[Bancariosdebase] Proposta de panfleto

Daniel tzitzimitl em terra.com.br
Quarta Julho 7 15:53:59 UTC 2010


 Muito bom panfleto!
 Pode rodar e vamos pra assembléia!
 Daniel
 On Qua 07/07/10 08:38 , Utopia utopia_s em yahoo.com.br sent:
 PROPOSTA DE PANFLETO PARA ASSEMBLÉIA 07.07.2010 
 O QUE FOI A CAMPANHA SALARIAL DE 2009/2010. 
 Em 2009 tivemos a repetição dos anos anteriores;  As direções
sindicais, materializadas majoritariamente na CONTRAF CUT, mais uma
vez atentaram contra os interesses da categoria e aprovaram um acordo
rebaixado e o apresentaram como vitória. Ora  omissa, ora conivente.
Buscávamos estabilidade para bancários de setor privado, melhores
condições de salários, criminalização  e fim do assédio moral,
reposição de perdas, delegados sindicais nos privados, respeito à
jornada, entre outras demandas   Lutamos nos bancos públicos por
isonomia entre novos e antigos (licença- premio e ATS),  
manutenção e defesa dos bancos públicos,  redução de jornada sem
redução de salários, etc. Utilizou-se o mesmo mecanismo de sempre.
Com o engodo da mesa única como unificação da categoria,
manipularam-se as assembléias fazendo-as unificadas ou separadas de
acordo com o interesse e conveniência.  Bancos públicos à frente
na mobilização
 inexistente em bancos privados.  Paralisações nos públicos e
“acordos” de funcionamento das unidades de bancos privados, onde
na real a greve não existiu.  Num dado momento, a Febraban tira  o
“bode” da sala e concede as migalhas de sempre, pois parte sempre
de uma proposta extremamente rebaixada.  @s bancári em s de bancos
particulares, sem uma melhor organização  e condições de ir para
um enfrentamento maior são convocados para aceitar uma proposta
colocada como “aquilo que conseguimos a partir da correlação de 
forças”.  No momento seguinte nos bancos públicos, convocam-se os
fura-greves e corpo de gerentes pra aprovar o acordo rebaixado e
defendido por nossas “direções”. O pior é que mesmo as
cláusulas conquistadas não se concretizam, sem  que nada aconteça.
 Uma  maravilha para o governo-patrão. 
 COMO MUDAR PARA 2010. 
 A depender da burocracia encastelada nos aparatos, se houver
mudança, será para pior. Se  não vejamos; O Edital que convoca
para esta assembléia, define  como ordem do dia     “... eleição
de delegados......”..  “.... discussão, elaboração  e
deliberação sobre a minuta de pré-acordo e minuta de
reivindicações da categoria bancária 2010/2012....’.  Isto
significa rendição ao apelo dos banqueiros e governo que desde
sempre querem acordos, desde que rebaixados com vem ocorrendo, com
duração bi-anual. E outra vez uma pesquisa direcionada e sem
apresentar claramente sua metodologia define a linha de atuação das
entidades. 
 Entendemos que não é possível mudar a dinâmica de participação
efetiva da categoria, uma maior participação nos rumos de seu
destino, de uma hora para outra.  Porém como já dissemos antes, é
necessário mais de que nunca, RESGATAR A ESSÊNCIA DO SINDICATO. Um
sindicato classista, democrático, independente, autônomo, livre de
patrões, governo e partidos. Pra que isso aconteça, precisamos d em s
BANCARI em S COMO PROTAGONISTAS, tendo como ferramenta básica a nossa
AUTO –ORGANIZAÇÃO.   De imediato dizemos: 
 - NÃO A ACORDOS BI-ANUAIS. 
 -NÃO À REMUNERAÇÃO VARIÁVEL EM DETRIMENTO DE SALÁRIOS. 
 -PROPORCIONALIDADE DIRETA NA ELEIÇÃO DE DELEGADOS PARA
CONFERÊNCIA. 
 - NÃO À GREVE QUE NÃO CAUSA DANOS AOS PATRÕES. 
 -NÃO À MESA ÚNICA E A FALSA UNIDADE DA CATEGORIA. 
 -POR UM PLANO DE REPOSIÇÃO DE PERDAS, RESPEITADAS AS VÁRIAS
SITUAÇÕES. 
 -PRIORIDADE PARA A CAMPANHA SALARIAL. CONTRA O USO DAS ENTIDADES
PARA FINS ELEITOREIROS. 
 -CAMPANHA NACIONAL EM DEFESA DOS BANCOS PÚBLICOS, TODOS EM PROCESSO
DE PRIVATIZAÇÃO  EXPLÍCITO OU DISFARÇADO. 
 -ESTABILIDADE PARA TODA A CATEGORIA. 
 - FORTALECIMENTO DAS OLT(s).  DELEGADOS SINDICAIS NOS  BANCOS
PRIVADOS.
	PROPOSTA DE PANFLETO PARA ASSEMBLÉIA 07.07.2010  

	O QUE FOI A CAMPANHA SALARIAL DE 2009/2010.  

