[Bancariosdebase] Res: Res: Res: Res: Res: PROPOSTA PARA O JORNAL DA FRENTE
vania gobetti
vaniagobetti em yahoo.com.br
Quarta Abril 13 12:30:49 UTC 2011
Márcio e Saraiva
Em primeiro lugar, faço um apelo para que retomemos o nível do debate.
Com provocações não chegaremos a lugar nenhum.
Podemos aqui ficar perdendo tempo e paciência .
Enquanto isto, temos que trabalhar dentro do Banco ( aliás, já estou atrasada ),
disputar plebiscito, organizar chapa de oposição, fazer trabalho de base...
Coloquei um debate franco, sem qualqer tipo de provocação. Sem pontuar um milhão
de balanços atravessados.
Já conheço de cor as suas desconfianças com relação ao PSTU.
Mas as opiniões que expressei no meu email não partem do CC do PSTU. São as
minhas opiniões, Márcio. De alguém que está, a duras penas, se enfrentando com
governos, patrões e burocratas .
É evidente que o PSTU ou a Oposição do Rio não irá impedir que qualquer jornal
seja publicado, que qualquer nova organização seja criada.
Os companheiros poderão seguir, cada um com suas forças, aplicando a política
que julgam ser mais correta.
A reflexão que proponho é : se queremos construir uma frente, para ampliar
forças, as coisas precisam ser discutidas, digeridas, e não impostas.
E reafirmo - não é dentro do PSTU, mas dentro do MNOB, não há qualquer
amadurecimento para discutir a necessidade de uma nova forma de organização.
Construir uma frente sim, mas não uma nova "entidade" que substituiria o
"falido" MNOB.
Saudações
Vânia
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Enviadas: Terça-feira, 12 de Abril de 2011 23:13:53
Assunto: Res: Res: Res: Res: PROPOSTA PARA O JORNAL DA FRENTE
Prezados companheiros, manos e minas.
Querida Vânia
Com todo respeito... a Frente foi criada como uma necessidade de reorganização
das frações dispersas nacionalmente e o principal sinal disso foi a completa
desorganização e desarticulação das oposições em nível nacional, em que não
foram capazes de coordenar uma ação sequer na campanha do ano passado. Isso, e
apenas isso, seria o suficiente para nos organizarmos de outra forma.
A companheira apresenta as coisas como se a realidade fosse resultado da vontade
do CC de vosso partido, senão vejamos:
1-O que se aprovou foi a criação de uma Frente Nacional de Oposição Bancária e
não extinção do MNOB, pois somente aqueles que reivindicam o MNOB tem o direito
formal de fazê-lo. O BdB não se dissolveu e continua existindo autonomamente
como sempre atuou. A criação da Frente não significa que as organizações que
existiam antes estão formalmente extintos;
2-O PSTU, por meio da companheira, não quer que a Frente seja formada. Por quê?
" porque não houve discussão nos fóruns do MNOB" . Desde quando a luta de
classes espera , ou pede permissão, para o PSTU? É exatamente este tipo de
raciocínio que estoura militante e afasta a base da luta, pois se o CC do PSTU
não discutiu e/ou deliberou, a luta de classes não acontece!!!!! Detalhe: os
nossos inimigos, os banqueiros e os governos, não pedem licença e nem consultam
organização a, b, ou c para nos atacar. É assim que queremos ser "alternativa de
direção"? O máximo que conseguiremos ser é "uma vanguarda agindo como
retarguarda";
3-Quanto a"fragmentação ser o pior cenário" ela existia até a formação da
Frente. É exatamente por isso que preferimos reorganizar nacionalmente, para
fazer frente ao gigantismo da CUT , do governo e dos banqueiros; que estão
sempre unidos e não esperam saber o que o CC do PSTU vai deliberar. Dizer que a
formação da Frente, neste momento por falta de debates do MNOB (leia-se PSTU), é
o mesmo que dizer "se formar esta Frente em que o PSTU seja minoria, nós
racharemos o fórum de Recife"..., Ou não é assim, colocado de forma
ultimatista.? Para bom entendedor, quem lê as palavras da companheira,
conclui-se assim. Isso não constrói, companheiros. Só fortalece nossos inimigos
e ficamos fragilizados por disputas mesquinhas dentro do movimento. A criação da
Frente foi uma necessidade da luta de classes e não de um complô contra o PSTU.
