindo, apresente as mentiras levantadas por mim, aí veremos a "realidade se impor".

Na minha pré-adolescência, ser radical era sinônimo de petista. Qualquer coisa que acontecia era tachado de "coisa de petistas". não vislumbravam a possiblidade de outras pessoas e grupos pensarem autonomamente. Hoje qualquer coisa  a pessoa é tachada como do PSTU, de forma até parece que a Ana Paula se decepcionou pelo fato de eu não ser do PSTU. E eu que  sou preconceituoso?

Abraços.

Márcio




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De: Ana Paula Sampaio Domeniconi <ana.domeniconi em nossacaixa.com.br>
Para: Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva <marciocarsi em yahoo.com.br>; Ana Paula Sampaio Domeniconi <ana.domeniconi em nossacaixa.com.br>
Enviadas: Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2010 11:59:20
Assunto: RES: RES: RES: RES: Cesta alimentação...IMPORTA NTE!!!


Bom dia,
 
   Olá Márcio, tudo bem?? 
 
 
   Como ultra-radical que são, não se esperaria outra opinião de militantes do PSTU (e de qqr outro grupo a eles ligado), acerca da realidade, que não fosse essa expressa no seu texto.
 
    Independentemente da política, ou apesar dela, não gosto, não defendo, não corroboro e, no que diz respeito à criação dos meus filhos, não permito que caiam na tentação do caminho mais fácil da vitimização.
 
    Ser vítima é realmente uma coisa muito violenta, muito séria, muito traumática pra ser banalizada com distorções de discursos pseudo-esquerdistas.
 
    Queria muito acreditar que o que faz vocês se acharem mais bancários, mais politizados, mais base, mais qualificados e portanto mais oprimidos que qualquer outra pessoa no banco, não fosse nenhum desvio de conduta, mas somente uma cegueira especial, causada pelo fundamentalismo que tanto os caracterizam e com o qual todos os identificam. E se é verdade que falam por todos ou pela grande maioria, por que não ganham nenhuma eleição nunca??
 
     A realidade, Márcio, é uma só. Os fatos são fatos e os resultados também. Há, sim, diferentes interpretações e formas de analisá-los, mas eles continuam sendo o que são. Qualitativamente e quantitativamente, houve evolução no BB, desde o governo Lula. Concordo que o grau de satisfação possa ser individualizado e diferente entre pessoas ou grupos. A expectativa de melhora e soluções era muito maior do que a capacidade do governo de realizá-las e essa diferença, obviamente, gera uma frustração e desencanto. Mas não dá o direito a ninguém, nem às maiores vítimas de todas as vítimas do PSTU e afins, de mentir e tentar manipular.
 
    Outro aspecto é a análise (nada) "política" rasteira, simplória e pobre de que "se o Lula quisesse, teria dado tudo e um pouco mais".
 
    Sinceramente, não sei o que é pior: concluir que é ingenuidade dos que pregam esse mantra chato e sem noção (e se são mesmo ingênuos, que saiam da vida política), ou se é oportunismo e utilitarismo eleitoral, partidário e político dos que tentam enxergar uma janela de oportunidade onde vocês próprios não são capazaes de construir nada, nem espaço e nem alternativas.
 
    A grande decepção com a pseudo-esquerda (e nela estão incluídos o PSTU e seus pequeníssimos grupos orbitais) é de não terem se consolidado como alternativa, nem política e muito menos eleitoral.
 
    Nada disso nos leva a achar que não haja avanços e melhorias que ainda sejam necessárias de serem construídas, tanto no BB quanto na sociedade como um todo. Ainda temos o que melhorar e redefinir e avançar. Claro que ainda temos mazelas e situações críticas que merecem e precisam ser cuidadas. E até podemos, em alguns aspectos, termos parado e estagnado. Mas essa análise e crítica tem que ser feita com uma lucidez que vocês, definitivamente, não têm.
 
   Realmente, não há patrão bom. A lógica do capitalismo é a de compra da força de trabalho, com uma "negociação" entre as partes muito injusta e desigual. O patrão tem a força e o chicote do capital e o trabalhador tem seus compromissos, família e necessidade pra suprir. E o BB é patrão. Com Lula, com FHC, Collor, o Didi e até o Zé Maria, se um dia todo mundo ficasse louco ao mesmo tempo.
 
  As relações e condições de trabalho no BB não são diferentes e nem piores do que as relações e condições de trabalho em qualquer outra empresa. Isso não nos consola e nem pode nos calar, mas mostra que o BB não é (e nem pode ser) um posto avançado de Marte na Terra. Não podemos nos colocar na condição de privilegiados ou ungidos pra tentar ser mais vítima que toda a classe trabalhadora, só pq o nosso patrão é o governo. Nem a CEF, Petrobrás, Furnas, correios ou qualquer outra estatal. Por que vocês acham que o funcionalismo do BB tem que ter 150% de aumento salarial e não pedem o mesmo índice pro salário mínimo? Aliás, pq SÓ 150% de aumento?? e não 1.500%? ou 300% de aumento e mais uma PLR linear de R$50.000,00 por semestre?? Claro que com uma jornada de 10 horas semanais, com direito a 5 abonos por mês.... se como você disse, a realidade não existe e o que há são construções de realidades convenientes,
 construamos, pois, a nossa.
 
