[Bancariosdebase] materia jornal Banc Base/Assédio

Utopia utopia_s em yahoo.com.br
Segunda Julho 16 12:29:27 UTC 2012









A CATEGORIA BANCÁRIA E O ASSÉDIO MORAL. 
O cotidiano de trabalho nas agências e departamentos é extenuante para a grande maioria dos bancários,  quer  seja no banco privado , quer seja no banco público. Faltam funcionários para atender com qualidade a demanda de clientes e realizar a operacionalização de contratos dentro dos prazos e exigências estabelecidas normativamente. Para dar conta do recado, a empresa obriga os funcionários a extrapolarem ordinariamente a jornada de trabalho. A prática de assédio moral é utilizada para forçar a produtividade. Casos que ocorrem em diversos locais de trabalho onde o controle dos gestores ultrapassa os limites, pressionando os funcionários de forma a impedir direitos previstos por lei, como a pausa de 10 minutos a cada 50 minutos trabalhados, (direito de todos que trabalham com digitação). O horário de almoço, por diversas vezes, é imposto unilateralmente pelos gestores, inclusive em desrespeito ao período de uma hora, que, de acordo
 com a demanda de determinado momento, é reduzido para o tempo que convier ao banco e ao seu proposto.  Peguemos por exemplo, a maior concentração bancária do pais, a sede  do BRADESCO em Osasco SP: 
O assédio moral  na cidade de Deus só não vê quem não quer. 
Várias denuncias, são  feitas através da AS 8000 e através da CIPA, existem relatos de funcionárias que foram pegas chorando nos banheiros. As chefias assediam sem nenhum pudor e sem medo de serem repreendidos. É como se nada os atingissem é como se eles fossem intocáveis, porque em alguns casos o assédio acontece com mais de um trabalhador na mesma área e vindo da mesma chefia. O assédio moral deixa o assediado com vontade de ir para casa e não  voltar mais para trabalhar, deixa o trabalhador com medo, temeroso, sensível e achando que o problema é todo com ele. O assédio na Cidade de Deus é tão comum  que o Banco soltou uma Matéria no noticiário interno sobre o assunto, dizendo que repudia todo e qualquer tipo de ação neste sentido.   Na prática , demagogia pura.   O que o trabalhador deve  e preciasa saber,  é  que pode denunciar o assédio moral para o ministério público, a denuncia será analisada o banco pode ser
 autuado e então ele é que terá que provar que não assedia e não ao contrário. 
Infelizmente esta não é uma situação isolada.  Ela acontece em toda a categoria por anos a fio sem que se solucione. 
A dificuldade de se contrapor à ideologia corporativa é imensa, dado o controle normativo  (discricionário) excessivo daqueles que detêm os chamados “cargos de confiança”, e são utilizados pela empresa como (supostos) prepostos. 
A sobrecarga de trabalho, o stress, a falta de contato humano e solidariedade, a fragmentação do trabalho, a pressão dos gestores por um lado e dos clientes por outro, criam um ambiente de trabalho insalubre que condena grande parte dos bancários a perda de saúde e qualidade de vida. Os casos de doenças provenientes do esforço laboral (físicas ou psíquicas) são cada vez mais freqüentes e, no entanto, encarados de forma naturalizada, fazendo com que se transfira a responsabilidade ao adoentado, “culpado” por não conseguir se “adaptar” às exigências da empresa. Muitos colegas, ao se aposentarem, já estão com a saúde bastante debilitada, e ao invés de poderem curtir o tempo livre passam a ter que cuidar da saúde perdida nos anos de trabalho.  Tudo somado, intensificação do assédio moral, cobrança descabida de metas com imposição de vendas casadas, situações crônicas de insalubridade, jornadas expandidas e inclusive sem
 marcação correta. Acrescente-se a isto, um numero reconhecidamente insuficiente de funcionários para desempenho das atividades,  são elementos do nosso cotidiano e nos colocam literalmente na situação de doentes. Doentes potenciais (os novos, bem novos na empresa), doentes crônicos, e sem exageros “doentes pé-na-cova”.  Exigimos: 
ü  Fim efetivo do assédio moral.  Todos ficam submetidos a uma estrutura hierárquica sustentada pelo assédio moral institucionalizado, apoiada nos cargos de confiança que fazem o funcionário se apegar ao salário dada a discrepância salarial entre os cargos comissionados e os baixos salários dos 'funcionários sem função’, os que formam a base dessa pirâmide, e por tanto os maiores prejudicados. ü  Fim efetivo do assédio moral.  Denúncia, enquadramento e penalização para a empresa e para os gestores coniventes. Assédio Moral é infração reconhecida. 
ü  Fim efetivo das metas. Trabalho sistemático de vendas-zero em tais situações. Não à venda casada e efetiva denúncia mediante determinações neste sentido. 
ü  Respeito à jornada, com a pró-atividade dos empregados mediante trabalho consistente de conscientização e atuação determinada por parte das entidades. 
ü  Exigência de exames médico/laboratoriais periódicos adequados. Fim dos exames superficiais. 
ü  Acompanhamento, cobrança e denúncia de condições físicas e ambientais inadequadas e prejudiciais aos trabalhadores,  clientes e usuários em geral. 
ü      Participação efetiva das entidades representativas dos trabalhadores quando do afastamento,  tratamento e retorno dos enfermos/lesionados, que muitas vezes se vêem prejudicados por coação, desinformação. 
ü  Fazer valer a conquista dos intervalos/pausa para todos, e não apenas para os caixas, pois na prática todos são digitadores/alimentadores de dados. 
  