4 - O MNOB vacilou, sim, pois fez alianças com rebaixamento programático com
forças governistas, como a CTB, nas eleições da CASSI. Há de se lembrar que
nessa época o ES ainda fazia parte do MNOB e tivemos que engolir a seco esta
composição, pois "o que é bom para o PSTU, é bom para a categoria". Para nós do
ES foi a gota d'agua. Lembramos que foi os companheiros do PSTU que foram contra
o adiantamento da campanha salarial no ano passado por conta de um calendário
conturbado e o resultado é o que todos sabemos: foi mais um passeio da pelegada
patronal e governista . Ou será que os companheiros esqueceram, ou apagaram de
vossas memórias isso? A desgraça da política do PSTU é que quem se ferra não são
apenas os militantes do PSTU, mas toda a categoria bancária.
5- Portanto, camaradas, TEMOS O DEVER de explicar para a base que há sim uma
reorganização da esquerda, e de que essa unidade é resultado das necessidades
concretas dos bancários. Portanto sou pela manutenção da capa de apresentação
da frente, com a exclusão do logo da CONLUTAS (ou CSP CONLUTAS para aqueles que
tem tesão por siglas), pois isso sim não foi discutido nos debates de Natal.
Nossa unidade deve passar por um programa antibanqueiro, antiarticulação e seus
aliados, e antigoverno. Qualquer coisa fora disso é estranho para os interesses
dos trabalhadores bancários.
Se os companheiros do PSTU entenderem que não devem ir ao Encontro de Recife, é
uma decisão que cabem exclusivamente aos militantes do partido; mas por favor,
não sabotem a execução de um projeto de reorganização para a categoria.
Por enquanto, é isso.
Um forte abraço.
Márcio
Frente Nacional de Oposição Bancária
Bancários de Base - São Paulo
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Enviadas: Terça-feira, 12 de Abril de 2011 21:17:57
Assunto: Res: Res: Res: PROPOSTA PARA O JORNAL DA FRENTE
Aos camaradas que compõem a equipe responsável pelo jornal :
Somente hoje consegui abrir o arquivo enviado pela Marta.
Creio que temos uma séria diferença com a matéria de capa.
Durante o Encontro ficou explícito que não houve qualquer debate prévio, dentro
do MNOB.
A proposta de realizaçáo do encontro foi uma iniciativa dos companheiros da UCS
que, corretamente, percebem a necessidade de se articular nacionalmente.
Ao definirmos, aqui na Oposição do Rio, que eu participaria do Encontro ,
fizemos o debate e entendíamos o espaço como um momento em que trocaríamos
experiëncias e buscaríamos avancar em uma relação.
Tivemos acesso às propostas que seriam apresentadas somente no próprio encontro
e não as debatemos previamente aqui no Rio de Janeiro .
Sabemos que vários companheiros da diretoria de RN têm uma visão da falência do
MNOB. Mas esta não é a nossa concepção, aqui no Rio de Janeiro e , creio, da
maior parte aonde o MNOB existe.
A posição dos camaradas é legítima mas, discordo dela totalmente. Este debate
precisa ser feito dentro dos fóruns do MNOB. Haverá, para isto, um Encontro
Nacional do MNOB possivelmente ainda neste primeiro semestre e cada um terá seu
espaço para expressar balanço e propostas de organização.
Aliás, precisamos urgente, viabilizar uma reunião da Coordenação do MNOB, para
definir estas questões.
