[Bancariosdebase] CONVITE/CONVOCAÇÃO ao Vº Encontro da FNOB

Daniel tzitzimitl em terra.com.br
Sábado Novembro 17 01:59:53 UTC 2012


   

	Companheiro Márcio e demais 
	Pode ser que a minha irritação com o companheiro tenha se devido a
que eu estava doente, com febre e dor de cabeça no dia. 
	Mas vamos tentar tratar dos problemas políticos. 
	Sobre a convocação da plenária, a presença é sim um critério
objetivo para medir o quanto a atividade era viável. Se conversamos
pessoalmente com 10 pessoas e 5 confirmam que vão comparecer, é
sinal que pelo menos 1 vai comparecer e se deve manter. Se convidamos
10 pessoas, mas só 1 diz que vai comparecer, seria totalmente
aceitável informar depois a esse 1 que a atividade estava suspensa.
Na minha opinião, o que deveríamos ter feito antes do sábado era
uma simples soma de quantas pessoas disseram pessoalmente que iriam,
para avaliar se era viável ou não manter a plenária. Fizemos uma
especulação muito vaga sobre a presença hipotética das pessoas e
não um cálculo racional, mas isso serve de lição para tentativas
futuras. E se tivéssemos considerado a plenária inviável para a
data escolhida, isso em nada desabonaria a militância dos
companheiros Israel e Márcio, nos complexos, a qual, isso sim, não
é medida pela capacidade dessa convocação, mas por uma série de
outros fatores, os quais me levam a avaliar a que fazem um trabalho
excelente. 
	Sobre as intervenções, desde que a atividade começou até o
momento em que se encerrou o horário combinado com o Sintrajud, as
falas transcorreram livremente. Não foi contado o tempo de ninguém,
nem o seu. Você se inscreveu duas vezes e falou o que teve vontade,
do mesmo jeito que todo mundo. Quando se encerrou o tempo previsto,
depois das 17:00 hs e se passou para os encaminhamentos, eu já não
tinha mais controle como mesa e as pessoas se auto-inscreviam e
tomavam a palavra, e ninguém foi tolhido nem por mim, que já não
era mais mesa, nem por ninguém. 
	Sobre o que os companheiros da LER disseram, vamos devagar, não
houve nenhuma bobagem. O conteúdo do que eles propuseram em relação
à campanha em defesa do Messias não tem nada de errado. Eles não
propuseram “defendam o Messias porque ele é um super homem”,
disseram “defendam o Messias porque é importante defender todos os
ativistas da categoria, idependente de qual corrente sejam”. Se o
movimento não puder defender os seus ativistas, não poderá
conseguir conquistas. Não há nada de errado em colocar o nome do
Messias na campanha, isso não é incompatível com o conteúdo de
defesa dos ativistas em geral, ou defesa da liberdade sindical, como
você chama, ou da organização dos trabalhadores, etc. Outra coisa,
eles tem todo o direito de se recusar a trabalhar com uma cartilha que
nós escrevemos. Eles têm o direito de ter divergência e isso não
é trivial. Pode ser que a divergência seja porque a cartilha não
fala na Quarta Internacional, ou por qualquer motivo. Nós também
temos o direito de recusar o material de outro coletivo, não há
problema nisso. 
	Sobre as suas intervenções, aí sim, vários problemas. Você disse
que no período anterior ainda era possível brincar de militância,
mas agora não é mais. Tudo errado: em período nenhum se pode
brincar de militância, a militância é algo muito sério, em
qualquer período, de ascensou ou refluxo, de democracia ou de
ditadura, etc. E se alguém brinca de militância, de quem se trata?
