[Bancariosdebase] Plenária 24/06
Daniel
tzitzimitl em terra.com.br
Sábado Junho 26 00:16:44 UTC 2010
Olá comp em s
Muita calma nessa hora. O momento exige muita sobriedade e
concentração nas disputas que realmente interessam.
A coisa realmente está feia. Estive ontem na plenária do sindicato
na regional leste.
Me desculpem, mas o único adjetivo que me ocorre para descrever o
acontecimento é... deprimente.
Estavam presentes eu (BB) uma diretora do sindicato que é do
Bradesco, um funcionário do sindicato, um diretor do sindicato que
é da CEF (de nome Edivaldo, se não me engano, um cara fraquíssimo,
horroroso), o Caminha (PSTU) e só dois bancários (um deles base da
Articulação). Depois chegou mais um gerente de retaguarda, com
três acompanhantes que não eram bancários.
Feitas as contas, tinha mais gente que não era da Caixa do que
bancários da Caixa! A reunião foi péssima, sem deliberação, sem
organização, sem pauta, um bate-papo solto.
Eu fiz duas intervenções tentando alertar para a gravidade do
ataque que é essa reestruturação e para a necessidade de impedir
que a Caixa se transforme no pesadelo que é hoje o BB. Infelizmente
tudo o que eu poderia fazer ali era muito limitado, porque a base
presente era minoria.
O tal diretor do sindicato resumiu a pantomima dizendo que vai levar
para o coletivo de diretoria da CEF a proposta de uma carta aos
bancários explicando a reestruturação e de atividades nas
concentrações no dia 29.
Em relação às ações, defendo o mesmo que o Márcio:
1-dizer para o funcionalismo que a reestruturação é um passo para
a privatização
2-dizer que o governo é o culpado, como seria com qualquer outro
patrão;
3-dizer que TODO O FUNCIONALISMO será afetado. Quem fica, quem sai,
quem
permanece com função e quem perde a função.
4-Se tivemos que pedir solidariedade, que seja para o funcionalismo
do BB que já
tem "know how" do que é este processo e podem contribuir para a
luta dos
companheiros.
Saudações
Daniel
On Sex 25/06/10 20:39 , Utopia utopia_s em yahoo.com.br sent:
Olá Inês e demais camaradas.
Na verdade gostaria de não ter de responder a determinadas
situações frutos de mal entendidos que, a meu ver, em nada fazem
avançar. Por outro lado, não dá pra esperar (como combinado por
telefone) até a reunião do dia 03. No meu modo de ver, você se
precipitou quanto ao exposto na sua última mensagem, na qual fui
citado. Entenda : Eu não liguei pro Flaviano pra dizer que no
movimento não existe “fodão”. Eu liguei pro Flaviano, assim
como liguei pro Wilson pra apresentar a proposta, a qual foi
apresentada pra todo o coletivo, via e-mail ou via telefone. Após o
retorno das pessoas, me coloquei no direito de debater com eles. No
que se refere ao Flaviano, no decorrer do debate, a certa altura ele
afirmou que além de haver mobilização em outras bases (ES, POA,
BU, RN, MA, SC, BAIXADA) com indicativo de paralisação no dia 29,
tínhamos que manter o calendário e paralisar SP onde fosse
possível MESMO SEM ASSEMBLÉIA OU
SEM PARTICIPAÇÃO DAS ENTIDADES SEEB E APCEF. Afirmou também
que a Sé estava mobilizada pra parar geral. Depois obtive informes
de que na verdade HAVERIA uma espécie de “acordo” entre gestores
e ativistas para a tal paralisação. Não sei se nos moldes daquelas
que estamos habituados a ver o SEEB SP fazer em privados (greve
virtual) pra inglês ver.
Olha camaradas, a experiência mostra que este tipo de ação
resulta muitas vezes em situações onde não temos força para
reverter retaliações e punições. E mais, houve vezes em que
mesmo com a participação das entidades, também não se reverteu.
