[Bancariosdebase] [analistabb] BANCO DO AMAZÔNIA - DISSÍDIO COLETIVO APÓS 77 DIAS DE GREVE

Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva marciocarsi em yahoo.com.br
Terça Dezembro 27 00:38:32 UTC 2011


Prezados companheiros, manos e minas.

Quando a pessoa não tem argumentos, fica aqui enchendo a lista de artigos de origem duvidosa...mas vamos aqui fazer algumas considerações a partir do material trazido pelo Iacilton, já que este mesmo nada tem a declarar ( e não tem mesmo).

Embora se trate de um artigo da quadrilha petista, este apresenta o cunho educacional que a greve dos petroleiros teve na época de FHC. Embora fosse derrotada, por outro lado, ela tinha de acontecer, ou então talvez teríamos a PETROBRAS privatizada. Os neoliberais tucanos quebraram o monopólio da PETROBRAS, mas a manteve estatal graças a força dos petroleiros, ainda que não em 100 %

Mas, infelizmente, não é este objetivo do nosso colega Iacilton. O Objetivo dele é mostrar que os petroleiros não foram mais derrotados graças às "dádivas" das mudanças que estavam acontecendo no país, no caso, a eleição dos neoliberais do PT.

Porém, o mais importante é o que não está escrito. Os bandidos do PT não só manteve todas as medidas privatizantes, como privatizou parte do pré-sal. E não é só isso. Todos os anos os petroleiros se embatem com os neoliberais e moleques de recado do grande capital. O PT NÃO REVERTEU NENHUMA PRIVATIZAÇÃO DA ERA FHC, e a cada ano que passa diminui-se a participação acionária do Tesouro, que hoje beira os 30%. Embora seja ainda o acionista majoritário, a maioria das ações estão nas mãos da iniciativa privada, quando não, estrangeiras. Se nada for feito de forma radical, logo logo a PETROBRAS será privatizada, inclusive do ponto de vista formal-jurídico...Coisa que nem FHC conseguiu fazer.

Dizer que a derrota não foi maior por causa do governo neoliberal do PT é subestimar a nossa inteligência.

Vamos ver qualé o próximo material "didático" proveniente da quadrilha petista que o Iacilton vai trazer para nós.

Um forte abraço.

Márcio


________________________________
 De: iacilton b.mattos <iacilton em gmail.com>
Para: analistabb em yahoogrupos.com.br; MRB - Movimento de Reconstrução Bancária RJ <mrbancaria em grupos.com.br> 
Enviadas: Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2011 8:43
Assunto: Re: [analistabb] BANCO DO AMAZÔNIA - DISSÍDIO COLETIVO APÓS 77 DIAS DE GREVE
 

  
16 de setembro de 2010 às 0:25
A greve dos petroleiros de 1995
Greve histórica dos petroleiros completa 15 anos
do portal da CUT