Nós brincávamos de militância e agora não brincamos mais? O MNOB
brincava de militância? A LER brinca de militância? Era uma indireta
para eles? Se é isso que se quer insinuar, é algo bastante
deselegante, para se dizer para um coletivo com o qual nunca se atuou
em conjunto antes! Ou então, estava querendo dizer que todos brincam
de militância, mas só nós militamos de verdade, o que seria uma
tremenda jactância, também extremamente deselegante. Você disse que
não adianta ter uma concepção de trabalho de base bonitinha no
papel, porque só isso não vai adiantar. O problema: aquilo que o
companheiro falou sobre trabalho de base está corretíssimo. Ele deu
a descrição correta do que é a função de delegado sindical:
representar os trabalhadores da sua base, não as idéias e interesses
da sua corrente. Pode-se até desconfiar de que eles não vão agir
assim, mas é preciso dar tempo ao tempo e esperar para ver como de
fato eles agem. Você disse que o que acontece na Argentina e na
Europa tem pouca importância, porque o importante no Brasil é a
queda do spread bancário. O problema: você sabe o que está
acontecendo na Argentina? Conhece a estrutura sindical de lá? Sabe o
que é a CGT, a maior burocracia sindical do país, que é dirigida
há 70 anos pelos peronistas, pois no país nunca houve uma
organização classista e de massa, como a CUT? Sabe o que é a CTA,
um racha burocrático da CGT, que se apresenta com verniz de esquerda,
mas na prática não é nada diferente? Sabe que a burocracia sindical
argentina é tão mafiosa que assassinou um militante do PO em 2011?
Sabe que a Argentina está passando por uma renovação geracional do
seu proletariado, depois do “Argentinazo” de 2001, com um
crescimento econômico escorado nas exportações de commodities e de
automóveis para o Brasil? Sabe que essa nova geração de
trabalhadores argentinos é uma equivalente da nova geração de
trabalhadores que têm protagonizado muitas greves e manifestações
no Brasil? Sabe que na Argentina a atuação da esquerda
revolucionária se dá nas chamadas “internas”, o equivalente a
CIPA, comissão de fábrica, delegado sindical ou diretor de base que
existem aqui? Companheiro, antes de menosprezar as contribuições dos
outros, é preciso fazer a lição de casa! 
	Sobre o histórico do Coletivo Bancários de Base, uma coisa é uma
coisa, outra coisa é outra coisa! O passado do Coletivo Bancários de
Base é uma coisa e o presente da reunião com a LER é outra! A LER
não está entrando para o Coletivo Bancários de Base, eles têm o
coletivo deles e nós fazemos parte de outro coletivo. A LER não pode
pagar pelo que os integrantes de outras organizações fizeram ao
participar do Coletivo Bancários de Base. Os militantes de outras
organizações cometeram vários erros, a LER ainda não cometeu
nenhum conosco (pelo menos ainda não em bancários, embora já tenham
cometido em professores e em universitários, o que deve nos deixar de
sobreaviso). Não se pode ser tão agressivo com eles apenas pela
suposição de que vão agir errado, baseado em como agiram no passado
em outras frentes. 
	E sobre o que os militantes de outras organizações fizeram no
passado, no Coletivo Bancários de Base, aí sim acho que você tem
toda razão. Quando nós do Espaço Socialista ingressamos no Coletivo
Bancários de Base, havia companheiros que defendiam a Intersindical e
nós defendíamos a Conlutas. Deixamos isso claro desde o começo.
Defendemos as nossas posições como todos defendiam as suas, e nunca
deixamos de cumprir as tarefas do Coletivo Bancários de Base, de
panfletar, de cotizar, de reunir, etc. Permanecemos no Coletivo
Bancários de Base e no MNOB até 2010, quando saímos do MNOB,
conforme combinado, já na perspectiva de construir outra oposição
bancária nacional, que hoje é a FNOB. A essa altura, porém, aqueles
companheiros já haviam saído do Coletivo Bancários de Base. Aquilo
que defendemos como tese do Coletivo Bancários de Base em 2009, a
reestruturação da oposição nacional, com base em princípios,
democracia, respeito à base, é o que defendemos agora e vamos
defender no Encontro de Porto Alegre. Quanto aos outros companheiros,
onde estão agora? Porque saíram do Coletivo Bancários de Base? Cada
um teve seus motivos, alguns não estão mais na categoria, outros
estão defendendo seus projetos em outras correntes. Mas nós
permanecemos. Apostamos no Coletivo Bancários de Base. Quando o
companheiro Israel se aproximou do Espaço Socialista, explicamos que
a nossa atuação em bancários é feita através do Coletivo
Bancários de Base e assim está sendo. Claro que cometemos erros ao
longo desse período, mas nunca abandonamos o compromisso com o
Coletivo Bancários de Base, como os militantes de outras
organizações fizeram. 
