[Bancariosdebase] Proposta de artigos para o jornal

Utopia utopia_s em yahoo.com.br
Terça Julho 10 12:30:43 UTC 2012


Olá comp em as  de bancários de base! No corpo, proposta de text ref mudançã est., conf combinado.  Penso que precisamos agilisar nosso jornal. Saudações a tod em s e até!
 
 
 
O SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE SP , A REFORMA ESTATUTÁRIA E A DEMOCRACIA NA ENTIDADE.
 
No último período têm surgido alguns sinais de interesse por parte da executiva do SEEB-SP em defender mudanças estatutárias no sentido de criar a figura do “diretor de base” na composição da diretoria de nosso sindicato.  Incomodados que estão com o “distanciamento” da direção e sua base, num momento em que não existe relação de confiança entre a diretoria e os bancári em S.  
 
 A princípio toda alteração que aponte no sentido de aprimorar as OLTs (Organização por Local de Trabalho) são bem-vindas.  Mas do nosso ponto de vista, defendemos que pra fazermos (nós bancári em s) mudanças como a criação da figura do diretor de base, precisamos antes aprovar mudanças importantes no funcionamento de nossa entidade, mudanças estas que consideramos vitais.  Pra nós a principal delas é adoção do princípio da proporcionalidade direta em todas as instâncias e foruns do sindicato, principalmente nas eleições  pra diretoria de nossa entidade.  Também entendemos como primordiais a existência de  eleições prévias (por base ou por banco, a discutirmos) pra decidirmos com o voto direto do bancário quem deve ser candidato a candidato e  acabarmos com as “indicações” realizadas por “figuras públicas”, políticos, “sindicalistas” eternizados nos aparatos, e etc.   Também tem que haver revogabilidade
 de mandatos, limitação no numero de mandatos e defendemos ainda a existência de Diretoria Colegiada, com o fim do presidencialismo e do “dono do sindicato”.   Temos acordo com o “pacote” inteiro.  Se for aprovada somente mudança pra criação do diretor de base desacompanhado das demais alterações  que propomos, apenas teremos  mais do mesmo .    Melhor então e mais importante que diretor de base,   é a existência do delegado sindical em todos os bancos junto coma estabilidade no emprego, bandeiras na prática há muito abandonada por “nossos dirigentes’‘.  A confirmar e vigiar. 
 
 
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--- Em dom, 8/7/12, Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva <marciocarsi em yahoo.com.br> escreveu:


De: Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva <marciocarsi em yahoo.com.br>
Assunto: Re: [Bancariosdebase] Proposta de artigos para o jornal
Para: "Rosana Rosa" <rosana.ros em gmail.com>, "bdbase lista" <bancariosdebase em lists.aktivix.org>
Data: Domingo, 8 de Julho de 2012, 18:43





Prezada Rosana.


Se a matéria do momento é o assédio moral, então escreva uma nota sobre isso. A mensagem abaixo, tentei me expressar em denunciar o uso da máquina do sindicato para promover um candidato da patronal.


Um forte abraço.


Márcio






De: Rosana Rosa <rosana.ros em gmail.com>
Para: Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva <marciocarsi em yahoo.com.br> 
Enviadas: Domingo, 8 de Julho de 2012 18:32
Assunto: Re: [Bancariosdebase] Proposta de artigos para o jornal


Oi Marcio! 


Me desculpa...


Acho que a questão do assedio Moral é a notícia do momento, mas, para isso seria legal fazer uma boa matéria...se temos pouco espaço... falaremos então das cadeiras. Se o rapaz vai falar da ergonomia. Ok. Eu posso dizer que a grande maioria das cadeiras da Cidade de Deus estão quebradas e fora do prazo de validade . A maioria das  solicitações nas reuniões da CIPA eram que as cadeiras fossem trocadas e não consertadas como acontece. Cadeiras tem prazo de validade de 5 anos...Após este prazo vai perdendo a sua função, que é  amenizar os danos a saúde do trabalhador.


Em 8 de julho de 2012 00:52, Mÿffffe1rcio Cardoso da Silva <marciocarsi em yahoo.com.br> escreveu:




Prezados companheiros, manos e minas.


Segue proposta de 3 artigos para o jornal, que seguem no corpo da mensagem e em anexo. Eu não escrevi mais pois já tem mais de 5000 toques. E ainda temos que falar da Cidade de Deus, em que o Sindicato usa a máquina custeada por todos para fazer campanha para o atual cipeiro deles, o Senhor José Eduardo, que comenta o problema da ergonomia das cadeiras usadas na Cidade de Deus. A Rosana poderia fazer uma notinha sobre isso?


Um forte abraço.


