[Bancariosdebase] Enc: Enc: Fwd: Negociação: Dois Informes......... BANCO DO BRASIL e FENABAN

Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva marciocarsi em yahoo.com.br
Quarta Setembro 8 03:36:53 UTC 2010





----- Mensagem encaminhada ----
De: Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva <marciocarsi em yahoo.com.br>
Para: Bancários de Base <bancariosdbase em yahoogrupos.com.br>
Enviadas: Quarta-feira, 8 de Setembro de 2010 0:36:23
Assunto: Enc: Fwd: Negociação: Dois Informes......... BANCO DO BRASIL e FENABAN


Segue o informe sobre o teatro entre os contraficantes e seus parceiros, os 
banqueiros e o governo.

Abraços.

Márcio









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>Banco do Brasil - Saúde e segurança na negociação específica
>Direção do banco federal afirma ser contrária ao envio de torpedos para os 
>funcionários  Debate  
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>São Paulo - O atual acordo coletivo aditivo do Banco do Brasil está com a 
>prorrogação assegurada até o final de setembro. A confirmação ocorreu na 
>primeira negociação específica entre o Comando Nacional dos Bancários e a 
>direção do BB.
>
>Na negociação da quinta 2, o banco afirmou ser contrário ao envio de torpedos 
>aos trabalhadores fora de sua jornada de trabalho e também à instalação de 
>centrais “clandestinas”. “Isso é assédio moral e os bancários devem denunciar 
>caso essa situação persista para cobrarmos solução da empresa”, afirma o diretor 
>do Sindicato e integrante da Comissão de Empresa, Cláudio Luis de Souza.
>
>Os representantes do banco também confirmaram que está em curso projeto-piloto 
>em 45 agências que funcionarão sem porta giratória de segurança. O Sindicato 
>deixou claro que é contrário à medida e que intensificará as manifestações para 
>exigir que o mecanismo permaneça, garantindo uma melhor segurança a bancários e 
>clientes.
>
>“É importante que os bancários acompanhem os debates de perto e intensifiquem as 
>mobilizações do Sindicato para conquistarmos acordo digno”, diz o dirigente, 
>destacando também que há importantes que precisam resolvidas no plano de 
>carreira como a elevação dos pisos, o fim do descomissionamentos arbitrários, 
>além de critérios objetivos para a ascensão profissional.
>Jair Rosa - 02/09/2010
>_____________________________________________________________________________________________________________________________________________
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>FENABAN - Negociação com poucos avanços e muito “não” Representantes dos bancos 
>entram na fase da negativa para as demandas dos trabalhadores. Bancários avisam 
>que reivindicações vão voltar ao debate  Reunião  
>
>
>São Paulo - O tradicional script dos banqueiros não falhou. Depois de um dia e 
>meio de negociação, os representantes dos principais bancos do país deram mais 
>uma demonstração de descaso com os problemas que afligem seus funcionários. A 
>rodada começou na tarde de quarta-feira 1 e se estendeu pela quinta-feira 2.
>
>Apesar de 80% dos bancários, em consulta realizada nacionalmente, indicarem o 
>fim do assédio moral e das metas abusivas como fundamentais, os integrantes da 
>federação dos bancos (Fenaban) disseram “não” às principais reivindicações de 
>saúde e segurança apresentada pelo Comando Nacional dos Bancários.
>
>“Temos mais duas rodadas de negociação previstas para as próximas semanas (veja 
>calendário). Se essa postura do “não” for mantida, novamente os banqueiros 
>estarão empurrando os bancários para a greve. De nossa parte, apostamos na 
>negociação, mas sabemos que os trabalhadores estão mobilizados para a luta”, 
>afirma a presidenta do Sindicato, Juvandia Moreira, que faz parte do Comando.
>
>Metas – O debate sobre metas, principal problema que aflige a categoria e causa 
>do assédio moral, não avançou. Os banqueiros não aceitaram fechar uma proposta 
>concreta para mudar esse modo de gestão. “Queremos resolver essa situação que 
>faz dos bancários uma das categorias que mais adoece no país. Os bancos não 
>podem desperdiçar a chance de avançar nesse debate até o fim do processo 
>negocial”, salienta Juvandia.
>
>Assédio – O reconhecimento de que o problema do assédio moral existe e é grave, 