  
  

 
 
 
 Ne: Rosana Rosa rosana.ros em gmail.com
Assunto: Re: [Bancariosdebase] materia encontro mnb
Para: "Utopia" <utopia_s em yahoo.com.br>
Data: Quinta-feira, 12 de Julho de 2012, 21:06



Boa noite!
  
 Direto ao assunto: Me desculpe, mas eu não sei fazer jornal como vocês, pra mim não adianta fazer um monte de notinhas. Eu penso que é melhor fazer uma boa matéria sobre um assunto do que fazer varias notinhas. O Márcio falou do rapaz que vai falar das cadeiras e eu escrevi algumas coisas pra somar e não para substituir, não entendi porque ele pediu pra eu fazer uma nota sobre o assunto... Se vamos falar sobre o assédio, penso que temos que falar do assédio, que, por si só já é demais.Não gosto da idéia de fazermos críticas a forma com que o sindicato vem trabalhando com os cipeiros deles, acho que neste jornal podemos falar de outras coisas referentes a CIPA , cadeiras por ex: e deixarmos esta questão para o jornal da CIPA. Tudo isto eu não queria falar, queria deixar a coisa rolar, ja que, não estou ajudando em nada, minha vida é uma loucura.. 
  
... Parece-me que a matéria sobre as cadeiras já esta certa, então acho conveniente falarmos sobre o assédio. 
  
O assédio moral  na cidade de Deus só não vê quem não quer. 
  
Várias denuncias são  feitas através da AS 8000 e através da CIPA, existem denuncias de funcionárias que foram pegas chorando nos banheiros. As chefias assediam sem nenhum pudor e sem medo de serem repreendidos é como se nada os atingissem é como se eles fossem intocáveis, porque em alguns casos o assédio acontece com mais de um trabalhador na mesma área e vindo da mesma chefia. O assédio moral deixa o assediado com vontade de ir para casa e não  voltar mais para trabalhar, deixa o trabalhador com medo, temeroso, sensível e achando que o problema é todo com ele. O assédio na Cidade de Deus é tão comum  que o Banco soltou uma Matéria no noticiário interno sobre o assunto, dizendo que repudia todo e qualquer tipo de ação neste sentido. Penso que se o Banco falou é porque esta querendo tirar o dele da reta. O que o trabalhador deve saber é  que pode denunciar o assédio moral para o ministério público, a denuncia será analisada
 o banco pode ser autuado e então ele é que terá que provar que não assedia e não ao contrário.

