[Bancariosdebase] informe Natal II
Daniel
tzitzimitl em terra.com.br
Segunda Abril 4 03:46:29 UTC 2011
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Ola comp em s do Bancários de Base
Conforme antecipado no informe anterior, o Encontro prosseguiu no
domingo com o ponto de eleições sindicais.
Antes disso, foram apresentadas as resoluções do dia anterior e
uma polêmica que foi para votação.
Havia sido feita a proposta de um novo Encontro Nacional das
Oposições no final de junho em Recife.
O PSTU era contra essa proposta e apelou para que não fosse à
votação, pois eles estavam em minoria.
Pela proposta do PSTU o local do próximo Encontro deveria ser
decidido pela coordenação da Frente Nacional das Oposições.
Nós entendemos que remeter a decisão para a coordenação abriria
a brecha para que o próximo Encontro fosse marcado em São Paulo ou
Rio, onde o PSTU teria condições de ser maioria, de modo que
poderiam reverter tudo que conquistamos.
Por isso, nós, o MR e GAS optamos por manter a proposta e bancar a
votação.
Houve muita tensão no ar nas várias intervenções de parte a
parte.
Vencemos a votação e garantimos o próximo Encontro em Recife no
final de junho, fora do controle do PSTU.
Depois disso o Encontro prosseguiu morno com o ponto de eleições,
esquentando nos momentos em que se trocaram acusações mútuas de
compor chapas com setores governistas.
Ao final ficou o encaminhamento de que as oposições estão livres
para compor chapas com quem quiser (ou seja, Intersindical, CTB, DS,
etc...), mas os sindicatos estão também livres para enviar apoio
financeiro e militante para as chapas que julgarem que merece apoio e
correspondem ao programa da Frente.
Em relação aos encaminhamentos do dia anterior, o conjunto das
resoluções do Encontro será repassado a todos os participantes.
Em relação ao jornal da Frente, foi aberto o espaço para que
enviássemos matérias, e nos propusemos a enviar aquelas que
escrevemos para o jornal do BdB. Foi colocado como um indicativo o
número de 20.000 exemplares para distribuirmos na base de São Paulo.
A caracterização que temos é que o PSTU apostará no fracasso da
Frente, pois se trata de uma construção de um conjunto de outras
correntes, na qual eles são minoria e não têm controle, e por isso
não cumprirão as tarefas que lhe couberem.
Portanto cabe a nós trabalhar para garantir que a Frente se
consolide, à revelia do PSTU, e se construa como uma alternativa real
de organização dos bancários, conforme sempre defendemos.
O Márcio pode completar o informe com outros detalhes.
Sobre a chapa da APCEF, esse comportamento do PSTU em relação ao
programa é inaceitável. Isso terá que ser levado em consideração
no processo de discussão sobre eventual chapa para o sindicato. Não
se constrói unidade com esses métodos e isso terá que ser
denunciado. Sobre a questão dos temas políticos no material da
chapa, acho que o panfleto deve sim conter algum tema político, mas
isso não pode ser o principal conteúdo do panfleto, deve ser um box
no verso, explicando de forma didática que os problemas dos
bancários têm relação com problemas gerais da classe trabalhadora,
que é uma realidade, mas isso é diferente da prática usual de
colocar palavras de ordem de forma totalmente artificial como "fora
Kadafi e fora imperialistas da Líbia". Além disso, segundo eu soube,
o eixo do segundo material da chapa iria ser justamente as propostas
de programa, que eram as nossas propostas, por isso deveríamos brigar
para que elas saiam, e na íntegra, sem adulterações espúrias.
Com uma esquerda dessas, quem precisa de direita...
Saudações
Daniel.
PS. Em função de uma questão familiar imprevista, terei que ir
para Pernambuco e só volto para São Paulo na outra semana, no dia
11. Ou seja, só poderei participar de panfletagens a partir da semana
seguinte.
"A sociedade que aboliu a aventura tornou a abolição dessa
sociedade a única aventura possível”
anônimo, pichado nos muros de Paris no maio de 1968
On Dom 03/04/11 09:59 , SANDRA BASTOS sandrarbastos em bol.com.br sent:
Muito bom, Companheiros! O PSTU certamente está sendo contra os
encontros pq o "famoso" Encontro Nacional das Oposições que eles
promovem será inválidado este ano. Beleza! Nada poderia me deixar
mais satisfeita. Ontem tivemos reunião da chapa. Teve polêmica
para fechamento do próximo jornal, a galera do PSTU colocou uma
proposta onde o foco era meter o pau no Governo Dilma e tentar
associar os problemas da categoria bancária com outros acontecimentos
(Libia e PAC). Tivemos acordo com o conteúdo dos textos, no entanto,
fomos contra a publicação no jornal da Chapa por entender não
dialogar com os bancários (que está se lixando para o que acontece
fora do seu mundinho). Nossa opinião é que o jornal deve ser voltado
para os problemas dos bancários com propostas de como combatê-los.
