[Bancariosdebase] Enc: [oposicao_bancaria] Banco do Estado do Pará

Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva marciocarsi em yahoo.com.br
Quinta Outubro 7 16:11:15 UTC 2010


Informe importante do companheiro Didi

Abraços.

Márcio




  
Pessoal,

Como a proposta do Banco do Estado do Pará foi rejeitada ontem, e hoje não teve 
proposta nova, segue a greve, junto com todos os os outros bancos. As 
assembléias são diárias e organizativas.

Norma
Caixa-Pará

--- Em qua, 6/10/10, Alexandre Rio <ale01232000 em yahoo.com.br> escreveu:


>De: Alexandre Rio <ale01232000 em yahoo.com.br>
>Assunto: [oposicao_bancaria] Informes e opiniões
>Para: "Oposição Bancária" <oposicao_bancaria em yahoogrupos.com.br>
>Data: Quarta-feira, 6 de Outubro de 2010, 13:18
>
>
>  
>Pessoal alguns informes do movimento nacional. 
>  
>São Paulo 
>Cerca de 800 bancários participaram da assembléia de São Paulo neste final de 
>tarde. Imensa maioria BB e CEF. 
>
>  
>A greve continua boa em SP. Abaixo segue um informe do Sindicato sobre a 
>paralisação por estas bandas.Clima da assembléia o mesmo. Informes longos da 
>diretoria, com o centro em é preciso fortalecer e ampliar a greve para garantir 
>nova proposta, sem nova proposta a greve continua. Qual o parâmetro da “nova 
>proposta”? Não existe. 
>
>Conseguimos uma vitória parcial no problema da democracia na assembléia. Ainda 
>não conseguimos garantir a abertura da palavra na assembléia para um número 
>maior de bancários e bancárias. Mas hoje garantimos a fala de mais uma das 
>correntes. Os companheiros do E.S. também fizeram uso da palavra. 
>
>Nós do MNOB e mais outros companheiros apresentamos a proposta de aprovar a 
>carta aberta ao Lula já aprovada e publicada na imprensa pelos companheiros do 
>RJ e a caravana a Brasília para exigir negociações no BB, na CEF, BASA e BNB. A 
>diretoria nos disse que estava a favor e encaminharia a votação no final da 
>assembléia. Ao final os problemas de sempre. Apresentaram uma formulação de 
>levar as propostas para serem aprovadas no Comando Nacional. Questionamos que 
>deveria ser votado na assembléia e já poderia começar ser encaminhadas as 
>propostas. Principalmente a publicação da nota no jornal. 
>
>Como sempre a manobra, disseram que encaminhariam para votação primeiro a 
>continuidade da greve. Ao encaminharem, votaram a continuidade e deram por 
>encerrada a assembléia. Houve alguns protestos mas não conseguimos garantir a 
>retomada do debate. 
>
>Próxima assembléia dia 7, quinta feira, 16. 
>Negociações, estratégias e roteiro do filme. 
>Ontem houve reunião do Comando da Contraf-CUT e não houve muita discussão ou 
>coisa nova. A versão oficial é que os banqueiros estão endurecendo querendo 
>aproveitar a situação aberta pela existência do 2 turno. Alegam ai as várias 
>notas da Fenaban nos últimos dias, com acusações ao movimento. 
>
>De outro lado houve uma reunião informal hoje pela manhã convocada pela 
>Articulação com representantes dos setores que compõe a mesa de negociação 
>coordenada pela Contraf. Rio Grande do Sul, Bahia, Espírito Santo, Federação de 
>São Paulo e Fed do RJ. 
>
>A Articulação queria saber o parâmetro para negociação. BA, RS e Espírito Santo 
>afirmaram o parâmetro do BRB para a negociação. Hoje pela tarde houve uma 
>reunião da Fenaban. Mas até agora não há informação sobre marcação de 
>negociação. 
>
>Há boatos de que os banqueiros teriam sinalizado com uma proposta no mesmo 
>parâmetro do ano passado que chegaria a um reajuste de cerca de 6, alguma coisa 
>%. Mas que essa ainda não seria a proposta final. Seria para abrir conversas e 
>depois “esticarem” até cerca de 7 %. E ai seria vendida como limite, etc, etc. 