  Assim como os trabalhadores da justiça paulista, base de um sindicato tomado pelo PSTU e seus pequeníssimos grupos orbitais, também. E lá, Márcio, sabemos que as condições de trabalho são tão ou mais degradadas que no BB, que o assédio moral rola solto e impera em todos os níveis, que o salário não é dos melhores e a politicagem (no pior sentido) manda. Pq o PSTU e seus grupos não conseguem mudar a realidade do seu próprio quintal? Pq o PSTU e seus grupos não conseguem mudar a realidade dos metalúrgicos de São José? construir com eles uma categoria nacional, como os bancários? dos funcionários públicos federais, do Incra?... Ou temos experiências socialistas-comunistas-trotskistas nessas bases sindicais e não temos notícias disso???
 
 Sabemos a resposta. É sempre muito mais fácil apontar os erros do que ajudar a buscar soluções.Pra apontar o dedo, basta um gesto impulsivo e rápido. Buscar soluções exige pensarmos, interagirmos, negociarmos e, principalmente, nos torna co-responsáveis dos acontecimentos. Aí, perde-se a conveniência da irresponsabilidade de não ter compromisso firmado com nada e com ninguém. Todos sabemos que o PSTU e seus grupos orbitais só têm o mínimo de ibope no caos. Só conseguem algum tipo de audiência, com o "terror" implantado. Simplesmente pq tudo o que pregam são saídas mirabolantes e discursos incendiários que não tem a menor correspondência com a realidade objetiva. A analogia perfeita é a do doente avançado, que mesmo não sendo religioso, apela pra macumba, umbanda, espiritismo, evangélicos, etc etc etc. Se ele cura, na maioria das vezes, agradece a todo mundo e volta à vida normal. Se ele morre, tudo bem. Vocês são a
 busca ilógica do doente desesperado. Passada a campanha salarial, a vida volta ao normal, só que sem mortes.
 
E falo tudo isso, Márcio, sem nenhuma cólera, raiva, ironia ou desrespeito. Ao contrário. Somos todos de esquerda, queremos e acreditamos que podemos mudar e transformar a sociedade, mas discordamos de COMO faremos isso. Não acho e não chamo quem, como você, saiu do PT, de traidor, vendido, direitoso. Nem quando toda a energia e discurso inflamado se volta pra dentro, ao invés de mirarem o real inimigo. Acho um erro, um equívoco, mas não uma traição. Não concordo com muita coisa, por isso não me eximo da responsabilidade de tentar mudar e debater. Mas não viro de lado. E nem abandono um espaço pq fui derrotada nele. E assim também foi no sindicato. MUITO do que foi decidido e encaminhado, eu era e ainda sou contra. Fiz a discussão internamente e perdi. ISSO é democracia. E não o novo conceito que vocês inventaram de que democracia é só quando eu ganho. Estou ex-sindicalista, pq me envolvi em um outro projeto que julgamos ser
 importante naquele momento e fiz uma escolha. Não quer dizer que não possa voltar.
   
Por último, só uma ressalva: Minha formação humana, de esquerda, solidária e coletiva me livraram do perigo e da injustiça que é rotularmos pessoas. Seja pela aparência, raça, sexo, orientação sexual, classe social e, também, pelo cargo que ocupam no Banco.
 
Se assim como você e o PSTU, eu começasse a discriminar as pessoas que hoje assumem alguma posição de gestão no banco somente por essa condição, eu estaria legitimando o discurso daqueles que acham que ser PE e comissões baixas é ser preguiçoso, pouco inteligente e nada esforçado.E que portanto, movimento sindical é válvula de escape pra quem não conseguiu subir mais.
 
Preconceito, Márcio, não vale. Pra nenhum dos lados.
 
   
    Até mais,

 Ana Paula


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De: Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva [mailto:marciocarsi em yahoo.com.br]
Enviada: qua 24/2/2010 01:17
Para: Ana Paula Sampaio Domeniconi
Cc:Assunto: Res: RES: RES: RES: Cesta alimentação...IMPORTA NTE!!!


Caríssimos...

Seria interessante que alguém que seja do PSTU dê conta de sua cólera e responda algumas questões particulares levantados por ti. No que concerne à mim, pois este debate está entre mim e a Ana Paula, responderei a questões muito interessantes à mensagem ulterior da ex-sindicalista.

A Ana Paula fala que a realidade se impõe ao discurso...mas de que realidade se trata.... ? Ouvimos sempre dizer que cada um vê a realidade de seu jeito, de forma que algo aparece para uma pessoa pode aparecer completamente diferente da outra. Isso significa que há realidades diferentes para tantos quantos forem os "pontos de vista"? Se a resposta for positiva, então há a possibilidade de AMBOS estarem errados, ou certos, inclusive. Mas daí surge outra dúvida..se o fato em questão é uno, então como é possivel ter diversos juízos sobre o mesmo objeto?