	Mas para fechar essa discussão, acho que o companheiro expressou o
trauma e o desgaste que foi a convivência com militantes de outras
organizações. Também acho que não precisamos passar por esse
desgaste de novo. Devemos construir o Coletivo Bancários de Base com
base no acúmulo que já temos ao longo desses anos, e apostar nesse
projeto. A unidade com outras correntes, quando acontecer, será
discutida ponto a ponto, respeitando a autonomia e as concepções de
cada coletivo. Não precisamos nos desgastar por antecipação com a
LER. Acho que você se exaltou sem necessidade na reunião de sábado.

	Se o companheiro acha que vai se desgastar demais discutindo com
eles, podemos discutir essa tarefa de fazer reuniões com os outros
coletivos. Você pode se dedicar a outras tarefas, e outros
companheiros se reúnem com eles. 
	Vamos debater isso melhor quando tivermos outra reunião do Coletivo
Bancários de Base. Para deixar mais clara minha proposta em relação
à data de reunião, proponho a segunda-feira à noite, dia 19. 
	Daniel 
 _________________________________________ 
 “So, understand! You waste your time always searching for those
wasted years! 
 Face up! Make your stand! And realize your living in the golden
years!” 
 “Então, entenda! Você perde seu tempo sempre buscando por aqueles
anos perdidos! 
 Encare! Tome uma posição! E perceba que você está vivendo nos
anos dourados!” 
 Iron Maiden, “Wasted Years” 
 _________________________________________ 
 On Sex 16/11/12 01:32 , Márcio Cardoso marciocarsi em yahoo.com.br
sent:
   Prezados companheiros manos e minas. 
  Camarada Daniel. 
  1- o critério para se dizer que foi acertado ou não suspender a
plenária de sábado não é, do me ponto de vista, a presença
física de bancários não organizados. Que demos um passo maior que
as pernas, isso eu não tenho dúvida, mas esta certeza só tive com a
realização da  reunião. Mas será que não podemos tirar uma
lição disso? Será que fomos unificados politicamente fazer a
convocação?  Eu tenho feito m trabalho no SAC, que o Israel estava
acompanhando e acreditei que o nosso trabalho (entre intervenção na
SIPAT e acompanhamento pelo Israel pudessem ter alguns frutos....mas
infelizmente não foi suficiente. Isso sem dizer do excelente trabalho
que i Israel eta fazendo na VB 
  2-o fato de não ter bancário não organizado não que dizer que
não tinha base: todos os presentes trabalham. A questão a saber é ,
mesmo estando na base, quem esta lutando pelos seus interesses ou
pelos interesses alheios. 
  Quanto a minha intervenção... Bom... Nunca fui muito bom de
oratória, e muito menos quando 1-esta muito claro para mim que a LER
quer e construir sobre a desgraça alheia, isto é, sobre os ataques
que o Messias está sofrendo....pouco importa se isso é um ataque à
livre organização sindical. Para eles é importante se construir,
ainda que rife os interesses da classe. Colocavam uma série de
poréns para atuar conosco, ate nas coisas mais triviais, como a
apresentação da cartilha, ainda que desatualizada, ou como
apresentar a "defesa do Messias " como algo político e não pessoal;
2- o companheiro foi extremamente rigoroso comigo nas minhas falas,
mas foi muito generoso com os demais. Senti-me tolhido, censurado e
muito nervoso, pois via o pessoal da LER falando um monte de bobagens
ea mim só me cabia a ouvir. Quando a coisa se tornou insustentável
para mim, tentei concertar os rumos do encaminhamento, mas aí fui
tolhido de novo, e fiquei com a pecha de "intransigente", quando, na
verdade, quem foi intransigente foi o camarada. 