	Em 2009 tivemos a repetição dos anos anteriores;  As direções
sindicais, materializadas majoritariamente na CONTRAF CUT, mais uma
vez atentaram contra os interesses da categoria e aprovaram um acordo
rebaixado e o apresentaram como vitória. Ora  omissa, ora conivente.
Buscávamos estabilidade para bancários de setor privado, melhores
condições de salários, criminalização  e fim do assédio moral,
reposição de perdas, delegados sindicais nos privados, respeito à
jornada, entre outras demandas   Lutamos nos bancos públicos por
isonomia entre novos e antigos (licença- premio e ATS),  
manutenção e defesa dos bancos públicos,  redução de jornada sem
redução de salários, etc. Utilizou-se o mesmo mecanismo de sempre.
Com o engodo da mesa única como unificação da categoria,
manipularam-se as assembléias fazendo-as unificadas ou separadas de
acordo com o interesse e conveniência.  Bancos públicos à frente
na mobilização inexistente em bancos privados.  Paralisações nos
públicos e “acordos” de funcionamento das unidades de bancos
privados, onde na real a greve não existiu.  Num dado momento, a
Febraban tira  o “bode” da sala e concede as migalhas de sempre,
pois parte sempre de uma proposta extremamente rebaixada.  @s
bancári em s de bancos particulares, sem uma melhor organização  e
condições de ir para um enfrentamento maior são convocados para
aceitar uma proposta colocada como “aquilo que conseguimos a partir
da correlação de  forças”.  No momento seguinte nos bancos
públicos, convocam-se os fura-greves e corpo de gerentes pra aprovar
o acordo rebaixado e defendido por nossas “direções”. O pior é
que mesmo as cláusulas conquistadas não se concretizam, sem  que
nada aconteça.  Uma  maravilha para o governo-patrão.  

	COMO MUDAR PARA 2010.  

	A depender da burocracia encastelada nos aparatos, se houver
mudança, será para pior. Se  não vejamos; O Edital que convoca
para esta assembléia, define  como ordem do dia     “... eleição
de delegados......”..  “.... discussão, elaboração  e
deliberação sobre a minuta de pré-acordo e minuta de
reivindicações da categoria bancária 2010/2012....’.  Isto
significa rendição ao apelo dos banqueiros e governo que desde
sempre querem acordos, desde que rebaixados com vem ocorrendo, com
duração bi-anual. E outra vez uma pesquisa direcionada e sem
apresentar claramente sua metodologia define a linha de atuação das
entidades.  

	Entendemos que não é possível mudar a dinâmica de participação
efetiva da categoria, uma maior participação nos rumos de seu
destino, de uma hora para outra.  Porém como já dissemos antes, é
necessário mais de que nunca, RESGATAR A ESSÊNCIA DO SINDICATO. Um
sindicato classista, democrático, independente, autônomo, livre de
patrões, governo e partidos. Pra que isso aconteça, precisamos d em s
BANCARI em S COMO PROTAGONISTAS, tendo como ferramenta básica a nossa
AUTO –ORGANIZAÇÃO.   De imediato dizemos:  

	- NÃO A ACORDOS BI-ANUAIS.  

	-NÃO À REMUNERAÇÃO VARIÁVEL EM DETRIMENTO DE SALÁRIOS.  

	-PROPORCIONALIDADE DIRETA NA ELEIÇÃO DE DELEGADOS PARA
CONFERÊNCIA.  
	- NÃO À GREVE QUE NÃO CAUSA DANOS AOS PATRÕES.  

	-NÃO À MESA ÚNICA E A FALSA UNIDADE DA CATEGORIA.  

	-POR UM PLANO DE REPOSIÇÃO DE PERDAS, RESPEITADAS AS VÁRIAS
SITUAÇÕES.  

	-PRIORIDADE PARA A CAMPANHA SALARIAL. CONTRA O USO DAS ENTIDADES
PARA FINS ELEITOREIROS.  

	-CAMPANHA NACIONAL EM DEFESA DOS BANCOS PÚBLICOS, TODOS EM PROCESSO
DE PRIVATIZAÇÃO  EXPLÍCITO OU DISFARÇADO.  

	-ESTABILIDADE PARA TODA A CATEGORIA.  

	- FORTALECIMENTO DAS OLT(s).  DELEGADOS SINDICAIS NOS  BANCOS
PRIVADOS. 
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