Há 15 anos, no dia 3 de maio, os petroleiros iniciavam a mais longa
greve da história da categoria. Uma greve de 32 dias, que tornou-se o
maior movimento de resistência da classe trabalhadora à política
neoliberal e entreguista do PSDB e do DEM (então PFL). Uma greve que
foi fundamental para impedir a privatização da Petrobrás e, assim,
evitar que Fernando Henrique Cardoso aplicasse no Brasil o mesmo
receituário que levou a Argentina à falência, principalmente, em função
das privatizações de todas as estatais de energia e petróleo.
Durante a greve de maio de 1995, os petroleiros resistiram às
manipulações e repressões do governo e à campanha escancarada da mídia
para tentar jogar a população contra a categoria. Milhares de
trabalhadores foram arbitrariamente demitidos, punidos e enfrentaram o
Exército, que, a mando de FHC, ocupou com tanques e metralhadoras as
refinarias da Petrobrás.
A FUP e seus sindicatos foram submetidos a multas milionárias por
terem colocado em xeque os julgamentos viciados do TST, que decretou
como abusiva uma greve legítima e dentro da legalidade. Além de ter
impedido a privatização completa da Petrobrás, como queriam os tucanos
e demos, a greve de maio de 95 despertou um movimento nacional de
solidariedade e unidade de classe, fazendo ecoar por todo o país um
brado que marcou para sempre a categoria: “Somos todos petroleiros”.
A história da greve
Na década de 90, com o avanço do projeto neoliberal, os
trabalhadores da Petrobrás enfrentaram os maiores ataques da história
da categoria. Ao tomar posse em 1995, Fernando Henrique Cardoso (PSDB),
em aliança com o PFL (atual DEM), aprofundou o desmonte do Estado,
atacou os direitos dos trabalhadores, arrochou salários e criminalizou
os movimentos sociais.
O estratégico setor petróleo era o mais cobiçado pelos neoliberais.
Mal assumiu o governo, FHC enviou ao Congresso um projeto de emenda
constitucional que visava acabar com o monopólio da Petrobrás sobre a
exploração e produção de petróleo.
Para se contrapor à política de privatização e ataques aos
trabalhadores, as categorias do setor público decidiram realizar uma
greve unificada. No dia 03 de maio de 1995, os petroleiros aderiram em
massa ao movimento, somando-se aos eletricitários, telefônicos,
trabalhadores dos Correios e servidores federais. Além da recuperação
das perdas salariais e da preservação de direitos, os trabalhadores
lutavam contra a quebra dos monopólios do petróleo e das
telecomunicações.
O movimento unificado, no entanto, foi perdendo força e os
petroleiros acabaram sustentando a greve sozinhos por 32 dias. Mais de
90% da categoria cruzaram os braços nas refinarias, nas plataformas,
nos terminais de distribuição e nas unidades administrativas da
Petrobrás. Os trabalhadores se revezavam para garantir o abastecimento
básico da população e preservar os equipamentos. Mas a imprensa fazia
terrorismo, acusando os petroleiros pela falta de derivados de petróleo
e, principalmente, do gás de cozinha.
Apesar da legitimidade das reivindicações da categoria, que exigia o
cumprimento de acordos pactuados em 1994, o Tribunal Superior do
Trabalho julgou a greve abusiva em seu sétimo dia. Os petroleiros não
se intimidaram. Nem mesmo quando a direção da Petrobrás anunciou em 11
de maio a primeira lista de demitidos. Antônio Carlos Spis, coordenador
da FUP, liderava a relação de 25 nomes que a empresa comunicou à mídia.
A repressão do governo FHC estava apenas começando. No dia 24, o
Exército ocupou as refinarias no Paraná (REPAR), Paulínia (REPLAN),
Mauá (RECAP) e São José dos Campos (REVAP). No dia seguinte, os
petroleiros receberam seus contracheques zerados.
A categoria continuava impassível. Resistência era a palavra de
ordem entre os trabalhadores. Quanto mais o governo endurecia, mais os
petroleiros resistiam. O movimento ganhou o apoio de centenas de
sindicatos, estudantes, parlamentares, movimentos sociais do Brasil e
do exterior. No 23º dia da greve (26 de maio), o TST julgou mais uma
vez a paralisação abusiva e impôs multas milionárias à FUP e aos
sindicatos: R$ 100 mil por cada dia não trabalhado!
No dia 31 de maio, a CUT promoveu o Dia Nacional de Solidariedade à
greve dos trabalhadores da Petrobrás. Somos todos petroleiros, bradavam
as demais categorias em passeatas pelo país afora. No dia seguinte, uma
frente parlamentar foi formada por representantes de vários partidos,
com o compromisso de intermediar a reabertura das negociações com a
empresa. Só assim, a direção da Petrobrás aceitou voltar à mesa de
negociação e comprometeu-se a cancelar as punições e a parcelar o
desconto dos dias parados.
A FUP indicou a suspensão da greve no dia 02 de junho, o que foi
aprovado pela categoria em todo o país, com exceção dos 300
trabalhadores que ocupavam a RPBC, em Cubatão. Eles só deixaram a
refinaria no dia seguinte (3 de junho), cantando o hino nacional e
cobertos pela bandeira brasileira, em uma das mais emocionantes cenas
da greve de 1995.
Mesmo com o fim da greve, os sindicatos e a FUP tiveram suas contas
bloqueadas, o repasse das mensalidades dos associados retido e os bens
penhorados. Cada um dos 20 sindicatos que participaram do movimento
recebeu multas de R$ 2,1 milhões. Ao todo, 73 trabalhadores foram
demitidos, entre eles vários dirigentes sindicais. Mais de mil
petroleiros foram punidos, a maioria com suspensões de até 29 dias.
Para manter-se na luta, alguns sindicatos foram obrigados a atuar quase
que em clandestinidade. Tamanha repressão sofrida pelos trabalhadores e
pela organização sindical só havia ocorrido no Brasil durante a
ditadura militar.
A máscara da social democracia do PSDB foi derrubada pelos
petroleiros no primeiro grande enfrentamento dos trabalhadores contra o
projeto neoliberal. O caráter repressivo do governo de Fernando
Henrique Cardoso ficou evidente na criminosa demissão dos dirigentes
sindicais e nos canhões dos tanques do Exército apontados contra os
trabalhadores nas refinarias.
Mesmo com toda a truculência dos tucanos e demos (então PFL), dos
julgamentos viciados do TST, da campanha mentirosa da mídia, da
manipulação dos estoques de combustíveis pelas distribuidoras, entre
tantos outros ataques, a greve de 32 dias dos petroleiros, em maio de
1995, foi essencial para a história recente do sindicalismo no Brasil.
A categoria pautou na sociedade importantes discussões políticas, como
o direito de greve, a livre negociação, o papel da Justiça do Trabalho
e a liberdade de organização sindical.
A armação do gás
Em novembro de 1995, o Tribunal de Contas da União concluiu que as
distribuidoras foram responsáveis pelo desabastecimento de gás durante
a greve dos petroleiros. Fato que já era, inclusive, de conhecimento da
própria Petrobrás, segundo admitiu três anos depois o superintendente
de Recursos Humanos da empresa, José Lima Neto: “Não era de interesse
da Petrobrás na época acionar as distribuidoras por terem sonegado o
gás de cozinha”, informou em entrevista ao jornal do DCE da USP.