Avaliamos , em que pese todas as nossas dificuldades e limitações, que o
MNOB tem sido o único movimento nacional que, presente na maior parte do país,
se coloca com enfrentamento coerente, sem vacilaçòes, contra o governo e bancos,
como alternativa a Contraf CUT, tanto na campanha salarial, como nos processos
eleitorais.
Avaliamos também que entre nós e os camaradas da UCS há grandes afinidades para
uma atuação sindical comum, em um nivel superior de relação.
Mas temos consciência do quanto nosso peso ainda é insuficiente para fazer
frente ao gigantismo da CUT.
Por isto, concordamos e nos esforçamos por aglutinar, com todos os setores que
se dispõe a travar vários ou apenas uma luta comum contra a Contraf.
Mas também temos a dimensão que , para fazer frente aos desafios que temos, é
necessário construir pontos em comum com muitos outros setores que não estiveram
em Natal. E que este é um desafio que está colocado para o próximo período.
Temos que tensionar, e muito, os Sindicatos dirigidos pela Intersindical,
minorias de diretorias, ativistas honestos...Precisamos continuar tensionando
outras organizações centristas da nossa categoria pois, nesta conjuntura, sem
ampliação, não conseguiremos impor uma outra pauta, um outro calendário , romper
com o script da campanha salarial.
Por isto, em nossas intervenções, insistimos tanto em que não podemos ser
inflexíveis em táticas, mantendo nosso perfil classista e antigovernista. Por
isto, polemizamos tanto nos debates sobre táticas sindicais ou participação em
fóruns, que precisam se adequar a dinâmicas de conjuntura e regionais distintas.
Mas mantemos firme nossa estratégia - a necessidade de se construir uma direção
alternativa para a categoria, contra os governistas do movimento sindical.
Portanto, camaradas, uma coisa é ter um jornal que, entre outras
matérias, relate a realização de um encontro nacional que buscou articular
setores para uma intervenção conjunta na próxima campanha salarial, uma Frente
Nacional de Oposições e que faça um chamado a que estes outros setores também se
proponham a cumprir este papel.
Outro, completamente diferente, é informar que A FRENTE é a ALTERNATIVA criada
PARA O MOVIMENTO SINDICAL, como se já não houvesse o MNOB.
Pelo menos, foi assim que apresentamos o MNOB nestes 7 anos de existência - uma
alternativa. Exceto os companheiros da UCS e um militante do Unidos para Lutar,
que nunca fizeram parte do MNOB, todos os demais setores presentes no encontro,
são do MNOB ou saíram dele recentemente ( como os 2 compas do Espaço Socialista,
no encontro do ano passado ).
O conteúdo que está dado, pela boneca do jornal, é que se forma uma nova
organização, se cria uma "nova entidade".
O texto do jornal, para quem é bom entendedor, significa enterrar o MNOB, sem
qualquer debate prévio.
Se não é assim, por que não se rodou o jornal do MNOB discutido em reunião da
Coordenação e paralisado desde Fevereiro deste ano ?
Talvez tenhamos uma concepção diferente de frente.
Neste momento,aqui no Rio, participamos de diversas frentes. Só para citar, aqui
no Rio, participamos de uma frente contra a criminalização dos movimentos
sociais ( que fez um ato e lançou um manifesto em ato na faculdade de direito ),
duas outras frentes sobre a reforma política, uma terceira contra a anunciada
reforma da previdência.
Em todas elas discute-se iniciativas, jornais,atos etc.
Mas discordo da avaliação e divulgação que se construiu uma nova entidade.
O MNOB foi criado após diversas encontros nacionais, debate sobre vinculação a
central sindical ( foram 2 anos de debate interno, por exemplo, se o MNOB seria
vinculado a Conlutas ), com distribuição de documentos,veiculação das polêmicas,
etc.
Portanto, entendo que a matéria de capa não está em acordo com o acúmulo de
debate entre nós e nem mesmo o conteúdo da preparação do encontro.
É legítimo que vários companheiros opinem que a Frente de Oposições é sua nova
entidade.
