[Bancariosdebase] PMB (Partido Militar Brasileiro)
Daniel
tzitzimitl em terra.com.br
Segunda Fevereiro 7 13:16:46 UTC 2011
Olá amig em s
Precisamos ficar muito atentos a esse fenômeno. No ano passado, na
campanha de Serra, vários setores ultra-conservadores (TFP, Opus Dei)
puseram as manguinhas de fora. Logo em seguida surgiu o "movimento"
São paulo para os paulistas, propondo a expulsão dos nordestinos.
Dilma Roussef, em sua campanha, capitulou à direita religiosa e se
negou a defender direitos reivindicados pelos homossexuais e a
descriminalização do aborto.
A reorganização da direita é uma característica dos períodos de
crise, em que a burguesia tenta resolver seus problemas usando
forças fascistas para atacar os trabalhadores.
Daniel
On Dom 06/02/11 15:26 , Francisco Alberto levdavidovitch73 em yahoo.com
sent:
Uma reportagem que achei ...Muito bizarro...
Francisco Alberto
SURGE O PARTIDO MILITAR BRASILEIRO, 100% DEMOCRáTICO
por Jose Orenstein
04.fevereiro.2011 20:01:44
José Orenstein
“Nós vamos invadir o Congresso”, afirma o capitão da Polícia
Militar de Ourinhos (SP), Augusto Rosa. Mas antes que alguém se
assuste com uma nova investida da caserna no Parlamento, ele completa:
“Pela via democrática. Pelo sufrágio universal”.
O capitão Augusto é o idealizador do Partido Militar Brasileiro, o
PMB. No último dia 29 de janeiro foi realizada a convenção nacional
do partido, que já tem estatuto aprovado e mais de 5 mil
pré-filiados nos 27 Estados do Brasil – a Constituição exige pelo
menos 101 membros-fundadores em nove Estados. O próximo passo para
oficialização é, segundo o Capitão Augusto, levar a documentação
à Brasília, onde ele aterrissa neste domingo, 6 de fevereiro, para
publicar no Diário Oficial a demanda. Na segunda-feira ele faz o
requerimento ao Tribunal Superior Eleitoral e o registro no cartório
de notas.
“Onde existe o caos, é o militar que dá jeito”, afirma o
capitão, exortando sua categoria. Ele lembra que a instituição
militar – que inclui os policiais, bombeiros, a Aeronáutica,
Exército e Marinha – é das mais bem vistas pelo povo, segundo
pesquisas. “Num país eminentemente cristão, nós somos
considerados mais confiáveis que a Igreja Católica!”, exclama.
A ideia da criação de um partido militar começou a ser acalentada
pelo capitão após algumas tentativas de candidatura como suplente de
deputado estadual. Em 2003 então juntou simpatizantes e foi estudar
como se cria um partido. Oito anos depois, a ideia deu certo.
“Somos mais de 1 milhão no Brasil – e em todos os mais de 5 mil
municípios”, conta o capitão Augusto sobre a presença militar no
País. O partido já tem diretórios organizados nas 27 unidades da
Federação. E, dentro do partido, a tão importante hierarquia
militar é deixada um pouco de lado. “Tem soldado que é presidente
de diretório e general que é assessor dele”, afirma. E se diz
surpreendido ainda pelo fato dos militares proveninentes das Forças
Armadas terem aderido à sua ideia. Segundo o capitão 70% dos
pré-filiados são dessa carreira.
Ideologia. Questionado sobre a orientação do PMB, capitão
Augusto não vacila: centro-direita. E a principal bandeira é,
naturalmente, a segurança. A soberania da Amazônia e a garantia do
‘cidadão de bem’ – “aquele que não comete crimes, respeita o
outro e o patrimônio alheio”- são os temas em que o PMB pretende
concentrar esforços. “Essas progressões de pena, os indultos sem
critério nos presídios, isso é um absurdo!”,diz o militar. “Os
direitos humanos tem que ser garantidos principalmente pras pessoas de
bem”.
Mas o capitão Augusto lembra também que os presos têm seus
direitos. “Se cometeuo crime, tem que cumprir a pena, sim. E a pena
tem que ser vista não só como ressocialização do preso, mas como
castigo. Mas o preso, que perdeu seu maior direito, a liberdade, não
pode perder também a dignidade.” A situação dos presídios
abarrotados, em que os detentos “são tratados como animais”, é
uma das questões a ser atacada pelo PMB.
E o que o PMB pensa sobre o período marcante da ditadura militar?
“Somos contra. Abominamos o período. Seria covardia vincular a
ditadura conosco.Se você for ver, são 500 anos de serviços
prestados ao Brasil. A ditadura foi só 20 anos.”
Capitão Augusto é favorável a uma ampla investigação sobre o
período do regime, que esclarecesse o que aconteceu “dos dois
lados”. “A gente quer emprestar nosso patriotismo, nossa ordem ao
povo. Ele é quem. Por que o preconceito com um partido militar?”.
O PMB pretende lançar candidaturas nas eleições municipais de
2012 e 2014. No estatuto está proibida a coligação com partidos
maiores, “porque queremos marcar diferença pela retidão,diferente
de partidos pequenos que se vendem”, explica o capitão Augusto.
Mas, quando enfim for homologada a criação do primeiro partido
militar brasileiro, o capitão e fundador vai se desfiliar. É que a
Constituição impede que militares na ativa sejam filiados e
eleitos.”Isso é um absurdo. Qualque cidadão de qualquer categoria
pode se filiar e candidatar. Menos o militar”, reclama. A revisão
dessa lei é um dos objetivos do PMB – que vai contar entre os
filiados registrados no TSE apenas militares da reserva.
[1]
Site do partido: “Reserva moral do Brasil” e “100%
Democrático’
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