  Pode ser que minha postura foi arrogante, professoral,
etc,etc,etc,...mas isso é resultado de u passado não tão distante
em que lutávamos, no interior do BDB contra os mais diversos
interesses, todas elas distantes das necessidade dos. Bancários. Eu,
por diversas vezes, acusado de "tanto ir para esquerda, estava tendo
uma postura de direita". Trouxemos 2 pessoas para tentar construir o
BDB, mas a base, vendo um bando de lunáticos debatendo entre si se
quem é mais nocivo para a categoria é o MNOB ou a articulação ,
que acabou por travar o coletivo, pois não desenvolveu o seu próprio
projeto? O Israel foi a 3ª pessoa que trouxemos para o BDB e ficou,
pois os componentes  que nos acusavam foram embora do coletivo e
depois de tudo acabou provando o que de fato queriam: levar bancários
pra a sua sigla, isso quando não se bandearam para a Articulação.
Portanto, não quero e não vou permitir que gastemos energia de novo
com picuinhas partidárias enquanto os bancários (e nós) sofremos as
mais diversas pressões. Se a unidade entre as correntes ocorrer,
será por pressão da base, e não por acreditar que as organizações
vão atender a um chamado de unidade, como se a causa do esfacelamento
da esquerda fosse moral, e nao política. 
  Quanto a reuniao do PSTU na Terça, seria importante o Israel e o
Messias dar os informes. 
  Quanto a convocação para o Encontro da Frente, faço de suas
palavras as minhas. 
  Um forte abraço. 
  Márcio
 Acesse www.espacosocialista.org [1] 
 Em 15/11/2012, às 18:59, Daniel  escreveu:
   Olá comp em s do Bancários de Base
 Na sexta-feira passada, quando estive no centro de São Paulo para
buscar a chave do Sintrajud estava gripado e tomei chuva e vento frio.
Desenvolvi uma pneumonia, e já estava muito mal no sábado, dia da
nossa plenária, que se transformou em reunião com a LER.
 Fui teimoso e ainda trabalhei na segunda-feira, mas desde terça,
quando fui ao médico e foi diagnosticada pneumonia, estou novamente
afastado, em casa, para tratamento. Os sintomas passaram e agora estou
em condições de entrar na internet e intervir em alguns pontos.
 Primeiro, com relação à plenária, não compareceu sequer um
trabalhador de base convocado por nós. Isso mostra que eu e Messias
tínhamos razão quando propusemos suspender a atividade e trabalhar
melhor para outro momento, e gostaria que o Márcio reconhecesse isso.
 Segundo, a plenária acabou se transformando em reunião com a LER.
Como disse desde o começo, a LER tem um histórico problemático no
que se refere à atuação conjunta, mas como ainda não fizemos essa
experiência em bancários, estamos lhes dando o benefício da
dúvida: pode ser que funcione deste vez onde em outras frentes não
funcionou. Não podemos ser nós a ficar com a pecha de sectários sem
dar uma chance aos companeiros (por mais que nem todos de nós tenham
tido esse comportamento na plenária-reunião, e aqui me refiro
especificamente ao Márcio, cujas intervenções no dia achei
horríveis, arrogantes, auto-proclamatórias, prepotentes,
professorais, e ainda espero voltar a conversar pessoalmente a
respeito, mas precisava desabafar aqui).
 Terceiro, parabéns ao Israel pela iniciativa do informe para sua
base, esse é o procedimento correto, acho também que refletiu bem o
que foi conversado no dia.
 Quarto, conforme antecipei já no sábado, não teria condições de
comparecer à reunião de terça-feira com o MNOB (e tive menos ainda
depois de cair doente), mas gostaria de saber se algum de nós pôde
comparecer e se há algum informe.
 Quinto, precisamos nos organizar para o Encontro de Porto Alegre e
produzir um documento que dê conta dos problemas que estamos
identificando e de propostas daquilo que achamos necessário para que
a FNOB funcione.
 Sexto, com relação ao que o Messias chama de "ranço morenista
brasileiro", preciso lembrar que nós do Espaço Socialista não somos
morenistas, rompemos com essa concepção e estamos a anos-luz dela. O
MR sim se reivindica explicitamente morenista, e age como tal, o que
pode sim ser um problema. Por outro lado, o companheiro que nos
convidou, nominalmente a mim e ao Márcio, o Jorge, da ANBERR, não é
militante do MR, nem muito menos morenista, é um independente e é
anti-partido. Ele cita a nós dois porque foi somente a nós dois que
ele conheceu nos Encontros da FNOB acontecidos até agora.