Reintegração dos demitidos 
O primeiro Congresso Nacional da Federação Única dos Petroleiros foi
realizado em agosto de 1995, dois meses após a greve histórica
protagonizada pela categoria. Uma das principais resoluções do
Congresso foi a luta pela reintegração dos 88 trabalhadores demitidos
nas greves de 1994 e de maio de 1995. Mais do que um objetivo
implacável, o retorno destes petroleiros transformou-se em questão de
honra que a FUP perseguiu incansavelmente ao longo de todos os anos
seguintes.
Somente em 2003, após as mudanças políticas que aconteceram em
função da eleição do presidente Lula, é que as demissões e punições
começaram a ser revistas pela Petrobrás. A FUP, através de participação
em comissões interministeriais e da postura firme nas campanhas
reivindicatórias, garantiu a anistia de 88 demissões, 443 advertências,
269 suspensões e 750 punições de trabalhadores que participaram das
greves de 94 e 95. Além disso, a luta pela anistia trouxe de volta aos
quadros da Petrobrás mais de mil trabalhadores das extintas Interbrás,
Petromisa e Petroflex.

Anistia das multas impostas aos sindicatos 
Após ter vetado em abril de 1996 o projeto de lei aprovado pelo
Congresso Nacional de anistia das multas arbitrárias impostas pelo TST,
o tucano FHC tentou, mais uma vez, barrar a anistia, dois anos depois.
Alguns sindicatos já estavam na iminência de terem seus bens leiloados
pelo Tribunal, em mais uma das explícitas demonstrações de abuso de
poder por parte do governo do PSDB/DEM. Prevendo o desgaste político
que sofreria, o presidente Fernando Henrique recuou e sancionou,
parcialmente, a lei de anistia, em julho de 1998, vetando o artigo que
dava direito aos sindicatos de receberem de volta os valores retidos
pelo TST desde 1995.
Da CUT Nacional


Em 23 de dezembro de 2011 23:21, Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva <marciocarsi em yahoo.com.br> escreveu:

