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Utopia utopia_s em yahoo.com.br
Quarta Março 24 00:07:31 UTC 2010


Olá camaradas,          
Conforme informado, realizamos no sábado, 20.03.2010 reunião ordinária de Formação. Presentes Inês, Sandra, Ana Paula, Marcio, Hugo e Messias. Os textos conforme anunciado eram a Tese para Encontro das Op Banc e Texto sobre crise geral do sindicalismo. As Apresentações de texto foram realizadas pelo Márcio (Tese) e Hugo (Crise sind).  O Entendimento geral foi de necessidade de sair da contastação da crise, agir afirmativamente aglutinando, necessidade de ruptura com este modelo pelego,”empresarial”, assistencialista, autoritário, entreguista, demagogo, conciliador e adepto da bandidagem.  Trabalhador como massa de manobra, ora afastado, ora aproximado de acordo com o momento.  Instrumentalizado por partidos e organizações.  O antídoto? Paciência revolucionária, romper com a política dos traidores, sectários e auto-proclamatórios com intensificação de nosso projeto de construção, de construção a partir das OLT(s).
Nos dividimos quanto às expectativas colocadas para este processo de “montagem” de nova central, que é diferente de construção de uma Central Sindical. Há acordo em sermos críticos e conseqüentes quanto à concepção, método, estrutura e prática sindicais dos participantes da proposta.  Participamos de  alguns encontros de base bem como de plenárias que debateram  o assunto e pasmem, por  questões de ordem burocrática, que tanto tais organizações criticam quando são vítimas, não poderemos participar.  Temos acordo na negação do método, divergimos nas caracterizações e divergimos também na real intenção das cúpulas sindicais que tocam o processo.  A divergência se coloca porque companheiros caracterizam a montagem das centrais como “unificação”.  Ao mesmo tempo em que temos acordo no compromisso com a classe, divergimos da maneira como os partidos envolvidos querem se sobrepor a tudo, salvo os projetos de
 construção dos próprios.  Partidos que disputam eleições do sistema vigente, ainda que se auto-proclamem socialistas, buscam eleger e aumentar bancadas, que eu particularmente busco entender para que, na medida em sua prática quando contam com eleitos, é a adequação ao estado democrático de direito e tanto sua agitação, Propaganda (quando existe) e seu exercício de mandato em nada contribui para elevar nível de consciência e transformar a sociedade, pelo contrário, acaba por legitimar todo o processo, diferente das candidaturas realmente revolucionárias de outros  momentos.  Muitos ex-socialistas e revolucionários (pelo menos se proclamavam) tornam-se verdadeiros arrivistas. Dada a maneira anti-democrática na tirada de delegados, num processo altamente discriminatório e um calendário determinado pelas eleições , onde a participação de trabalhadores mortais e comuns nunca foi prioridade na prática, vejo como muito complicada
 nossa participação enquanto coletivo, pois teríamos de ter vinculo orgânico com as centrais já existentes. Poucos de nós o têm.  
Pra entender, teríamos que participar enquanto membros orgânicos  da Conlutas (PSTU/MNOB) ou da Intersindical/PSOL  (Bancários na Luta), pois o outro setor que agrega bancários, ao que se sabe não possui um coletivo de bancários, pelo menos por ora.  Isto nos coloca numa situação pra mim, contraditória.  Sem nenhuma demagogia, fica difícil participar, pois até onde sei nenhum membro do Coletivo tem acordo com este método, ao menos que se saiba.  Ou seja, é restrito.  Bancari em s (no caso), que não têm organicidade com as centrais, estão fora.  Complicado.  Não contribui. Tenho acordo na proposta de panfleto denunciando e clareando nossa posição na tirada de delegados (de ambos) e no próprio “congresso”.  Penso que o tempo dirá qual caracterização é a  mais acertada, mas afirmo que crer em unificação dos lutadores e das lutas,  das categorias, a partir de processo com estas características, é estar muito otimista e
 não ter feito o aprendizado de processos outros e espero sinceramente estar enganado.   
Mudando, tenho acordo com a nossa ida no sábado ao chamado do MST para unificar ação direta, mas não concordo com o mapeamento prévio, pois  isto impede a participação de independentes e pode ser uma tentativa de buscar base social, e sejamos sérios, estamos em um ano de eleição.   Não tenho certeza da ida, preciso verificar pois tenho compromissos já agendados.  Farei esforço para estar pelo menos na abertura.   Penso que poderíamos como histórico Hugo, dizer que somos um coletivo que aprofundou sua discussão e projeto a partir do movimento histórico da base grevista dos bancários de 2004. E que atuamos de forma independente não só da situação como também da oposição oficial que entendemos ser consentida e conveniente aos propósitos da situação. (Falei c/ Célio do MST via tel e ele ficou de retornar c/ maiores inf até amanhã) 
 Atenção para calendário;  26/03 reunião ordinária, onde entendemos ser necessária a presença de tod em s para deliberações importantes para o nosso projeto, e entendemos que até por uma questão de respeito aos demais, ninguém deve estar ausente. Em 27/03 encontro dos mov sociais chamado pelo MST em Jandira SP às 9.00 da manhã.  Em 06/04, nova reunião de formação onde o Márcio ficou de socializar o material para quem ainda não tem ou perdeu, sobre  histórico do mov sind Brasileiro.  Os C em s do Espaço Cult Mané Garrincha também em 27/03, sábado às14 hrs convida para seminário sobre Revolução Alemã (imperdível, pena que alei da física ainda prevaleça).
Saudações
Messias


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