Simples: conhecer a realidade apenas por um ou poucos elementos, no caso, apenas a comparação do governo Lula com a do PSDB apenas do ponto de vista quantitativo e não qualitativo.
 
Como isso se dá na prática? Peguemos, por exemplo, o salário nominal d bancário do BB. Quem vê o reajuste 0 nos 10 anos (eu peguei dois destes anos) de FHC e vê que todos os anos de governo do PT houve reajustes toma o governo do Lula como o melhor para o funcionalismo.Porém, ao fazer isso, exclui uma série de elementos tão ou mais importante para se ter um juízo dos "dois governos". Por exemplo: ambos governos lançaram mão do PDV (ou qualquer nome que queram dar), ambos aumentaram a proporção da capital privado no BB, ambos sucatearam a CASSI (vide reforma estatutária de 1996-PSDB e 2007-PT), ambos continuaram com a lógica de terceirização, ambos continuaram pilhando a PREVI, ambos intensificaram o caráter privatista ao BB, etc, etc, etc. Além dos "pontos d intersecção" entre PT e PSDB, posso ainda juntar elementos que o PT fez de novo, em relação ao PSDB: Só o PT descontou os dias de greve de quem fez greve, só o PT premia
 sindicalistas com cargos de confiança, só o PT faz mais e melhor (do ponto de vista dos neoliberais, é óbvio) administração dos negócios do capital sem ter frequentado as academias europeias como seus antecessores (é isso que deixam os tucanos putos), além do PT não ter revogado nenhuma medida neoliberalizante do PSDB no BB.
 
Viram só quanta difeerença quando conhecemos a realidade apenas por um elemento e quando temos a noção do TODO ? Se conhecessemos da realidade apenas por um de seus elementos poderia concluir então que a ditadura militar foi muito boa, pois o padrão de vida do funci do BB era acima da média e hoje está abaixo da média.... teria juízos distintos para os mesmos fatos tantos quanto fossem as partes que seriam tomados como um todo. Enxergar a realidade desta forma é o mesmo que ser cego. Conhecer a realidade com elementos que são convenientes é o mesmo que construir mentiras com fatos concretos.
 
Presenciei parte dos 10 anos d congelamento salarial do FHC. Não foi fácil. Como também não foi fácil conquistar o aumento da FENABAN em 2004 e depois ter metade dos meus dias confiscados pelo Lulla. Tanto naquela época quanto agora vejo colegas tendo surtos, chorando, pegando longos períodos de licença saúde (eu, inclusive), por que a sobrecarga de trabalho e o assédio são tão devastadores agora, como eram na época dos tucanos. Só não observa isso quem está longe do local de trabalho há muitos anos, ou é gestor do banco.
 
Em 2001, dentro a era FHC portanto, foi a primeira vez que fui numa assembléia. O presidente era o Vaccari e conduzia aquela assembléia em que se deliberava sobre a aceitação de um "cala-boca" (naquela época era o abono, hoje é a PLR), ou fazer paralisação. Acho que tinha no máximo umas 60, 70pessoas  na quadra. Sabia que a "pletéia" alí não tinha condições de votar contra, mas sabia que votariam resignados a favor da proposta de mais um ano de reajuste zero. Mesmo assim, pedi a palavra fiz uma intervenção CONTRA a proposta e propus a paralisação. É evidente que perdi a votação, mas queria mostrar para aquelas pessoas pré-98 e pós-98 da necessidade de lutarmos para mudar as coisas. Portanto, se eu não me calei diante do governo do PSDB, muito menos vou me calar diante do governo burguês, traidor e neoliberal do PT .
 
Para terminar, a minha opinião quanto a questão eleitoral é a seguinte: Não importa em quem você vote. SEU VOTO É NULO.
 
Um forte abraço.
 
Márcio
 
 
 
 
 
 
 
 


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De: Ana Paula Sampaio Domeniconi <ana.domeniconi em nossacaixa.com.br>
Para: Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva <marciocarsi em yahoo.com.br>
Cc: Enviadas: Terça-feira, 23 de Fevereiro de 2010 1:45:23
Assunto: RES: RES: RES: Cesta alimentação...IMPORTA NTE!!!




    Boa noite,



   Sinceramente, retórica e demagogia tem limites..... e incoerência entre discurso e prática também....

     O LULA é igual ou pior que o PSDB??????

  Então vota no PSDB, no Serra, no Aécio, vota no Alckmin, vira Opus Dei e abrace o neo-liberalismo.....

     Se é tudo a mesma coisa, se é tanto faz, se é tudo igual, exerça seu direito democrático de falar qualquer bobagem votando naquilo que defende aqui...

   Onde estava o PSTU nos anos 90's????? NEM EM ASEMBlÉIA vocês apareciam......

   PQ não pararam nem 5 minutos durante 10 anos de congelamento salarial????? Não se mobilizaram NADA em MOMENTO algum.

   É tudo a mesma coisa??????

   Por que não faziam o barulho chato que fazem agora????????

  É tudo igual??????

   Em que fórum vocês vomitavam as bobagens que gritam hoje????????