Eu argumentei neste sentido. Disse que além de tudo, teríamos que
pagar o ônus político de provocarmos algo localizado, que gerou
perdas aos trabalhador em s e sofreríamos a pecha de “porra louca”,
ultristas e tudo mais. Foi neste contexto que afirmei não haver
“fodão” no movimento capaz de dar resposta a uma situação como
esta. Não citei nome, nem reuniões passadas. Se ele tirou
conclusões, são conclusões da cabeça dele. Na caracterização
de um momento como este, temos que utilizar os elementos da
realidade, objetiva e subjetivamente e não nos deixar levar por
nossa vontade de lutar simplesmente. No momento seguinte, após as
plenárias, o que acabou
prevalecendo em SP, foi justamente o que avaliamos que aconteceria,
ou seja, a inviabilidade pra realidade local de se fazer assembléia
no dia 28 ou mesmo 29, sem que tenhamos nos próximos dias uma
mudança de qualidade na nossa organização e mobilização. Mesmo
nestes locais citados pela intersindical e mnob, não se tem certeza
de nada, são conjecturas neste momento.
Gostaria que você tivesse me ouvido antes que se externasse. Você
perceberia o contexto em que se deu a utilização do termo, não há
que se pensar em quaisquer outras nuance, repito quaisquer outras.
Em particular as que possam nos fazer regredir neste processo de
construção lento, mas denso. Nossa atuação enquanto coletivo tem
sido afirmativa. Mesmo com debilidades e limites. Continuamos
atuando na base literalmente. Construindo o projeto e com
perspectivas de sistematização de um “programa”, carta de
princípios, ou outro nome, isto é o de menos. Claro que é
necessária a paciência. Claro que por vezes erramos, mas desta vez
não errei, nem mesmo um erro com base em boas intenções. E penso
que temos sim que ser transparentes, mas ao mesmo tempo temos que
ter cuidado em não gerar elementos de crise sem base real.
Respeito sua militância e trajetória, e você sabe. E nossa
caminhada na luta de classes,
ainda que com consensos e divergências, encontros e desencontros,
não são de agora. Espero que se tenha desfeito o mal entendido e
que o ocorrido não traga novas situações desagradáveis a nenhum
de nós e nem aos demais.
Saudações!!!
--- Em sex, 25/6/10, Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva escreveu:
De: Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva
Assunto: Res: Plenária 24/06
Para: "INESQUECIVEL"
Cc: "SANDRA QUITERIA" , "Hugo" , "Hugo CEF" , "Messias" ,
"Marcio-BB" , "Daniel-BB" , "Ana Paula-cef" nipa.freire em yahoo.com.br
[10] target="_blank">
Data: Sexta-feira, 25 de Junho de 2010, 19:40
Olá, Inês!
Então...no que concerne á plenária não foi deliberado nada?
E o que a companheira quis dizer com "Ele disse também que o
Messias ligou para ele para dizer que "no movimento não existe
nenhum fodão" e que isso aconteceu por conta dos debates comigo e
com a Ana Paula". "isso" o quê? As plenárias? O bloco de esquerda
formado no CONECEF? O material conjunto?
Um forte abraço.
Márcio
De: INESQUECIVEL
Para: SANDRA QUITERIA ; Hugo ; Hugo CEF ; Messias ; Marcio-BB ;
Daniel-BB ; Ana Paula-cef nipa.freire em yahoo.com.br [18]
target="_blank">
Enviadas: Quinta-feira, 24 de Junho de 2010 23:51:55
Assunto: Plenária 24/06
Olá Pessoal,
Hoje, 24/06-dia de São João, forró e enchentes no nordeste,
futebol na terrinha e eu fazendo 08 anos de CEF. Me perguntaram se eu
lembro de ter assistido a Copa de 2002 e eu me coloquei a pensar: pois
é, não lembrava nem que teve copa do mundo em 2002, mas lembro-me
perfeitamente das filas que eu atendia na calçada da BR-116(Na ag.
Taboao da Serra). A realidade é cruel!!!!!
Bem vamos lá:
A plenária na regional centro teve pouquissímos bancários.
Presentes: EDUARDO(APCEF), DIOGO E FLAVIANO, VALTAIR(DELEGADO
SINDICAL DA GIFUG e soube hoje ex Banespiano), INÊS, JOSÉ(TOR DA
AG. SÃO JOAQUIM) E DA AG. SÉ A GERENTE DE RETAGUARDA E A TOR(cujos
nomes eu esqueci), SILAS (CAIXA DA AG. CATEDRAL- Que ficou bravo por
ter errado o local e foi embora dizendo que não vale a pena bricar
pelo povo da ret) além do CARLÃO(COORDENADOR DA REGIONAL SÉ).
