[Bancariosdebase] Res: Res: Artigo para o Jornal da Frente Nacional de Oposição
Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva
marciocarsi em yahoo.com.br
Domingo Abril 10 01:34:17 UTC 2011
Olá, pessoal.
ainda estou esperando saber quantos toques deve ter a matéria para que saia o
quanto antes o jornal.
abraços.
Márcio
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De: Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva <marciocarsi em yahoo.com.br>
Para: marta turra <martaturra em hotmail.com>; Rafael Duarte
<rafaelduart em hotmail.com>; bancariosdebase em lists.aktivix.org
Enviadas: Quinta-feira, 7 de Abril de 2011 1:42:39
Assunto: Res: Artigo para o Jornal da Frente Nacional de Oposição
oi, Marta!
O artigo deve ter quantos toques para que eu tenha algum parâmetro?
Beijos.
Márcio
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De: marta turra <martaturra em hotmail.com>
Para: Rafael Duarte <rafaelduart em hotmail.com>
Cc: marciocarsi em yahoo.com.br
Enviadas: Quarta-feira, 6 de Abril de 2011 15:19:41
Assunto: Artigo para o Jornal da Frente Nacional de Oposição
Rafinha, me manda a boneca onde estão incluídos todos os textos e a charge.
Hoje te mandei as resoluções e aquele texto da Caixa. Eu sei que vai ficar
grande, mas este é o nosso mais importante instrumento de trabalho. Por mim se
sair com 10 páginas, ou 20, tá bom.
O jornal tem que falar para o coração do bancário capice? O bancário tem que
ficar com uma puta tesão de ler! Gianotti tem razão nisso: tem que ser uma
comunicação que o cara pega e vai ficando maluco porque vai ver que a gente tá
falando a verdade, o seu dia-a-dia,
Isso é urgente. O próximo encontro tá marcado já para 18/06.
Marcio
estou enviando com cópia ao nosso jornalista Rafa, que está diagramando o
jornal.
Deve sintetizar mais. Da mesma forma vou pedir aos companheiros que já mandaram
que falçam o mesmo. Já tem 4 páginas e ainda não entrou matéria de
privados, Caixa e BB.
>
>A CAMPANHA SALARIAL JÁ COMEÇOU
>
>A campanha salarial de 2011 começou quando a de 2010 acabou. Temos que pensar
>como conquistarmos isonomia de direitos entre bancários novos e antigos,
>reposição das perdas salariais, estabilidade de emprego, fim das metas, respeito
>à jornada de 6 horas, estabilidade, instituição dos delegados sindicais para os
>bancos privados, etc. No entanto, não é suficiente elencar uma pauta de
>reivindicações. Por mais combativa que seja, é necessário traçar uma tática
>também combativa, à altura dos desafios colocados para nós. E decididamente as
>nossas campanhas salariais desde 2005 são as mesmas: começam após a data-base
>(31 de agosto), arrasta-se por setembro, e terminamos a campanha em outubro, com
>assembleias separadas (BB, CEF e privados) e lotadas de fura-greves e gerentes
>coagidos para votar na proposta rebaixada defendida pelos patrões e pela cúpula
>das direções vinculadas politicamente à CUT e ao governo federal.
>Está mais do que na hora de mudar este “script”, e o primeiro passo é ANTECIPAR
>A CAMPANHA. O que significa mobilizar os bancários desde já nos organismo de
>base por meio de assembleias, plenárias e congressos. Mas ainda assim, isso não
>é suficiente. Além de ter uma pauta de reivindicações e uma tática combativa é
>necessário que a campanha seja conduzida com independêcia em relação ao governo
>e aos banqueiros para se evitar que interesses estranhos se sobreponham aos da
>categoria.
>Comecemos pela tática. Há anos os sindicalistas vinculados politicamente ao PT e
>a CUT impõe à categoria uma negociação em mesa unificada, que se mostrou um erro
>nos últimos 7 anos de campanha, em que os bancários do setor público é que
>fazem, de fato, acontecer as mobilizações e isso fica mais patente nas grandes
>capitais como Rio e São Paulo, que embora sejam a minoria em suas respectivas
>bases, são de longe o setor predominante nas assembleias e o mais organizado em
>todas as campanhas. O que isso quer dizer? Que devamos dividir a categoria?
>Evidentemente que não.
>
>Entendemos que as campanhas salariais devem continuar unificadas, mas é preciso
>que se observem as disparidades na mobilização entre os bancários do setor
>público e privado. Durante toda a década de 2000 a direção governista deu um
>tratamento convenientemente igual entre desiguais. Ao invés de lutar por
>delegados sindicais e pela estabilidade de emprego nos bancos privados, os
>dirigentes cutistas e seus aliados preferem colocar uma camisa de força no
>movimento por meio da tática da mesa única. Na prática, estes mesmos dirigentes
>jogam sobre o ombro dos bancários do setor público os ônus da falta de trabalho
>que os sindicatos deveriam fazer nas bases, além da evitar o desgaste do governo
>em se comprometer a atender as reivindicações específicas como reposição das
>perdas salariais ocorridos pelos 10 anos de congelamento salarial da era PSDB.
>Em outras palavras, a CUT e seus aliados fazem da mesa única uma forma de não se
>desgastarem com os bancários privados (base eleitoral nas grandes cidades), que,
>impedidos de lutar pela absoluta falta de trabalho de organização das ditas
>“entidades representativas”, são levados a ter que aprovar uma pauta rebaixada
>numa assembleia em separado do restante da categoria. É a partir daí que se
>começa o desmonte das greves. Os bancários do setor privado aprovam um acordo do
>tamanho do trabalho de organização dos sindicatos cutistas, e os bancários do
>setor público voltam frustrados pois poderiam continuar para conquistar mais dos
>patrões e do governo.
>Mas tudo pode ser mudado. Nos dias 2 e 3 de abril houve o Encontro Nacional das
>Oposições na cidade de Nata-RN, em que os bancários combativos e os sindicatos
>independentes dos patrões e governos discutiram a campanha salarial 2011
>balizando-se nos interesses da categoria e não de qualquer grupo político.
>Assim, neste Encontro surgiu a Frente Nacional de Oposição como forma de
>aglutinar as várias forças de Oposição que agiam de forma descoordenada
>nacionalmente. Venha fazer parte da Frente!
>
>
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