Em 12 de julho de 2012 19:55, Utopia <utopia_s em yahoo.com.br> escreveu:






segue material;
 
 
 
 
 





zação, direção e estruturação do MNOB (ponto 4);

13h30min:    Debate sobre organização e estruturação do MNOB; 
16h00min:    Votação das resoluções das moções e dos pontos 3 e 4; 
17h00min:    Encerramento do Encontro. 
 De: Cristovao Steck Brunelli 
Enviada em: quarta-feira, 11 de julho de 2012 13:44
Assunto: Encontro Nacional do MNOB em São Paulo 
  
  
Pessoas, 
neste fim de semana teremos o Encontro Nacional da Oposição Bancária-MNOB 
em São Paulo/SP. Serão bem-vindos todos os que lutam por uma campanha 
salarial de verdade, que rompa com o imobilismo/governismo da Contraf/CUT. 
Saudações com lutas, 
Cristóvão Steck Brunelli 
Conselho Deliberativo da APCEF/SP pela Oposição/CSP-Conlutas 
CIPA – Edifício Brás 
  



  

  
Boletim Nacional da Campanha Salarial Alternativa 
Julho de 2012 
Especial BB e CEF 
  
Reposição das perdas, 6 horas pra todos e isonomia já! 
Por uma campanha salarial de verdade! 
Os bancários desejam mudar os rumos da campanha salarial. Os acordos 
de final de greve secundarizam as principais reivindicações da categoria e, a 
exemplo do ano passado, após três semanas de mobilização, recebemos apenas 
1,5% além da proposta inicial. Nenhum bancário aguenta mais essa situação. A 
greve vira um filme com começo, meio e fim já conhecidos por todos. Mas a 
categoria pode mudar essa situação. Para isso, é necessário um sindicato 
independente, classista e de luta. 
Na Caixa, o maior anseio dos bancários é a conquista da isonomia. O 
MNOB pressionou o Conecef (Congresso Nacional dos Empregados da CEF) 
e conseguiu aprovar um encontro aberto em São Paulo para discutir e fortalecer 
a luta pela isonomia. Porém, para haver mudanças reais nos rumos da campanha, 
precisamos que ele seja discutido na base. O MNOB organizará uma campanha 
na base e construirá um calendário com paralisações nas principais 
concentrações da Caixa no país, reafirmando à direção do banco, ao governo 
Dilma e à Contraf/CUT que a categoria não está disposta a acabar com essa 
campanha salarial sem resolver a questão da isonomia. 
Já no BB, com o apoio do MNOB, os colegas das Centrais de Atendimento 
estão demonstrando como se faz uma campanha salarial de verdade. No dia 12 
de junho, tiraram do ar por duas horas o atendimento telefônico do BB. Eles 
exigem comissão de 55% para os atendentes e, ainda, a unificação das comissões 
de atendente B e A. Até a greve, todo quinto dia útil vai ter paralisação. É 
preciso garantir uma campanha nacional pela jornada de 6 horas. Não dá mais 
para aceitar que esse problema seja jogado para a mesa de enrolação. Em 
Curitiba, bancários da base criaram um abaixo-assinado exigindo que o banco 
cumpra a jornada legal. O MNOB vai encaminhá-lo a todo o país. Os sindicatos 
ligados ao MNOB já entraram com ação coletiva para resolver essa pendência. 
É uma vergonha que a Contraf/CUT não faça o mesmo em seus sindicatos. 
Por fim, é preciso retomar a reivindicação das perdas salariais dos 
bancários, esquecida completamente pela Contraf/CUT, que segue enganando 
a categoria com o discurso do "aumento real" e da Mesa Única da Fenaban, 
que na prática tem servido para blindar o governo e evitar as negociações 
diretas com os bancos públicos. Só a mobilização da categoria mudará esta 
campanha salarial, derrotando o governo Dilma – que planeja apenas “repor a 
inflação” no salário pago pelas estatais – e as direções governistas que estão 
à frente da maioria dos sindicatos. O MNOB acredita que, com os gigantescos 
lucros acumulados, é obrigação atender às reivindicações da categoria. 
  