>Ainda não está claro de fato a dinâmica. O que está claro é que há uma crise 
>instalada e que tentam ver como sair dela. 
>
>As duas questões centrais que estava apoiado o roteiro ruíram de alguma maneira. 
>A primeira a questão de resolver as eleições no primeiro turno e ficarem mais 
>tranqüilos para a negociação. Vai ter segundo turno e isso abriu problemas. A 
>segunda, o patamar da negociação. Pelas informações o patamar seria o dos 7%. 
>Com os reajustes das outras categorias (metalúrgicos, petroleiros, construção 
>civil e outras) estando no patamar de 10%. Algumas inclusive chegando a 12 %. E 
>agora a proposta do BRB fica evidente a crise que vai abrir uma proposta no 
>patamar dos 7%. 
>
>Agora pouco chegou informação que mais um banco apresentou proposta 
>“diferenciada”. No caso o BanPara, R$ 2.000 (dois mil reais) em ticket (um abono 
>em ticket) e garantia de seguir o que sair na FENABAN. Essa proposta nos parece 
>uma manobra do governo estadual para acabar com a greve por conta do 2 turno no 
>Para também para o governo estadual. Claro que essa proposta, em nossa opinião 
>deve ser rejeitada. É um abono e não reajuste e significa tirar um banco da 
>greve fortalecendo a mesa da Fenaban. Quando o correto é dizer queremos o 
>parâmetro do BRB. Felizmente ontem apesar da diretoria do Sindicato do Pará ter 
>defendido a aceitação da proposta a base rejeitou pelas informações que temos.
>
>É muito importante que os companheiros repassem as noticias das assembléias e 
>outras novidades mesmo que sejam boatos que apareçam nos estados. 
>
>No momento é melhor trabalharmos que estão desesperados para encontrar uma saída 
>e tentar acabar com a greve. Como se desenrola o cenário não está totalmente 
>claro. Achamos melhor colher mais informações até o dia de amanhã. A hipótese 
>mais provável é que estejam trabalhando no sentido de construir uma proposta 
>para ser apresentada até o fim de semana. Lembremos que este é um “fim de 
>semana” prolongado e que portanto o prazo para construírem pode ir até o começo 
>da semana que vem para prepararem melhor a aprovação de uma proposta que 
>certamente estará abaixo do patamar do BRB. 
>
>Nossas propostas, as mesmas para qualquer hipótese de evolução mais lenta ou 
>mais rápida. 
>
>1-agitar muito na base o acordo do BRB, dizendo nenhum centavo a menos que os 12 
>% e as outras conquistas. Deve estar como centro dos nossos materiais a proposta 
>e a exigência aos Sindicatos da CUT que não podem aceitar nenhuma proposta mais 
>baixa que a negociada pela CONTEC com o BRB. 
>
>2-Jogar para cima do governo a exigência de negociação especifica imediata nos 
>bancos públicos, partindo do parâmetro do acordo do BRB. Aprovação da Carta ao 
>Lula, já aprovada no RJ e organização da delegação para ir a Brasília. Neste 
>momento estamos tentando ampliar a construção desta delegação com outros 
>sindicatos. Por isso ainda não estabelecemos uma data. Temos que ver também até 
>amanhã se não tomamos a iniciativa de marcar uma data e chamar os outros a se 
>incorporarem organizando a partir dos Sindicatos do RN, Ma e Bauru e com a 
>participação das oposições como RJ, SP, Brasília e quem mais tiver condições de 
>viabilizar a ida. 
>
>3-Buscar debater o mais amplamente possível com os companheiros em greve a 
>importância da participação 
>
>Nos piquetes e nas assembléias. Alertando que o caldo já está sendo cozinhado 
>para tentarem nos impor mais um reajuste rebaixado e deixar as negociações das 
>questões especificas para as famosas “Comissões de Enrolação”. Que só a 
>participação de todos pode mudar esse cenário e tirar o roteiro das mãos dos 
>diretores de filme C, de Contraf.Dirceu Travesso - Didi
> 
>  
 
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