[Bancariosdebase] para publicação no site
Daniel
tzitzimitl em terra.com.br
Domingo Outubro 9 13:16:25 UTC 2011
Olá comp em s [1] do RN
Peço que publiquem o quanto antes no site da Frente os seguintes
textos:
1. A ditadura do microfone em São Paulo
2. A assembléia de 5/10 em SP e a luta por democracia
3. Bancários de São Paulo passam por cima da diretoria e vencem
assembléia
Saudações
Daniel
Bancários de Base – SP
Frente Nacional de Oposição
"A sociedade que aboliu a aventura tornou a abolição dessa
sociedade a única aventura possível” anônimo, pichado nos muros
de Paris no maio de 1968
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A ditadura do microfone em São Paulo
Na maior base da categoria bancária em todo o país, com mais de 110
mil trabalhadores, vivemos a ditadura do microfone. A diretoria do
sindicato, da corrente Articulação/CUT, não permite que pensamentos
divergentes sequer se manifestem em assembléia. Procedimentos
elementares da democracia são diariamente pisoteados no nosso
movimento.
Para começar, as assembléias nem sequer são diárias, acontecem
quando a diretoria quer. São marcadas em dias alternados, no menor
número possível, para restringir ao máximo os espaços de debate.
As assembléias acontecem na quadra dos bancários, no centro da
cidade, com credenciamento controlado, sendo que a burocracia pode
trazer “convidados”, “observadores” e pessoal de “apoio” a
seu critério, mas não admite que militantes de outras categorias
possam entrar para nos apoiar e contribuir. Há dias em que é até
mesmo proibido panfletar dentro da quadra! Só pode circular a Folha
Bancária, jornal do sindicato, no qual aliás, só a diretoria
escreve.
Dentro da quadra, há um palco em que se instala a mesa, cujo acesso
é bloqueado por um batalhão de seguranças contratados. Os
bancários devem ficar afastados, como uma platéia, cuja única
função é levantar o crachá para votar.
A diretoria se instala como mesa, ignorando o preceito básico de
que, em qualquer fórum dos trabalhadores, a mesa deve ser eleita pelo
plenário, com composição proporcional entre as correntes e
representação da base.
Do alto do palco, a diretoria se põe a dar informes infindáveis,
sem qualquer conteúdo político ou organizativo, exaltando sua ação
na greve, que, na verdade, não existe.
O formato da assembléia é totalmente controlado pela burocracia.
Não são acatadas propostas de encaminhamento ou questões de ordem.
As votações que acontecem são aquelas que a diretoria determina. A
mesa determina se vão haver ou não inscrições, se vão haver ou
não votações, etc.
Raramente são abertas inscrições, e quando se abrem, dezenas de
burocratas se inscrevem. Com isso, em face de um número inviável de
falas, a mesa propõe o "sorteio" de um número limitado de
inscrições, para "garantir as falas". Invariavelmente os burocratas
têm mais falas e sempre falam por último.
Na maior parte dos casos, a mesa “concede” falas para as
correntes/centrais sindicais/partidos, como se fosse um gesto de boa
vontade, e ignorando completamente os bancários que não estão
vinculados a nenhuma corrente, que são a maioria.
Lamentavelmente, algumas correntes que se reivindicam oposição,
como MNOB e Intersindical, quando têm o direito à fala, não o usam
para denunciar esse formato de assembléia e exigir falas para a base.
Usam como palanque para agitar as palavras de ordem que são
prioridade para a corrente/partido naquele momento. Não se confrontam
com a burocracia para propor medidas que possam romper com o roteiro
da burocracia e realmente democratizar o movimento.
Quando a oposição consegue falar e fazer propostas para melhor
organizar a greve, as propostas não são colocadas em votação.
Quando há votação de alguma proposta organizativa, não é dado
tempo de fazer defesas, mas a diretoria fala contra as propostas pelo
tempo que quiser. Quando se permite fazer defesas, a mesa interpreta
as propostas a seu modo e embaralha tudo numa fala só para confundir
os bancários, não dando tempo de explicar os detalhes. E o cúmulo
do absurdo, há propostas que são votadas, mas que não são
encaminhadas pela diretoria!!