Primeiramente o Eduardo nos apresentou o resultado da liminar que a
APCEF entrou contra a reestruturação: onde no resultado dizia que a
liminar estava sendo negada porque no documento apresentado pela APCEF
dizia que a CEF garantiria que todos os empregados atingidos fossem
realocados no mesmo município. - Nesse ponto a Gerente da RET Sé se
posicionou e disse que foi um equivoco da APCEF entrar com uma ação
onde só colocava a questão da transferência dos funcionários e
que o problema é muito maior, que a ação deveria pedir a
suspensão da reestruturação até que a empresa esclarecesse seus
funcionários o que significa e o que realmente é a
reestruturação. Foi muito boa a colocação dela porque não partiu
de nós e sim de bancário de base que está chegando agora no
movimento.
Após cada um fazer caracterizações sobre o estado de
des/mobilização de seus locais de trabalho o Fláviano colocou na
roda uma CI da CEF que versa sobre o fim das substituições de
funções nas AG.(essa CI veio através de uma funcionária do ES).
Ele colocou o fato de termos que atuar com todos os elementos dos
problemas dos funcionários para poder mobilizar de fato um maior
número de bancários da CEF: Reestruturação como carro chefe e
explicando para todos/as que trata-se de privatização, Isonomia,
Jornada de 6hs e PCC, novo modelo de atendimento.
Solicitamos uma carta aberta que seja distribuida para os
funcionários até no máximo segunda-feira e que verse sobre esses
assuntos e faça um chamado para uma assembléia no máximo até dia
29 para avaliar os protestos do dia 29 e a possibilidade efetiva de
paralizar 24h no dia 30. O Flaviano diz que a ag. Sé está disposta
a parar integralmente desde que não seja a única, até para
preservar seus funcionários de retaliações que com certeza virão.
O Valtair disse que é possível viabilizar protesto de peso com os
funcionários da GIFUG(e isso é verdade o pessoal lá agita mesmo)
só que tem que ser nos moldes do que teve no PCC pq a GIFUG fica em
frente a um hospital o que inviabiliza o uso de carro de som e mesmo
a obstrução das calçadas e ruas próximas.
Bem, os "Representantes" brincaram de tira bom e tira mau. O
Eduardo falando sempre como "CPF" ou seja(dizendo que era opinião
pessoal) concordava e dizia que iria levar tudo para uma reunião de
avaliação das plenárias que ira acontecer amanhã as 15h. O tira
mau nessa altura era o Carlão - que dizia que não sente os
funcionários da CEF mobilizados, que por experiência sabe que a
assembléia será esvaziada e que o sindicato "não tem pernas" pra
correr a base até a data da assembléia. Nesse ponto eu sugeri que o
chamado para a assembléia seja colocado na carta aberta e que ela
seja encaminhada aos delegados sindicais e que nós iremos percorrer
a base por dentro. Aí eles ficaram um pouco sem argumentos e
acabaram apelando pra questão dos jogos do Brasil e aí tivemos que
concordar que pode ser e será um agravante nesse processo, então
concordamos que o chamado a essa assembléia possa ser adiado o que
também ficou de ser "avaliado"
pela junta de Capas que se reunira amanha.
Cobramos que o informe do que eles decidirem amanhã seja passado
imediatamente para nós, o que sabemos não ocorrerá; então temos
que cobrar deles essa resposta amanhã no final da tarde.
O Eduardo disse qu está saindo um NOSSA LUTA(jornal do sindicato
sobre a CEF) que versa sobre as questões em pauta; mesmo assim
insistimos nessa carta aberta.
Bem comp em s a sorte está lançada. Avalio que será um pouco
complicado o período que segue, mas vamos à luta.
Agora vem a parte pior se é que é possível:
EM OFF
------------
Após a reunião terminar o Flaviano eio dizer que "Só pensa em
ganhar a APCEF no ano que vem", ou seja só pensa no aparato. Eu
coloquei pra ele que apesar de todas as diferenças que temos com os
bancários na luta eu pensava que ele não poderia ser jogado na vala
comum e que espero que ele pense mais na mobilização de base do que
na conquista do aparato.
