[Bancariosdebase] Proposta de artigos para o jornal
Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva
marciocarsi em yahoo.com.br
Domingo Julho 8 21:43:16 UTC 2012
Prezada Rosana.
Se a matéria do momento é o assédio moral, então escreva uma nota sobre isso. A mensagem abaixo, tentei me expressar em denunciar o uso da máquina do sindicato para promover um candidato da patronal.
Um forte abraço.
Márcio
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De: Rosana Rosa <rosana.ros em gmail.com>
Para: Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva <marciocarsi em yahoo.com.br>
Enviadas: Domingo, 8 de Julho de 2012 18:32
Assunto: Re: [Bancariosdebase] Proposta de artigos para o jornal
Oi Marcio!
Me desculpa...
Acho que a questão do assedio Moral é a notícia do momento, mas, para isso seria legal fazer uma boa matéria...se temos pouco espaço... falaremos então das cadeiras. Se o rapaz vai falar da ergonomia. Ok. Eu posso dizer que a grande maioria das cadeiras da Cidade de Deus estão quebradas e fora do prazo de validade . A maioria das solicitações nas reuniões da CIPA eram que as cadeiras fossem trocadas e não consertadas como acontece. Cadeiras tem prazo de validade de 5 anos...Após este prazo vai perdendo a sua função, que é amenizar os danos a saúde do trabalhador.
Em 8 de julho de 2012 00:52, Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva <marciocarsi em yahoo.com.br> escreveu:
Prezados companheiros, manos e minas.
>
>
>Segue proposta de 3 artigos para o jornal, que seguem no corpo da mensagem e em anexo. Eu não escrevi mais pois já tem mais de 5000 toques. E ainda temos que falar da Cidade de Deus, em que o Sindicato usa a máquina custeada por todos para fazer campanha para o atual cipeiro deles, o Senhor José Eduardo, que comenta o problema da ergonomia das cadeiras usadas na Cidade de Deus. A Rosana poderia fazer uma notinha sobre isso?
>
>
>Um forte abraço.
>
>
>Márcio
>
>
>Campanha salarial
2012 – A campanha que queremos e precisamos.
>Reposição
de perdas salariais nos bancos públicos e privados, estabilidade de emprego, isonomia
de direitos entre bancários que exercem a mesma função; delegados sindicais em
todos os bancos; fim da mesa única, incorporação da comissão ao salário; fim
das metas, incorporação dos empregados terceirizados ao quadro do banco (e
facilitação de ingresso nos bancos públicos); piso do DIEESE (R$ 2.329,35). São
alguns dos itens que compõe a Pauta Alternativa da FENABAN aprovada no Encontro
da Frente Nacional de Oposição Bancária (FNOB) em Belém-PA nos dias 16 e 17 de
junho de 2012, a ser apreciada pela categoria bancária em assembleia.
>Porém,
mais do que uma pauta de interesse dos bancários, é necessário que todo o
processo da Campanha Salarial seja conduzido com a participação da base e sob o
seu controle. É necessário que haja assembleia para aprovação da pauta
alternativa amplamente convocada; é necessário que os bancários façam parte da
mesa de negociação junto com os dirigentes sindicais. Que o fórum de delegados
sindicais tenha efetividade.
>Havendo
greve, que as assembleias sejam democráticas e que a expressão seja livre para
qualquer bancário (organizado ou não). Que não se permita manobras dos
banqueiros/governo, junto com dirigentes sindicais da CUT e seus aliados, permitindo
a participação de gestores e fura-greves nas assembleias para aprovação de
propostas rebaixadas.
>Em
outras palavras: é necessário mudar o jogo de cartas marcadas que viraram as
últimas campanhas salariais, que afastam os bancários da mobilização da luta
por melhores salários e condições de trabalho.
>Acordo de dois
anos: bancários da CEF e do Santander são as primeiras vítimas
>Sob
a justificativa de “maior tranquilidade para os bancários”, o sindicalismo
cutista está garantindo, na verdade, a tranquilidade dos patrões. A direção do
Sindicato de São Paulo Osasco e Região abraçou a causa patronal de duração de
dois anos da convenção coletiva de trabalho. Há anos que a patronal tenta
colocar a questão em pauta para enfraquecer a mobilização dos trabalhadores, mas
não tinham condições de fazê-lo. Por isso contam com seus representantes no
seio do movimento sindical: os dirigentes da CUT e seus aliados. Mas a proposta
está sendo colocada, aos poucos, guela abaixo dos bancários por meio de
renovação de acordos e aditivos específicos de cada banco. Em 2012,
presenciamos dois casos (até agora) disso: no Santander e na Caixa Federal.
>No
Santander, o sindicato fez campanha da proposta até aprova-lo em assembleia
realizada no dia 25/06. No entanto, o acordo ainda não foi assinado, pois o
banco (isto é, o patrão) ainda não concluiu “a
redação das cláusulas do aditivo e dos termos do compromisso sobre a venda
responsável de produtos, conforme o deliberado na mesa de negociação.”
>Na
CEF, a proposta foi aprovada de forma ainda mais escandalosa, pois não
passou pelo crivo da base em assembleia. No caso, o objeto em negociação
foi os critérios de avaliação e ascensão dos
bancários. A sorte dos funcionários da Caixa Federal foi selada no dia
03 de Julho, em Brasília. Segundo o dirigente Kardec de Jesus, isso dá “mais tranquilidade aos trabalhadores”.
>Bancários terceirizados:
governo dá calote em trabalhadores precarizados.
>Os
trabalhadores terceirizados do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal tomaram calote de suas respectivas empresas
contratadas por um expediente que está cada vez mais comum: A empresa
terceirizada fecha as portas, não paga os salários dos trabalhadores e o
governo não se mexe para dar assistência a estes bancários.
>No
BB, os trabalhadores que prestam serviço no Complexo Verbo Divino ficaram com
seus salários e direitos atrasados por conta do fechamento e sumiço da empresa
RODTEC a quem formalmente estavam registrados. Embora tenha entrado outra
empresa, RS Consultoria, os mesmos trabalhadores continuam prestando serviço sem resolver a
situação. O sindicato formal dos terceirizados e o sindicato dos bancários foram
inquiridos pelos delegados sindicais e ativistas daquele Complexo. Porém não se
teve resposta até o fechamento desta edição.
>O
caso dos trabalhadores terceirizados da CEF é também desesperador. A empresa PROBANK teve o contrato rescindido pela Caixa depois
de vários atrasos no pagamento de salários e direitos dos funcionários. Ocorre
que a empresa foi embora sem pagar os salários de maio. A nova empresa
condicionou a permanência das telefonistas desde aceitassem a trabalhar pela
metade do salário anterior.
>Nos
dois casos, o governo do PT é responsável direto pelo pagamento dos salários e
direitos destes trabalhadores. As direções da CEF e do BB não foram incomodados
pelo Sindicato, pois os dirigentes deste sindicato fazem parte do grupo
político do governo. Mais do que notificar formalmente a cúpula destes dois
bancos públicos, é necessário tomar medidas concretas para resolver o problema
imediato destes colegas (regularização do pagamento de salários e direitos) e
estrutural (integrá-los aos quadros
destes bancos, submetendo-os a concurso público, levando-se em consideração o
tempo que prestaram serviços precariamente), acabando com a terceirização.
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