>não fez com que os banqueiros avançassem. “Fizemos um debate importante, com 
>base em dados. Nossa expectativa era sair da rodada dessa quinta-feira com algo 
>concreto, mas os bancos quiseram jogar a discussão para frente”, informa 
>Juvandia. “Esse tema está amadurecido e vamos insistir nas próximas rodadas, na 
>criação de um instrumento para combater o assédio moral nos locais de trabalho.”
>
>Saúde – A presidenta do Sindicato destaca que a Campanha Nacional Unificada tem 
>foco em resultados não apenas econômicos, mas também nas condições de trabalho. 
>“Não podemos admitir o nível de adoecimento que acomete os bancários. Essa 
>situação tem de mudar.”
>
>Mas não é o que os banqueiros querem. Eles se recusam a convencionar o direito 
>de falta aos trabalhadores com deficiência que precisam fazer manutenção em suas 
>próteses. Afirmam que essa discussão deve ser feita por local de trabalho. 
>Também não querem debater o fim do descomissionamento dos afastados, alegando 
>que se a pessoa não está exercendo a função não tem porque receber comissão. 
>“Isso é inadmissível. O trabalhador que retorna da licença tem direito de voltar 
>para sua função e receber o salário que tinha antes de adoecer”, destaca 
>Juvandia. 
>
>
>Ilegalidade? – Os representantes da Fenaban chegaram a colocar em questão a 
>ilegalidade que pode estar acontecendo nos bancos. Trata-se do pagamento dos 
>salários dos bancários que estavam afastados, mas que tiveram o benefício 
>suspenso em função da alta programada e não podem voltar ao trabalho porque são 
>considerados inaptos pelo médico do banco. “Ou seja, esse trabalhador não pode 
>retomar suas funções então fica sem salário, e também não recebe mais o 
>benefício porque o INSS o colocou em alta antes de verificar seu estado de 
>saúde. Como o contrato de trabalho não foi cessado, o banco tem de pagar o 
>salário, mas não está pagando. Essa é a ilegalidade”, explica Juvandia.
>
>O negociador da Fenaban, Magnus Ribas Apostólico, informou que vai consultar 
>seus advogados e, caso a irregularidade se confirme, os bancos devem corrigi-la.
>
>Segurança – Apesar de as dez reivindicações de segurança que prevêem medidas 
>reparatórias e preventivas terem sido debatidas em quatro reuniões da mesa 
>temática, a Fenaban não quer avançar no assunto. 
>
>
>Não querem falar em acabar com o porte das chaves das agências e cofres, e com o 
>transporte de numerário por bancários. Também não admitem colocar no acordo a 
>obrigatoriedade da emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), nem a 
>ampliação das indenizações para as vítimas de assaltos, nem o adicional de 
>risco. 
>
>
>O mesmo “não” valeu para as portas de segurança. “Nossa reivindicação é que o 
>acordo preveja e manutenção das portas e a instalação onde não tem. Sem regras, 
>os bancos fazem o que querem e aumentam o risco à vida de bancários, vigilantes 
>e clientes”, ressalta Juvandia, lembrando que o Itaú Unibanco, no novo layout, 
>está retirando as portas e o Banco do Brasil tem um projeto piloto que também 
>prevê a retirada. “Isso é um retrocesso que indica que os bancos estão 
>preocupados só com o patrimônio e não com a vida das pessoas.”
>
>A Fenaban concordou em fornecer estatísticas sobre assaltos a cada seis meses e 
>em convencionar a emissão obrigatória de Boletim de Ocorrência. Também deverá 
>estar previsto no acordo, conforme já havia sido acertado na mesa temática, o 
>atendimento médico ou psicológico aos bancários no local da ocorrência.
>
>“Mas os banqueiros disseram não para outras questões fundamentais, como a 
>isonomia de direitos para afastados em licença (pagamento de VA, VR e PLR) e o 
>fechamento das agências assaltadas, além do acompanhamento de advogado para 
>identificação de suspeitos”, relata Juvandia. “Sabemos da importância da 
>retomada dos debates de segurança e isso tem de continuar para que possamos 
>avançar mais na defesa da vida e do direito dos bancários.”
>
>Leia mais
>> As principais reivindicações dos bancários
>> Saiba mais sobre a Campanha Nacional Unificada 2010
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>
>Cláudia Motta - 02/09/2010
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