Ele disse também que o Messias ligou para ele para dizer que "no
movimento não existe nenhum fodão" e que isso aconteceu por conta
dos debates comigo e com a Ana Paula. Aí vai um pedido companheiro
Messias: Por favor eu falo por mim e pela Ana (e ela pode discordar e
se pronunciar): Não precisamos disso companheiro, inclusive isso só
faz com que nunca saiamos da condição de "base do Messias " ou
"Grupo do Messias". Acredito piamente que eu e a Ana somos capazes de
conduzir nossas discussões e nossas diferenças com os setores de
oposição e que quando fazemos isso estamos defendendo a postura de
"Bancários de Base" nos dois sentidos, a do coletivo e a de
bancárias de base que somos. Fora que na minha opinião isso é
totalmente machista(parece que nós mulheres sempre precisamos de um
mentor, um pai, um capa pra nos conduzir no processo).
Isso me desanima e faz eu pensar muito sobre os rumos que Bdb está
tomando de fato.
Outra do EM OFF foi que indo para o Metrô presenciamos o Eduardo
ligando pro Takemoto(Diretor da APCEF) dizendo no telefone: essa
reunião tem que ser amanhã de qualquer jeito. O que nos faz crer
que talvez a reunião entre os capas nem saisse amanhã. Fato
positivo é que eles sejam forçados a reunir-se.
Bem pessoal é isso.
Um abraço a todos/as
Inês
s
Olá Inês e demais camaradas.
Na verdade gostaria de não ter de responder a determinadas
situações frutos de mal entendidos que, a meu ver, em nada fazem
avançar. Por outro lado, não dá pra esperar (como combinado por
telefone) até a reunião do dia 03. No meu modo de ver, você se
precipitou quanto ao exposto na sua última mensagem, na qual fui
citado. Entenda : Eu não liguei pro Flaviano pra dizer que no
movimento não existe “fodão”. Eu liguei pro Flaviano, assim
como liguei pro Wilson pra apresentar a proposta, a qual foi
apresentada pra todo o coletivo, via e-mail ou via telefone. Após o
retorno das pessoas, me coloquei no direito de debater com eles. No
que se refere ao Flaviano, no decorrer do debate, a certa altura ele
afirmou que além de haver mobilização em outras bases (ES, POA,
BU, RN, MA, SC, BAIXADA) com indicativo de paralisação no dia 29,
tínhamos que manter o calendário e paralisar SP onde fosse
possível MESMO SEM ASSEMBLÉIA OU SEM PARTICIPAÇÃO DAS ENTIDADES
SEEB E APCEF. Afirmou também que a Sé estava mobilizada pra
parar geral. Depois obtive informes de que na verdade HAVERIA uma
espécie de “acordo” entre gestores e ativistas para a tal
paralisação. Não sei se nos moldes daquelas que estamos habituados
a ver o SEEB SP fazer em privados (greve virtual) pra inglês ver.
Olha camaradas, a experiência mostra que este tipo de ação
resulta muitas vezes em situações onde não temos força para
reverter retaliações e punições. E mais, houve vezes em que
mesmo com a participação das entidades, também não se reverteu.
Eu argumentei neste sentido. Disse que além de tudo, teríamos que
pagar o ônus político de provocarmos algo localizado, que gerou
perdas aos trabalhador em s e sofreríamos a pecha de “porra louca”,
ultristas e tudo mais. Foi neste contexto que afirmei não haver
“fodão” no movimento capaz de dar resposta a uma situação como
esta. Não citei nome, nem reuniões passadas. Se ele tirou
conclusões, são conclusões da cabeça dele. Na caracterização
de um momento como este, temos que utilizar os elementos da
realidade, objetiva e subjetivamente e não nos deixar levar por
nossa vontade de lutar simplesmente. No momento seguinte, após as
plenárias, o que acabou prevalecendo em SP, foi justamente o que
avaliamos que aconteceria, ou seja, a inviabilidade pra realidade
local de se fazer assembléia no dia 28 ou mesmo 29, sem que tenhamos
nos próximos dias uma mudança de qualidade na nossa organização e
mobilização. Mesmo nestes locais citados pela intersindical e
mnob, não se tem certeza de nada, são conjecturas neste momento.
Gostaria que você tivesse me ouvido antes que se externasse. Você
perceberia o contexto em que se deu a utilização do termo, não há
que se pensar em quaisquer outras nuance, repito quaisquer outras.