  Nem as palavras bonitas e nem as de ordem superam a realidade sofrida pelos que viveram a diferença entre governo LULA e governos Fernandos, especialmente o Henrique Carodos. 

    Querer convencer quem estava lá, apenas reproduzindo discurso pronto e panfletário de pseudos-partidos de esquerda é patético. Querer convencer quem VIVEU uma das fases mais duras e perversas no BB, quem saiu forçado e humilhado no "PDV" de 95, todos os que foram demitidos por ato de gestão pelos seus gerentes/algozes sem a menor explicação, justificativa, sem o mínimo direito à defesa ou recurso, sem sequer um motivo, querer convencer os que ficaram 10 anos sem NENHUM aumento salarial, os que se aposentaram com pelo menos 50% de perda na renda por causa do congelamento, os que tiveram que pagar a conta dos Déficit recorrentes da Previ, Querer convencer as famílias de todos os que se mataram no BB, seja por pressão, seja por endividamento extremo, DE QUE NADA MUDOU, QUE É TUDO A MESMA COISA, DE QUE ESTÁ TUDO IGUAL, por favor, respeite, pelo menos, a inteligência, dignidade e memória de todos os que ESTAVAM LÁ.

     A história é muito importante para ser distorcida e manipulada por quem não consegue nunca convencer a maioria.

  Se tudo o que o PSTU e seus "simpatizantes" mentem fosse verdade, TODO MUNDO VOTARIA EM VOCÊS.  E aí, mais uma vez a REALIDADE supera o discurso.

  
     Abrçs,


  Ana Paula

  


-----Mensagem original-----
De: Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva [mailto:marciocarsi em yahoo.com.br]
Enviada: dom 21/2/2010 18:58
Para: Ana Paula Sampaio Domeniconi
Assunto: Res: RES: RES: Cesta alimentação...IMPORTA NTE!!!

Caríssimos.

Serei muy breve.

A conquista da PLR no modelo que temos hoje é o resultado de uma luta  dos bancários, e APESAR do governo do PT. Pois se assim fosse, o governo "dos trabalhadores" teria acabado coma "herança maldita", isto é, teria reposto as nossas perdas no período FHC, teria restabelecido a isonomia entre os pré e pós-98, restabeleceria a licença-prêmio, etc... O que temos após a eleição do Lula? Nada demais em relação aos outros governos. Além de não revogar as medidas "malditas", intensificou o processo de privatização, que tem dois acontecimentos principais em minha opinião: 1-reestruturação do BB em 2007; 2-Reforma Estatutária da CASSI, também em 2007. Dizer, ou querer passar que as conquistas dos bancários do BB se deram GRAÇAS ao PT, é um engano enorme... para ser gentil.

Também acho que TUDO deve ser salário, tanto para os da ativa quanto para os aposentados. Está correto.

Quanto a PREVI não servi aos interesses "ideológicos". Quando as empresas que demitem em massa trabalhadores em nome do lucro, a que ideologia a PREVI serve?  E ist porque estamos falando apenas da PREVI e da EMBRAER, mas este é um comportamento de todos os fundos de pensão com a mesma magnitude da PREVI no mundo todo. No período das privatizações, os fundos de pensão tiveram papel importantíssimo, junto com o Banco Central, no desmonte do estado. É bem  possível que grandes fundos de pensão estrangeiros tenham participação no BB, por ser uma sociedade de economia mista. Diante desta situação, a PREVI não tem caráter ideológico nenhum? os fundos de pensão nasceram, via de regra, como forma de garantir uma pensão digna para aqueles que se aposentavam, o os recursos não eram usados para especulação financeira, isto é, contra os trabalhadores. Com o surgimento da previdência pública, poucos fundos permaneceram; e os que
 sobreviveram, os recursos dos trabalhadores pasaram a ser usados para o capital e não para os trabalhadores. Pois se assim fosse, não só os aposentados, mas os fnciona´rios da ativa receberiam pelas participações nos lucros... mas não é isso que vimos por aí. a PREVI é uma questão de ESTADO, assim, burguesia jamais permitiria que a PREVI (como qualquer outro grande fundo de pensão) saiísse de seu controle.

Ademais, o governo LULA, disse que não sabia com bastante antecedência da demissão, embora seus partidários na direção da PREVI soubessem. e não fizeram nada para evitar isso. Agora imagine isso multiplicado pelas empresas que o nosso fundode pensão tem participação...Se a PREVI não é instrumento da revolução, é instrumento de quem e para quê....?

Quantoa PLR, renovo o que já escrevi no primeiro parágrafo, com o acrescimo de que a PLR deve ser línear, o mesmo valor para todos, desde o o escriturário até o presidente, indicado pelo governo. Mas se elementos do movimento sindical são beneficiados pela injustiça na distribuição dos lucros, como reverter isso?

Nada mais tucano do que um petista no poder e vice-versa.

Um forte abraço.