Quando é votada a continuidade ou não da greve, a diretoria dá por
encerrada a assembléia e desliga o microfone, induzindo à dispersão
dos bancários. Com isso, não se discutem as medidas organizativas
mínimas para dar força e visibilidade a uma greve, como
organização dos piquetes, atos, passeatas, panfletagens, etc.
Para completar, na hora de encerrar a greve, a burocracia marca
assembléias separadas por banco (BB, CEF e privados, em locais
diferentes), no horário das 7 da noite (começando às 8 ou mais), em
acordo prévio com a direção dos bancos, que manda os gerentes e
fura-greves em massa para votar a favor das propostas rebaixadas, que
a burocracia defende desavergonhadamente como "vitória".
Esse tipo de assembléia somente acontece devido ao esvaziamento da
vida política do sindicato, que não realiza assembléias
preparatórias, plenárias, reuniões de delegados sindicais, etc., de
modo que a base se distancia cada vez mais da entidade. Nos bancos
privados (85% da base) não há qualquer tipo de trabalho de
organização, de modo que os trabalhadores não podem participar das
greves e atividades sindicais sem sofrer demissão ou retaliação, e
os poucos que participam são voto cativo da diretoria.
Os funcionários dos bancos públicos, que já presenciam essa farsa
há anos, odeiam a diretoria e se dessindicalizam em massa a cada
campanha salarial. Os que ainda aderem à greve o fazem por puro senso
de dignidade, mas em número cada vez maior se recusam a comparecer ao
verdadeiro "circo" que são essas assembléias convocadas pela
burocracia.
Isso só vai mudar quando os bancários tomarem de fato a luta em
suas mãos e se tornarem protagonistas do movimento. Essa mudança
exige um longo processo de organização e conscientização dos
trabalhadores, que deve acontecer o ano inteiro, não apenas nas
campanhas salariais.
É o que nós do Coletivo Bancários de Base estamos propondo.
Durante a greve exigimos democracia nas assembéias, exigimos o
direito à fala para todos os bancários, exigimos respeito às
decisões coletivas. E apresentamos o projeto da Frente Nacional de
Oposição Bancária, que identificamos como um sindicalismo
comprometido com a base e as lutas dos trabalhadores.
Somente juntos poderemos derrotar os patrões, os governos e seus
servidores na CUT e outras centrais governistas!
Coletivo Bancários de Base – São Paulo
Frente Nacional de Oposição Bancária
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A assembléia de 5/10 em SP e a luta por democracia
Na quarta-feira 5 de outubro tivemos a última assembléia até agora
na greve dos bancários de São Paulo. A última porque a diretoria,
não querendo reconhecer o resultado da votação, encerrou a
assembléia sem marcar a próxima.
Mas vamos começar pelo começo.
A falta de democracia é o maior obstáculo para o avanço das nossas
lutas. Cada vez mais os trabalhadores estão deixando de comparecer
às assembléias e atividades de greve por não acreditar mais na
diretoria do sindicato, que de forma autoritária, impede que se
discutam e votem democraticamente propostas que possam de fato fazer
avançar a luta.
Desde o início da greve (na verdade, desde as campanhas anteriores)
nós do coletivo Bancários de Base lutamos para que os bancários da
base de São Paulo, independente de serem vinculados ou terem simpatia
por qualquer grupo organizado de oposição, tenham o direito de falar
nas assembléias e fazer propostas.
Isso parece ser o mínimo que se pode esperar de democracia e deve
parecer inacreditável para quem está em outras bases e outros
estados, onde ainda vigoram práticas mais condizentes com a
democracia. Mas em São Paulo isso é motivo de uma verdadeira guerra!