Mas não é possível impor isto aos demais. Do contrário, sairemos fragmentados
deste processo.
E este É O PIOR CENÁRIO que poderemos construir.
Por isto, se há diferenças, é necessário que se discuta em cada uma das
organizações que estavam presentes, sindicatos e oposições, se têm acordo com
essa concepção que está tentando se dar ao Encontro.
Nós realizaremos uma reunião da coordenação da Oposição do Rio amanhã.
Encaminharei a boneca de jornal. Mas, desde já, expresso minha opinião.
Saudações
Vânia - Oposição Rio
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Como disse a Marta, acho que a proposta precisa melhorar. Acho que a chamada
central do jornal deve está calcada nas questões concretas da categoria: os
salarios arroxados, o ritmo de trabalho, etc e apresentar a necessidade de uma
campanha salarial diferente denunciando a condução das campanhas pela
Contraf-Cut.
Acho que os longos debates no encontro em natal mostraram que apesar dos muitos
consensos dentro da frente temos diferenças importantes e o texto sobre a
criação da frente, inclusive colocando como uma nova entidade, passa por cima
das divergencias colocadas em natal. Acho que foi importante construir algo que
busque unificar as oposições pelo pais, mas que isto foi apenas o começo de uma
caminhada bastante longa. Nao que nao se deva exaltar a iniciativa, mas deixar
claro para a categoria o que é a frente realmente sem auto proclamação.
Enviei na epoca uma materia sobre o BASA para o entao jornal do MNOB, posso
manda-la novamente para entrar no jornal. Inclusive temos que atualizar as
materias pois escrevemos elas para um mês atrás mais ou menos.
Eloy
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De: marta turra <martaturra em hotmail.com>
Para: marciocarsi em yahoo.com.br; vaniagobetti em yahoo.com.br;
saraivamais em yahoo.com.br; eloy_natan em yahoo.com.br; beto.castilho em hotmail.com;
matheus crespo <m.crespo1917 em hotmail.com>; ucs.pernambuco em gmail.com;
ucspernambuco em gmail.com; drea.amaral em gmail.com; Juvêncio <juva em digi.com.br>;
sergiokei em uol.com.br; "liceucarvalho em yahoo.com.br" <liceucarvalho em yahoo.com.br>;
Jo�o Bezerra de Castro <jbcastro16 em hotmail.com>; beatriz paiva de oliveira
<beatrizpoliveira em yahoo.com.br>; evertonebb em yahoo.com.br; marcostinoco
<marcostinoco em oi.com.br>; "peduardox em bol.com.br" <peduardox em bol.com.br>;
pbunito em yahoo.com.br; tzitzimitl em terra.com.br; david em bancariosma.org.br;
enock.silva em caixa.gov.br; chicao em afbnb.com.br; franciscoribeirol em bnb.gov.br
Cc: Rafael Duarte <rafaelduart em hotmail.com>
Enviadas: Segunda-feira, 11 de Abril de 2011 20:17:48
Assunto: RE: Res: PROPOSTA PARA O JORNAL DA FRENTE
Camaradas,
Tinoco observou a ausência acerca da mesma questão apontada por Márcio no item 2
e também sobre o acordo fajuto do assédio moral que, aliás, os comp de Bauru,
publicaram na Trincheira.
Falta mais ênfase nas questões dos privados. Vamos agir logo e garantir um
belíssimo jornal.
Ah, os contatos serão os emails e telefones dos 3 Sindicatos do MNOB. Precisa
algo mais? O que mais poderíamos ver?
Vamos estabelecer o dia 15 de abril para terminar as correções e ajustes para
nosso jornal?
Depois temos as outras etapas e há uma demanda de mais alguns dias para
impressão e postagem do material. Tem feriado no meio e o tempo vai passando
rápido.
Se todos estiverem com o material para distribuir em fins de abril, inicio de
maio creio que teremos feito um bom trabalho. Quantos jornais conseguiremos
distribuir? 60 mil? 80 mil? "Respondendo a todos" o Rafa vai fazendo os ajustes,
ok?