Márcio





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De: Ana Paula Sampaio Domeniconi <ana.domeniconi em nossacaixa.com.br>
Para: Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva <marciocarsi em yahoo.com.br>
Enviadas: Sábado, 20 de Fevereiro de 2010 16:20:53
Assunto: RES: RES: Cesta alimentação...IMPORTA NTE!!!


Boa tarde a tod em s,


   É fato que a política de congelamento salarial imposta em 2 mandatos do PSDB (terror que volta a cobrir nossa cabeças, e o qual devemos combater ferozmente) nos tornou reféns de várias verbas penduradas ao nosso salário base.

   O VA/VR é mais um exemplo no meio de tantos dessa nossa nova realidade. Outro grande símbolo da nossa dependência em relação à vários "penduricalhos" que surgem no nosso espelho é a comissão. Ela se tornou meio de vida, imprescindível à sobrevivência de qualquer funcionário do BB e deixou de ser investimento na carreira, planejamento e realização profissional. A PLR, também.....

  Essa nova relação, escancara um paradoxo que nos envolve: Assim como o VA, só nos tornamos dependentes e reféns da PLR a partir do momento em que, através de luta, muita negociação e greve, ela passou a ser, de fato, uma conquista importante, com um modelo de distribuição que hoje serve de parâmetro para todos os bancos e até para muitas outras categorias. Antes de 2003, a PLR não deveria sequer receber esse nome e muito menos era suficiente pra nos tornar dependentes do pingadinho de cada ano. (me lembro bem que PLR  "gorda" era de R$200,00, linear)...

  Ou seja, a conclusão clara que podemos tirar é a de que, mesmo com o reconhecimento do GRANDE avanço que tivemos a partir de 2003 pra cá, inclusive na política de aumento real de salário, a herança maldita do PSDB ainda nos castiga e corrói nossa renda. (Quem ainda tem, hoje, algum dinheiro referente aos abonos concedidos pelo PSDB?? -  A resposta é uma só: o Banco).

  A política de benefícios concedida pelas empresas é o reconhecimento, a admissão de que o salário oferecido pelas mesmas não garante a qualidade de vida mínima de que o trabalhador precisa. Portanto, não é benefício, é correção... O "a mais" que tentam fazer parecer um prêmio, um privilégio concedido pelas empresas, só teria, de fato, um caráter de "prêmio"se não tivesse relação com questões ligadas à sobrevivência do trabalhador e sua família. Se ao invés de Cesta Básica recebêssemos passagens aéreas para a Disneylândia, a discussão seria outra.

  Infelizmente, o modelo que hoje se aplica é o de conceito de remuneração (e anual), e não salário. Com essa armadilha, soma-se ao ganho do salário financeiro, toda verba (ou salário indireto) a qual o funcionário tem direito. Aí, a conta passa a ser outra. Seu salário é o que você ganha em dinheiro, mais os custos que deixa de ter ao receber benefícios como VA, VR, PLR, Vale-transporte e Cassi.

  Nesse cenário, os aposentados perdem 2 vezes: deixam de ganhar e passam a ter que arcar com os custos que antes eram oferecidos pelo BB.

  O pleito é justo e acho que merece ser levado ao debate e encarado como bandeira de luta e conquista. PARA TODOS, e não só pra quem tem plano superavitário. Se a discussão é de direito, vale o princípio da isonomia. E se a defesa é de que estamos falando de pontos ligados à sobrevivência e qualidade de vida, também é pra todo mundo.

  Mais um motivo pra não arriscarmos tanta coisa em uma disputa legalista ou judicial. Volto a lembrar da arbitrariedade nas decisões judiciais, caso elas sejam levadas a tribunais de alçada regional. Por isso o cuidado e carinho com que a PREVI tem que conduzir a questão para não jogar fora a água da banheira com o nenê dentro.

   Por último, em referência a abordagem do Márcio sobre a Embraer, o pouco que sobra pra comentar: A PREVI NÃO É INSTRUMENTO DA REVOLUÇÃO!!

   A ÚNICA razão de ser e existir a Previ, é o pagamento do complemento de aposentadoria de seus participantes. Para garantir esse compromisso, a PREVI investe o dinheiro nela aportado (dos participantes E do BB) da melhor maneira possível, dentro de uma política de investimento que garanta o mínimo necessário atuarialmente para arcar com os compromissos e que, de 2004 pra cá, na NOSSA GESTÃO, também passou a considerar critérios de responsabilidade sócio-ambiental das empresas participadas.

   Não é responsabilidade da PREVI, nem enquanto participante societária, ingerir na administração das empresas nas quais investe. A não ser naquelas onde é acionista majoritário e com assento no Conselho. Ainda assim, 1 voto no conselho de adm de uma empresa pode não significar uma mudança radical nas decisões tomadas pelo Conselho todo.

   Também não cabe à PREVI distribuir renda, fazer caridade, criar a administrar ONGs, destruir patrimônio e empresas de mega-empresários, empobrecer banqueiros e quebrar o BB. Independentemente das matizes políticas, ideológicas e partidárias de seus principais administradores.