Não à pauta rebaixada da Contraf/CUT! 
Uma mudança real na campanha passa por não abrir mão das 
reivindicações da categoria e pela democracia no movimento. Temos que inverter 
a lógica da Contraf/CUT, que esconde as perdas salariais da categoria e 
controla integralmente o processo de negociação. Uma demonstração muito 
clara disso é que a Contraf/CUT aprova uma pauta rebaixada nos congressos 
e conferências, mas não a remete para avaliação da categoria, em assembleias 
de base. Não aceitamos isso e, por essa razão, estamos ao lado dos sindicatos 
de Bauru, Rio Grande do Norte e Maranhão, que também não aceitam a pauta 
rebaixada da Contraf/CUT e continuarão apresentando uma pauta alternativa, 
que contemple verdadeiramente os anseios da categoria e que seja discutida 
e votada pela base. Não vamos colocar para baixo do tapete as principais 
reivindicações dos bancários, que passam pela reposição das perdas, pela 
volta do antigo PCS do Banco do Brasil, isonomia, estabilidade no emprego 
para os bancários do setor privado, etc. 
  
  
Todos ao Encontro do MNOB/CSP-Conlutas! 
O Movimento Nacional de Oposição Bancária (MNOB) se formou na 
greve de 2004. Naquele ano, os bancários pegaram a campanha nas mãos, 
passando por cima da direção. Os sindicatos cutistas já tinham fechado um 
acordo com o governo e com os banqueiros, mas nas assembleias em todo o 
país os bancários rejeitaram as propostas e iniciaram uma greve que durou 
30 dias. Após a greve, uma conclusão fundamental foi a necessidade de 
mudar a direção do setor bancário. No país inteiro se organizaram oposições 
aos atuais sindicatos cutistas. 
Em todas as campanhas desde 2006 o MNOB apresenta uma pauta 
alternativa que se contrapõe à pauta rebaixada da Contraf/CUT. Os sindicatos 
ligados ao MNOB são vanguarda na luta pelos direitos da categoria e 
defendem independência dos banqueiros e do governo. As oposições estão 
na linha de frente da organização e das mobilizações da categoria, sendo 
maioria na base das principais concentrações de bancos públicos do país. 
Nos dias 14 e 15 de julho vamos realizar o encontro do MNOB na 
cidade de São Paulo. No encontro vamos debater iniciativas para romper 
com a paralisia que a Contraf/CUT impõe à categoria. Vamos discutir o 
sistema financeiro do país, a política para a campanha salarial e estratégias 
para avançar na organização do MNOB, essa ferramenta que foi construída 
para dar respostas nacionais à luta dos bancários, em função da política de 
colaboração com os banqueiros e a subserviência ao governo que é assumida 
pela maioria das direções sindicais. 
Queremos fazer um convite a todos os insatisfeitos com a política da 
Contraf/CUT, que, mesmo não sendo orgânicos ao MNOB/CSP-Conlutas, 
estejam presentes no encontro. Todos os lutadores que querem uma campanha 
salarial de verdade serão muito bem-vindos! 
  
Congressos da CEF e do BB 
Entre os dias 15 e 17 de junho ocorreram em Guarulhos (SP) o Congresso 
Nacional dos Empregados da CEF e o Congresso dos Funcionários do BB. É 
onde, todos os anos, são discutidas e aprovadas as reivindicações específicas 
dos trabalhadores. Essas reivindicações farão parte das negociações da 
Campanha Salarial 2012. Infelizmente, os congressos nacionais por bancos já 
não possuem mais o mesmo caráter de combatividade e disposição para a luta 
como no passado, devido à condução antidemocrática da Contraf/CUT e sua 
direção majoritária: a Articulação Bancária. 
O MNOB (Movimento Nacional de Oposição Bancária) esteve presente 
nesses congressos, representado pelas oposições de SP, RJ, MG, BA, RS, SC e 
CE, além do Sindicato do Maranhão. A participação do MNOB foi importante 
por dois motivos: por politizar os debates, que há muito foram abandonados 
pelos cutistas e governistas que organizam os congressos, bem como para 
disputar, junto aos demais setores descontentes que seguem participando dos 
congressos, a retomada das pautas da categoria e condução da campanha 
salarial. 
  