 
>  
>Prezados companheiros, manos e minas.
>
>
>Caro Iacilton.
>
>
>Já que vc fala tanto da "realidade concreta", vejamos o que se passou na greve do BASA. Bancários com sangue nos olhos de um lado, do outro, quadrilha petista (braço patronal no seio do movimento dos trabalhadores), banqueiros, governo, e o Estado (Tribunal). O Iacilton diz, ou dá a entender desta forma, que devemos fazer sempre acordos, diante de uma situação desfavorável, como acabamos de ver. A saída para o Iacilton é o mote já batido de "conciliação de classes", como se os combatentes na contenda tivessem interesses comuns, quando na verdade não têm.
>
>
>Eu analiso a realidade concreta, mas sem imaginar um mundo cor-de-rosa. Por isso que eu disse que a história seria completamente outra se existisse unidade entre os bancários dos bancos federais, por exemplo. Duvido que a greve chegaria a 77 dias sem resultado algum se BB e CEF estivessem parados juntos. Mas, infelizmente, os moleques de recado do capital exortam a unidade da categoria na teoria, mas a esfacelam na prática para ficar mais fácil encaminhar o projeto dos banqueiros e do governo.
>
>
>Uma vez que não dá para contar com a direção "oficial", temos que, por nós mesmos, promover a radicalização que ocorreu no BASA para derrotados, os companheiros caíram de pé, e ensinaram aqueles, que realmente entendem "as regras do jogo" que o objetivo é justamente quebrar estas mesmas regras.
>
>
>Um forte abraço.
>
>
>Màrcio
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>________________________________
> De: iacilton b.mattos <iacilton em gmail.com>
>Para: analistabb em yahoogrupos.com.br; MRB - Movimento de Reconstrução Bancária RJ <mrbancaria em grupos.com.br>; Grupo - Funcionários-BB <bbfuncionarios em yahoogrupos.com.br> 
>Enviadas: Sexta-feira, 23 de Dezembro de 2011 9:48
>
>Assunto: Re: [analistabb] BANCO DO AMAZÔNIA - DISSÍDIO COLETIVO APÓS 77 DIAS DE GREVE
>
>
>
>  
>Prezado Márcio, 
>
>Não se trata de seguir um receituário, mas de interpretar uma realidade concreta, não conceitual. Consciente de que o "sistema" tem prerrogativas, não dá para encarar o enfrentamento como um jogo de azar.  Vamos apostar!  Isto é descompromisso. A capacidade de analisar o cenário e definir o melhor caminho é condição impositiva. 
>Historicamente, quando o conflito de interesses é direcionado para fora da área do acordo, a resultante não tem sido favorável.  É briga com cachorro grande. Não é uma brincadeira. Ciente dessa circunstância, perceber o limite do tensionamento é  fundamental.  Considerando as muitas almas que esperam o direcionamento adequado, um mínimo de compromisso   
>não pode ser apartado nestes momentos. 
>
>Iacilton 
>
>
>Em 22 de dezembro de 2011 22:59, Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva <marciocarsi em yahoo.com.br> escreveu:
>
> 
>>  
>>Seja claro, Icilton. O que vc quer dizer com esta mensagem? Vc comunga da mesma opinião da quadrilha petista?
>>
>>
>>Um forte abraço.
>>
>>
>>Márcio
>>
>>
>>
>>________________________________
>> De: iacilton b.mattos <iacilton em gmail.com>
>>Para: analistabb em yahoogrupos.com.br; MRB - Movimento de Reconstrução Bancária RJ <mrbancaria em grupos.com.br>; Grupo - Funcionários-BB <bbfuncionarios em yahoogrupos.com.br> 
>>Enviadas: Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2011 21:01
>>Assunto: Re: [analistabb] BANCO DO AMAZÔNIA - DISSÍDIO COLETIVO APÓS 77 DIAS DE GREVE
>>
>>
>>
>>  
>>Proposta do banqueiro, no 53º dia de greve  
>>
>>
>>- 10% de reajuste linear a ser aplicado sobre a tabela de cargos dos empregados, o anuênio e o qüinqüênio, sendo que 9% desse reajuste seria aplicado a partir de setembro de 2011, e o 1% restante a partir de março de 2012;
>>- Sobre as demais verbas, o Banco mantém a proposta de reajuste de 9%;
>>- O Banco propõe equiparar o piso dos empregados ao modelo da Fenaban (R$ 1.400,00);
>>- O Banco propõe a mesma fórmula de compensação dos dias parados (1h compensada para cada 2h de greve), sendo que o prazo para compensação é o dia 10 de janeiro de 2012.