  Administrar a PREVI não é e não pode ser, DE MANEIRA ALGUMA, um instrumento de ação ideológico, por mais nobres e românticos que sejam os sonhos de cada um. Duramente falando, o compromisso da PREVI é com seus ASSOCIADOS, aposentados e pensionista e ativos, e não com os trabalhadores da Embraer.

  Isso não quer dizer que não nos solidarizemos com os demitidos da Embraer e nem que concordemos com as demissões ocorridas.Mas essa discussão passa longe do papel que a PREVI têm enquanto acionista e principalmente enquanto Caixa de Previdência do BB.

  Me acalma saber que o PSTU está longíssimo de ganhar uma eleição na PREVI, porque, sinceramente, tamanha incoerência e esquizofrenia pode ser engraçado aqui, mas com um patrimônio daqueles, seria o fim.


     Até mais,


  Ana Paula

-----Mensagem original-----
De: Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva [mailto:marciocarsi em yahoo.com.br]
Enviada: sex 19/2/2010 23:29
Para: Ana Paula Sampaio Domeniconi
Assunto: Res: RES: Cesta alimentação...IMPORTA NTE!!!

Prezados colegas.

Gostaria de intervim para chamar atenção sobre uma discussão estruturla colocado no presente debate sobre o pedido de inclusão do valor da Cesta Alimentação (conquistada na greve de 2003, lembrou bem a Ana), para efeito de pagamento dos benefícios dos aposentados da PREVI.

Na minha opinião, o que se deve saber, o que é salário. É a partir da investigação da resposta a esta pergunta que se dá todo este debate.

Hoje, por sermos bancários, logo trabalhadores, todos nós temos "um preço". Este "preço" chama-se salário, que, via de regra, é o valor socialmente estritamente necessário para que possamos ficar o dia inteiro trablhando para voltar no dia seguinte. Um dos elementos deste "cálculo" é a alimentação. Assim, na minha opiniãol, a cesta alimentação faz parte do salário concretamente considerado.
'
Ocorre que benefícios como vale-refeição e vale-alimentação são exemplos divisões formais que alguns intelectuais "da ordem", do "status quo", para afundar o nível geral dos salários, e restrigindo o "benefício de se alimentar"  apenas aos que estão no "mercado de trabalho", assim como só é interessante fazer manutenção de equipamentos que estão em vida útil de uso. Isso só é lógico na cabeça dos patrões; no entanto estamos a tratar de seres humanos.

Esta "teoria" de que o VR ou o VA têm caráter "indenizatório", ou remuneratório só faz sentido no mundos das idéias dos positivista para quem a realidade tem apenas um elemento. Não vê que há mais coisas envolvidas. Prova disso é que nenhum de nós imagina como manteríamos as nossas vidas sem o VR e o VA, que juntos dão mais de 600 reais (mais de um terço do meu salário líquido de CAIEX com 9 anos de casa). Ficaria, ou não ficaria difícil a situação?

Mas para aquele que se aposenta numa sociedade em que ser humano é tratado como uma coisa qualquer, não há como imaginar uma situação dessas. Ele VIVE esta situação. Na ativa, o trabalhador contava com "X" no orçamento, e depois conta mais com aquele valor. Isso tô falando somente do VA e VR,  mas aplica-se a isso os convênios médicos, as PLRs, etc, etc, etc, etc,

Mais, infelizmente, nós temos que dar uma batalha para que os gererntes do capital entendam que tudo aquilo que coloquei no parágrafo acima é salário de fato. Assim, a nossa luta deve ser para que tudo seja considerado verba salarial, pois assim não teríamos problemas ao se aposentar. Conheço algumas pessoas que não se aposentam, embora já tenham os requisitos, por que teríam dificuladades de manter a vida sem oVR e o VA, sem dizer que não mais receberiam a PLR.

Neste sentido, é justo o pleito dos aposentados pedirem para que os benefício da cesta alimentação seja levada em consideração para pagamento de benefícios, pois ele ainda precisa se alimentar, ainda que a sociedade entenda que não sirva mais para o mercado de trabalho. É por isso que é necessário fazer campanha por salário e não por PLR. Ou melhor, que a própria PLR seja salário também, pois entra no cálculo rotineiro de nossos orçamentos (quem nunca contou com o "benefício para cobrir o cheque especial a cada 6 meses?)

Só um comentário acerca da pretensa "boa governaça" como resultado dos seguidos superávits da PREVI. Saibam que neste cálculo estão os 4270 chefes de família que perderam os seus empregos na EMBRAER, empresa que a PREVI tem participação.

Um forte abraço.

Márcio





 



________________________________
De: Ana Paula Sampaio Domeniconi <ana.domeniconi em nossacaixa.com.br>
Enviadas: Sexta-feira, 19 de Fevereiro de 2010 12:44:04
Assunto: RES: Cesta alimentação...IMPORTA NTE!!!


Olá pessoal,
 
Até onde meu conhecimento alcança, a resposta da Anabb ao questionamento é correta.
 
Sobre desestimular a luta, sinceramente não acredito que alguém acredite nisso. Primeiro porque a Anabb NUNCA foi de luta. Ao contrário, ela sempre recorreu à justiça AO INVÉS da luta. Se ATÉ a "justiceira" Anabb diz que a causa é discutível, não há jurista capaz de ter dúvidas sobre isso. Mas, independentemente da Anabb, quem quer lutar, simplesmente luta. Pra ganhar ou pra perder.
 