  
28o Conecef 
A falta de compromisso da Contraf/CUT ficou clara ao longo de todo 
o congresso. Sabemos que a Contraf/CUT não vem divulgando nem jogando 
peso na participação dos bancários no Conecef. Isso facilita o controle da 
definição da pauta de reivindicações, que hoje estão mais de acordo com os 
interesses da empresa que dos funcionários do banco. Nas plenárias e nos 
grupos temáticos havia uma intenção clara de prejudicar o tempo dos debates 
sem informar aos presentes o que estava ocorrendo. Foi na plenária final 
(onde foram votadas as propostas que entrarão na minuta do acordo 
coletivo) que ocorreram as principais polêmicas. 
Junto de outras correntes, o MNOB defendeu pontos como: reposição 
das perdas salariais do período FHC, isonomia, 6 horas de trabalho para 
todos, fim da CCV, fim do fator previdenciário e contra o fator 85/95, maior 
participação dos delegados sindicais e bancários da base. Os cutistas 
posicionaram-se contra as principais bandeiras de luta históricas da 
categoria. Felizmente, conseguimos aprovar um encontro aberto para discutir 
a isonomia antes de setembro. 
  
23o Congresso do BB 
O tema do Congresso do Banco do Brasil foi "BB: Banco público de 
verdade". Mas, já nos debates em grupos, ficou claro que esse slogan era 
somente para propaganda. No plenário final, a rejeição da proposta de que o 
banco deveria voltar a ser 100% estatal deixou claro que não existe nenhum 
interesse da Contraf/CUT em mudar os rumos do BB. Na verdade, o que se 
viu foi uma defesa envergonhada do governo Dilma (PT) e da sua política 
tímida de redução das taxas de juros. A resolução sobre a estatização do 
sistema financeiro é somente para os dias de festa. Prova disso é que nem o 
site da Contraf/CUT, nem o do Sindicato de São Paulo/CUT publicaram essa 
resolução entre as principais do congresso. O Congresso do BB, mais uma 
vez, frustrou os funcionários que esperavam algum avanço. O ápice foi a derrota 
da proposta de assembleias em todo o país para garantir uma campanha nacional 
pelas seis horas. Também foram rejeitadas a reposição de perdas, a luta pelo 
antigo PCS e, pasmem!, até a construção de creches nas concentrações do 
banco. Os bancários incorporados pelo BB também saíram do congresso sem 
nenhuma garantia de que seus direitos serão defendidos. 
  
  
Assédio aos atendentes 
O congresso do BB não aprovou que nomes de assediadores 
fossem publicados nos jornais dos sindicatos. Mas aqui, ao contrário 
dos governistas da CUT, nós publicamos, pois não temos rabo 
preso, acordo ou compromisso com o banco e seus gestores. 
Antes de uma mobilização em que o MNOB esteve na linha de 
frente, o senhor Claudio Rocha, gerente geral da Central de 
Atendimento, violou o direito dos bancários se organizarem e lutarem 
por suas reivindicações. Ele ameaçou descontar as horas paradas 
na mobilização. Depois, fez uma anotação na GDP (avaliação semestral) dos 
funcionários, acusando-os de fraudar o ponto eletrônico. Chefete! 
Essa prática tem o nosso total repúdio, e os funcionários da CABB 
não vão se intimidar. No próximo quinto dia útil, os colegas da CABB 
farão uma nova paralisação. 
  
Quem não tem rabo preso dá nome aos bois: 

  
  
Em que mundo vivem os cutistas? 
Mais uma vez os cutistas estão se escondendo atrás de uma 
consulta fajuta para poderem justificar suas pautas rebaixadas. 
Reflexo disso é que, nos congressos dos bancos públicos, eles alegaram 
que todas as últimas campanhas salariais "têm sido vitoriosas" e que 
o governo petista está "melhorando a vida dos bancários". Para eles, 
"não existem perdas salariais" e o PCR (Plano de Carreira e 
Remuneração) do BB "é uma grande conquista da categoria". 
Como essa campanha mais uma vez será levada à mesa única de 
negociação, essas mentiras fatalmente serão levadas à 
conferência nacional. Em que mundo esse povo vive? Será que 
sobrevivem com um salário de Técnico Bancário ou Escriturário? 
Claro que não! 