>>- Caso a proposta seja aceita na assembleia de segunda-feira (21), o retorno ao trabalho seria na terça-feira, 22 de novembro.
>>
>>Em 21 de dezembro de 2011 21:42, Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva <marciocarsi em yahoo.com.br> escreveu:
>>
>> 
>>>  
>>>Prezados companheiros, manos e minas.
>>>
>>>
>>>Do jeito que falam os contraficantes, dá a entender que o povo do BASA fez greve com a intenção de levá-lo a justiça. Está claro no texto de quem acionou a justiça foi o governo e não os trabalhadores. Trata-se de uma derrota, na minha opinião, pois colocaram goela abaixo dos trabalhadores proposta manifestamente inaceitável; tanto é assim que foi rejeitada em assembleia.
>>>
>>>
>>>A bandidagem petista e seus capangas vão colocar a culpa da derrota nos próprios trabalhadores que ousaram a tomar as rédeas da própria luta diante da peleguice contumaz destes senhores. Falam tanto de "categoria unificada", mas são os primeiros a esfacelar a categoria durante a greve para facilitar a vida do governo. Isso não podemos aceitar mais.
>>>
>>>
>>>Tal derrota poderia ser evitada, se de fato, houvesse unidade nos banco federais, pelo menos. Mas com esses caras aí e uma Oposição que tenta se reerguer das cinzas deixadas pelo oportunismo e aparelhamento, ficou difícil atingir o objetivo.
>>>
>>>
>>>Embora a bandidagem burocrática debita dos trabalhadores do BASA o fato do dissídio ser ajuizado no TST, temos não só que parabenizar os companheiros, como devemos promover esta mesma radicalização para TODOS OS BANCOS. É necessário que construamos uma pauta e campanha alternativa, construída pelos trabalhadores e em seu proveito, para que tenhamos um 2012 diferente e melhor.
>>>
>>>
>>>Um forte abraço.
>>>
>>>
>>>Márcio
>>>Frente Nacional de Oposição
>>>
>>>
>>>
>>>________________________________
>>> 
>>>
>>>  
>>>12/12/2011
>>>
>>>TST julga dissídio coletivo do Banco da Amazônia no 77º dia de greve  Está claro 
>>>
>>>Crédito: Agnaldo Azevedo
>>> O Tribunal Superior do Trabalho (TST) julgou nesta segunda-feira (12) o
dissídio coletivo ajuizado unilateralmente pelo Banco da Amazônia, em
Brasília. A decisão ocorreu no 77º dia de greve dos empregados.
>>>
>>>Os ministros do TST definiram que não haverá desconto dos dias parados,
e que a compensação dos dias de greve já começa nesta terça-feira (13). 
>>>
>>>Entretanto, essa compensação se dará até o dia 30 de abril de 2012,
diferente da proposta anterior do banco cujo prazo terminaria no dia 17
de janeiro.
>>>
>>>A compensação será feita na mesma forma proposta anteriormente pelo
banco, ou seja, a cada 2 horas de greve haverá compensação de 1 hora. 
>>>
>>>O TST determinou reajuste salarial de 9%, conforme a proposta da
Fenaban; elevação do piso do 1º nível de Técnico Bancário para R$
1.520, um acréscimo de 21,32%; abono indenizatório de R$ 330 definido
por conta da discussão em torno do reembolso do plano de saúde; além da
garantia das demais cláusulas anteriormente negociadas com o banco. 
>>>
>>>Não houve propostas dos ministros do TST em relação ao reajuste do
reembolso no custeio do Plano de Saúde, limitando-se a recomendar a
continuidade da discussão entre as partes.
>>>
>>>Novamente, o TST não deu vitória aos trabalhadores, uma vez que a
decisão do Tribunal é análoga à proposta já rejeitada nas assembleias
dos trabalhadores e ainda os obrigará a trabalhar quase cinco meses
para compensar a intransigência do banco. 
>>>
>>>"O julgamento do dissídio do Banco da Amazônia no TST confirma que é
melhor investir no processo de negociação do que apostar na decisão
judicial para resolver os conflitos na campanha salarial", avalia
Marcel Barros, secretário-geral da Contraf-CUT.
>>>
>>>Também acompanharam o julgamento o vice-presidente da Contraf-CUT,
Neemias Rodrigues, a assessora jurídica da Contraf-CUT, Débora Blanco,
a presidenta do Sindicato dos Bancários do Pará, Rosalina Amorim, o
vice-presidente do Sindicato, Sérgio Trindade, o diretor da entidade,
Marco Aurélio Vaz, e o presidente da Fetec-CN, José Avelino.
>>>
>>>
>>>Fonte: Contraf-CUT com Seeb Brasília 
>>>
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