Em particular as que possam nos fazer regredir neste processo de
construção lento, mas denso. Nossa atuação enquanto coletivo tem
sido afirmativa. Mesmo com debilidades e limites. Continuamos
atuando na base literalmente. Construindo o projeto e com
perspectivas de sistematização de um “programa”, carta de
princípios, ou outro nome, isto é o de menos. Claro que é
necessária a paciência. Claro que por vezes erramos, mas desta vez
não errei, nem mesmo um erro com base em boas intenções. E penso
que temos sim que ser transparentes, mas ao mesmo tempo temos que
ter cuidado em não gerar elementos de crise sem base real.
Respeito sua militância e trajetória, e você sabe. E nossa
caminhada na luta de classes, ainda que com consensos e
divergências, encontros e desencontros, não são de agora. Espero
que se tenha desfeito o mal entendido e que o ocorrido não traga
novas situações desagradáveis a nenhum de nós e nem aos demais.
Saudações!!!
--- Em SEX, 25/6/10, MÿFFFFE1RCIO CARDOSO DA SILVA __escreveu:
De: Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva
Assunto: Res: Plenária 24/06
Para: "INESQUECIVEL"
Cc: "SANDRA QUITERIA" , "Hugo" , "Hugo CEF" , "Messias" ,
"Marcio-BB" , "Daniel-BB" , "Ana Paula-cef"
Data: Sexta-feira, 25 de Junho de 2010, 19:40
Olá, Inês! Então...no que concerne á plenária não foi
deliberado nada? E o que a companheira quis dizer com "Ele disse
também que o Messias ligou para ele para dizer que "no movimento
não existe nenhum fodão" e que isso aconteceu por conta dos debates
comigo e com a Ana Paula". "isso" o quê? As plenárias? O bloco de
esquerda formado no CONECEF? O material conjunto? Um forte abraço.
Márcio
-------------------------
DE: INESQUECIVEL
PARA: SANDRA QUITERIA ; Hugo ; Hugo CEF ; Messias ; Marcio-BB ;
Daniel-BB ; Ana Paula-cef
ENVIADAS: Quinta-feira, 24 de Junho de 2010 23:51:55
ASSUNTO: Plenária 24/06
Olá Pessoal, Hoje, 24/06-dia de São João, forró e enchentes
no nordeste, futebol na terrinha e eu fazendo 08 anos de CEF. Me
perguntaram se eu lembro de ter assistido a Copa de 2002 e eu me
coloquei a pensar: pois é, não lembrava nem que teve copa do mundo
em 2002, mas lembro-me perfeitamente das filas que eu atendia na
calçada da BR-116(Na ag. Taboao da Serra). A realidade é cruel!!!!!
Bem vamos lá: A plenária na regional centro teve pouquissímos
bancários. Presentes: EDUARDO(APCEF), DIOGO E FLAVIANO,
VALTAIR(DELEGADO SINDICAL DA GIFUG e soube hoje ex Banespiano),
INÊS, JOSÉ(TOR DA AG. SÃO JOAQUIM) E DA AG. SÉ A GERENTE DE
RETAGUARDA E A TOR(cujos nomes eu esqueci), SILAS (CAIXA DA AG.
CATEDRAL- Que ficou bravo por ter errado o local e foi embora dizendo
que não vale a pena bricar pelo povo da ret) além do
CARLÃO(COORDENADOR DA REGIONAL SÉ). Primeiramente o Eduardo nos
apresentou o resultado da liminar que a APCEF entrou contra a
reestruturação: onde no resultado dizia que a liminar estava sendo
negada porque no documento apresentado pela APCEF dizia que a CEF
garantiria que todos os empregados atingidos fossem realocados no
mesmo município. - Nesse ponto a Gerente da RET Sé se posicionou e
disse que foi um equivoco da APCEF entrar com uma ação onde só
colocava a questão da transferência dos funcionários e que o
problema é muito maior, que a ação deveria pedir a suspensão da
reestruturação até que a empresa esclarecesse seus funcionários o
que significa e o que realmente é a reestruturação. Foi muito boa a
colocação dela porque não partiu de nós e sim de bancário de base
que está chegando agora no movimento. Após cada um fazer
caracterizações sobre o estado de des/mobilização de seus locais
de trabalho o Fláviano colocou na roda uma CI da CEF que versa sobre
o fim das substituições de funções nas AG.(essa CI veio através
de uma funcionária do ES). Ele colocou o fato de termos que atuar
com todos os elementos dos problemas dos funcionários para poder
mobilizar de fato um maior número de bancários da CEF:
Reestruturação como carro chefe e explicando para todos/as que
trata-se de privatização, Isonomia, Jornada de 6hs e PCC, novo