É verdade sim que temos grupos de aposentados que estão, através de liminares, recebendo o benefício, mas tais ações foram em foruns de alçada REGIONAL, não sendo, portanto, jurisprudência, garantia de ganho de causa em caráter nacional. Isso equivale a dizer que, p.e., poderíamos entrar com a mesma ação em SP e perder. Conhecemos aposentados que estão recebendo. Mas também sabemos de bastante gente que perdeu a ação. E não podem recorrer.
 
Sobre especificamente a Previ, ela só pode conceder pagamentos/benefícios que estejam previstos pelo estatuto, e a CB não consta do mesmo,(até porque, é conquista recente, de 2003 pra cá). Qualquer alteração nesse sentido, tem que ser seguido o trâmite exigido para QUALQUER alteração: apresentação, deliberação dos Conselhos, aprovação da Diretoria e de todo o corpo associativo da Previ. Esse ritual é garantia e segurança inclusive e principalmente para os participantes.
 
Achar simplesmente que basta "vontade" pra passar por cima de tudo isso e começar a pagar no dia seguinte, é, no mínimo, infantil. E perigoso.
 
É natural que a discussão do Superávit tenda a ser acalorada, apaixonada, e que todos queiram participar. Afinal de contas, é um patrimônio constituído por uma vida de trabalho e que tem que ser revertido em mais e melhores benefícios a todos os de direito.
 
Só que coloco 2 ressalvas.
 
A primeira é de contextualização e uma justiça com a história. Vale SEMPRE e é importantíssimo que lembremos, que a discussão de Superávit é recentíssima. Até a alguns poucos anos atrás, o debate era sobre Déficits, recorrentes inclusive. Não dá pra não achar que tão grande e profunda mudança de resultado seja mera obra do acaso. NÃO É !!  Superávit é o resultado financeiro, a materialização de uma gestão competente, séria, ética e responsável. E essa gestão tem nome, tem cara e tem gente nossa, eleita, que assumiu e honrou um compromisso firmado com o associado. Se ainda existem pontos a serem avançados e alcançados,temos mesmo que discutí-los. Mas sem cair na tentação de seguir o caminho mais fácil e tabular rasamente... Dizer que "ninguém tá nem aí" é leviano e não faz disso um argumento.
 
Por último, a paixão pelo Superávit não deve cegar a nossa discussão. O BB enquanto patrocinador e uma das partes envolvidas, tem que participar das discussões e decisões sobre o(s) resultado(s). Todos sabemos que para cada contribuiçao do trabalhador, é feita uma contruibuição-espelho do patrocinador. Então, parte do resultado também envolve dinheiro do BB. O mesmo raciocínio se aplicaria em resultados negativos, déficits. Como, em tese, a entidade não prevê lucro e nem prejuízo, mas somente a garantia do pagamento dos complementos aos participantes, qualquer revisão no sentido de calibrar melhor a base contribuição-complementos-resultados tem que, necessariamente, envolver TODAS as partes na discussão dos caminhos para esse ajuste. Talvez o BB também pense que não há porque os participantes serem consultados em plebiscitos/consultas/eleições, principalmente em relação ao resultado financeiro da entidade. Por isso,
 não ter 2 pesos e 2 medidas é mais seguro e também mais honesto.
 
Atenciosamente,
 
 Ana Paula Domeniconi

________________________________
De: Gabriel Moraes dos Santos [mailto:gabriel.moraesdossantos em gmail.com]
Enviada: qua 17/2/2010 09:41



Aos amigos que estiverem prestes a se aposentar, aposentados ou que pretendam um dia se aposentar.

 
---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Adelmo Vianna Gomes <adelmovianna em yahoo.com.br>
Data: 17 de fevereiro de 2010 02:13
Assunto: Cesta alimentação...IMPORTA NTE!!!
Para: adelmo vianna gomes <adelmovianna em gmail.com>



para leitura e conhecimento, só repasse.
Adelmo

--- Em ter, 16/2/10, Laerte da Silva <laesilva em terra.com.br> escreveu:


>De: Laerte da Silva <laesilva em terra.com.br>
>Assunto: Re: [REDE-SOS] Cesta alimentação...IMPORTA NTE!!!
>Para: REDE-SOS em yahoogrupos.com.br
>Data: Terça-feira, 16 de Fevereiro de 2010, 17:16
>
>
> 
>?
>Gente,
> 
>A Anabb é contra esse tipo de ação desde o começo.  Ela não quer brigar com a Previ e fica aí desestimulando todo mundo a entrar na luta.  Tenho vários colegas que estão recebendo esse benefício.  Escrevi um dia desses ao Sasseron, sugerindo que o assunto fosse discutido na Previ, com o objetivo, inclusive, de utilizar parte do superavit existente e que insistem em não repassar para nós.  Mas eles não querem saber de nada.  Enquanto o Banco não se posicionar, nada feito.  E o Banco quer um pequeno pedaço, pelo que se sabe: só a metade de tudo.  Credo!!!
> 
>Laerte
> 
> 
>
________________________________