Nesse ponto temos uma profunda divergência com os demais coletivos
que se reivindicam como oposição, o MNOB/Conlutas e
Avesso/Intersindical, que aceitam o formato da assembléia quando a
mesa lhes oferece a palavra com o critério de uma fala para cada
corrente/partido/central sindical. Ora, a grande maioria dos
bancários não é filiada a nenhuma corrente/partido/central
sindical, nem se sente contemplada pelas suas propostas! Não é
correto que o direito à palavra seja cassado aos bancários que
estão na base!
Esses coletivos aceitam a palavra como “concessão” da mesa e
não fazem uso das falas para denunciar esse formato de assembléia,
nem para exigir que sejam abertas falas para os demais bancários, nem
para colocar propostas organizativas que se choquem com o controle da
burocracia e permitam uma real participação e controle da base sobre
o movimento. A prioridade desses coletivos é usar as falas como uma
espécie de palanque para divulgar as palavras de ordem que são
prioridade para o seu partido no momento. Para isso, não se chocam
com o controle que a burocracia exerce, pois nesse caso, não poderiam
mais falar. Ou seja, contentam-se com essa migalha que são as falas
concedidas pela mesa, e colocam o seu direito à fala acima da
necessidade da categoria de se organizar para lutar!
Nas plenárias que se seguem às assembléia já apresentamos essa
posição, de que não concordamos com esse critério de falas para as
correntes, critérios que os companheiros das oposições insistem em
defender, sem garantir o compromisso de fazer a crítica ao formato
das assembléias. Em nome das necessidades da luta, buscamos
permanentemente a unidade e apresentamos propostas em conjunto com os
demais coletivos, pois a base sente que a unidade é necessária e se
afasta ainda mais quando as oposições se dividem, mas não podemos
deixar de apresentar nossa crítica ao comportamento omisso e
conivente das correntes no que se refere à questão democrática.
Depois de muita insistência de nossa parte desde a assembléia
anterior, e também no próprio dia 5/10, por meio de massiva
panfletagem, cartazes e palavras de ordem, a mesa finalmente
“concedeu” 5 falas por meio de “sorteio”, de modo que dois
companheiros da base que simpatizam com as oposições puderam falar e
apresentar propostas.
Uma das propostas colocadas por um companheiro de base é apresentada
insistentemente por nós: assembléias unificadas para deliberar sobre
as cláusulas econômicas e separação das assembléias apenas para
votar as cláusulas específicas.
O sentido dessa proposta é barrar a manobra da burocracia para
desmontar a greve em São Paulo: separar as assembléias por banco,
BB, CEF e privados em locais separados, e marcar as assembléias para
as 7 da noite (na verdade começam depois das 8) para, com a presença
massiva de gerentes e fura-greves, em acordo com a direção dos
bancos, encerrar a greve aprovando uma proposta rebaixada.
Esse é o método usado pela burocracia para encerrar a greve em São
Paulo há vários anos. Por isso exigimos assembléias unificadas.
Essa é a forma de desmontar na prática a nefasta estratégia da
“mesa única” da Fenaban, que na verdade não é única, pois na
hora de se votar as cláusulas econômicas, as assembléias são
separadas!
A única forma de barrar essa manobra é exigir a marcação de
assembléias unificadas para deliberar sobre as cláusulas
econômicas, ou seja, o índice da Fenaban e a regra da PLR. A partir
daí, decidindo em conjunto o que é comum a toda a categoria, vota-se
em separado as questões específicas. E na votação em separado, os
trabalhadores do BB, CEF e privados podem decidir ou não continuar a
greve. Não é justo que a assembléia dos bancos privados, que aprova
o índice da Fenaban, determine que nós dos bancos públicos vamos
encerrar a greve! A votação do índice da Fenaban deve ser separada
da votação da continuidade da greve! Os bancários de cada banco
devem ter o direito de continuar em greve pelas questões específicas
de cada banco!
Na hora de encaminhar essa votação, a mesa embaralhou a proposta de
assembléias unitárias com a do horário das assembléias. Mesmo
assim, nossa proposta foi vencedora! A mesa se recusou a reconhecer o
resultado por contraste, se recusou a contar os votos e encerrou a
assembléia! Enquanto exigíamos a contagem dos votos e o respeito à
democracia, os integrantes da burocracia partiram para a agressão
física, precipitando um empurra-empurra em frente ao palco.