 Por último, temos que dar seguimento às nossas atividades, pautando
os encaminhamentos que foram tirados das reuniões com os outros
coletivos no sábado e terça, bem como definir os eixos da
intervenção em Porto Alegre.
 Devemos fazer ao menos uma reunião ou talvez duas até o Encontro.
Pelas minhas condições de saúde, provavelmente só vou ter
condições na semana que vem, lembrando que de quinta a domingo (22 a
25) vou estar fora de São Paulo (aniversário de 40 anos de casamento
dos meus pais em Pernambuco), o que reduz o meu tempo disponível. Mas
é claro, se preciso, o coletivo pode se reunir sem mim, acato o que
for decidido e se possível mando contribuição por escrito.
 Daniel
 _________________________________________ 
 “So, understand! You waste your time always searching for those
wasted years! 
 Face up! Make your stand! And realize your living in the golden
years!” 
 “Então, entenda! Você perde seu tempo sempre buscando por aqueles
anos perdidos! 
 Encare! Tome uma posição! E perceba que você está vivendo nos
anos dourados!” 
 Iron Maiden, “Wasted Years” 
 _________________________________________ 
 On Seg 12/11/12 20:44 , Utopia utopia_s em yahoo.com.br sent:
 Olá a tod em s!  Pois é Márcio, ainda  que não devamos alimentar
certos debates, a respeito de certas situações, é sintomático
desde sempre a postura parcial dos comp em s da FNOB em relação aos 
militantes orgânicos do Coletivo Bancários de Base SP e bancari em s da
base que nos têm como referência.  A que se superar este "ranço
morenista brasileiro", se é que tal expressão possa fazer algum
sentido. O importante é que a vida segue.   Saudações a tod em s.
Messias.
 --- Em SEG, 12/11/12, MáRCIO CARDOSO __escreveu:
 De: Márcio Cardoso 
 Assunto: Fwd: CONVITE/CONVOCAÇÃO ao Vº Encontro da FNOB
 Para: "bancariosdebase em lists.aktivix.org" , "Israel Fernandez Junior"
, "Messias - Osasco" , "Daniel Esp Soc" 
 Data: Segunda-feira, 12 de Novembro de 2012, 14:53
   É que eu e o Daniel somos figurinhas carimbadas....daí a
mencaobde apenas nós dois. Dai a importância de irmos em maior
número possível. 
  Abraços. 
  Márcio
 Acesse www.espacosocialista.org [2]  
 Início da mensagem encaminhada
   DE: "Jorge Luiz do Nascimento" 
 DATA: 11 de novembro de 2012 15:03:04 BRST
 PARA: 
 ASSUNTO: CONVITE/CONVOCAÇÃO AO Vº ENCONTRO DA FNOB
      Prezado Márcio:   Quem lhe escreve é o Jorge Luiz do
Nascimento, vice-presidente da ANBERR, comunicando que aqui, em Porto
Alegre, será realizado, nos dias 01 e 02 de dezembro de 2012 o Vº
Encontro da Frente Nacional de    Oposições Bancárias, FNOB.   Em
nome da entidade que represento e dos Bancários de Base do Rio Grande
do Sul, conto com sua indispensável presença, uma vez que sua
participação é muito valiosa para a Frente.   Sei que tu e o Daniel
estiveram envolvidos em situações especiais. Mesmo assim confio que
podem superá-las e nos dar o prazer de participarem do Vº Encontro. 
 A UCS, de Pernambuco pretende mandar representantes, assim como o
Maranhão, RN, Brasília e Bahia.   Haverá um contato com os
cearenses que, penso eu, renderá a presença de algum outro
representante.   Estamos contatando o interior do Estado do Rio Grande
do Sul e também haverá algum comparecimento.   Se puderes contatar
mais pessoas de São Paulo interessadas na Frente, melhor. Quem sabe o
pessoal de Bauru!?   Seguem anexos: Texto de convocação com
informações sobre o Vº FNOB, Mapa do local onde ocorrerá o evento
e lista de hotéis e pousadas mais próximas ao evento.   Contando com
sua fundamental presença, agradeço a atenção.   Qualquer problema,
comunique-me logo.   Jorge Luiz do Nascimento


Mais detalhes sobre a lista de discussão Bancariosdebase