Pelo que entendi, a Intersindical tem acordo conosco. Precisamos sair
antes do término da reunião. Neste momento, estava se discutindo a
possibilidade de alterar/mesclar os textos afim de comtemplar à
todos. A Aninha ficou na reunião e creio que nos posionará sobre o
desfecho assim que possível. Outro problema, o Programa da Chapa que
está no blog não está com todas as nossas propostas e algumas teve
seu conteúdo alterado. O Flaviano, rapidamente, se justificou dizendo
que quem sistematizou a proposta foi o Wilson, mas que seria feita as
devidas correções para a edição do jornal. Pasmem! A proposta
"salários de dirigentes iguais a dos bancários" foi "esquecida"
pelos companheir em s e "ruptura com o grupo Caixa Seguros..." foi
substituida por "discutir sobre o papel da Caixa Seguros...". A chapa
1 resolveu fazer a campanha pautada na desmoralização da chapa 2. O
Djaim (funcionário da Apcef) está correndo a região de Osasco
dizendo que a Chapa 2 é formada por militantes do PSTU e da turma do
Messias. Arruaceiros e agitadores que nada acrescentará de positivo
à Associação e funcionários da Caixa. O Messias tentou falar com o
Takemoto, mas não foi atendido. Conversou com o Marcos (tb
funcionário da Apcef) solicitando que está pratica cesse, do
contrário, seremos obrigados a retrucar com o embasamento que eles
não possuem, por exemplo, as fraudes de eleições anteriores. Bom,
o que foi deliberado até o momento que participamos (Messias, Deborah
e eu) : solicitação de liberação de alguns companheir em s da Chapa
para dedicação à Campanha, denúncia na comissão eleitoral sobre
às práticas de campanha da articulação, venda de camisetas da
Chapa 2 à R$ 5,00 (a camiseta foi doada e a arte foi R$ 2,00) e
panfletagem para a próxima semana. Daniel, sobre panfletagem, o
Flaviano e outro colega (que não estava presente) vão correr o ABC
nesta segunda ou terça-feira. Como já havíamos conversado, dissemos
que você poderia colaborar, tudo bem? Solicito complementação e ou
correção dos outros comp em s. Abraços, Sandra.
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Em 03/04/2011 00:39, Daniel < tzitzimitl em terra.com.br > escreveu:
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Olá comp em s do Bancários de Base
O Encontro Nacional das Oposições avançou em vários pontos.
Foi definida a criação de uma Frente Nacional das Oposições, com
uma coordenação composta pelos três sindicatos, mais BdB, MNOB,
Oposição RS, ANBER, UCS e LBI.
A frente está aberta a outros setores que queiram se incorporar,
com a condição de serem combativos e anti-governistas.
A primeira tarefa dessa coordenação é garantir um jornal nacional
da Frente para ser agitado em todo o país.
O eixo do jornal é a defesa das reivindicações históricas da
categoria.
Foi tirada a realização de um próximo Encontro para o final de
junho, para fechar a minuta da campanha salarial, calendário de
mobilização e medidas concretas para tirar a campanha do controle da
articulação.
O PSTU era contra tudo isso: contra a realização do Encontro,
contra um Encontro com caráter deliberativo, contra a formação de
uma Frente, contra a edição de um jornal, mas foi vencido no debate
em todos esses pontos.
Nós do BdB e os demais setores da oposição, Sindicato do RN,
Oposição RS, ANBER e UCS, firmamos o compromisso de manter contato
entre nós para garantir os encaminhamentos do Encontro, com ou sem o
PSTU.
No domingo acontece a discussão do ponto de eleições sindicais.
Mandaremos um informe no final do dia.
Assim que tivermos o texto completo das resoluções aprovadas
encaminharemos ao grupo.
Saudações
Daniel
"A sociedade que aboliu a aventura tornou a abolição dessa
sociedade a única aventura possível”
anônimo, pichado nos muros de Paris no maio de 1968
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