Repudiamos a postura daqueles que se consideram donos do microfone e
donos do sindicato!
Nossa luta agora é para garantir que o resultado da assembléia seja
respeitado. Mesmo porque, juntamente com a questão das assembléias
unificadas e do horário também foi votada uma proposta das
oposições, de que não se aceite de forma alguma qualquer acordo com
o desconto dos dias ou compensação das horas. Essa questão é
fundamental, pois se trata de garantir que aqueles que lutaram por
todos não sejam punidos por fazer greve. A punição aos grevistas é
parte de uma ofensiva do governo, que quer impedir as lutas a qualquer
custo, para não perturbar a gestão capitalista do país em meio a um
aprofundamento da crise global do sistema.
Por isso vamos lutar para garantir que o resultado das assembléias
seja mantido. Participamos da plenária conjunta que se seguiu à
assembléia, com presença massiva da base e dos setores de
oposição, onde foram propostas iniciativas conjuntas. Acatando o
resultado da plenária, assinamos a nota conjunta sobre a assembléia,
e buscamos garantir os encaminhamentos. Fomos até a assembléia dos
Correios para tentar construir um ato conjunto, mas lá a palavra
também nos foi negada pela CTB. A ditadura do microfone não é
exclusividade da nossa categoria!
A luta para resgatar a democracia dos trabalhadores se torna cada vez
mais vital e urgente. A assembléia é o fórum máximo de
deliberação dos trabalhadores. Trata-se de uma questão de
princípio do movimento operário desde sua origem. Não podemos
aceitar jamais que o resultado de uma assembléia seja desrespeitado,
porque a direção do sindicato não concorda.
Assim que tivermos assembléia em São Paulo, vamos lutar para que as
votações da assembléia de 5/10 sejam reconhecidas:
- Não ao desconto dos dias parados ou sua compensação!
- Assembléias sempre às 16h! Assembléia conjunta para deliberar
sobre a proposta da Fenaban e assembléia específica para os acordos
específicos!
Bancários de Base – SP
Frente Nacional de Oposição Bancária
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BANCÁRIOS DE SÃO PAULO PASSAM POR CIMA DA DIRETORIA E VENCEM A
ASSEMBLÉIA
Direção do sindicato manobra e encerra assembleia para não
reconhecer derrota em votação.
Depois de 8 dias de greve e de muita insistência, os bancários de
São Paulo conseguiram, na assembléia de 05/10, apresentar propostas
que expressassem a vontade da base.
A diretoria do sindicato, majoritariamente composta pela
Articulação/CUT, usualmente se esconde atrás de um pelotão de
seguranças, e do alto do palco da quadra dos bancários, se arroga o
direito de abrir ou não inscrições, encaminhar ou não as
propostas. Quando são abertas inscrições, dezenas de diretores se
inscrevem, e diante de um número “inviável” de falas, a mesa
“sorteia” 5 felizardos para falar. Os componentes da CUT sorteados
usam o tempo para repetir as mesmas orientações já veiculadas
exaustivamente pela mesa.
Os bancários que estão na base, no dia a dia dos piquetes, usaram
seu tempo para fazer propostas para que o movimento avance.
1) Carta à presidenta Dilma pedindo abertura de negociações. Hoje
o governo federal é o principal empecilho para as negociações tanto
dos bancários como dos correios. A carta à Dilma é uma forma de
pressionar o governo a voltar à mesa de negociação para atender as
demandas dos trabalhadores.
2) Passeata conjunta com outros setores em greve como correios e
judiciário federal. O objetivo é utilizar esta unidade para ampliar
a pressão sobre o governo, repetindo o sucesso da passeata de
sexta-feira passada.