Márcio



Campanha salarial 2012 – A campanha que queremos e precisamos.
Reposição de perdas salariais nos bancos públicos e privados, estabilidade de emprego, isonomia de direitos entre bancários que exercem a mesma função; delegados sindicais em todos os bancos; fim da mesa única, incorporação da comissão ao salário; fim das metas, incorporação dos empregados terceirizados ao quadro do banco (e facilitação de ingresso nos bancos públicos); piso do DIEESE (R$ 2.329,35). São alguns dos itens que compõe a Pauta Alternativa da FENABAN aprovada no Encontro da Frente Nacional de Oposição Bancária (FNOB) em Belém-PA nos dias 16 e 17 de junho de 2012, a ser apreciada pela categoria bancária em assembleia.
Porém, mais do que uma pauta de interesse dos bancários, é necessário que todo o processo da Campanha Salarial seja conduzido com a participação da base e sob o seu controle. É necessário que haja assembleia para aprovação da pauta alternativa amplamente convocada; é necessário que os bancários façam parte da mesa de negociação junto com os dirigentes sindicais. Que o fórum de delegados sindicais tenha efetividade. 
Havendo greve, que as assembleias sejam democráticas e que a expressão seja livre para qualquer bancário (organizado ou não). Que não se permita manobras dos banqueiros/governo, junto com dirigentes sindicais da CUT e seus aliados, permitindo a participação de gestores e fura-greves nas assembleias para aprovação de propostas rebaixadas. 
Em outras palavras: é necessário mudar o jogo de cartas marcadas que viraram as últimas campanhas salariais, que afastam os bancários da mobilização da luta por melhores salários e condições de trabalho.
Acordo de dois anos: bancários da CEF e do Santander são as primeiras vítimas
Sob a justificativa de “maior tranquilidade para os bancários”, o sindicalismo cutista está garantindo, na verdade, a tranquilidade dos patrões. A direção do Sindicato de São Paulo Osasco e Região abraçou a causa patronal de duração de dois anos da convenção coletiva de trabalho. Há anos que a patronal tenta colocar a questão em pauta para enfraquecer a mobilização dos trabalhadores, mas não tinham condições de fazê-lo. Por isso contam com seus representantes no seio do movimento sindical: os dirigentes da CUT e seus aliados. Mas a proposta está sendo colocada, aos poucos, guela abaixo dos bancários por meio de renovação de acordos e aditivos específicos de cada banco. Em 2012, presenciamos dois casos (até agora) disso: no Santander e na Caixa Federal.
No Santander, o sindicato fez campanha da proposta até aprova-lo em assembleia realizada no dia 25/06. No entanto, o acordo ainda não foi assinado, pois o banco (isto é, o patrão) ainda não concluiu “a redação das cláusulas do aditivo e dos termos do compromisso sobre a venda responsável de produtos, conforme o deliberado na mesa de negociação.”
Na CEF, a proposta foi aprovada de forma ainda mais escandalosa, pois não passou pelo crivo da base em assembleia. No caso, o objeto em negociação foi os critérios de avaliação e ascensão dos  bancários. A sorte dos funcionários da Caixa Federal foi selada no dia 03 de Julho, em Brasília. Segundo o dirigente Kardec de Jesus, isso dá “mais tranquilidade aos trabalhadores”. 
Bancários terceirizados: governo dá calote em trabalhadores precarizados.
Os trabalhadores terceirizados do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal  tomaram calote de suas respectivas empresas contratadas por um expediente que está cada vez mais comum: A empresa terceirizada fecha as portas, não paga os salários dos trabalhadores e o governo não se mexe para dar assistência a estes bancários.
No BB, os trabalhadores que prestam serviço no Complexo Verbo Divino ficaram com seus salários e direitos atrasados por conta do fechamento e sumiço da empresa RODTEC a quem formalmente estavam registrados. Embora tenha entrado outra empresa, RS Consultoria, os mesmos trabalhadores  continuam prestando serviço sem resolver a situação. O sindicato formal dos terceirizados e o sindicato dos bancários foram inquiridos pelos delegados sindicais e ativistas daquele Complexo. Porém não se teve resposta até o fechamento desta edição.
O caso dos trabalhadores terceirizados da CEF é também desesperador. A empresa PROBANK  teve o contrato rescindido pela Caixa depois de vários atrasos no pagamento de salários e direitos dos funcionários. Ocorre que a empresa foi embora sem pagar os salários de maio. A nova empresa condicionou a permanência das telefonistas desde aceitassem a trabalhar pela metade do salário anterior.
Nos dois casos, o governo do PT é responsável direto pelo pagamento dos salários e direitos destes trabalhadores. As direções da CEF e do BB não foram incomodados pelo Sindicato, pois os dirigentes deste sindicato fazem parte do grupo político do governo. Mais do que notificar formalmente a cúpula destes dois bancos públicos, é necessário tomar medidas concretas para resolver o problema imediato destes colegas (regularização do pagamento de salários e direitos) e estrutural (integrá-los  aos quadros destes bancos, submetendo-os a concurso público, levando-se em consideração o tempo que prestaram serviços precariamente), acabando com a terceirização.
 
 
 
 
 




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