modelo de atendimento. Solicitamos uma carta aberta que seja
distribuida para os funcionários até no máximo segunda-feira e que
verse sobre esses assuntos e faça um chamado para uma assembléia no
máximo até dia 29 para avaliar os protestos do dia 29 e a
possibilidade efetiva de paralizar 24h no dia 30. O Flaviano diz que
a ag. Sé está disposta a parar integralmente desde que não seja a
única, até para preservar seus funcionários de retaliações que
com certeza virão. O Valtair disse que é possível viabilizar
protesto de peso com os funcionários da GIFUG(e isso é verdade o
pessoal lá agita mesmo) só que tem que ser nos moldes do que teve
no PCC pq a GIFUG fica em frente a um hospital o que inviabiliza o
uso de carro de som e mesmo a obstrução das calçadas e ruas
próximas. Bem, os "Representantes" brincaram de tira bom e tira
mau. O Eduardo falando sempre como "CPF" ou seja(dizendo que era
opinião pessoal) concordava e dizia que iria levar tudo para uma
reunião de avaliação das plenárias que ira acontecer amanhã as
15h. O tira mau nessa altura era o Carlão - que dizia que não sente
os funcionários da CEF mobilizados, que por experiência sabe que a
assembléia será esvaziada e que o sindicato "não tem pernas" pra
correr a base até a data da assembléia. Nesse ponto eu sugeri que o
chamado para a assembléia seja colocado na carta aberta e que ela
seja encaminhada aos delegados sindicais e que nós iremos percorrer
a base por dentro. Aí eles ficaram um pouco sem argumentos e
acabaram apelando pra questão dos jogos do Brasil e aí tivemos que
concordar que pode ser e será um agravante nesse processo, então
concordamos que o chamado a essa assembléia possa ser adiado o que
também ficou de ser "avaliado" pela junta de Capas que se reunira
amanha. Cobramos que o informe do que eles decidirem amanhã seja
passado imediatamente para nós, o que sabemos não ocorrerá; então
temos que cobrar deles essa resposta amanhã no final da tarde. O
Eduardo disse qu está saindo um NOSSA LUTA(jornal do sindicato
sobre a CEF) que versa sobre as questões em pauta; mesmo assim
insistimos nessa carta aberta. Bem comp@ [19]s a sorte está
lançada. Avalio que será um pouco complicado o período que segue,
mas vamos à luta. Agora vem a parte pior se é que é possível:
EM OFF ------------ Após a reunião terminar o Flaviano eio dizer que
"Só pensa em ganhar a APCEF no ano que vem", ou seja só pensa no
aparato. Eu coloquei pra ele que apesar de todas as diferenças que
temos com os bancários na luta eu pensava que ele não poderia ser
jogado na vala comum e que espero que ele pense mais na mobilização
de base do que na conquista do aparato. Ele disse também que o
Messias ligou para ele para dizer que "no movimento não existe
nenhum fodão" e que isso aconteceu por conta dos debates comigo e
com a Ana Paula. Aí vai um pedido companheiro Messias: Por favor eu
falo por mim e pela Ana (e ela pode discordar e se pronunciar): Não
precisamos disso companheiro, inclusive isso só faz com que nunca
saiamos da condição de "base do Messias " ou "Grupo do Messias".
Acredito piamente que eu e a Ana somos capazes de conduzir nossas
discussões e nossas diferenças com os setores de oposição e que
quando fazemos isso estamos defendendo a postura de "Bancários de
Base" nos dois sentidos, a do coletivo e a de bancárias de base que
somos. Fora que na minha opinião isso é totalmente machista(parece
que nós mulheres sempre precisamos de um mentor, um pai, um capa pra
nos conduzir no processo). Isso me desanima e faz eu pensar muito
sobre os rumos que Bdb está tomando de fato. Outra do EM OFF foi
que indo para o Metrô presenciamos o Eduardo ligando pro
Takemoto(Diretor da APCEF) dizendo no telefone: essa reunião tem que
ser amanhã de qualquer jeito. O que nos faz crer que talvez a
reunião entre os capas nem saisse amanhã. Fato positivo é que eles
sejam forçados a reunir-se. Bem pessoal é isso. Um abraço a
todos/as Inês s
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