________________________________

>----- Original Message -----
>From: Cleide
>To: Aposentados ; BBFuncis ; Confraria ; Funcis ; Vota ; Rede-SOS
>Sent: Tuesday, February 16, 2010 11:08 AM
>Subject: [REDE-SOS] Cesta alimentação...IMPORTA NTE!!!
>
>
>REPASSANDO.. .
>
>Se alguém tiver notícias sobre o assunto ou puder confirmar a veracidade das informações da ANABB, por favor, traga-a aos grupos, com cópia ao colega Roberto.
>Grata,
>Cleide
>
>Em 11/02/2010 23:51, robertomarilia < robertomarilia@ bol.com.br > escreveu:
>
>>
>>Aos colegas e amigos internautas, repassar e comentar a afirmação da ANABB!!!
>>
>>Grato,
>>Roberto
>>
>>
>>
>>
>>Mensagem original
>>>De: ANABB Responde < anabbresponde@ anabb.org. br >
>>>Para: robertomarilia < robertomarilia@ bol.com.br >
>>>Assunto: Re: Cesta alimentação...IMPORTA NTE!!!
>>>Enviada: 11/02/2010 09:19
>>>
>>>?
>>>Prezado Sr. Roberto,
>>>
>>>            Em atenção à sua manifestação, informamos que a ANABB está acompanhando a questão. Existem muitas noticiais de associados que já estão recebendo os valores por intermédio de decisões liminares. Contudo, ainda não há uma jurisprudência pacífica sobre o assunto nas Instâncias Superiores.
>>>A ANABB encomendou estudo que entendeu que o auxílio alimentação é um benefício trabalhista, por isso não é estendido aos aposentados. A PREVI, atual fonte pagadora, só pode conceder benefícios previstos no seu estatuto.
>>>Estamos acompanhando o assunto e caso haja mudança na orientação jurisprudencial nas diversas instâncias, verificaremos a possibilidade de disponibilizarmos esta ação ao quadro associativo.
>Esclarecemos que a ANABB analisa com cautela os fundamentos de novas ações, a fim de não submeter seus associados ao risco de pagamento de ônus sucumbenciais.
>Sendo o que temos para o momento, agradecemos o contato e a participação.
> 
>Atenciosamente,
>Thomas Santana 
>Atendimento ao Associado
>ANABB/VIREF
>
>
>----- Original Message -----
>>From: robertomarilia
>>To: anabb em anabb. org.br ; robertomarilia@ bol.com.br
>>Sent: Saturday, February 06, 2010 1:43 PM
>>Subject: Cesta alimentação...IMPORTANTE! !!
>>Para,
>>
>>ANABB
>>Prezados Senhores
>>
>>
>>Favor enviar mais informações sobre o abaixo descrito.
>>
>>
>>Grato,
>>Roberto Mitio Katsumoto
>>
>>
>>
>>
________________________________

>>Mensagem original
>>>Assunto: ENC: Cesta alimentação...IMPORTANTE! !!
>>>Enviada: 05/02/2010 16:46
>>>
>>>
>>>v\:* {behavior:url( #default# VML);} o\:* {behavior:url( #default# VML);} w\:* {behavior:url( #default# VML);} .shape {behavior:url( #default# VML);}
>>> 
>>> 
>>> 
>>> 
>>>>Aposentados do BB terão direito a cesta-alimentação 
>>>Por: da redação
>>>Os aposentados da Previ (Caixa de Previdência Privada do Banco do Brasil) têm o mesmo direito de receber o auxílio cesta-alimentação que, atualmente, é concedido a todos os funcionários ativos da instituição bancária. Este é o entendimento da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, que deu provimento ontem a uma Apelação Cível interposta por Francisco Pereira da Silva, juntamente com outros aposentados.
>>>Com a decisão, o Banco do Brasil terá de acrescer o auxílio na aposentadoria do apelante e dos demais inativos. O relator foi o desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos.
>>>O Juízo de primeiro grau tinha julgado improcedente o pedido, pois acreditava que a concessão da cesta-alimentação seria verba de natureza  indenizatória, razão da impossibilidade de sua extensão aos inativos, conforme os termos da Súmula nº. 680 do Supremo Tribunal Federal (STF).
>>>Na ap elação, a defesa expôs que a cesta-alimentação tem natureza remuneratória, já que não é estipulada por dia de trabalho, enquanto o auxílio-alimentação é verba indenizatória relativa à alimentação do funcionário durante a jornada de trabalho.
>>>No mérito, o desembargador Márcio Murilo se posicionou pela inaplicabilidade da Súmula nº 680 do STF, tendo em vista que os benefícios de auxílio-alimentação e cesta-alimentação são distintos. Assim, considera que o primeiro é de caráter indenizatório, já o segundo, de natureza remuneratória, o que possibilita a extensão do último aos aposentados.
>>>============ ========= ========= ========= ========= ========= ======== 

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