3) Utilização da Folha Bancária (jornal do sindicato) como
instrumento para organizar e fortalecer nossa luta, divulgando todas
as propostas feitas pelos diversos bancos, bem como os acordos
fechados nas assembléias pelo país. BRB, Banrisul e Banpará já
fizeram propostas, em muitos aspectos superiores até mesmo à pauta
apresentada pela CONTRAF-CUT à Fenaban, mas elas não são divulgadas
pelo sindicato, nem na Folha Bancária, nem no site da entidade.
Devemos utilizar este jornal também para denunciar os gerentes
assediadores, citando seus nomes, começando pelo gerente-geral do CSL
(Banco do Brasil), Sr. Leonel, já famoso pela prática de assédio
sistemático (na Folha Bancária de 06/10, já está estampado o nome
deste gerente).
4) Não aceitar propostas que tragam o desconto dos dias parados ou
sua compensação. O governo Dilma decidiu atropelar o direito de
greve e, frente a qualquer greve, está pressionando pelo desconto dos
dias parados para desmoralizar os grevistas. Foi o que tentou fazer
nos correios, mas as assembléias não aceitaram. Por isso esta
questão se transformou em estratégica para nossa luta hoje e nos
anos vindouros.
5) Estabelecer o horário de 16h para as assembléias, e apreciar a
proposta econômica da FEBANAN em assembléia unificada. O objetivo é
dificultar a vinda de setores que não estão em greve e que só
aparecem para votar pela aceitação da proposta. Também o objetivo
é que lutemos e decidamos juntos sobre a proposta da FENABAN.
A diretoria do sindicato, por pressão da base, aceitou as três
primeiras propostas, mas se opôs às duas últimas e perdeu as duas
votações. Gostaríamos de reafirmar a importância destas duas
propostas. Na verdade o que está em jogo é o direito de greve. O
desconto dos dias parados que o governo quis impor nos correios, o
interdito proibitório que o BB foi o primeiro a utilizar, o envio de
centenas de fura-greves para as assembléias para terminar com as
greves são práticas anti-democráticas que temos que combater.
Na votação da proposta sobre o desconto dos dias parados, a mesa
retirou sua oposição após perder a votação. No entanto, na
segunda, sobre o horário das assembléias e sua unificação, a
diretoria perdeu a votação mas não reconheceu o resultado, e se
recusou a contar os votos. E, de forma absurdamente anti-democrática,
encerrou a assembléia.
A falta de democracia acabou levando a um conflito ao final da
assembléia. O conflito era desnecessário. A melhor forma de garantir
nossa unidade é discutir as propostas, votá-las e, se há dúvidas,
contar os votos. Que vença a melhor. Atropelar o processo
democrático por perder uma votação só leva à divisão e ao
enfraquecimento.
Os bancários presentes, dando mostras de disposição de luta e
organização, permaneceram reunidos para garantir o cumprimento das
propostas votadas! Bancários independentes em conjunto com as
correntes de oposição discutiram democraticamente e de forma
unitária as tarefas necessárias para fortalecer a greve. Os
trabalhadores tomaram a luta em suas mãos!
A vitória da greve é uma necessidade de todos nós. Continuaremos a
ir às assembléias após os piquetes para lutarmos por um espaço
democrático onde todos possamos discutir e decidir os rumos do nosso
movimento. Chamamos todos os bancários em greve a fazer o mesmo. A
próxima assembléia ainda não está marcada. Devemos permanecer em
alerta e, quando convocada a assembléia, comparecermos todos para
fazer valer a nossa vontade!
- Pela vitória dos bancários! Pelo atendimento de todas as
reivindicações!
- Vamos encaminhar a passeata conjunta dos setores em greve!
- Não ao desconto dos dias parados ou sua compensação!
- Assembléias sempre às 16h!
- Assembléia conjunta para deliberar sobre a proposta da Fenaban e
assembléia específica para os acordos específicos!
Assinam esta nota:
Bancários independentes
Coletivo Avesso
Coletivo Bancários de Base / Frente Nacional de Oposição Bancária
Movimento Nacional de Oposição Bancária (MNOB / CSP-Conlutas)
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