No dia 18/04 estarei em Sampa para contribuir com a eleição p/Apcef. Volto dia
27.
Dia 29/04 vou a Brasília me encontrar com os comp da ANBERR (que foi
observadora no encontro). Esta entidade tem representação em muitos estados
brasileiros e eles não estão nada satisfeitos com o comando contraf/cutista.
Serão nossos aliados nesta luta.
Na sequência temos as eleições no RS, plebiscito no MA... todos estes apoios são
resoluções do E. N. O. B.
Bem, são zilhões de tarefas, mas com a construção coletiva, a boa vontade a
gente avança.
A diretoria do SEEB/RN está motivada e empenhada a levar adiante esta tarefa,
juntamente com os bravos comp de BU e MA. E com a contribuição das oposições por
este Brasil afora! Como diria meu querido amigo Liceu: "isso não é qualquer
coisa!".
Marta Turra
Saudações com lutas!
Prezados companheiros, manos e minas.
Faço coro às observações da Marta e digo mais:
1- a matéria da luta concreta pelo respeito à jornada de 6 horas num contexto
geral da categoria, isto é, que a luta travada no BB deve se estender à todos os
bancos e só não o é por conta do governismo dos contraficantes;
2-neste momento, é necessário ter uma que fale do novo PCR com mais detalhes e
sobre o projeto BB 2.0 que fecha complexos inteiros e deslocam os bancários para
longe de suas famílias.
3-deve ter uma matéria direcionado para os bancos privados, pois eles são
maioria nas grandes cidades, podemos falar do desmonte dos setores de
compensação que estão sendo transferidos para agências (no BB todas as agências
tem um "scanner" para digitalizar documentos e no Bradesco, os funcionários da
compensação estão treinando os pessoal das agências para depois serem
espirrados
4-temos de falara da falta de estabilidade dos bancários do setor privado e da
falta de delegados sindicais que impossibilitam qualquer mobilização deste setor
e como é criminoso a ausência desta reivindicação EM TODAS AS CAMPANHAS
SALARIAIS.
5-Sobre o logo da CONLUTAS (ou CSP CONLUTAS para aqueles que tem tesão por
siglas) no jornal. Será que todos os integrantes da Frente a reivindicam? E as
novas forças de oposição para ingressar na Frente devem aceitar a central como
condição "sine qua non" ou um programa antigoverno, antibanqueiro e
antiarticulação?
Um forte abraço.
Márcio
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De: marta turra <martaturra em hotmail.com>
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Enviadas: Segunda-feira, 11 de Abril de 2011 12:39:28
Assunto: PROPOSTA PARA O JORNAL DA FRENTE
Companheiros
Esta proposta precisa ser melhorada em muito. Foi baseada nos textos que
recebemos de Eloy, Saraiva, Vania, Márcio e um comp do Banrisul. Tem um material
específico do Basa? A comp Andrea Cristiane deixou uma página escrita, que
deveria entrar no jornal; o Serginho sugeriu assunto acerca dos bancos
incorporados e um gráfico demonstrando evolução na carreira, enfim, dados
estatísticos.
Está faltando matéria de privados. Precisa ser mais enxuto, com textos mais
curtos. Falta também as questões práticas que falam do dia-a-dia do bancário. A
matéria da Caixa foi feita por um bancário de base e Rafa ajudou na redação.
Também observei que faltam os contatos. Já falei com o jornalista (Rafa).
Agora é mãos a obra.
Marta Turra
Saudações com lutas!
________________________________
From: rafaelduart em hotmail.com
To: martaturra em hotmail.com; rafaelduart em hotmail.com
Subject: Jornal da Frente
Date: Mon, 11 Apr 2011 17:23:22 +0300
segue o jornal concluído (ou quase). depende agora de vocês. Abs Rafael
-------------- Próxima Parte ----------
Um anexo em HTML foi limpo...
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