[Bancariosdebase] Res: Fw: Mulheres

Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva marciocarsi em yahoo.com.br
Segunda Julho 12 00:45:08 UTC 2010


Prezados companheiros, manos e minas.

Vamos todos assinar. O ponto negativo fica por conta dos gerentes da burguesia 
dos EUA e da Inglaterra que admitem a execução da Sakineh por meios modernos e 
dentro da legalidade...

Um forte abraço

Márcio



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De: INESQUECIVEL <ines_quecivel em terra.com.br>
Para: Undisclosed-Recipient em yahoo.com
Enviadas: Domingo, 11 de Julho de 2010 19:10:11
Assunto: Fw: Fw: Mulheres



Ola Pessoal,

Existe um site para colher assinaturas contra esse descalabro. Vamos assinar.

http://freesakineh.org/#petition



O Irã parece ter voltado atrás nesta sexta-feira na decisão de apedrejar até a 
morte uma mulher de 43 anos condenada por
adultério, em um caso que mobilizou  a opinião pública internacional. O advogado 
de Sakineh Mohammadi Ashtiani, no  entanto, disse que ela ainda pode ser 
executada por outro método.

Foto divulgado pela Anistia Internacional em Londres mostra    Sakineh Mohammadi 
Ashtiani(FOTO ANEXO), acusada de adultério.
"Segundo a informação das autoridades judiciais competentes no Irã, [a 
condenada] não será executada por apedrejamento",informou a embaixada do Irã no  
Reino Unido, em comunicado divulgado na noite de quinta-feira e publicado na  
íntegra hoje pelo jornal britânico "The Times".

O texto não diz em nenhum momento que a pena de morte foi revogada. O advogado 
de Ashtiani, Mohammad Mostafavi, disse que sua cliente "continua na prisão" e 
que não foi informada de nenhuma decisão das autoridades iranianas de  suspender 
a sentença.

"Não diz se a pena foi anulada, se foi trocada por outra, se será solta ou se  
haverá um novo julgamento", disse o advogado.

ESPERANÇA

Mãe de dois filhos, Ashtiani recebeu 99 chicotadas após ter sido considerada 
culpada, em maio de 2006, de ter uma "relação ilícita" com dois homens. Depois,  
foi declarada culpada de"adultério estando casando", crime que sempre negou, e  
condenada a morte por apedrejamento.

O recente anúncio de que a aplicação da pena "poderia ser iminente" despertou  
uma grande mobilização internacional, e
países como França, Reino Unido, EUA e  Chile expressaram suas críticas à 
decisão de Teerã.

O filho da condenada, Sajad, explicou ao jornal britânico "The Guardian" que 
falou com a mãe e ela se mostrou esperançosa com a mobilização internacional.

"Deram-me permissão para falar com ela e estava muito agradecida com todas as  
pessoas do mundo por apoiá-la", disse por telefone ao jornal. "Foi a primeira  
vez em anos que escutei alguma esperança na voz de minha mãe."

ONDA DE CRÍTICAS

A organização de defesa dos direitos humanos Anistia Internacional pediu nesta 
sexta-feira que o Irã perdoe a vítima, alegando que "uma simples mudança  do 
método de execução" não era suficiente diante da "injustiça".

"Castigar --e em alguns casos executar-- as pessoas por manterem relações nas  
quais há consentimento mútuo não é assunto do Estado", declarou Hassiba Hadj  
Sahraoui, vice-diretora do programa Oriente Médio da Anistia.

A organização afirmou em comunicado que há pelo menos outros dez casos de 
pessoas condenadas a morte por apedrejamento.

O ministro de Relações Exteriores da França, Bernard Kouchner, pediu que as 
autoridades iranianas escutem "os pedidos que vêm do Irã e do mundo para que 
triunfe o sentimento de humanidade".

Seu colega britânico, William Hague, qualificou a morte por apedrejamento de 
"castigo medieval". "Se isso for feito, vai levar
indignação e horror ao  mundo."

Os Estados Unidos considerou "selvagem" e "uma forma legalizada de morte 
mediante tortura".

Já o Chile pediu que Teerã "proteja o direito à vida e integridade física" da  
vítima.

Além disso, mais de 80 personalidades do mundo político e cultural assinaram uma 
carta aberta, expressando seu "horror e consternação"
e pedindo que o Irã  "reveja o caso". Entre os signatários estão a ex-secretária 
de Estado americana  Condoleezza Rice; o prêmio Nobel da Paz José José Ramos 
Horta; e os atores  Robert Redford, Emma Thompson e Robert de  Niro.



      
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