  
  
Dirigente sindical não deve ganhar mais que o funcionário da ativa 
Vergonhosamente, os cutistas defenderam que os sindicalistas devem 
ser comissionados automaticamente, com o falso argumento de que são 
perseguidos pelo banco. Isso é um desrespeito aos funcionários que todos 
os dias são assediados para cumprir metas ou são perseguidos por lutar 
pelos direitos da categoria. 
Defendemos que o salário do sindicalista deve ser obrigatoriamente o 
mesmo de antes da liberação e que seu mandato seja controlado pelos 
bancários. Não podemos transformar o sindicalismo em meio de ascensão 
social e, por isso, o MNOB/CSP-Conlutas votou, em ambos os congressos, 
pela resolução que não permite qualquer alteração da remuneração dos 
sindicalistas e contra a resolução aprovada que dá poderes às federações e 
sindicatos para fazerem acordos em separado sobre esse tema. 
  



  
Todos ao Encontro Nacional do MNOB 
  
O Sindicato dos Bancários de Bauru e Região/Conlutas e o Sindicato de Bancarios do Maranhão/SEEB-MA 
convidam todas os bancários e entidades bancárias do Brasil, comprometidas com a luta de verdade, para participarem, 
nos dias 14 e 15 de julho, em São Paulo , do Encontro Nacional do Movimento Nacional de Oposição Bancária (MNOB). 
  
Neste importante evento serão debatidas iniciativas para romper com a paralisia imposta à categoria pela governista Contraf/CUT. 
Serão discutidos temas como o sistema financeiro, a política e estratégia para a campanha salarial 2012 e plano de ações 
para avançar na organização do MNOB, construído para responder nacionalmente à luta dos bancários, em função da política 
de colaboração com os banqueiros e a submissão ao governo, assumida pela maioria das direções sindicais. 
  
O convite se estende também a todos os insatisfeitos com a política da Contraf/CUT, que, mesmo não sendo orgânicos 
ao MNOB/CSP-Conlutas, estejam presentes no encontro. Todos os lutadores que querem uma campanha salarial de 
verdade serão muito bem-vindos! 
  
Local :SINTRAJUD/SP, situado à Rua Antônio de Godói, 88, 15º andar, Centro, na cidade de São Paulo/SP, 
próximo ao metrô São Bento. 
  
PROGRAMAÇÃO: 
Dia 14 de julho - Sábado 
08h30min:    Credenciamento/Abertura com saudações dos representantes das entidades/oposições e correntes políticas presentes; 
09h00min:    Discussão e votação do regimento aprovado pela Coordenação Nacional; 
09h30min:    Painel com debate sobre conjuntura e sistema financeiro com o ILAESE; 
11h30min:    Fim do Credenciamento/Apresentação das teses sobre situação da categoria, tática e organização de base e iniciativas para a campanha salarial 2012 (ponto 1); 
12h30min:    Almoço; 
13h30min:    Debate sobre situação da categoria, tática, organização de base e iniciativas para a campanha salarial 2012; 
16h00min:    Apresentação das teses sobre eixos centrais de reivindicação e elaboração das pautas (ponto 2); 
16h30min:    Debate sobre eixos centrais de reivindicação e elaboração das pautas; 
17h30min:    Votação das resoluções sobre os pontos de conjuntura, sistema financeiro e pontos 1 e 2; 
18h00min:    Encerramento dos trabalhos do dia. 
  
Dia 15 de julho – Domingo 
09h00min:    Apresentação das teses sobre balanço do MNOB (ponto 3); 
10h00min:    Debate sobre balanço do MNOB; 
12h00min:    Almoço; 
13h00min:    Apresentação de teses sobre organi 
  

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